• Nenhum resultado encontrado

LISTA DE TABELAS

CAPÍTULO 3 MATERIAIS E MÉTODOS

3.9 Ensaio de Permeabilidade

O ensaio de per m eabilidade foi realizado de m aneira análoga àqueles r ealizados com am ost ras de solo. A m ont agem da câm ara é exibida na seqüência da Figur a 3.22. Na Figur a 3.22a, o fundo da câm ar a de ensaio foi pr eenchido de brit a, com um valor de condut ividade hidr áulica elevada, para se drenar facilm ent e a água que percola pelo cor po de prova. Acim a dest a cam ada de brit a com cerca de 1/ 3 da alt ura da câm ara foi colocado um a cam ada de par afina par a auxiliar a im per m eabilização da lat eral e para servir de “ berço” para a cam ada de bent onit a. Na Figur a 3.22b o cor po de prova, com alt ura de cerca de 1/ 3 da alt ur a da câm ara, j á foi posicionado de m odo a se encaixar ent re o “ berço” de parafina e em cont at o diret o com a cam ada de brit a para perm it ir o fluxo de água. A Figur a 3.22c exibe a cam ada de bent onit a cuidadosam ent e colocada de m odo a se ev it ar um fluxo de água indesej ável por fora da am ost ra e fluxos preferenciais nos cont at os bent onit a / am ost ra e bent onit a / par ede da câm ara. Após a cam ada de bent onit a, colocou- se m ais um a cam ada de parafina, de acor do com a Figur a 3.22d para se aum ent ar a eficiência da im perm eabilização das lat erais e se evit ar cont at o da ar gila com a cam ada superior de brit a ( Figur a 3.22e) . Est a cam ada de brit a, que t em cerca de 1/ 3 da alt ura da câm ara, possui a função de pr om ov er um a r egularização do fluxo pela câm ara. Por fim , colocou- se a t am pa da câm ara com a ent rada de água par a se aplicar o fluxo ( Figur a 3.22f) .

Capítulo 3 – Materiais e Métodos 112

Figur a 3.22 – Et apas de m ont agem da câm ar a de ensaio de per m eabilidade

Com a câm ara de ensaio pr ont a, aplica- se um gradient e hidráulico que desenvolve o flux o e a sat uração. A Figur a 3.23 exibe a câm ara posicionada no apar at o, sat ur ada e pr ont a par a a r ealização do ensaio, e a Figur a 3.24 o painel de leit ura das cargas de água aplicadas ao cor po de pr ova.

Em t odas as am ost ras, foi r ealizada a m edição da per m eabilidade pelos m ét odos de car ga const ant e e var iável.

a b

c d

Capítulo 3 – Materiais e Métodos 113

Figur a 3.23 – Câm ar a do ensaio de per m eabilidade pr ont a par a a r ealização do ensaio

Figur a 3.24 – Tubos par a a m edição da car ga hidr áulica

Para a r ealização dest e ensaio, variou- se apenas a m assa específica das am ost ras. A Tabela 3.9 exibe as m assas específicas, e a Figur a 3.25 exibe as am ost r as ut ilizadas no ensaio de per m eabilidade.

Capítulo 3 – Materiais e Métodos 114

Tabela 3.9 – Massas específicas ut ilizadas no ensaio de per m eabilidade

Nomenclatura Termotécnica

Massa Específica Nominal (kg/m³) T1AF 10 T5AF 20 T6AF 30 T1D (30% de reciclado) 10

Figur a 3.25 - Am ost r a ut ilizada no ensaio de per m eabilidade

3.10 Ensaio de Empuxo

O ensaio de em puxo consist iu na im ersão gradat iva dos cor pos de prova em um recipient e cont endo água. Para cada v olum e pré- det erm inado im erso no líquido foi regist rada a força de suspensão da am ost ra ( em pux o) com o auxílio de um a célula de carga. A Figur a 3.26 ilust ra a im ersão t ot al da am ost ra de EPS de 30 kg/ m ³ no ensaio de em puxo.

