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No documento cartilha sobre a crise (páginas 56-59)

1. Germinal 1. Germinal 1. Germinal

1. Germinal. FR, 1995. Dir. Claude Berri. Dur. 155 min.

“Germinal” refere-se ao processo de gestação e maturação de movimentos grevistas e de uma atitude mais ofensiva por parte dos trabalhadores das minas de carvão do século XIX na França em relação à exploração de seus patrões; nesse período alguns países passavam a integrar o seleto conjunto de nações industrializadas ao lado da pioneira Inglaterra, entre os quais a França, palco das ações descritas no romance e representadas no filme.

Vilipendiado, roubado, esgotado, trabalhando em condições totalmente impróprias, inseguro, sujeito a acidentes que podem ceifar-lhe a vida ou decepar-lhe um braço ou uma perna, assim nos é mostrado o proletariado francês nas telas. Inserido na escuridão das minas de carvão, sujo, cumprindo jornadas de 14, 15 ou 16 horas, recebendo salários baixíssimos e tendo que ver sua família toda se encaminhar para o mesmo tipo de trabalho e péssimas condições, pouco resta aos trabalhadores senão a luta contra aqueles que os oprimem.

2. A 2. A 2. A 2. A

2. A noite dos desesperados noite dos desesperados noite dos desesperados noite dos desesperados. EUA, 1969. Dir. Sidney Pollack. Dur. 120 noite dos desesperados minutos.

Em 1929, em plena depressão americana, uma desumana maratona de dança premiava o casal que resistisse por mais tempo na pista, mesmo que isso representasse a morte para o vencedor.

3. As vinhas da ira 3. As vinhas da ira 3. As vinhas da ira 3. As vinhas da ira

3. As vinhas da ira. EUA. 1940. Dir: John Ford. Dur. 129 minutos. Baseado no romance homônimo de John Steinbeck, “As Vinhas da Ira” é

um clássico tanto cinematográfico como literário sobre a América da Depressão, com os problemas de desemprego, miséria e exclusão social que lhe estão associados.

4. W 4. W 4. W 4. W

4. Wall Streetall Streetall Streetall Street. EUA, 1985. Dir. Oliver Stone. Dur. 124 minutos.all Street

Um jovem e ambicioso corretor trabalha no mercado de ações consegue falar com um inescrupuloso bilionário, e para ter atenção lhe fala o que seu pai, líder sindical, tinha lhe dito que a companhia aérea para a qual trabalha ganhou um importante processo. Esta informação não foi ainda divulgada oficialmente, mas quando isto acontecer as ações terão uma significativa alta. Abandonando qualquer escrúpulo, ética e meios lícitos, faz de tudo para enriquecer, obter sucesso, etc.

5. T 5. T 5. T 5. T

5. Tempos Modernosempos Modernosempos Modernosempos Modernos. EUA, 1936. Dir. Charles Chaplin. Dur. 87 minutosempos Modernos Durante a depressão dos anos 30, Carlitos torna-se operário em uma grande

indústria. Líder grevista por acaso, apaixonado por uma jovem órfã. Obra prima com a qual Chaplin critica a industrialização selvagem , o descaso com os deserdados da vida em geral e os operários em especial.

6. 1900 6. 1900 6. 1900 6. 1900

P ARA DEBATER A CRISE 57 Dois jovens italianos, um camponês e um herdeiro de latifundiários, seguem

rumos diferentes durante a I Grande Guerra. Mais tarde, ao se reencontrarem, durante a ascensão do fascismo, descobrem que a amizade não é mais possível.

A primeira metade do século XX foi avassaladora para a história da humanidade. Em menos de 50 anos o mundo viveu a Primeira Guerra Mundial, a Crise de 1929, a criação do primeiro Estado socialista, o totalitarismo nazifascista, além da Segunda Guerra Mundial que deixou um saldo de 50 milhões de mortos entre 1939 e 1945.

7. O Corte. 7. O Corte. 7. O Corte. 7. O Corte.

7. O Corte. BEL/FRA/ESP, 2005. Dir. Costa Gravas. Dur. 122 min.

Após quinze anos de leais serviços como executivos de uma fábrica de papel, Bruno D. é despedido com centenas dos seus colegas devido a corte de despesas.Três anos se passam sem que ele encontre um novo emprego, ele descobre uma solução para eliminar a concorrência no mercado de trabalho. Agora ele está disposto a tudo para conseguir um novo posto.

8. Ilha das Flores 8. Ilha das Flores 8. Ilha das Flores 8. Ilha das Flores

8. Ilha das Flores. Brasil. 1989. Direção: Jorge Furtado. Duração de 13 minutos (tem na net);

Considerado um dos melhores documentários em curta-metragem do cinema brasileiro, o filme fala sobre a pobreza do povo brasileiro de forma única e irônica, através da Ilha das Flores, que serve como depósito de comida que a classe média não consome e banquete para os necessitados. 9. Eles não usam black-tie

9. Eles não usam black-tie 9. Eles não usam black-tie 9. Eles não usam black-tie

9. Eles não usam black-tie. BR, 1981. Dir. Leon Hirszman. Dur. 120 min. Baseado em obra de Gianfrancesco Guarnieri. Em São Paulo, em 1980, eclode um movimento grevista que divide a categoria metalúrgica. Preocupado com o casamento e temendo perder o emprego, Tião fura a greve, entrando em conflito com o pai, Otávio, um velho militante sindical que passou três anos na cadeia durante o regime militar.

