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EMENTA E CONCLUSÃO DE ACÓRDÃOS - 7ª Câmara Cível

Serviço de Recursos da 7ª Câmara EMENTA E CONCLUSÃO DE ACÓRDÃO

0177625-93.2011.8.06.0001 - Apelação Cível. Apelante: SEGREDO DE JUSTIÇA. Advogado: Wagner Barreira Filho (OAB:

1301/CE). Advogado: Raimilan Seneterri da Silva Rodrigues (OAB: 17352/CE). Advogado: Thiago Barreira Romcy (OAB: 23900/ CE). Advogado: Edgar Belchior Ximenes Neto (OAB: 23791/CE). Advogado: Thiago Cordeiro Gondim de Paiva (OAB: 17374/CE). Relator(a): DURVAL AIRES FILHO. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE EXONERAÇÃO DE ALIMENTOS. ALIMENTANDO REVEL QUE CONTA COM MAIS DE 26 ANOS DE IDADE. POSSIBILIDADE. ENTENDIMENTO JURISPRUDENCIAL NO SENTIDO DE FIXAR A IDADE LIMITE DE 24 ANOS QUANDO AINDA ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO. TERMO FINAL DO DEVER DE PRESTAÇÃO ALIMENTÍCIA. EXONERAÇÃO ACOLHIDA. SENTENÇA REFORMADA. RECURSO PROVIDO. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos estes autos, acorda a 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, em votação unânime, pelo CONHECIMENTO e PROVIMENTO do Apelo, tudos nos termos deduzidos pelo Relator. Fortaleza, 29 de outubro de 2013 DURVAL AIRES FILHO Presidente do Órgão Julgador DESEMBARGADOR DURVAL AIRES FILHO Relator Procurador de Justiça

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0506190-77.2000.8.06.0001/50000 - Embargos de Declaração. Embargante: AMIL - Assistência Médica Internacional

Ltda. Advogada: Juliana de Abreu Teixeira (OAB: 13463/CE). Advogada: Priscila Frota Carneiro da Cunha (OAB: 22907/CE). Embargado: COMTEDA - Comercial Teda de Alimentos Ltda. Advogado: Eduardo Pragmacio de Lavor Telles Filho (OAB: 15321/ CE). Relator(a): FRANCISCO JOSE MARTINS CAMARA. EMENTA: EMBARGOS DECLARATÓRIOS. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO MONITÓRIA. PLANO DE SAÚDE. DOENÇA PREEXISTENTE. EXAMES PRÉVIOS. AUSÊNCIA. CONHECIMENTO DO

