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INVERSÃO FINANCEIRA

III. EMPREENDEDORISMO E INVÉXIS

BORGES, Pedro. Inversão Financeira. 63- 77. 68

ou ponderar minuciosamente a respeito, a exemplo daquelas classificadas nas 7 categorias listadas a seguir, em ordem alfabética:

1. Anticosmoética: abatedor(a) de animais; empregador(a) escravocrata.

2. Belicismo: caçador(a); indústria bélica; policial.

3. Comodismo: funcionário(a) público(a).

4. Dependência: empresário(a) em sociedade de cunho familiar.

4. Eletronótica: físico(a); PhDeus, PhDiva (academicismo inveterado).

5. Poder: juiz(a) de direito; político(a) profissional.

6. Riscomania: indústria de artigos para esportes radicais; indústria de motociclismo.

7. Tóxicos: indústria de agrotóxicos; indústria de bebidas alcóolicas; indústria de cigarros; indústria de detergentes; narcotráfico.

Empreendedorismo. Outro meio oportuno para a geração de renda visando a condição de pesquisador

independente é o desenvolvimento de características empreendedoras, podendo culminar na gestão de negócio próprio, lucrativo e cosmoético, gerando soluções para demandas existentes na sociedade.

III. EMPREENDEDORISMO E INVÉXIS

Empreendedorismo. O empreendedorismo evolutivo é a “condição onde se transformam ideias, oportunidades

e projetos em ações, realizando mudanças e alcançando resultados assistenciais, cosmoéticos e promotores da evolução consciencial, multidimensional e multiexistencial” (Paludeto, 2012, p. 471).

Invéxis. O empreendedorismo invexológico consiste no desenvolvimento de competências empreendedoras no

perfil pessoal em prol realização do maxiplanejamento invexológico. Conforme Paludeto (2012, p. 474), eis a seguir 20 competências do empreendedor evolutivo, a serem desenvolvidas pela conscin inversora, divididas em 4 categorias:

1. Atitude: autoconfiança; autorganização; comprometimento; disciplina; interdependência; sinergia.

2. Aprendizado: busca de informações; feedback; reflexão.

4. Execução: assistencialidade; efetividade; busca de oportunidades; correr riscos; iniciativa; persistência; persuasão cosmoética; rede de contatos.

Voluntariado. Não necessariamente a conscin disposta a desenvolver estas características precisa montar uma

empresa, podendo exercê-las em qualquer trabalho, seja enquanto funcionário ou no voluntariado conscienciológico profissional. Dentro da própria vivência da invéxis é necessário o desenvolvimento de tais atributos para que a conscin execute de modo otimizado sua proéxis, saindo do amadorismo. Como você emprega seus atributos empreendedores?

Empresa. Um laboratório oportuno para desenvolvimento destas características é a constituição de empresa

conscienciocêntrica (EC), cujos valores pautam-se pelo paradigma consciencial, visando a execução de soluções cosmoéticas e lucrativas para atender demandas de clientes na Socin por meio de gestão empresarial e evolutiva.

Desafio. Um grande desafio que já pode ser considerado uma inovação do empreendedorismo evolutivo é a manutenção de elevado grau de cosmoética nas relações interpessoais e nos produtos, processos e serviços prestados pela empresa ou instituição, em contraposição à existência ainda comum de diversas maracutaias e negocinhos para se ganhar dinheiro fácil por meio do famoso jeitinho brasileiro.

Perfil. Antes de empreender, vale ressaltar que a conscin deve avaliar seu perfil profissional, por exemplo, se possui tendência ao workaholism (auto-suicídio lento), ou se tem perfil mais de liderado, autônomo ou líder no trato com o dinheiro e com as relações profissionais. Qual seu perfil profissional?

Tabela. A opção pelo empreendedorismo de negócios cosmoéticos na invéxis exige bastante autorreflexão por parte do inversor, verificando se os objetivos pessoais encontram-se adequados para a carreira de empresário. Eis a seguir, uma tabela listando 5 prós e contras desta condição:

Empreendedorismo de Negócios Cosmoéticos na Invéxis

Prós Contras

1. Maior retorno em caso de sucesso.

Maior perda em caso de fracasso.

2.

Possibilidade de definir os rumos do negócio tendo como base a cosmoética.

Responsabilizar-se pelos funcionários de forma humana e produzir renda suficiente para pagar seus salários.

3.

Maior flexibilidade de horários quando o negócio estiver estabilizado,

Dedicação excessiva até fazer o negócio decolar, podendo inclusive ocasionar em perda de

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proexológica.

oportunidades inversivas de desenvolvimento proexológico.

4.

Tendência a maiores rendimentos mensais quando a partir da estabilização do negócio.

Maior investimento inicial para dar o start ao negócio, e ausência de rendimentos até atingir o ponto de equilíbrio.

5.

Possibilidade de resultados financeiros mais rápidos.

Possibilidade de dispersão no caso de pessoas com falta de foco e autogestão.

Tabela 1 – Cotejo de Prós e Contras do Empreendedorismo de Negócios Cosmoéticos na Invéxis

Foco. O foco do empreendedorismo na invéxis deve ser o de acelerar a inversão financeira, sem deixar de lado as demais inversões conscienciais. De nada adianta trabalhar muito, criar uma grande empresa ou possuir um cargo de alto salário, e viver usando algemas de ouro (Eliachar, 2014), uma das coleiras do ego da sociedade atual.

