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e o Regulamento (CE) n.º 1099/2009 do Conselho2 devem

PT acesso a pastagens durante o período de

Conselho 1 e o Regulamento (CE) n.º 1099/2009 do Conselho2 devem

necessariamente continuar a aplicar-se e a ser devidamente executados. As normas contidas no presente regulamento não devem duplicá-los, nem sobrepor-se-lhes. ___________________

1-A Regulamento (CE) n.º 1/2005 do Conselho, de 22 de dezembro de 2004, relativo à proteção dos animais durante o transporte e operações afins e que altera as Diretivas 64/432/CEE e 93/119/CE e o Regulamento (CE) n.º 1255/97 (JO L 3 de 5.1.2005, p. 1).

1-B Regulamento (CE) n.º 1099/2009 do Conselho, de 24 de setembro de 2009, relativo à proteção dos animais no momento da occisão (JO L 303 de

PE557.122v03-00 194/354 RR\1077954PT.doc

PT

18.11.2009, p. 1).

Alteração 326

Proposta de regulamento

Anexo II – Parte II – ponto 1.7.8-A (novo)

Texto da Comissão Alteração

1.7.8-A. Todas as pessoas que manuseiem animais biológicos durante o transporte e o abate devem receber formação

adequada para assegurar a devida

aplicação das regras previstas no presente regulamento, apoiadas por inspeções regulares destinadas a assegurar a conformidade.

Alteração 327

Proposta de regulamento

Anexo II - Parte II – ponto 1.7.9

Texto da Comissão Alteração

1.7.9. A mutilação dos animais é proibida. 1.7.9. A mutilação dos animais é proibida.

A colocação de elásticos nas caudas dos ovinos e o corte da cauda podem ser autorizados pela autoridade competente por razões de segurança ou de saúde animal e humana, ou caso se destinem a melhorar o estado de saúde, o bem-estar ou a higiene dos animais. A descorna de mamíferos jovens só deve ser aprovada se forem aplicadas anestesias e/ou

analgesias adequadas.

Justificação

Várias raças antigas de vacas possuem chifres. Se a descorna fosse proibida, muitas destas raças correriam o risco de desaparecer.

RR\1077954PT.doc 195/354 PE557.122v03-00

PT

Alteração 328

Proposta de regulamento

Anexo II – Parte II – ponto 1.7.12

Texto da Comissão Alteração

1.7.12. A carga e a descarga dos animais devem realizar-se sem recurso a qualquer tipo de estimulação elétrica para os coagir. É proibida a utilização de calmantes alopáticos antes ou durante o trajeto.

1.7.12. A carga e a descarga dos animais devem realizar-se sem recurso a qualquer tipo de estimulação elétrica para os coagir,

salvo em circunstâncias excecionais e em conformidade com as disposições do anexo III, ponto 1.9, do Regulamento (CE) n.º 1099/2009. A mistura de animais desconhecidos durante o transporte, a estabulação e a estabulação noturna desnecessária devem ser evitadas. Os

animais sociais devem ser mantidos em grupo e devem poder circular e virar-se nos compartimentos. É proibida a utilização de calmantes alopáticos antes ou durante o trajeto.

Alteração 329

Proposta de regulamento

Anexo II – parte II – ponto 2.1.1 – parágrafo 1 – alínea a)

Texto da Comissão Alteração

a) 12 meses para os bovinos destinados à produção de carne e, em qualquer caso,

pelo menos três quartos do seu tempo de vida;

a) 12 meses para os bovinos destinados à produção de carne;

Justificação

Para maior praticabilidade das presentes disposições, a referência ao tempo de vida dos bovinos deve, tal como no caso dos ovinos e caprinos, ser eliminada.

Alteração 330

Proposta de regulamento

PE557.122v03-00 196/354 RR\1077954PT.doc

PT

Texto da Comissão Alteração

d) Exceto durante o período em que anualmente os animais se encontram em transumância, referido no ponto 1.4.2.2, no mínimo 90 % dos alimentos devem provir da própria exploração ou, quando tal não for possível, ser produzidos em cooperação com outras explorações que pratiquem a agricultura biológica na mesma região;

d) Exceto durante o período em que anualmente os animais se encontram em transumância, como referido no ponto 1.4.2.2, no mínimo 60% dos alimentos devem provir maioritariamente da própria exploração ou, sempre que tal não seja possível, devem, na medida do que for

praticável, ser produzidos em cooperação

com outras explorações que pratiquem a agricultura biológica e que se encontrem

estabelecidas num raio de 150 km da própria exploração, sendo produzidos no território da União; Para efeitos do cálculo da distância no caso das

explorações agrícolas situadas nas ilhas e em zonas costeiras, a distância

correspondente a extensões de água não será tida em consideração. Esta condição quanto à distância não é aplicável às explorações agrícolas nas regiões ultraperiféricas.

