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Sede: Centro Cultura e de Congressos, apartado 1520, 3801-200 Aveiro.

Capital social 1 496 393,69 euros.

Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Aveiro sob o n.º 1.

N.º de contribuinte: 505132460.

Relatório e contas de 2002 Relatório de gestão

1 — Actividade realizada

Durante o ano de 2002 a actividade da empresa foi marcada pelo avanço na obra do Estádio, nomeadamente com todos os trabalhos relacionados com a parte de betão (fundações, estruturas em ele-vação, pilares e vigas) que ficaram concluídos durante este período.

Desenvolveu-se igualmente a colocação das vigas pré-esforçadas que sustentam as bancadas. Em Outubro arrancou o trabalho de fabrico da cobertura, tendo em Dezembro sido iniciada a construção da viga de bordadura do 2.º anel. As alvenarias também tiveram uma evolução significativa, tendo-se iniciado no mês de Abril.

Também em Dezembro ficaram concluídos os trabalhos das paredes das caixas de escadas exteriores.

Apenas em Outubro o projecto de arquitectura se encontrava suficientemente estabilizado para responder à maioria das questões necessárias para o empreiteiro fazer as medições dos respectivos trabalhos, apresentar preços e, na sequência da sua aprovação, pro-ceder às negociações com fornecedores, aprovisionamentos e contratualização com os subempreteiros encarregados de executar as obras de acabamentos. Os projectos das especialidades também foram evoluindo, embora a um ritmo inferior ao desejável e pre-visto no Planeamento aprovado.

Os atrasos na produção dos projectos terão necessariamente impacto no desenvolvimento dos trabalhos futuros, nomeadamente ao nível dos acabamentos, o que deve ser assinalado conjuntamente com o atraso na execução das restantes actividades em obra. Esta situação tem vindo a ser sistematicamente referenciada pela fisca-lização e o dono de obra junto do empreiteiro, no sentido deste responder de uma forma mais eficaz os objectivos em termos de prazos de conclusão da obra.

A carga média de pessoal em obra na parte final do ano foi de aproximadamente 250 pessoas, tendo sido realizados trabalhos no valor de 13,85 milhões de euros (considerados apenas os valores aprovados para apresentação em autos).

Um aspecto importante a referir é a importância que em obra tem sido dada a questões como o controlo de qualidade, a gestão ambiental e a higiene e segurança no trabalho.

Quanto a este último aspecto há a referir que não ocorreram incidentes significativos com trabalhadores, tendo sido levadas a cabo acções de formação sobre esta matéria, bem como um acom-panhamento rigoroso por parte da fiscalização sobre situações que pudessem de algum modo desrespeitar as normas em vigor e por em causa a segurança das pessoas.

No que respeita ao QC refira-se que o consórcio elaborou e entregou um plano de qualidade e, para certos trabalhos específicos, tem vindo a desenvolver planos de inspecção e ensaio, que foram analisados, comentados e sujeitos à aprovação da fiscalização. Este controlo vai desde a recepção de materiais até às sondagens para estudos geotécnicos e cargas em Placa e tem implicado inúmeros ensaios quer em laboratório, quer in situ.

Outra actividade a que se tem dado particular atenção é o con-trolo de custos. Neste campo todo o trabalho de medições (e res-pectivos autos), análise de trabalhos a mais e a menos, processo de erros e omissões envolveu atenção e recursos assinaláveis, tendo em vista ter um controlo rigoroso da obra em termos económicos.

Durante o ano de 2002 subsistiram, neste campo, alguns desacordos

com o Consórcio que têm vindo a ser discutidos, prevendo-se, nal-guns casos a necessidade de recorrer a comissão arbitral nos termos previstos no Decreto-Lei n.º 59/99.

Quanto à operação da EMA propriamente dita ela decorreu dtro do anteriormente previsto sendo que, nomeadamente, os en-cargos com pessoal no montante de 116 419 euros, foram ligeira-mente inferiores ao do ano anterior. Os fornecimentos e serviços externos ascenderam a 87 161 euros, mais 20% que no ano pre-cedente. A principal rubrica responsável por esta variação foi a dos trabalhos especializados que representa 90% do valor total dos FSEs.

