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EMPATIA INTERCALADA

No documento Mehow - Get the Girl (PT) (páginas 80-84)

Vamos entrar no conteúdo. O primeiro grupo de estórias que eu gosto de usar na fase de Conforto é o que eu chamo de estórias de “Empatia Intercalada”.

Mystery originalmente inventou a noção de uma “Rotina de Empatia” no sarge. Uma Rotina de Empatia acontece quando você conta a história de sua vida a uma garota, desde que você era pequeno até os dias de hoje, de forma que ela possa se identificar emocionalmente (empatia) com quem você é hoje e conhecer a sua identidade no mundo real. Isso é importante porque a maioria das mulheres atraentes de vinte e poucos anos que você quer sargear não têm um plano de vida ou carreira definidos neste ponto de suas vidas.

Por causa disso, elas podem se sentir fascinadas quando conhecem um cara que tem o controle de sua vida. Mais ainda, uma rotina de empatia é algo que você pode rechear com toneladas de detalhes que chamem a atenção e centenas de qualidades atraentes. Eu pauso muito a minha fala quando estou contando essas estórias, para manter o suspesnse e o mistério a toda.

A minha variação da rotina de empatia do Mystery é a “Empatia Intercalada”. Ainda cedo, eu percebi que, quando eu estou contando a minha estória a ela (assim aumentando a BT&A dela), é o melhor momento para se obter concordância e conhecê-la melhor ao fazê-la me contar a história

A estória começa na idade de sete anos e segue por momentos interessantes da minha vida. Eu normalmente entro nela através da qualificação.

EU: “Então, quando você tinha sete anos... o que você queria ser?” (Sugestão Dirigida) ELA: “Quando eu tinha sete anos, eu queria ser uma engenheira ferroviária.” (Ela Trabalha) EU: “Fala sério, verdade?... Eu adoro isso!... mas você é muito lerda! Você quer saber o que eu

queria ser quando tinha sete anos? (Recompensa, Takeaway, Sugestão Dirigida) – isso é uma qualificação

ELA: “O que você queria ser quando tinha sete anos?” (Ela Trabalha)

EU: “Quando eu tinha sete anos, eu desenhava figuras no meu braço (Eu começo a desenhar com o meu dedo na mão dela ou no lado interno do antebraço – eu estou sempre avançando por mais Mini Kino)... eu desenhava quadrinhos de um filme, suas cenas... (criatividade)... eu odiava desenhar no papel, era mais divertido fazer bagunça... e eu ia até a minha mãe e dizia... “Mamãe. Esse filme é legal?”... e eu explicava o meu filme pra ela... e ela dizia...” (Recompensa, Sugestão Dirigida)

ELA: “É um filme incrível, LINDO!” (Ela Trabalha)

EU: “Exatamente (eu faço um pouco de Kino Ping nela para enfatizar a recompensa e então eu me inclino para trás)... como você era na escola? (Recompensa, Takeaway, Sugestão Dirigida)

ELA: Conta uma estória dela na escola (Ela Trabalha)

EU: “Quando eu estava na escola... eu era o maior nerd... mas eu tinha o meu grupinho de seguidores (líder)... de outros nerds... eu acho que isso me tornava o “nerd alpha”... e tinha essa garota no meu grupo de nerds que comprava meu lanche e eu o lanche dela (pré- seleção)... e nós ficávamos muito tempo juntos... eu acho que nós estávamos vivendo uma paixão de criança (estimulação emocional)... mas a gente estava na sétima série e não sabíamos o que fazer com aquilo... mas um dia... no play... um moleque grandalhão empurrou a minha garota... e eu perdi a paciência... minha pequena alma de nerd enlouqueceu... e eu fui lá e arrebentei a cara do grandalhão (protetor dos seres amados)... os professores tiveram que me tiara de cima dele... eu fui suspenso por uma semana...

... mas depois daquilo... eu passei a ser respeitado... e todos os meus amigos nerds estavam com inveja de mim... e na dança de final de ano da sétima série... eu e a minha garota demos o nosso primeiro beijo... eu viajei nas férias de verão... mas quando eu voltei eu descobri que ela tinha se mudado!” (Recompensa)

ELA: “Oooooh!!!” (ela só está sendo amável – isso não é trabalho)

EU: “Eu sei (calibração amável)... se nós tivéssemos ido pra mesma escola no segundo grau, nós jamais conversaríamos, porque você era uma nerd e eu era o capitão do time de futebol!” (Takeaway).

ELA: (e elas sempre dizem isso, por alguma razão) “Não... eu era a líder popular... eu amava todo mundo... você e eu íamos nos ver e nos falar no segundo grau!” (Ela Trabalha)

EU: “É mesmo? Então como você era no segundo grau?” (Sugestão Dirigida) ELA: Conta estória sobre ela no segundo grau. (Ela Trabalha)

EU: “Legal! Acho que nós íamos nos dar bem no segundo grau... talvez!“ (Recompensa, Takeaway) – outra Qualificação.