BENEFICIÁRIO NÃO COMPROVADO. PROVA ESCRITA CONTIDA NOS AUTOS NÃO REVELOU EXISTÊNCIA DE OBRIGAÇÃO DE PAGAR. EFEITOS MODIFICATIVOS. INEXISTÊNCIA DE OMISSÃO, CONTRADIÇÃO E OBSCURIDADE. SÚMULA 18 DO TJCE E ART. 535 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. ACLARATÓRIOS COM PRETENSÃO DE PREQUESTIONAMENTO. RECURSO CONHECIDO, PORÉM, IMPROVIDO. ACÓRDÃO MANTIDO. 1- Os pontos suscitados foram eficientemente examinados, significando dizer que o Tribunal se pronunciou sobre tudo quanto lhe foi submetido, nada havendo que deva ser suprido neste particular. Os Embargos Declaratórios devem se limitar a revelar a verdadeira substância da decisão embargada sem qualquer alteração do conteúdo, não se podendo inovar ou renovar, no âmbito restrito desse recurso. 2- Sustentou a embargante de que o Acórdão, ora embargado, encontra-se em omissão acerca da inaplicabilidade do documento de fls. 55 e do art. 1.102 do Código de Processo Civil, devendo ser suprida suposta omissão no sentido de que seja observada a declaração de reconhecimento da existência de um débito e posterior comprometimento em adimpli-lo. Merece referência a cediça noção trazida pelo Superior Tribunal de Justiça de que não é o órgão julgador obrigado a rebater, um a um, todos os argumentos trazidos pelas partes em defesa da tese que apresentaram. Deve apenas enfrentar a demanda, observando as questões relevantes e imprescindíveis à sua resolução”. (STJ, AI n.º 1.079.714-CE, Relator Ministro Herman Benjamin, j. em 15.04.2009). In Casu, o julgado recorrido confrontou todos os argumentos que seriam essenciais ao deslinde do Apelo, da forma que seria mais adequada e proporcional no entendimento do julgador, CONFORME SE OBSERVA NA EMENTA DA APELAÇÃO, COLACIONADA NOS AUTOS E RETROTRANSCRITA. 3- Merece transcrição a lúcida lição de JOSÉ FREDERICO MARQUES, in Manual de Direito Processual Civil, Saraiva, vol. III, p. 161, in verbis: “O acórdão conterá obscuridade quando ambíguo e de entendimento impossível, ante os termos e enunciados equívocos, que contém. A contradição se configura quando inconciliáveis entre si, no todo ou em parte, proposições ou segmentos do acórdão. Por fim, ocorre a omissão, quando o acórdão deixa de pronunciar-se sobre questão concernente ao litígio, que deveria ser decidida.” 4- Embargos Declaratórios conhecidos, porém improvidos. Acórdão Mantido in totum. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos estes autos, acorda a Turma Julgadora da Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, por unanimidade de votos, em CONHECER DOS EMBARGOS DECLARATÓRIOS, para, negar-lhes PROVIMENTO, mantendo in totum o ACÓRDÃO recorrido que CONHECEU DA APELAÇÃO CÍVEL, para negar-lhe provimento, mantendo os termos da sentença recorrida que concedeu a segurança, extinguindo o processo sem resolução do mérito com base no art. 267, inciso IV, do CPC, uma vez que a prova escrita contida nos autos, não revelou existência de obrigação, pressuposto de admissibilidade da ação monitória, visto que a apelante tinha a obrigação contratual de custear todo o serviço médico-hospitalar do conveniado da empresa apelada. Fortaleza, 29 de outubro de 2013. DURVAL AIRES FILHO Desembargador Presidente do Órgão Julgador DESEMBARGADOR FRANCISCO JOSE MARTINS CAMARA Relator PROCURADOR(A) DE JUSTIÇA

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0413507-69.2010.8.06.0001 - Apelação Cível. Apte/Apdo: Cesut Comercio e Serviço de Informatica Ltda. Advogado:

Rafael Domingos Acioly Nunes (OAB: 23306/CE). Apte/Apdo: Ana Claudia Gomes de Brito. Advogado: Cid Marconi Gurgel de Souza (OAB: 10007/CE). Advogada: Joyce Lima Marconi Gurgel (OAB: 10591/CE). Advogado: Isaac Jose Brito Goncalves Pereira (OAB: 13402/CE). Advogada: Marilia Monteiro Ramos (OAB: 13294/CE). Advogado: Tobias Noroes Carvalho (OAB: 17656/CE). Advogado: Bergson de Souza Bonfim (OAB: 14364/CE). Advogada: Melina Bastos Rocha Araujo (OAB: 20654/ CE). Advogado: Marcus Felix da Silva Leitão (OAB: 23295/CE). Relator(a): FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTE. EMENTA: PROCESSUAL CIVIL - AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAL E MATERIAL - CONFIGURAÇÃO - REMESSA DE NOTEBOOK PARA CONSERTO EM ASSISTÊNCIA TÉCNICA - EXTRAVIO DO OBJETO - CULPA EXCLUSIVA DA EMPRESA QUE PRESTA ASSISTÊNCIA TÉCNICA - ILEGITIMIDADE DO FORNECEDOR - PRELIMINAR DE CERCEAMENTO DE DEFESA - REJEITADA - INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA - POSSIBILIDADE - RECURSO DE APELAÇÃO IMPROVIDO - RECURSO ADESIVO PREJUDICADO - SENTENÇA MANTIDA. 1. Não implica cerceamento de defesa, se desnecessária a instrução probatória. O magistrado pode valer-se do seu convencimento à luz dos fatos e das provas e rejeitar diligências que aumentem desnecessariamente a duração do processo, em consonância com o princípio da celeridade processual. 2. O magistrado tem o poder dever de julgar antecipadamente a demanda, desprezando a realização de audiência para a produção de prova testemunhal ou qualquer outro tipo de prova, ao constatar que o acervo documental é suficiente para nortear e instruir seu entendimento. 3. A inversão do ônus da prova é uma faculdade conferida ao magistrado, não um dever. Caso o julgador não esteja em dúvida após analisar o conjunto probatório, será dispensável, portanto, uma vez que sua sua convicção já foi formada com as provas efetivamente produzidas no feito. 4. Não se há falar em legitimidade ativa ad causam quando não se evidencia, como no caso de que se cuida, responsabilidade da empresa que vendeu o produto, uma vez que o mesmo foi extraviado na assistência técnica. 5. Embora a assistência técnica não seja responsável pelo vício do produto, o é pela prestação do serviço correspondente. Ao extraviar um objeto que estava sob sua guarda para conserto, incorre na responsabilização pelos danos morais e materiais causados. 6. Recurso conhecido e não provido. Recurso adesivo prejudicado. Sentença confirmada. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos os presentes autos da Apelação Cível nº 0413507-69-2010.8.06.0001, em que figuram as partes acima referidas. ACORDAM os Senhores Desembargadores da 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, por unanimidade, Conhecer do presente recurso da empresa ré, para NEGAR-LHE PROVIMENTO, ficando prejudicado o recuso adesivo da autora, mantendo-se a sentença atacada, tudo nos termos do voto do Desembargador Relator. Fortaleza, 22 de outubro de 2013 Presidente do Órgão Julgador DESEMBARGADOR FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTE Relator Procurador(a) de Justiça

