dispositivo de ancoragem mais adequado ao tipo de poste/estrutura e à situação de trabalho em altura, seguindo passos descritos no item referente ao dispositivo.
Detalhe: Se o dispositivo for
mais adequado for o de Fita de ancoragem em escada extensível, proceder conforme o subitem 8.3.3 antes de colocar na escada no poste/estrutura. Eletricista. Conforme o dispositivo de ancoragem escolhido. Conforme o dispositivo de ancoragem escolhido.
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Passo 6
Instalar freio antipânico ABS para resgate conforme passos descritos no subitem 8.3.6.
Eletricista. Conforme subitem
8.3.6. Conforme subitem 8.3.6.
Passo 7
Colocar o talabarte de posicionamento no cinto tipo para-quedista, conforme passos descrito no subitem 8.1.2
Eletricista. Conforme item
8.1.2 Conforme item
8.1.2.
Passo 8
Instalar trava-queda e efetuar a subida/descida na escada conforme passos descritos no subitem 8.1.3.
Eletricista. Conforme item
8.1.3 Conforme item
8.1.3.
Passo 9
Executar Procedimentos Finais.
8.4.1.3 Procedimentos Finais
Desenvolvimento Competência Riscos Controle
Passo 1
.Recolher ferramentas e equipamentos.
Eletricista. Lesão nas mãos; Entorse muscular
Usar luvas de vaqueta.
Passo 2
. Desequipar-se dos EPIs. Eletricista.
Passo 3
. Sair com o veículo. Eletricista. Abalroamento; Atropelamento.
Soltar o freio de estacionamento; Obedecer ao código brasileiro de trânsito; Desligar o pisca alerta; Soltar o freio de estacionamento.
8.4.2 Trabalhos em Árvores, Escadas Veiculares e Postes de Padrões/Auxiliar 8.4.2.1 Para trabalhos em altura em árvore, seguir procedimentos descritos no
POP Poda de Árvore;
8.4.2.2 Nas escadas veiculares, utilizar o mesmo método para a amarração da linha de vida usado para as escadas extensíveis, com a linha de vida amarrada nos dois degraus mais altos da escada utilizando mosquetão
Original assinado por: Diretora de Gestão, Interina – MARIA PEDRINHA DE BARROS de aço dupla trava;
8.4.2.3 Nos postes dos padrões/auxiliares, se não forem usadas escadas extensíveis manuais ou veiculares com a linha de vida instalada nelas, instalar a linha de vida no poste do padrão junto à armação do ramal (foto 01) e amarrar a linha de vida nos degraus inferiores da escada, ficando proibida sua instalação na haste de baixo (com contra-pino) do estribo da armação secundária.
8.4.3 Trabalhos na BT desenergizada (com o ATAS já executado) e a MT energizada
8.4.3.1 Poderá ser instalada ancoragem abaixo da BT utilizada fita para ancoragem em montante da escada desde que esteja em boas condições de uso (sem ressecamento, descosturas ou rasgos/cortes) e os montantes e estribos da escada não apresentarem defeito (soltos, rachados ou resistência duvidosa);
8.4.3.2 Opcionalmente, pode-se fazer nova ancoragem da linha de vida acima da BT conforme os passos descritos no subitem 8.4.8 (Transposição de Linha de Vida);
8.4.3.3 A ancoragem da linha de vida poderá também ser realizada logo acima das cintas das mãos francesas, desde que realizada à distância, utilizando vara telescópica de manobras (bastão de manobra), após inspeção nas ferragens/cruzetas e análise criteriosa de riscos quanto à invasão das distâncias de segurança relativas à MT.
8.4.4 Trabalhos na BT e MT desenergizadas (com o ATAS executado em ambos os circuitos)
8.4.4.1 Nesta situação poderá ser utilizado qualquer dispositivo de ancoragem, desde que seja possível sua instalação em local seguro e adequado. 8.4.5 Trabalhos na BT e MT energizada
8.4.5.1 Poderá ser instalada ancoragem abaixo da BT utilizando a fita para ancoragem em montante da escada, desde que esteja em boas condições de uso (sem ressecamento, descosturas ou rasgos/cortes) e os montantes e estribos da escada não apresentarem defeito (soltos, rachados ou resistência duvidosa);
8.4.5.2 Deverá ser verificada a presença de tensão nas ferragens de IP e aterrada temporariamente;
8.4.5.3 Havendo necessidade de fazer outra ancoragem na estrutura e/ou trabalhar melhor posicionado com a BT energizada, pode-se fazer nova ancoragem da linha de vida acima da BT conforme os passos descritos no subitem 8.4.8 (Transposição de Linha de Vida), desde que, o
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eletricista esteja posicionado no lado oposto da BT. Caso não seja possível fazer isto, deve-se executar o ATAS na BT;
8.4.5.4 A ancoragem da linha de vida poderá também ser realizada logo acima das cintas das mãos francesas, desde que realizada à distância, utilizando vara telescópica de manobras (bastão de manobra), após inspeção nas ferragens/cruzetas e análise criteriosa de riscos quanto à invasão das distâncias de segurança relativas à MT;
8.4.5.5 Em ambas as situações, com a linha de vida ancorada abaixo ou acima da BT, o talabarte de posicionamento terá que ficar posicionado na estrutura e o trava-quedas na linha de vida, ambos sempre abaixo da fase mais baixa da BT.