EU: “Se liga! ... no segundo grau... eu fui citado no jornalzinho do colégio... por estar na equipe de matemática! ... Eu derrotei a nossa arqui-rival... “Escola Secundária Orange County” na olimpíada de matemática... nos campeonatos estaduais... foi brutal... mas eu prevaleci... com a trigonometria... e, quando nós estávamos voltando pra casa no ônibus eu e uma garota da equipe de Inglês... ficamos (pré-seleção).” (Mais Recompensa – quando você faz coisas como recompensar e dar takeaways, dê muita recompensa para criar muita estimulação emocional).

ELA: “Espera aí… Senhor Sabe-Tudo!... e o que você faz agora?” (Ela Trabalha) EU: “Eu faço exatamente o que eu fazia aos sete anos.” (Sugestão Dirigida) ELA: “Você é um artista, um tatuador!” (Ela Trabalha)

EU: “Não, lerdinha! ... eu faço filmes e programas de TV. Eu te adoro, você é tãão divertida.” (Takeaway, RecompensaI) – Eu também estou fazendo uma calibração de amabilidade aqui. A mistura de um Takeaway e uma Recompensa fornece valor a ela para retribuir o trabalho dela por mim, apesar do fato que a primeira coisa que saiu de minha boca ter sido um IOD (”Não, lerdinha!”). Veja a barra lateral na próxima página para mais detalhes.

Baseado no exemplo acima, você deve ser capaz de criar a sua própria estória. Ela deve terminar com uma comunicação da sua identidade e ser cheia de estimulações emocionais e qualidades atraentes sub-comunicadas. E faça com que ela trabalhe por isso – não diga como a estória termina até que ela tenha trabalhado razoavelmente por isso e te contado muita coisa sobre ela mesma. A identidade é extremamente importante para as mulheres e para o sarge. Quando você está num bar sargeando uma garota, ela sabe que você está trabalhando as emoções dela. Muitos caras tentam fazer isso com ela e poucos se dão bem. Entretanto, ela também sabe que os poucos que têm sucesso algumas vezes se revelam como esquisitões sem emprego que vivem no porão da casa dos pais, então ela precisa saber quem você é de verdade antes de poder confiar em você.

PERGUNTA: Como você equilibra a Calibração de Amabilidade com o Ciclo do Correr Atrás? RESPOSTA:

Você vê um pouco disso no exemplo de empatia intercalada. Você sempre quer fazer ambos, calibrar a amabilidade e rodar o ciclo do correr atrás. A única vez em que estes dois métodos podem bater de frente é quando você responde apenas com Takeaways quando ela estiver trabalhando.

Para prevenir a sub-comunicação de que você não é alguém amável e socialmente tranqüilo quando fizer responder ao trabalho dela com um Takeaway – simplesmente calibre o Takeaway sendo amável. Exemplos de calibração incluem sorrir, enfatizar, tocar, jogar uma Recompensa, ou ser hilário no momento em que jogar o Takeaway. O que você não quer fazer é ser um babaca quando ela estiver te dando valor. Aqui está um exemplo de como você pode errar:

ELA Está te contando apaixonadamente uma estória

VOCÊ Se afasta e começa a falar com alguma outra garota sem dizer nada a primeira.

Aqui está um exemplo de como se mistura o Ciclo com a Calibração de forma correta:

ELA Está te contando apaixonadamente uma estória

VOCÊ “Não acredito… aquela é a Jane, eu não a vejo faz meses... eu tenho que ir lá dizer ‘Oi!’. Eu

já volto num segundo para terminar de ouvir a sua estória”, e então você se afasta e

começa a falar com outra garota.

Em ambos os casos você está jogando um Takeaway – mas você também está calibrando amabilidade no segundo exemplo.

Enquanto as mulheres são criaturas enormemente emocionais, elas também pensam com lógica algumas vezes. Quando ela está com você, e você está jogando com ela, a lógica não tem nada a ver com o comportamento dela. Mas quando ela estiver em casa pensando em te ligar, ela pensará nas suas qualidades atraentes, da mesma forma que você pensa nas dela. Para vencer essa batalha e conseguir que ela te ligue, você precisa dar a ela informações realistas sobre você o suficiente quando você está com ela, de forma que você possa superar outras escolhas que ela possa ter (namorado, marido, alguns outros caras que ela conheceu no fim-de-semana).

Dito isto, você não precisa ter a identidade de uma estrela do rock para obter relacionamentos. Nos meus primeiros dezoito meses no jogo, eu simplesmente fui com a minha identidade de inventor de informática e obtive muitos resultados. Mas quanto mais a sua identidade for um “imã feminino”, melhor você estará, claro. Identidades assim incluem empregos no cinema e na televisão, música, esportes ou agente/diretor/produtor/talento de entretenimento, qualquer coisa artística, qualquer coisa que seja percebida como algo que gera muito dinheiro, qualquer um que trabalhe fora de casa, ou possua seu próprio negócio.

O ponto é que você sempre quer ser amável – ainda que você possa fazer alguns Takeaways duros (para que ela corra mesmo atrás!) como parte do ciclo. A única forma de entender isso completamente é praticando em campo.

No documento Mehow - Get the Girl (PT) (páginas 80-84)