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0429478-46.2000.8.06.0001 - Apelação / Reexame Necessário. Apelante: Estado do Ceara. Proc. Estado: Newton

Fontenele Teixeira (OAB: 16980/CE). Remetente: Juiz de Direito da 8ª Vara da Fazenda Publica da Comarca de Fortaleza. Apelado: Suerda Pereira Felix. Advogado: Jozildo Souza Costa Freire (OAB: 8943/CE). Relator(a): FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTE. EMENTA: DIREITO ADMINISTRATIVO. REEXAME NECESSÁRIO E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA. PEDIDO DE INCORPORAÇÃO DE VANTAGEM EM RAZÃO DE EXERCÍCIO DE CARGO COMISSIONADO. SERVIDORA

ESTABILIZADA POR FORÇA DO ART. 19, DO ADCT/88. SERVIDORA NÃO EFETIVA. 1. A questão em apreciação diz respeito à possibilidade de servidora estabilizada, nos termos do art. 19 do ADCT/88, incorporar vantagem em razão do exercício de cargos comissionados. 2. Para o auferimento da vantagem questionada se faz necessário que o servidor(a) seja efetivo(a), ou seja, tenha ingressado na administração pública mediante concurso público, consoante preceito constante do art. 37, II, da CF. 3. Assim, em sendo a servidora/apelada estabilizada e não efetiva não detém, a mesma, o direito a incorporação vindicada. 4. Ademais a Lei Estadual nº 11.847/91, em seu artigo 1º preceitua que somente terá direito à incorporação de vantagens salariais os servidores ocupantes de cargo de provimento efetivo, conforme entendimento do STF e desta Corte. 5. Reexame necessário e recurso de apelação conhecidos e providos. Sentença reformada. Pleito autoral improcedente. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos estes autos de apelação cível nº 0429478-46.2000.8.06.0001, em que são partes as acima indicadas. ACORDA a 7ª. Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, por unanimidade, em conhecer do reexame necessário e do recurso de apelação, para DAR-LHES PROVIMENTO, tudo nos termos do voto do Relator. Fortaleza, 22 de outubro de 2013 Presidente do Órgão Julgador DESEMBARGADOR FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTE Relator Procurador(a) de Justiça

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0466689-19.2000.8.06.0001 (466689-19.2000.8.06.0001/1) - Apelação Cível. Apelante: Domus - Companhia de Credito