O financiamento das actividades da empresa, que só começará a ter receitas próprias depois da entrada em operação do Estádio, tem sido feito quase exclusivamente através de transferências da autarquia, ao abrigo de contrato-programa entretanto celebrado. As contribui-ções do Estado para a construção do Estádio foram durante o pe-ríodo bastante reduzidas, não ultrapassando o montante de 748 309,55 euros.

Outra questão que se encontra pendente de resolução é a da bonificação das taxas de juro, que se estima num montante ron-dando os três milhões de euros, e para a qual o Estado ainda não arranjou solução, quer por causa da inexistência de fundos nas CCRs, quer devido a questões de natureza legal que têm a ver com o facto de se tratar de um pagamento a uma entidade diferente do dono de obra (a Câmara Municipal de Aveiro, que foi quem, na prática, contraiu os empréstimos necessários ao financiamento da empreitada do Estádio).

A este propósito cumpre dizer que foi impossível à EMA con-trair directamente empréstimos junto da Banca, o que teve essen-cialmente a ver com o tipo de garantias que a empresa poderia prestar. Assim, a consulta que para o efeito foi realizada ficou vazia, pelo que houve necessidade de recorrer a outros meios para garantir o financiamento da obra, nomeadamente, através do já referido contrato-programa realizado com a Câmara.

2 — Factos relevantes ocorridos após o termo do exercício Não existe qualquer acontecimento relevante que implique ajusta-mentos e/ou divulgação nas contas do exercício de 2002.

3 — Actividade a desenvolver

O ano de 2003 é o ano de conclusão da obra, que deverá ocorrer durante o mês de Agosto ou na primeira quinzena de Setembro, isto é, com um pequeno atraso em relação à data inicialmente pre-vista, que era o fim de Julho. Prevê-se que haja autos de medição atingindo valores mensais rondando os cinco milhões de euros, o que implica a disponibilização de importantes fundos por parte do accionista o que, a não acontecer, implicaria atrasos nos trabalhos.

A entrega tardia dos elementos de projecto e a subsequente dis-cussão com o consórcio dos trabalhos a realizar determinará ainda ajustes no preço da empreitada, o que se tentou compensar ainda durante o ano de 2002 com a supressão de uma quantidade signifi-cativa de trabalhos inicialmente previstos.

Igualmente tendo-se iniciado em Outubro a empreitada dos arranjos exteriores, é necessário que esta evolua normalmente (nomeadamente em termos de acessos e redes) para que o Estádio possa entrar em operação.

Tendo em vista esta realidade a empresa tem vindo a preparar uma análise previsional dos custos de exploração e das receitas estimadas, nomeadamente as decorrentes da comercialização dos lugares especiais, a iniciar assim que entre em vigor o acordo com o clube residente. Outra fonte de receita é a decorrente da concessão de bares, ginásios, lojas e restaurante, para o que se irão lançar os respectivos concursos.

Outros concursos a lançar durante o ano de 2003 serão os refe-rentes à sinalética exterior e interior, ao fornecimento e montagem de painéis electrónicos e mobiliário.

4 — Dívidas à administração fiscal e ao CRSS

A empresa não tem qualquer dívida à administração fiscal, ao Centro Regional de Segurança Social, nem a quaisquer outras enti-dades públicas.

5 — Proposta de aplicação de resultados

Propõe-se que os resultados negativos, no montante de 171 797,03 euros, sejam transferidos para a conta de resultados transitados.

DIÁRIO DA REPÚBLICA — III SÉRIE N.º 253 — 31 de Outubro de 2003

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6 — Agradecimentos

A administração da EMA não pode deixar de, mais uma vez, agra-decer aos seus funcionários pelo esforço e empenho que lhes tem sido exigido, e ainda às equipas da fiscalização, projectistas e consórcio, nomeadamente aos seus responsáveis em obra, bem como às cente-nas de trabalhadores, de muitas nacionalidades que têm estado envol-vidos na construção do Estádio.