Capítulo 3 – Materiais e Métodos 115

Figur a 3.26 – Ensaio de em puxo na am ost r a de EPS de 30 kg/ m ³

Ut ilizou- se um a faixa gr ande de m assas específicas ensaiadas, exibidas na Tabela 3.10. Os corpos de prova ut ilizados foram cúbicos com vér t ice de 100 cm , m ost r ados da Figur a 3.27.

Tabela 3.10 – Massas específicas ut ilizadas no ensaio de em puxo

Nomenclatura Termotécnica Massa Específica Nominal (kg/m³) T1AF 10 T3AF 14,5 T4AF 17 T5AF 20 T6AF 30 T1D (30% de reciclado) 10

Capítulo 3 – Materiais e Métodos 116

Figur a 3.27 - Am ost r a ut ilizada no ensaio de em puxo

3.11 Ensaio de Perda de Massa por Ataque de Roedores

Devido ao fat o de o m at er ial EPS ser ut ilizado em obr as com cont at o com anim ais e agent es biológicos diver sos, não apenas em sua const r ução m as t am bém em sua vida út il, pr opôs- se aqui a realização de ensaios de per da de m assa de am ost ras por cont at o com roedores para se qualificar e se quant ificar est a per da de m at erial em labor at ório. Est e ensaio foi realizado no Laborat ório de Psicologia da Universidade Feder al de São Car los.

Nest e t r abalho, for am ut ilizados apenas cam undongos com o agent es de dano, que podem ser vist os na Figur a 3.28.

Capítulo 3 – Materiais e Métodos 117

Figur a 3.28 – Cam undongo ut ilizado no ensaio de per da de m assa

Est es indivíduos possuem duas var iáveis de cont r ole que influenciam em suas ações: A presença de alim ent o ( com ida e água) e a presença de palha para a for m ação do ninho. Port ant o, o indiv iduo pode roer a am ost ra t ant o par a alim ent ação com o para ext rair m at erial para a form ação de ninho. Dest a form a, realizar am - se t rês grupos de ensaios para se det erm inar a sit uação m ais desfavorável, na qual o individuo roí o m áxim o possível das am ost ras: a prim eira com a ret irada apenas do alim ent o ( água e com ida) do individuo ( priv ação de alim ent o) forçando- o a roer o EPS. A segunda, com a ret irada apenas da palha ( privação da palha) for çando- o a roer para form ar o ninho. A t erceir a com a ret irada t ant o da palha com o do alim ent o ( pr ivação t ot al) . A Figur a 3.29a e Figur a 3.29b exibem , r espect ivam ent e, um individuo com priv ação t ot al e com pr ivação apenas de palha.

Capítulo 3 – Materiais e Métodos 118

Figur a 3.29a e Figur a 3.29b – I ndivíduo com pr ivação t ot al e com pr ivação de palha, r espect ivam ent e

Ut ilizou- se t oda a variedade de m assa específica possível nest e ensaio. Elas est ão expost as na Tabela 3.11. A form a e dim ensão dos cor pos de pr ova ut ilizados podem ser vist os na Figur a 3.30.

Tabela 3.11 – Massas específicas ut ilizadas no ensaio de per da de m assa por at aque de r oedor es

Nomenclatura Termotécnica

Massa Específica Nominal (kg/m³) T1AF 10 T3AF 14,5 T4AF 17 T5AF 20 T6AF 30 T1D (30% de reciclado) 10 a b

Capítulo 3 – Materiais e Métodos 119

Capítulo 4 – Apresentação e Análise dos Resultados 120

CAPÍTULO 4 - APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS

RESULTADOS

4.1 Introdução

O present e capít ulo apresent a os r esult ados obt idos nos ensaios r ealizados e faz as análises e discussões dest es r esult ados.

4.2 Amostras de EPS

Com o dit o ant erior m ent e no Capít ulo 3, t odos os corpos de pr ova de EPS ut ilizados em t odos os ensaios foram preparados ant es da r ealização dos m esm os. Nest a et apa de prepar ação, as am ost ras foram devidam ent e

Documentos relacionados