Imobiliario. Advogado: Gonçalo Jefferson Lopes Soares (OAB: 16679/CE). Apelado: Herbert Peter Cornils. Advogado: Augusto Henrique de Ervedoza Arrais (OAB: 12839/CE). Apelada: Rosy Mary de Almeida Cornils. Advogado: Jose Zilberto Costa (OAB: 3436/CE). Advogado: Narcilio Nasareno Carneiro Saraiva (OAB: 11888/CE). Advogado: Augusto Henrique de Ervedoza Arrais (OAB: 12839/CE). Relator(a): FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTE. EMENTA: PROCESSO CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. ORDINÁRIA DE NULIDADE DE CLÁUSULA CONTRATUAL. SALDO DEVEDOR RESIDUAL. INADMISSIBILIDADE. TODAS PRESTAÇÕES ADIMPLIDAS. CLÁUSULA ABUSIVA. DESRESPEITO A SÚMULA 450 STJ. AUSÊNCIA DE FATO IMPEDITIVO AO DIREITO DO AUTOR. ART. 333, I, CPC. APELAÇÃO CONHECIDA E IMPROVIDA. SENTENÇA MANTIDA. 1. Nos contratos vinculados ao SFH, a atualização do saldo devedor antecede sua amortização pelo pagamento da prestação. Súmula 450 do STJ. 2. In casu, não restou comprovada a necessidade da Domus - Companhia de Crédito Imobiliário, celebrar um contrato de confissão de dívida, com o intuito de receber o saldo devedor residual, uma vez que todas as prestações foram quitadas. 3. Ao autor, incumbe a prova dos atos constitutivos de seu direito, devendo o réu provar a existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do autor, o que não ocorreu na espécie. 4. Apelação conhecida e improvida. Sentença Mantida. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos os autos. Acordam os Magistrados integrantes da Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, à unanimidade, em conhecer da apelação interposta para no mérito, NEGAR - LHE PROVIMENTO, tudo nos termos do voto do Desembargador Relator Fortaleza, 22 de outubro de 2013 Presidente do Órgão Julgador DESEMBARGADOR FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTE Relator Procurador(a) de Justiça

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0497394-97.2000.8.06.0001 - Reexame Necessário. Autora: Maria Azevedo Aguiar. Advogado: Paulo Cesar Feitosa Arrais

(OAB: 7084/CE). Remetente: Juiz de Direito da 7ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Fortaleza. Réu: Comandante Geral da Polícia Militar do Estado do Ceará. Réu: Chefe de Serviço de Pensão da Polícia Militar do Estado do Ceará. Relator(a): DURVAL AIRES FILHO. EMENTA: CONSTITUCIONAL E PREVIDENCIÁRIO. REEXAME NECESSÁRIO. MANDADO DE SEGURANÇA. AJUSTAMENTO DE PENSÃO POR MORTE. DETERMINAÇÃO CONSTITUCIONAL DO PERCEBIMENTO DO BENEFÍCIO DE PENSÃO POR MORTE À TOTALIDADE DOS VENCIMENTOS OU PROVENTOS DO SERVIDOR FALECIDO (ART. 40, §5º DA CF/88). APLICAÇÃO DIRETA DA SÚMULA 22 TJCE (O benefício da pensão por morte deve corresponder à totalidade dos proventos devidos ao de cujus na data do falecimento, vedando-se a exclusão das parcelas previamente incorporadas aos estipêndios do servidor transferido para a inatividade). REMESSA DE OFÍCIO CONHECIDA. SENTENÇA CONFIRMADA. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos estes autos, acorda a 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, em conhecer da remessa de ofício para confirmar o teor da sentença prolatada no primeiro grau, nos termos do voto do Relator.

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0580801-98.2000.8.06.0001 - Apelação Cível. Apelante: Orgal S. A. Máquinas e Equipamentos. Advogado: Maximiano