Balanço em 31 de Dezembro de 2002

ACTIVO

2002 2001

Código das contas —

Activo Amortizações Activo Activo

CEE (a) POC bruto e provisões líquido líquido

C Imobilizado:

I Imobilizações incorpóreas:

1 431 Despesas de instalação ... 7 318,61 4 879,08 2 439 5 246,59

1 432 Despesas de investigação e desenvolvimento – – – –

2 433 Propriedade industrial e outros direitos ... – – – –

3 434 Trespasses ... – – – –

4 441/6 Imobilizações em curso ... – – – –

4 449 Adiantamentos por conta de imobilizações – – – –

incorpóreas.

... 7 318,61 4 879,08 2 439 5 246,59

II Imobilizações corpóreas:

1 421 Terrenos e recursos naturais ... – – – –

1 422 Edifícios e outras construções ... – – – –

2 423 Equipamento básico ... – – – –

2 424 Equipamento de transporte ... – – – –

3 425 Ferramentas e utensílios ... – – – –

3 426 Equipamento administrativo ... 6 879,13 4 841,66 2 037,47 3 492,15

3 427 Taras e vasilhame ... – – – –

3 429 Outras imobilizações corpóreas ... – – – –

4 441/6 Imobilizações em curso ... 15 104 721,56 – 15 104 721,56 2 052 354,11

4 448 Adiantamentos por conta de imobilizações – – 144 486,19 –

corpóreas.

... 15 111 919,30 9 720,74 15 109 198,56 2 061 092,85

III Investimentos financeiros:

1 4111 Partes de capital em empresas associadas ... – – – –

2 4121+4131 Empréstimos a empresas associadas ... – – – –

3 4112 Partes de capital em empresas associadas ... – – – –

4 4122+4132 Empréstimos a empresas associadas ... – – – –

5 4113+414+415 Títulos e outras aplicações financeiras ... – – – –

6 4123+4122 Outros empréstimos concedidos ... – – – –

6 441/6 Imobilizações em curso ... – – – –

6 447 Adiantamentos por conta de investimentos – – – –

financeiros.

... – – – –

Total do activo imobilizado ... 15 118 919,30 9 720,74 15 109 198,56 2 061 092,85

D Circulante:

I Existências:

1 36 Matérias-primas, subsidiárias e de consumo – – – –

2 35 Produtos e trabalhos em curso ... – – – –

3 34 Subprodutos acabados e intermédios ... – – – –

3 33 Produtos acabados e intermédios ... – – – –

3 32 Mercadorias ... – – – –

4 37 Adiantamentos por conta de compras ... – – – –

... – – – –

II Dívidas de terceiros — médio e longo prazos:

Clientes — títulos a receber ... – – – –

Clientes — cheques pré-datados ... – – – –

Clientes — cheques devolvidos ... – – – –

Clientes de cobrança duvidosa ... – – – –

Empresas do grupo ... – – – –

Outras empresas participantes e participadas – – – –

(Restantes) accionistas (sócios) ... – – – –

Adiantamentos a fornecedores de imobilizado – – – –

Estado e outros entes públicos ... – – – –

Outros devedores ... – – – –

... – – – –

7 — Disposições legais

Os documentos e referências legalmente exigidas e aqui não apresentados devem entender-se como não aplicáveis à empresa no ano corrente.

Aveiro, 29 de Março de 2003. — A Administração, (Assinaturas ilegíveis.)