A produção local de alimentos biológicos para animais será incentivada. Para o efeito, os Estados-Membros podem

aumentar esta percentagem em função da disponibilidade de alimentos biológicos para animais nas explorações e na própria região;

Alteração 331

Proposta de regulamento

Anexo II – parte II – ponto 2.1.2 – parágrafo 1 – alínea f)

Texto da Comissão Alteração

f) No aleitamento dos bovinos, ovinos e caprinos deve ser dada preferência ao leite materno por um período mínimo de três meses no caso dos bovinos e de 45 dias no caso dos ovinos e dos caprinos.

f) No aleitamento dos bovinos, ovinos e caprinos deve ser dada preferência ao leite materno ou leite natural por um período mínimo de três meses no caso dos bovinos e de 45 dias no caso dos ovinos e dos caprinos.

RR\1077954PT.doc 197/354 PE557.122v03-00

PT

Alteração 332

Proposta de regulamento

Anexo II – Parte II – ponto 2.1.3 – alínea c-A (nova)

Texto da Comissão Alteração

(c-A) Quando os vitelos são tratados individualmente por motivos veterinários, devem ser mantidos em espaços com um piso sólido e equipados com uma cama de palha. Os vitelos devem poder voltar-se facilmente e deitar-se confortavelmente a todo o comprimento.

Alteração 333

Proposta de regulamento

Anexo II – Parte II – ponto 2.2.2 – alínea c)

Texto da Comissão Alteração

c) Exceto durante o período em que anualmente os animais se encontram em transumância, conforme referido no ponto 1.4.2.2, no mínimo 90 % dos alimentos devem provir da própria exploração ou,

quando tal não for possível, ser produzidos

em cooperação com outras explorações que pratiquem a agricultura biológica e

situadas na mesma região;

c) Exceto durante o período em que anualmente os animais se encontram em transumância, conforme referido no ponto 1.4.2.2, no mínimo 60% dos alimentos devem provir maioritariamente da própria exploração ou, sempre que tal não seja possível, devem, na medida do que for

praticável, ser produzidos em cooperação

com outras explorações que pratiquem a agricultura biológica e que se encontrem

estabelecidas num raio de 150 km da própria exploração, sendo produzidos no território da União; Para efeitos do cálculo da distância no caso das

explorações agrícolas situadas nas ilhas e em zonas costeiras, a distância

correspondente a extensões de água não será tida em consideração. Esta condição quanto à distância não é aplicável às explorações agrícolas nas regiões ultraperiféricas.

A produção local de alimentos biológicos para animais será incentivada. Para o efeito, os Estados-Membros podem

PE557.122v03-00 198/354 RR\1077954PT.doc

PT

disponibilidade de alimentos biológicos para animais nas explorações e na própria região;

Alteração 334

Proposta de regulamento

Anexo II – Parte II – ponto 2.2.2 – alínea d)

Texto da Comissão Alteração

d) No que diz respeito aos equídeos, os sistemas de criação devem basear-se na utilização máxima do pastoreio, de acordo com a disponibilidade em pastagens nos diferentes períodos do ano. As forragens grosseiras, frescas, secas ou ensiladas devem constituir pelo menos 60 % da matéria seca que compõe a ração diária dos equídeos;

d) No que diz respeito aos equídeos, os sistemas de criação devem basear-se na utilização máxima do pastoreio, de acordo com a disponibilidade em pastagens nos diferentes períodos do ano. Caso não seja

possível obter percentagens mais elevadas de forragens secas, devem aplicar-se as seguintes regras mínimas respeitando os requisitos de nutrição, saúde e bem-estar das raças: as forragens grosseiras, frescas,

secas ou ensiladas devem constituir pelo menos 60 % da matéria seca que compõe a ração diária dos equídeos;

Alteração 335

Proposta de regulamento

Anexo II – parte II – ponto 2.2.2 – parágrafo 1 – alínea e)

Texto da Comissão Alteração

e) No aleitamento dos equídeos deve ser dada preferência ao leite materno por um

período mínimo de três meses.

e) No aleitamento dos equídeos deve ser dada preferência ao leite materno, com o

equídeo a amamentar-se diretamente da mãe até à altura de fazer o desmame de forma natural;

Alteração 336

Proposta de regulamento

RR\1077954PT.doc 199/354 PE557.122v03-00

PT