Aguiar Camara (OAB: 5879/CE). Apelado: Jose Tarcisio de Alencar. Advogado: Francisco Edival Lucena de Oliveira (OAB: 23468/ CE). Advogado: Igor Cabral de Oliveira (OAB: 23573/CE). Relator(a): DURVAL AIRES FILHO. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL E CAMBIAL. EXECUÇÃO. NOTA PROMISSÓRIA. PRESCRIÇÃO. TRANSCURSO DE PRAZO SUPERIOR À TRÊS ANOS ENTRE A PROPOSITURA DA AÇÃO E A CITAÇÃO VÁLIDA DO PROMOVIDO. AÇÃO INICIADA EM 18.12.01. CITAÇÃO OCORRIDA COM O COMPARECIMENTO DO PROMOVIDO EM 01.06.2011. EXTINÇÃO DA AÇÃO DEVIDA. RESTA A MONITÓRIA. A CONDENAÇÃO EM HONORÁRIOS QUANDO EM PROCESSOS DE EXECUÇÃO DEVE ATENDER AO QUE DISPÕE O § 4º DO ART. 20 DO CPC, ATENDENDO, ASSIM, O GRAU DE TRABALHO EXERCIDO PELO ADVOGADO, MOTIVO PELO QUAL REDUZO O VALOR PARA 10% (DEZ POR CENTO) DO VALOR DADO À EXECUÇÃO. APELO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. SENTENÇA REFORMADA EM PARTE. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos os autos dos Apelação nº. 0580801-98.2000.8.06.0001, em que figuram, como Apelante Orgal S. A. Máquinas e Equipamentos e, como Apelado Jose Tarcisio de Alencar, ACORDAM os Desembargadores desta 7ª Câmara Cível, em votação unânime, pelo CONHECIMENTO e PARCIAL PROVIMENTO DA APELAÇÃO, tudo nos termos do voto do Desembargador Relator. Fortaleza, 22 de outubro de 2013 DURVAL AIRES FILHO Presidente do Órgão Julgador DESEMBARGADOR DURVAL AIRES FILHO Relator PROCURADOR DE JUSTIÇA

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0638185-19.2000.8.06.0001 (638185-19.2000.8.06.0001/1) - Apelação Cível. Apelante: Serasa- Centralizacao de Servicos

de Bancos S/a.. Advogada: Mariangela Pernomian de Araujo (OAB: 141574/SP). Advogado: Laendro Poles da Costa (OAB: 185016/SP). Advogada: Dina Apostolakis Malfatti (OAB: 96352/SP). Apelado: Pereira de Carvalho e Cia Ltda. Advogado: Daniel Gaze Fabris (OAB: 13295/CE). Relator(a): FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTE. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PROCESSUAL CIVIL E CONSUMIDOR. INSCRIÇÃO INDEVIDA EM CADASTROS DE INADIMPLENTES. AUSÊNCIA DE NOTIFICAÇÃO PRÉVIA. SÚMULA 359 STJ. SENTENÇA MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO. SENTENÇA CONFIRMADA. 1. É direito do consumidor ser previamente comunicado, por escrito, de que seu nome é objeto de inclusão nos cadastros de restrição ao crédito (disposição do art. 43, § 2º, do CDC); 2. Inteligência da súmula 359, do Egrégio STJ, textualmente: “Cabe ao órgão mantenedor do Cadastro de Proteção ao Crédito a notificação do devedor antes de proceder à inscrição” 3. Inexistindo comprovação hábil de que a notificação do devedor deu-se previamente, a inclusão do seu nome no cadastros de restrição ao crédito é indevida. 4. Apelação conhecida e improvida. Sentença mantida. ACÓRDÃO: Acordam os senhores desembargadores integrantes da Sétima Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, à unanimidade, em conhecer do Recurso de Apelação interposto, para no mérito, NEGAR-LHE PROVIMENTO, conforme voto do Desembargador Relator. Fortaleza, 22 de outubro de 2013 Presidente do Órgão Julgador DESEMBARGADOR FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTE Relator Procurador(a) de Justiça

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0707790-52.2000.8.06.0001 - Apelação Cível. Apelante: Instituto de Saúde dos Servidores do Estado do Ceará - ISSEC.