8.4.6 Transposição de linha de vida (utilizada para elevar o ponto de ancoragem)
Desenvolvimento Competência Riscos Controle
Passo 1
Executar Procedimentos Iniciais
Passo 2
Escalar Poste com Escada Extensível ou Singela conforme procedimentos descritos no subitem 8.4.1.2 Eletricista. Conforme procedimentos descritos no subitem 8.4.1.2. Conforme procedimentos descritos no subitem 8.4.1.2. Passo 3
Colocar o mosquetão na fita de ancoragem travá-lo.
Eletricista. Lesão nas mãos. Usar luvas.
Passo 4
Lançar a fita de ancoragem no poste (fotos 1 a 4).
Detalhe: durante o
lançamento, o mosquetão instalado na fita de ancoragem deverá ficar seguro na mão.
Eletricista. Desequilíbrio do eletricista durante o lançamento da fita de ancoragem. Posicionar-se junto ao poste e segurar o montante da escada com a outra mão.
Original assinado por: Diretora de Gestão, Interina – MARIA PEDRINHA DE BARROS Foto 3 – Lançamento da corda Foto 4 – Lançamento da corda
Passo 4
“Enforcar” o poste, deixando para baixo a ponta contendo o mosquetão.
Eletricista. Lesão nas mãos. Usar luvas.
Passo 5
Liberar o freio para efetuar a transposição da linha de vida (Fotos 5 e 6).
Detalhe:
a) Antes do eletricista no poste
solicitar ao eletricista no solo para liberar o freio, deverá certificar-se de que o seu talabarte está devidamente apoiado e com o mosquetão travado;
b) Durante a liberação do freio,
o eletricista no poste não poderá desconectar o talabarte do cinto de segurança ou retirá-lo.
Eletricista. Lesão nas mãos; Desequilíbrio do eletricista e queda de altura devido folga na linha de vida. Usar luvas; Certifica-se que o
talabarte está passado por cima do montante da escada e com o mosquetão
devidamente travado.
Foto 5 – Liberação do freio Foto 6 – Liberação do freio
Passo 6
Segurar a linha de vida no trecho situado entre o mosquetão da escada e o trava-queda (foto 7) e puxar para cima (foto 8).
Eletricista. Lesão nas mãos; Desequilíbrio do eletricista e queda de altura devido folga na linha de vida Usar luvas; Certifica-se que o
talabarte está passado por cima do montante da escada e com o mosquetão
Original assinado por: Diretora de Gestão, Interina – MARIA PEDRINHA DE BARROS Foto 7 – Trecho indicado para elevar a linha de
vida Foto 8 – Elevação da linha de vida
Passo 7
Passar a linha de vida pelo mosquetão da fita de transposição e travá-lo (foto 9).
Eletricista. Lesão nas mãos; Desequilíbrio do eletricista e queda de altura devido folga na linha de vida Usar luvas; Certifica-se que o
talabarte está passado por cima do montante da escada e com o mosquetão
devidamente travado.
Foto 9 – Linha de vida no mosquetão já travado
Passo 8
Tencionar a linha de vida e travar o freio.
Eletricista. Lesão nas mãos. Usar luvas.
9. HISTÓRICO
9.1 As anotações das alterações nesta Norma devem ser realizadas e acompanhadas pela Gerência da Qualidade de Processos e Documentação Normativa, seja de conteúdo ou modificação da legislação pertinente, registrando a versão atual do normativo aprovado.
Original assinado por: Diretora de Gestão, Interina – MARIA PEDRINHA DE BARROS 10. ORIENTAÇÕES FINAIS
10.1 Toda e qualquer situação, que não esteja contemplada neste procedimento, será analisada e orientada pelo grupo de elaboração dos POPs, juntamente com equipes de execução de serviços de campo;
10.2 As excepcionalidades relacionadas a este Procedimento devem ser justificadas pela área envolvida e submetida à aprovação do diretor da área solicitante; 10.3 Toda e qualquer excepcionalidade ou caso omisso neste Procedimento deve ser
analisado pela área gestora do processo e submetido à aprovação do Diretor de Gestão e, se for o caso, levado à Diretoria Executiva;
10.4 As eventuais necessidades de alterações neste Procedimento, com o objetivo de otimização dos processos ou sua atualização em face de novas legislações sobre o assunto, devem ser submetidas à Diretoria Executiva, com as devidas justificativas;
10.5 A vigência dos instrumentos normativos é considerada a partir da data de sua aprovação, sendo revogados somente quando de sua alteração ou extinção; 10.6 As infrações quanto ao cumprimento deste Procedimento sujeitará o infrator às
penalidades previstas nos normativos concernentes;