DIÁRIO DA REPÚBLICA — III SÉRIE

N.º 253 — 31 de Outubro de 2003 23 482-(351)

II Dívidas de terceiros — curto prazo:

1 211 Clientes, c/c ... 13 042,08 – 13 042,08 –

1 212 Clientes — títulos a receber ... – – – –

1 214 Clientes — cheques pré-datados ... – – – –

1 217 Clientes — cheques devolvidos ... – – – –

1 218 Clientes de cobrança duvidosa ... – – – –

2 252 Empresas do grupo ... – – – –

3 253+254 Outras empresas participantes e participadas ... – – 239,42 –

4 251+255 (Restantes) accionistas (sócios) ... – – – –

4 229 Adiantamentos a fornecedores ... 361 270,85 – 361 270,85 361 270,85

4 24 Estado e outros entes públicos ... 2 049 355,57 – 2 049 355,57 234 374,66

4 262+266/7/8+221+264 Outros devedores ... 89 273,38 – 89 273,38 14 592,35

5 264 Subscritores de capital ... – – – 24 939,89

... 2 513 181,30 – 120 977,81 182 184,74

III Títulos negociáveis:

1 1511 Acções em empresas do Grupo ... – – – –

3 1521 Obrigações e títulos da participação do Grupo – – – –

3 1512 Acções em empresas associadas ... – – – –

3 1522 Obrigações e títulos de particip. em empresas – – – –

associadas.

3 1513+1523+153/9 Outros títulos negociáveis ... – – – –

3 1513+1523+153/9 Outros títulos negociáveis ... – – – –

3 18 Outras aplicações de tesouraria ... – – – –

... – – – –

IV Depósitos bancários e caixa:

12+13+14 Depósitos bancários ... 1 686 163,50 1 686 163,50 11 126,14

11 Caixa ... 213,04 213,04 247,87

... 1 686 376,54 1 686 376,54 11 374,01

Total do activo circulante ... 4 199 557,84 4 199 557,84 646 791,18

E Acréscimos e diferimentos:

271 Acréscimos de proveitos ... 3 967,92 3 967,92 –

272 Custos diferidos ... 382,30 382,30 2 263,61

2761 Activos por impostos diferidos ... – – –

... 4 350,22 4 350,22 2 263,61

Total de amortizações ... 9 720,74 Total de provisões ... –

Total do activo ... 19 322 827,36 9 720,74 19 313 106,62 2 710 147,64 A Administração: (Assinaturas ilegíveis.)

CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO

Código das contas

2002 2001

CEE (a) POC

A Capital próprio:

I 51 Capital ... 1 496 393,69 1 496 393,69 521 Acções (quotas) próprias — valor nominal ... – – 522 Acções (quotas) próprias — descontos e prémios ... – – 53 Prestações suplementares ... – – II 54 Prémios de emissão de acções (quotas) ... – – 55 Ajustamentos de partes de capital em filiais e associadas ... – – 56 Reservas de reavaliação ... – –

IV Reservas:

1/2 571 Reservas legais ... – – 3 572 Reservas estatutárias ... – – 4 573 Reservas contratuais ... – – 4 574 a 579 Outras reservas ... – – V 59 Resultados trasitados ... —219 273,46 — 39 320,20

Subtotal ... 1 277 120,23 1 457 073,49 VI 88 Resultado líquido do exercício ... —171 797,03 —179 953,26

89 Dividendos antecipados ... – –

Total do capital próprio... 1 105 323,20 1 277 120,23

2002 2001

Código das contas —

Activo Amortizações Activo Activo

CEE (a) POC bruto e provisões líquido líquido

DIÁRIO DA REPÚBLICA — III SÉRIE N.º 253 — 31 de Outubro de 2003

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Passivo:

B Provisões para riscos e encargos:

1 291 Provisões para pensões ... – – 2 292 Provisões para impostos... – – 3 293/8 Outras provisões para riscos e encargos ... – – ... – – 2 231+12 Dívidas a terceiros — médio e longo prazos:

Empréstimos por obrigações:

Convertíveis ... – – Não convertíveis ... – – Empréstimos por títulos de participação ... – – Dívidas a instituições de crédito ... – – Fornecedores — títulos a pagar ... – – Fornecedores de imobilizado — títulos a pagar ... – – Empresas do grupo ... – – Outras empresas participantes e participadas ... – – (Restantes) accionistas (sócios) ... – – Outros empréstimos obtidos ... – – Fornecedores de imobilizado, c/c ... – – Estado e outros entes públicos ... – – Outros credores ... – –