Advogado: Ciro Leite Saraiva de Oliveira (OAB: 7923/CE). Apelante: Estado do Ceará. Advogado: Cicero Carpegiano Leite Gonçalves (OAB: 17888/CE). Apelado: Rita Almeida de Queiroz Rep. Por Bernadete Queiroz Tibeiro. Advogada: Perpetua Socorro Amorim Ribeiro (OAB: 8330/CE). Relator(a): DURVAL AIRES FILHO. EMENTA: CONSTITUCIONAL E PREVIDENCIÁRIO. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL. AJUSTAMENTO DE PENSÃO POR MORTE. ALEGAÇÃO DE NULIDADE. SENTENÇA EXTRA PETITA. INOCORRÊNCIA. SENTENÇA PROFERIDA DE ACORDO COM AS RAZÕES E FUNDAMENTOS DO PEDIDO. ISSEC (IPEC). ILEGITIMIDADE PASSIVA. INEXISTÊNCIA. RESPONSABILIDADE DO INSTITUTO PELOS VALORES ANTERIORES À PRIMEIRO DE OUTUBRO DE 1999. DETERMINAÇÃO CONSTITUCIONAL DO PERCEBIMENTO DO BENEFÍCIO DE PENSÃO POR MORTE À TOTALIDADE DOS VENCIMENTOS OU PROVENTOS DO SERVIDOR FALECIDO (ART. 40, §5º DA CF/88). APLICAÇÃO DIRETA DA SÚMULA 22 TJCE (O benefício da pensão por morte deve corresponder à totalidade dos proventos devidos ao de cujus na data do falecimento, vedando-se a exclusão das parcelas previamente incorporadas aos estipêndios do servidor transferido para a inatividade). PRESCRIÇÃO QUINQUENAL. DEVER DE OBSERVAÇÃO. APLICAÇÃO DA SÚMULA 85 DO STJ. REFORMA DE OFÍCIO DA SENTENÇA NESSE QUESITO EM SEDE DE REEXAME NECESSÁRIO. RECURSOS CONHECIDOS E IMPROVIDOS. SENTENÇA REFORMADA DE OFÍCIO PARA APLICAR A SÚMULA 85 DO STJ. ACÓRDÃO: Vistos, relatados e discutidos estes autos, acorda a 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, em conhecer dos apelos para negar-lhes provimento, bem como em reformar de ofício a sentença, em sede de reexame necessário, para determinar a aplicação da súmula 85 do Superior Tribunal de Justiça, nos termos do voto do Relator.

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0724128-04.2000.8.06.0001 (724128-04.2000.8.06.0001/1) - Apelação Cível. Apelante: Maria Eliene Lemos de Souza. Def.

Público: Defensoria Pública do Estado do Ceará (OAB: 1/CE). Apelado: Companhia de Agua e Esgoto do Ceara - Cagece. Advogado: Marcos Roberto Rodrigues Monte E Silva (OAB: 1302/CE). Advogado: Francisco Jose Simoes Hortencio de Medei (OAB: 2224/CE). Advogada: Maria Dione da Silva Sobral (OAB: 3334/CE). Advogado: Jose Aires Teixeira (OAB: 4049/CE). Advogado: Pedro Gilberto Barboza (OAB: 5579/CE). Advogada: Silvia Maria Farias de Castro E Silva (OAB: 11027/CE). Advogado: Francisco Firmo Barreto de Araujo (OAB: 14502/CE). Advogada: Jocelaine Costa Ramires de Oliveira (OAB: 14229/ CE). Advogada: Sheila Dantas Bandeira de Melo (OAB: 14439/CE). Advogado: Jose Alexandre Ximenes Aragao (OAB: 14456/ CE). Advogado: Yasser de Castro Holanda (OAB: 14781/CE). Advogada: Denise Sa Vieira Carrá (OAB: 14978/CE). Advogada: Maria Rachel de Andrade Costa (OAB: 14437/CE). Advogada: Fabiana Melo Feijao (OAB: 14918/CE). Advogada: Jamille Barbosa da Rocha Silva (OAB: 15043/CE). Advogada: Luciana Ferreira Gomes Pinto (OAB: 15182/CE). Relator(a): FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTE. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. AGRAVO RETIDO. PERDA DO OBJETO. MATÉRIA IGUAL A QUE FORA ARGUIDA NAS RAZÕES DO APELO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFESA. NÃO CONFIGURAÇÃO. CAUSA EXCLUSIVAMENTE DE DIREITO. POSSIBILIDADE DE JULGAMENTO ANTECIPADO DA LIDE. PRINCÍPIO DO LIVRE CONVENCIMENTO MOTIVADO DO JULGADOR. 1. Ocorrência da perda do objeto do Agravo Retido, tendo em vista que a matéria por ele abordada é a mesma da que fora arguida nas razões do Recurso de Apelação. 2. No sistema de persuasão racional, ou livre convencimento motivado, adotado pelo Código de Processo Civil, o juiz é o destinatário final da prova, a quem cabe a análise da conveniência e necessidade da sua produção, não cabe compeli-lo a autorizar a produção desta ou daquela prova, se por outros meios estiver convencido da verdade dos fatos, o que ocorreu no presente caso. 3. Pela interpretação sistemática dos arts. 186 e 927, ambos do Código Civil de 2002, nota-se que o fato danoso deve ser carreado de ato ilícito, ou seja, ato comissivo ou omissivo que viole direito e cause dano, ainda que moral, a outrem. O dano deve ser demonstrado pela parte que o sofreu, a fim de que se estabeleça o liame entre o fato e o dano, o que caracteriza o nexo de causalidade. 4. In casu, a parte autora, na audiência de instrução e julgamento, afirmou não ter sofrido nenhum dano moral advindo da conduta da promovida, o que é suficiente para descaracterizar a responsabilidade

