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PARTE II – INVESTIGAÇÃO EMPÍRICA

Capítulo 5 – Resultados e Conclusões

5.4. Elementos finais

Naturalmente que esta investigação tem as suas limitações. A primeira é que as respostas do estudo procedem dos filhos. Mesmo que algumas investigações indiquem que a percepção dos filhos costuma ser mais objetiva, pois, as respostas dos pais normalmente estão mais influenciadas pela deseabilidade social (Gonzáles, Cauce y Mason, 1996). Outra limitação está relacionada com a amostra, que apenas representa uma pequena parte dos alunos das escolas onde foram aplicados os questionários, portanto, devemos ter um cuidado especial na generalização dos resultados obtidos.

Não obstante as referidas limitações, pensamos que este trabalho contribuiu para gerar caminhos que proporcionem programas de assessoramento familiar. Muitos dos problemas próprios da adolescência estão relacionados com a falta de apoio e de afeto, e em muitos casos, é uma reação a uma série de normas e limites estabelecidos de forma unilateral, por pais autoritários e pouco comunicativos. É neste sentido que se pode repensar o papel das estratégias de controle parental, principalmente na adolescência.

Para finalizar, sugere-se que em futuros estudos seria relevante aumentar a amostra com alunos provenientes de escolas da periferia de Lisboa. Sugerimos, também para os próximos estudos, contrastar os pressupostos gerais do modelo clássico de socialização, ou seja, verificar se a socialização parental tem a mesma estrutura dimensional na cultura portuguesa que em outras, como, por exemplo, em alguns países da América do sul e nos demais países da Europa do sul. Nesse sentido, sugere-se que os próximos estudos contrastem estes supostos em vez de aplicar automaticamente os resultados de outras culturas. Assim, poder-se-à ver melhor até que ponto a socialização é um processo universal que inclui vários elementos num denominador comum a diversas culturas.

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