Investimentos. Por este motivo, a meta magna da inversão financeira é a condição de pesquisador independente de dedicação proexológica full-time. Para tal objetivo, uma condição fundamental é fazer uma economia mensal de recursos visando investimentos financeiros a longo prazo, para poder construir e, no futuro, desfrutar desta condição.

IV. INVESTIMENTOS FINANCEIROS

Tipos. Eis a seguir listagem alfabética contendo 7 tipos de investimentos financeiros e aspectos envolvidos, a serem aprofundados em searas específicas pelos interessados no tema:

1. Ações e contratos de opções: a renda variável; o bull market; o bear market; o homebroker; o noticiário impactando nos investimentos; a ansiedade e incerteza perante o destino dos mercados; as possibilidades de retornos assimétricos e exponenciais.

2. Aplicações de liquidez diária: a poupança; as Letras de Crédito Imobiliário (LCI); as Letras de Crédito Agrícola (LCA); as letras de câmbio (LC); o Certificado de Depósito Bancário (CDB); o Certificado de Depósito Interbancário (CDI); a segurança de rendimento conservador.

3. Bens colecionáveis e obras de arte: os hobbies; as raridades; as relíquias; as antiguidades; os itens de série; os aficionados; a oportunidade específica planejada.

4. Empreendedorismo: o sócio-investidor; o investidor-anjo; as start-ups; o venture capital; o investimento de alto risco e retorno.

5. Imóveis e fundos imobiliários: a compra de terrenos com potencial de valorização futura; a aquisição de imóvel na planta; os consórcios de imóveis; os fundos de investimento imobiliário (FII); as valorizações territoriais; a baixa liquidez; os aluguéis mensais.

6. Moeda forte e ouro: o dólar; o euro; as barras de ouro; a proteção da carteira de investimentos.

7. Títulos de dívida: o tesouro direto; as Letras do Tesouro Nacional (LTN); as Notas do Tesouro Nacional – Série B (NTN-B); as Notas do Tesouro Nacional – Série F (NTN-F); as Letras Financeiras do Tesouro (LFT); a variação da taxa SELIC; a renda fixa.

Alocação. O percentual a ser investido em cada tipo de investimento deve respeitar o princípio da diversificação de ativos, levando em consideração o objetivo final do investidor dentro das características de construção de patrimônio, geração de renda mensal e proteção de patrimônio. Além disso, deve ser avaliado o perfil e o momento evolutivo do investidor, e as taxas anuais de risco e retorno de cada item do portifólio. Qual percentual da sua renda é destinado para investimentos?

Preparo. Para investir, é necessário estudo e preparo psicológico, não comprometendo a pensenidade com preocupações excessivas impactando nos momentos de realização de assistência. Os investimentos com maior potencial de retorno também possuem alto risco, e os ganhos precisam compensar eventuais perdas. Outro ponto essencial é pensar em investimentos a longo prazo, mais convergentes com o maxiplanejamento invexológico, do que aventurar-se em propostas de atalhos para a independência financeira, que podem resultar na ruína pessoal.

Perfil. Cada conscin possui uma história multimilenar de suas relações com o dinheiro e as posses, a depender dos holopensenes com os quais teve maior afinização no passado. Neste caso, vale fazer o autodiagnóstico das posturas e do paradigma pessoal (Ferreira, 2007, p. 94 e 95) e das reciclagens necessárias para autossuperação de crenças e travões financeiros (Eker, 2006).

Técnica. Uma técnica para avaliar o montante necessário para independência financeira é multiplicar o valor das despesas mensais de subsistência por 200x. O resultado consistirá no valor a ser acumulado que, se aplicado na poupança, aplicação segura com baixo retorno de 0,5% ao mês, renderá o necessário para as despesas pessoais.

Método. Após esta avaliação inicial, determine qual valor você possui disponível por mês para investir e estude de modo aprofundado sobre o tipo de investimento mais adequado ao seu perfil. Obtenha a taxa média de retorno mensal com o investimento e faça o cálculo de juros compostos ao longo dos anos para verificar em quanto tempo irá atingir o montante necessário para independência financeira. A partir daí, mantenha a disciplina da aplicação mensal ao longo dos anos para colher os frutos futuros do investimento. Como seria sua rotina se não precisasse mais trabalhar para manter-se financeiramente?

BORGES, Pedro. Inversão Financeira. 63- 77. 72 aos 46 anos, necessitaria investir por mês 20% sobre seus gastos mensais (20% de R$4000,00 = R$800,00 por mês) em uma taxa de retorno real de 1% ao mês. O inteligente neste caso, é inserir o investimento enquanto um tipo de despesa, de modo a organizar-se para mensalmente dispor deste valor, pensando no longo prazo.

Antimaternidade. No caso das conscins inversoras, a opção pela antimaternidade lúcida e sadia contribui

sobremaneira para a realização da inversão financeira, pois, atualmente, uma família de classe média gasta para criar um filho até os 23 anos cerca de R$948.100,00 (Ano-Base: 2012 – vide infografia). Este dado reforça ainda mais a viabilidade da inversão financeira e a responsabilidade dos inversores de se organizarem financeiramente para tornarem-se pesquisadores independentes, em função da opção por não gerar prole em prol da dedicação assistencial policármica.