da ré e, por via de consequência, demonstrar a impropriedade da Ação de Indenização. 5. Apelação Cível conhecida, mas improvida. ACÓRDÃO: Acordam os Senhores Desembargadores integrantes da 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará, à unanimidade, em conhecer da Apelação Cível, mas para NEGAR-LHE PROVIMENTO, conforme voto do Desembargador Relator. Fortaleza, 22 de outubro de 2013 Presidente do Órgão Julgador DESEMBARGADOR FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTE Relator Procurador(a) de Justiça

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0768541-05.2000.8.06.0001 (768541-05.2000.8.06.0001/1) - Apelação Cível. Apelante: Município de Fortaleza-ce. Proc.

Municipio: João Afrânio Montenegro (OAB: 4466/CE). Apelada: Audisia Maria Paiva Teixeira. Apelado: Elda Maria Catunda Bastos. Apelado: Hamilton de Vasconcelos Fachanha. Apelado: Henrique de Menezes Parente. Apelado: Lais Helena Aires Barreira. Apelado: Marco Antonio de Aguiar Couto. Apelado: Maria Cristina de Carvalho Goncalves. Apelado: Maria de Fatima Gurgel Mota. Apelado: Maria Luiza Tavora de Holanda. Apelado: Paula Frassinetti Correia Nunes. Apelado: Paulo Barreto Novais. Apelado: Paulo Cesar Carneiro Monteiro. Apelado: Porcina Dias Motenegro. Apelado: Antonio Eldro Souza Bastos. Apelado: Maria de Lourdes Fiuza Porto Carneiro da Cunha. Apelado: Inacio Alves Parente de Carvalho. Apelado: Regina Lucia Nepomuceno Costa e Silva. Advogado: Alexandre Rodrigues de Albuquerque (OAB: 6023/CE). Advogado: Rodrigo Macedo de Carvalho (OAB: 15470/CE). Advogado: Rui Barros Leal Farias (OAB: 16411/CE). Relator(a): FRANCISCO BEZERRA CAVALCANTE. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. CONSTITUCIONAL. ADMINISTRATIVO. PRELIMINAR DE PRESCRIÇÃO DO FUNDO DE DIREITO AFASTADA. SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL. GRATIFICAÇÃO DE PRODUTIVIDADE INSTITUÍDA PELA LEI MUNICIPAL Nº. 6.712/90. EXTENSÃO GARANTIDA PELA LEI 7.067/92. PREENCHIMENTO DOS REQUISITOS LEGAIS. SENTENÇA MANTIDA. 1. Conforme enunciado da Súmula 85/STJ: “Nas relações jurídicas de trato sucessivo em que a Fazenda Pública figure como devedora, quando não tiver sido negado o próprio direito reclamado, a prescrição atinge apenas as prestações vencidas antes do quinquênio anterior à propositura da ação”. Preliminar de prescrição não acolhida. 2. “A isonomia