A Fundação CEEE ajuizou Ação de Cobrança em desfavor da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica - ELETROBRÁS CGTEE, na condição de Patrocinadora do Plano Único CGTEE – plano este administrado pela Fundação CEEE, tramitando perante o Juízo da 14ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de Porto Alegre, tombada sob o nº 001/1.14.0325853-9 - com distribuição realizada em 15 de dezembro de 2014.
A referida contenda tem por objeto a exigência de adimplemento dos valores de contribuições e diferenças de reservas matemá cas, de responsabilidade da Patrocinadora ELETROBRÁS CGTEE, que estão em atraso.
A empresa demandada ajuizou incidente processual, mais precisamente, Impugnação a Assistência Judiciária Gratuita – AJG (processo nº 001/1.15.0017426-3) frente ao deferimento do bene cio a EFPC, a qual foi julgada improcedente em 03 de julho de 2015.
Irresignada, a empresa interpôs Apelação Cível (processo nº 70066553801) – tendo o recurso sido admi do e provido em 08 de outubro de 2015.
Em razão da decisão desfavorável aos interesses da Fundação CEEE - foi interposto Recurso Extraordinário, tombado sob o nº 70068262724, que está concluso para juízo de admissibilidade perante a 3ª Vice Presidência do Tribunal de Jus ça do Estado do Rio Grande do Sul. O recurso foi julgado, sendo negado seguimento ao STF, transitado em julgado em 17 de maio de 2016.
Nesse sen do, os autos foram reme dos à origem (Juízo da 14ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de Porto Alegre), retomando a tramitação. A Fundação CEEE realizou o recolhimento das custas.
Foi apresentada a réplica pela Fundação CEEE, e posteriormente o magistrado realizou o saneamento do processo, ocasião em que também foi despachado que a En dade especificasse quais as provas que pretendessem produzir, e assim o fizeram, sendo dadas vista a parte demandada.
O magistrado em 17 de outubro de 2016 deferiu a prova pericial contábil, sendo os quesitos apresentados, sendo in mado também o perito a fim de apresentar pretensão honorária ao MM. Juízo.
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11.1.6 AÇÃO DE COBRANÇA
CEEE-D e CEEE-GT
A Requerente e a Companhia Estatual de Energia Elétrica - CEEE, celebraram os Convênios de Adesão, os quais nham por obje vo o estabelecimento de direitos e obrigações a nentes aos planos de bene cio Pl. Único CEEE e CEEEPrev, sendo aditados posteriormente em função da desver calização (D e CEEE-GT).
Em tais Aditamentos aos Convênios de Adesão restou expressamente estabelecido entre a Fundação CEEE de Seguridade Social – ELETROCEEE, com a CEEE-D e CEEE-GT, a responsabilidade das Demandadas ao pagamento de custas, despesas e demais encargos administra vos ou judicias, bem como, encargos fiscais e previdenciários, honorários advoca cios e etc., decorrente de ações judiciais de seus par cipantes e beneficiários.
Porém, as empresas Demandadas (CEEE-D e CEEE-GT), desde o momento que fora criada a obrigação de arcar com as despesas, em especial de Honorários Advoca cios adimplidos aos Escritórios Contratados, não vêm honrando com as obrigações assumidas.
Frente a este inadimplemento, em 22 de outubro de 2012 foi celebrado o TERMO DE COMPOSIÇÃO DE DÍVIDA onde novamente as Demandadas admi ram que não estavam cumprindo o estabelecido no Adi vo.
Em face do descumprimento pelas demandadas CEEE-D e CEEE-GT, a Fundação CEEE ingressou no dia 03 de agosto de 2016 com Ação de Cobrança em face da CEEE-D e CEEE-GT, a qual tramita sob o nº 0153779-54.2016.8.21.0001, perante a 2ª Vara Cível da Comarca de Porto Alegre/RS, pleiteando a condenação destas ao pagamento das quan as devidas ao planos de bene cios administrados pela Fundação CEEE.
Posteriormente, foi designada para 09 de novembro de 2016 a audiência de Conciliação, a qual restou inexitosa. Em 02 de dezembro de 2016 foi juntada a contestação.
A Fundação CEEE e a Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica – Eletrobras CGTEE firmaram Convênio de Adesão denominado de Plano Único da CGTEE, o qual nha por obje vo o estabelecimento de direitos e obrigações recíprocos para a ins tuição de manutenção de plano de previdência complementar aos empregados da demandada.
A En dade, através da realização da Avaliação Atuarial Anual realizada no final do exercício de 2014, constatou o resultado deficitário do Plano de Bene cios com base em parecer elaborado pelo Atuário responsável pelo Plano Único da CGTEE.
Ante o resultado deficitário, conforme determina o art. 21 da Lei Complementar 109/01, houve a necessidade de equacionamento por meio de aumento do valor das contribuições e legislação aplicável, a Resolução CGPC nº 26/2008.
Após o Atuário responsável pelo Plano elaborar o Plano de Equacionamento de Déficit do Plano Único da CGTEE, o mesmo foi aprovado pelo Conselho Delibera vo da Requerente em 16 de dezembro de 2015.
Diante da aprovação e em integral cumprimento a regra de Equacionamento de Déficit Técnico, de que trata o art. 28, Parágrafo 10, da Resolução CGPC nº 26/2008, a En dade, no mês de Fevereiro de 2016, ins tuiu a Contribuição Extraordinária no referido Plano Único da CGTEE, devidamente sa sfeito pela Patrocinadora no período posterior a sua implementação, em fevereiro de 2016, e cessada em junho/2016.
Após inúmeras trata vas entre a Fundação CEEE e a ELETROBRÁS CGTEE, inclusive o ingresso de requerimento perante a CÂMARA DE MEDIAÇÃO CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM-PF-PREVIC, na busca de conciliação – a qual restou rejeitada pela ELETROBRÁS CGTEE, a En dade ingressou no dia 12 de dezembro de 2016, com Ação de Cobrança em face da ELETROBRÁS CGTEE, Processo nº 001/1.16.0161954-6, perante a 13ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de Porto Alegre/RS.
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