C Dívidas a terceiros — curto prazo:

1 Empréstimos por obrigações:

2321 Convertíveis ... – – 2322 Não convertíveis ... – – 233 Empréstimos por títulos de participação ... – – 2 231+12 Dívidas a instituições de crédito ... – 336 688,58

3 269 Adiantamentos por contas de vendas ... – –

4 221 Fornecedores, c/c ... 3 830,04 2 919,99 4 228 Fornecedores — facturas em recepção e conferência ... 899 026,05 274 562,49 5 222 Fornecedores — títulos a pagar ... – –

5 2612 Fornecedores de imobilizado — títulos a pagar ... – –

6 252 Empresas do grupo ... – –

7 253+254 Outras empresas participantes e participadas ... – –

8 251+255 (Restantes) accionistas (sócios) ... – – 8 219 Adiantamentos de clientes ... – – 8 239 Outros empréstimos obtidos ... – – 8 2611 Fornecedores de imobilizado, c/c ... 2 950 572,74 754 989,03 8 24 Estado e outros entes públicos ... 3 363,34 3 957,71 8 262/3/4/5+267/8+211 Outros credores ... 339 449,53 43 379,61 ... 4 196 241,70 1 416 497,41

D Acréscimos e diferimentos:

273 Acréscimos de custos ... 18 172,06 16 530 274 Proveitos diferidos ... 13 993 369,66 – 2762 Passivos por impostos diferidos ... – –

... 14 011 541,72 16 530

Total do passivo ... 18 207 783,42 1 433 027,41

Total do capital próprio e do passivo ... 19 313 106,62 2 710 147,64

A Administração: (Assinaturas ilegíveis.)

Demonstração dos resultados em 31 de Dezembro de 2202

CUSTOS E PERDAS

Código das contas

2002 2001

CEE (a) POC

A

2a) 61 Custo das existências vendidas e consumidas:

Mercadorias ... – –

Matérias ... – – – –

Código das contas

2002 2001

CEE (a) POC

DIÁRIO DA REPÚBLICA — III SÉRIE

N.º 253 — 31 de Outubro de 2003 23 482-(353)

2b) 62 Fornecimentos e serviços externos ... 87 161,56 72 311,88

3 Custos com o pessoal:

3a) 641+642 Remunerações ... 97 166,78 98 580,75

3b) Encargos sociais:

643+644 Pensões ... – –

645/8 Outros ... 19 252,49 116 419,27 19 707,16 118 287,91

4a) 66 Amortizações do imobilizado corpóreo e incorpóreo ... 3 894,22 4 363,03

4b) 67 Provisões ... – 3 894,22 – 4 363,03 5 63 Impostos ... 2 941,78 29,93

5 65 Outros custos e perdas operacionais ... 2 494 5 435,78 – 29,93

(A) ... 212 910,83 194 992,75

6 682 Perdas em empresas do grupo e associadas ... – –

6 683+684 Amortiz. e provisões de aplic. e investimentos financeiros ... – –

7 (1) Juros e custos similares:

Relativos a empresas do grupo ... – –

Outros ... 2 369,78 2 369,78 9 699,92 9 699,92

(C) ... 215 280,61 204 692,67

Perdas relativas a empresas associadas ... 1 549,79 36,18

10 69 Custos e perdas extraordinários ... – –

(E) ... 216 830,40 204 728,85

8+11 86 Imposto sobre o rendimento do exercício ... – –

(G) ... 216 830,40 204 728,85

13 88 Resultado consolidado líquido do exercício ... —171 797,03 —179 953,26

... 45 033,37 24 775,59

PROVEITOS E GANHOS

Código das contas

2002 2001

CEE (a) POC

B

1 71 Vendas:

Mercadorias ... – – Produtos ... – –

1 72 Prestações de serviços ... 23 180,73 23 180,73 – –

2 (3) Variação da produção ... – –

3 75 Trabalhos para a própria empresa ... – –

4 73 Proveitos suplementares ... – 19 951,91

4 74 Subsídios à exploração ... – –

4 76 Outros proveitos e ganhos operacionais ... – – 19 19 970,91

(B) ... 23 180,73 19 970,91

5 782 Ganhos em empresas do grupo e associadas ... – –

5 784 Rendimentos de participações de capital ... – –

6 (4) Rendim.de títulos negociáveis e de outras aplic. financeiras:

Relativos a empresas a empresas associadas ... – –

Outros ... – –

7 (5) Juros e proveitos similares:

Relativos a empresas associadas ... – –

Outros ... 21 688,88 21 688,88 3 455,47 3 455,47 (D) ... 44 849,61 23 426,38

9 79 Proveitos e ganhos extraordinários ... 183,76 1 349,21

(F) ... 45 033,37 24 775,59 Resumo:

Resultados operacionais: (B)–(A) = ... —189 730,10 —175 021,84 Resultados financeiros: (D–B)–(C–A) = ... 19 299,10 — 6 244,45 Resultados correntes: (D)–(C) = ... —170 431 —181 266,29 Resultados antes de impostos: (F)–(E) = ... —171 797,03 —179 953,26

Resultado consolidado com os interesses minoritários do exercício: (F)–(G) = ... —171 797,03 —179 953,26

(1) Em conformidade com o art. 24.º da 4.ª Directiva da CE.

(2) 681+685+686+687+688.

(3) Diferença algébrica entre as existências iniciais e finais de produtos acabados e intermédios (C(33), subprodutos, desperdícios, resíduos e refugos (C/34) e produtos e tra-balhos em curso (C/35), tomando ainda em consideração o movimento registado em regularização de existências (/38).

(3) 7812+7815+7816+783.

(4) 7811+7813+7814+7818+785+786+787+788.

A Administração: (Assinaturas ilegíveis.)

Código das contas

2002 2001

CEE (a) POC

DIÁRIO DA REPÚBLICA — III SÉRIE N.º 253 — 31 de Outubro de 2003

23 482-(354)

Demonstração dos fluxos de caixa para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2002

MÉTODO INDIRECTO Actividades operacionais:

Resultado líquido do exercício ... — 171 797,03 Ajustamentos:

Amortizações (a) ... 3 894,22 Provisões (b) ... – Resultados financeiros (c) ... 1 184,89 Resultados extraordinários ... – Aumento das dívidas de terceiros (d) ... — 1 902 704,02 Diminuição das dívidas do terceiros (d) ... – Aumento das existências ... – Diminuição das existências ... – Aumento das dívidas a terceiros (d) ... 921 443,53 Diminuição das dívidas a terceiros (d) ... — 594,37 Diminuição dos dos passivos por impostos diferidos ... – Diminuição dos proveitos diferidos ... —13 993 369,66 Diminuição dos acréscimos de proveitos ... – Aumento dos acréscimos de proveitos ... — 3 967,92 Aumento dos custos diferidos ... – Aumento dos activos por impostos por impostos diferidos ... – Diminuição dos activos por impostos diferidos ... – Diminuição dos custos diferidos ... 1 881,31 Diminuição dos acréscimos de proveitos ... – Aumento dos acréscimos de custos ... 1 642,06 Aumento dos proveitos diferidos ... 13 993 369,66 Aumento dos passivos por impostos diferidos ... – Ganhos na alienação do imobilizações ... – Perdas na alienação de imobilizações ... –

Fluxo das actividades operacionais (1) ... — 1 149 017,33 Actividades de investimento:

Recebimentos provenientes de:

Investimentos financeiros (e) ... – Imobilizaçãos corpóreas ... 2 195 583,71 Imobilizações incorpóreas ... 551,28 Subsídios de investimento ... 13 993 369,66 Juros e proveitos similares ... – Dividendos ... –

... 16 189 504,65 Pagamentos respeitantes a:

Empréstimo financeiros ... – Imobilizações corpóreas... – Imobilizações incorpóreas ... —183,76 Imobilizações em curso ... —13 052 367,45 ... —13 052 551,21

Fluxo das actividades de investimento (2) ... 3 136 953,44 Actividade de financiamento:

Recebimentos provenientes de:

Empréstimos obtidos ... – Aumentos de capital, prestações suplementares e prémios de emissão ... 24 939,89 Subsídios e doações ... – Venda de acções (quotas) ... – Diminuição de dividendos antecipados ... – Cobertura de prejuízos ... –

... 24 939,89 ... 149 639,37

DIÁRIO DA REPÚBLICA — III SÉRIE

N.º 253 — 31 de Outubro de 2003 23 482-(355)

Certificação legal das contas

1 — Introdução. — Examinámos as demonstrações financeiras da EMA – Estádio Municipal de Aveiro, E. M., as quais compreen-dem o Balanço em 31 de Dezembro de 2002, (que evidencia um total de 19 313 107 euros e um total de capital próprio de 1 105 320 euros, incluindo um resultado líquido negativo de 171 797 euros), a demonstração dos resultados por naturezas e a demonstração dos fluxos de caixa do exercício findo naquela data, e os corresponden-tes anexos.

2 — Responsabilidades. — É da responsabilidade do conselho de Administração a preparação de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da empresa, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa, bem como a adopção de políticas e critérios contabilísticos ade-quados e a manutenção de um sistema de controlo interno apro-priado.

3 — A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas de-monstrações financeiras.

4 — Âmbito. — O exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes de Revisão/Audi-toria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objectivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações finan-ceiras estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu:

A verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações finan-ceiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e Pagamentos respeitantes a:

Empréstimos obtidos ... —336 688,58 Amortização de contratos de locação financeira ... – Juros o custos similares ... — 1 184,89 Dividendos ... – Aumento de dividendos antecipados ... – Reduções do capital o prastações suplementares... – Aquisição de acções (quotas) próprias ... –

... —337 873,47

Fluxo das actividades de financiamento (3) ... —312 933,58 Variações do caixa e seus equivalentes (4)=(1)+(2)+(3) ... 1 675 002,53 Efeito das diferenças do câmbio ... 13 579,56   Caixa o seus equivalentes no início do período ... 11 374,01 Caixa equivalentes no fim do período ... 1 686 376,54 Variações de caixa e seus equivalentes (saldo final – saldo inicial) ... 1 675 002,53

(a) Com exclusão das amortizações incluídas nos resultados financeiros.

(b) Com exclusão das provisões incluídas nos resultados financeiros.

(c) Com exclusão das operações relacionadas com as actividados operacionais.

(d) Inclui somente as dívidas relacionadas com as actividades operacionais.

(e) Compreendo as importâncias recebidas pela venda de partes de capital e pelo reembolso de empréstimos concedidos.

A Administração: (Assinaturas ilegíveis.)

critérios definidos pelo conselho de administração, utilizadas na sua preparação;

A apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adoptadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstânci-A verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade;as;

A apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresen-tação das demonstrações financeiras.

5 — Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião.

6 — Reserva. — No decurso do processo de circularização de saldos constatámos a existência de facturação no montante de cerca de 515 000 euros emitida por diversos fornecedores de imobilizado que não está reflectida nas contas da empresa em virtude do con-selho de administração se encontrar em desacordo com aqueles fornecedores e não reconhecer tais débitos.

7 — Opinião. — Em nossa opinião, excepto quanto aos efeitos das situações descritas no ponto sexto acima, as referidas demons-trações financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira da EMA – Estádio Municipal de Aveiro, E. M., em 31 de Dezembro de 2002, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa no exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal para este tipo de entidade.

Aveiro, 12 de Junho de 2003. — Cravo, Fortes, Antão &

Associado, Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, repre-sentada por Domingos José da Silva Cravo, revisor oficial de

contas. 1000229693