Nascido sob outro signo, do Brasil desenvolvimentista, não vê muito sentido nos valores da solidariedade de classe defendidos pelo pai. Para ele, a política sindical é a causa da miséria da família: jé levou seu pai à prisão e não quer para si esse tipo de vida. A greve, a violência a repressão mais uma vez ressoam na modesta casa de Otávio.

10. 10. 10. 10.

10. O homem que virou sucoO homem que virou sucoO homem que virou sucoO homem que virou sucoO homem que virou suco. BR, 1980. Dir. João Batista de Andrade. Dur. 94 min.

Deraldo, poeta popular recém chegado do nordeste a São Paulo, sobrevivendo de suas poesias e folhetos é confundido com o operário de uma mulktinacional que mata o patrão na festa que recebe o título de operário símbolo. O filme aborda a resistência do poeta diante de uma sociedade opressora, esmagando o homem dia-a-dia, eliminando suas raízes.

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11.1.1.1.1. Pão e rosasPão e rosasPão e rosasPão e rosasPão e rosas. ING, 2000. Dir. Ken Loach. Dur. 110 min

Duas irmãs mexicanas trabalham no serviço de limpeza de um prédio comercial no centro da cidade, que passam a se organizar para lutar por

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direitos e enfrentando os patrões. A luta ameaça seu sustento, a família e faz com que corram o risco de serem expulsas do país (EUA).

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12. Segunda-feira ao solSegunda-feira ao solSegunda-feira ao solSegunda-feira ao solSegunda-feira ao sol. ESP, 2002. Dir. Fernando Leon de Aranoa. Dur. 113 min.

Um grupo de amigos desempregados encontram-se diariamente para afogar as mágoas, reclamar da situação social do país, e em comum têm o fato de todos serem vítimas do desemprego que assolou a cidade (MADRI) em razão do fechamento de um estaleiro, e a falta de perspectivas que lhes atingiu diante da nova realidade.

13. 13. 13. 13.

13. AAAAA Corporação Corporação Corporação Corporação Corporação. CAN, 2004. Dir. Mark Achbar/Jennifer Abbott. Dur. 145 min.

Documentário americano, com 40 entrevistas, incluindo presidentes de diversas corporações, espiões corporativos e críticos como Noam Chomsky, Michael Moore, Naomi Klein, Milton Friedman e Vandana Shiva, mostrando como as corporações se tornaram a instituição dominante e o que está sendo feito para reverter esta situação.

14. 14. 14. 14.

14. Linha de montagem.Linha de montagem.Linha de montagem.Linha de montagem.Linha de montagem. BRA, 1980. Dir. Renato Tapajós. Dur. 95 min. Os trabalhadores de São Bernardo do Campo, cidade moldada pela industrialização, estão descontentes com seus salários e a baixa qualidade de vida e resolvem parar as máquinas. É a época da explosão, em São Bernardo e São Paulo, do movimento grevista de 1978-79. Esses trabalhadores darão início às grandes greves e ao renascimento do movimento sindical brasileiro. No comando das paralisações aparece o Sindicato dos Metalúrgicos e surge Luiz Inácio Lula da Silva como grande articulador e líder no panorama sindical.

O documentário mostra a força da classe trabalhadora ainda no final da Ditadura Militar, as grandes assembléias da Vila Euclides, reuniões, depoimentos e a intervenção federal que o Sindicato dos Trabalhadores sofreu na época.

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15. Roger e Eu. Roger e Eu. Roger e Eu. Roger e Eu. Roger e Eu. EUA, 1989. Dir. Michael Moore

Em 1989, debutou com louvor nas telas com Roger e Eu, uma pérola do cinema independente. Moore, como um incansável e inabalável rolo compressor, tentou o que todo trabalhador sempre sonhou em fazer: falar com quem manda. A cidade de Flint, no estado de Michigan, EUA, sempre girou em torno do parque industrial da General Motors, lá instalado. Por isso, a decisão de empresa de remover a fábrica de lá, em meados da década de 80, trouxe desemprego e pobreza a região. A jornada de Moore, cidadão de Flint, para encontrar o presidente de GM, Roger Smith e convencê-lo a visitar a cidede criou um filme bem humorado, ácido e devastador, Roger e Eu ironiza e América corporativa de maneira aguda e “cotovelar.

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16. SickoSickoSickoSickoSicko. EUA, 2007. Dir. Michael Moore. Dur. 113 min.

O documentarista Michael Moore critica o sistema norte-americano de convênios médicos particulares por meio de histórias e estatísticas, como

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de cidadãos que tiveram tratamentos médicos negados ou foram forçados a declarar falência para poder pagar por eles. O documentário também faz comparações com o sistema de saúde de outros países e gerou polêmica antes de ser lançado, já que Moore e sua equipe de filmagem viajaram á Cuba para retratar o sistema de saúde da ilha, e por isso estão sendo processados pelo governo (os americanos só podem viajar á Cuba com permissões especiais das autoridades). Alguns críticos já declararam que este é o melhor filme de Moore.

LLLLLIVROSIVROSIVROSIVROSIVROS QUEQUEQUEQUEQUE PODEMPODEMPODEMPODEMPODEM AJUDARAJUDARAJUDARAJUDARAJUDAR AAAAA DEBATERDEBATERDEBATERDEBATERDEBATER OOOOO TEMATEMATEMATEMATEMA

No documento cartilha sobre a crise (páginas 56-59)