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O questionário aplicado para os profissionais de enfermagem era, na sua maioria, com questões de múltipla escolha, permitindo que os profissionais pudessem oferecer uma resposta objetiva e que fosse respondido em tempo reduzido para que a interferência no seu tempo de ausência da jornada de trabalho fosse mínima.

Ao todo, 20 profissionais de enfermagem responderam ao questionário, de forma individual e com o seu anonimato protegido pela autora através de um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Dentre os profissionais entrevistados, 40% tinham de 20 a 30 anos, 35% de 30 a 40 anos e 25% de 40 a 50 anos. As perguntas sobre peso e altura foram respondidas apenas por 15 trabalhadores. O peso médio desses 15 trabalhadores é de 75,13kg, a altura média é de 1,67m e o

IMC médio é de 26,68, indicando uma média de sobrepeso entre os participantes da pesquisa. Os obesos representam 20% dos entrevistados, 46% representam o sobrepeso e o IMC normal é representado por 34% dos entrevistados.

O sexo feminino foi predominante, sendo que 85% dos questionários foi respondido por mulheres. Dos 20 entrevistados, 65% são casados, 15% solteiros, 15% divorciados e 5% em uma união estável. A composição familiar dos entrevistados, compreendendo o número de pessoas incluindo o profissional de enfermagem, tem 40% com 3 pessoas, 30% com duas pessoas, 10% com 4 pessoas, 10% com mais de 4 pessoas e 10% dos profissionais moram sozinhos.

O nível de escolaridade dos entrevistados é simulado pelo gráfico 1 e aponta que os profissionais que completaram o segundo grau tem maior representatividade, ou seja, 60% dos trabalhadores. O segundo nível de escolaridade com maior representatividade é o dos profissionais que tem o ensino superior completo, totalizando 30% dos trabalhadores.

Gráfico 2 – Nível de escolaridade dos profissionais de enfermagem entrevistados

Fonte: A autora (2017)

Nenhum dos entrevistados tem a sua renda familiar de um salário mínimo. 30% tem a renda familiar de até 2 salários mínimos, 20% de até 3 salários mínimos,

20% de até 4 salários mínimos e 30% tem a renda familiar acima de 4 salários mínimos.

A maioria dos profissionais, ou seja, 60% dos entrevistados, não pratica nenhuma atividade física regularmente. Dos que praticam atividades, 50% se exercita 3 vezes por semana, 25% 2 vezes por semana, 12,5% 5 vezes por semana e 12,5% todos os dias.

Os períodos dedicados ao lazer dos profissionais de enfermagem estão contabilizados no gráfico 3.

Gráfico 3 – Período dedicado ao lazer dos entrevistados Fonte: A autora (2017)

Embora a maioria dos profissionais tenha alegado não ter doenças crônicas, apenas 1 afirmou sofrer e diabetes e outro de lúpus, 45% alegou ter dores constantes, como nas costas, articulação das mãos e enxaqueca.

O gráfico 4 ilustra o tempo de profissão dos entrevistados e a maioria tem de 0 a 5 anos de profissão. 60% dos entrevistados são técnicos de enfermagem, 30% enfermeiros e 10% auxiliar de enfermagem. Todos os entrevistados estão trabalhando no hospital objeto de pesquisa e no setor no período de 0 a 5 anos.

Gráfico 4 – Tempo de profissão dos entrevistados Fonte: A autora (2017)

A carga horária diária de trabalho varia de acordo com o turno em que o profissional vai trabalhar. De acordo com os dados fornecidos pelo gerente de enfermagem, os trabalhadores do período diurno trabalham 6 horas e o do período noturno 12 horas. Um profissional alegou em seu questionário que sua carga horária excede 12 horas pois esse tem dupla jornada de trabalho.

Gráfico 5 – Carga horária diária de trabalho dos entrevistados Fonte: A autora (2017)

Quando foi questionado para o gerente de enfermagem sobre o treinamento realizado para os profissionais de enfermagem que ingressam no quadro de funcionários do hospital, foi respondido que esse treinamento ocorre uma vez por ano. A mesma pergunta foi feita para os funcionários e 50% afirmaram terem feito o treinamento, 45% não realizaram o treinamento e 5% não se lembra, conforme mostra o gráfico 6.

Gráfico 6 – Funcionários que tiveram treinamento ao ingressar no hospital Fonte: A autora (2017)

As pausas para ir ao banheiro ou alimentar-se são realizadas de 1 a 3 vezes por período trabalhado por 95% dos profissionais. Apenas %5 dos profissionais fazem de 3 a 6 pausas e a ginástica laboral é feita de maneira correta apenas por 10% dos profissionais.

Dos profissionais entrevistados, 85% nunca tiveram uma ocorrência de afastamento que tenha relação com as atividades exercidas durante a jornada de trabalho. Os que responderam essa questão, 3 profissionais, relataram que um se afastou por 90 dias, outro por 25 dias e outro por 3 dias.

Os profissionais de enfermagem se sentem bem dispostos em relação ao seu trabalho, já que 95% afirmou essa questão. Apenas 5% se sente indiferente e nenhum afirmou que se sentia indisposto. Os que se sentem mentalmente bem representam 70% dos entrevistados. 25% se sentem cansados e 5% afirmou que se sente de alguma outra maneira que não estava especificada no questionário. 85% dos trabalhadores entrevistados se sentem satisfeitos em relação ao seu trabalho, 10% se sentem insatisfeitos e 5% se sentem de modo indiferente.

A jornada de trabalho é considerada adequada para 90% dos profissionais de enfermagem e excessiva pelo restante e a distribuição de trabalho entre os colegas de profissão é considerada adequada por 80% dos entrevistados e inadequada pelo restante. Durante a jornada de trabalho, 85% dos entrevistados afirmou que considera realizar esforço físico significativo e 15% afirma que não considera que o esforço seja significativo.

As situações que precisam de atenção por parte dos gestores e que as normas OHSAS podem ser aplicadas é o fato de a maioria dos profissionais de enfermagem não realizarem atividade física regularmente, terem apenas um período por semana dedicado ao lazer, sentirem dor nas costas com frequência e quase metade dos entrevistados alegarem que não receberam nenhum tipo de treinamento por parte do hospital. Ainda foi afirmado pela maioria dos profissionais que a atividade laboral não é realizada de maneira correta e é considerado pela maioria que o esforço realizado durante a jornada de trabalho é significativo, assim como a grande carga emocional e stress que os profissionais são submetidos todos os dias.

5 CONCLUSÃO

Durante a pesquisa foi possível traçar o perfil de um enfermeiro padrão do hospital objeto de pesquisa utilizando as respostas predominantes obtivas através dos questionários respondidos pelos profissionais. Não foi possível traçar um perfil da renda familiar, pois essas informações dependem da renda dos demais moradores da residência e esses não fizeram parte do público que respondeu ao questionário.

Podemos definir profissional de enfermagem padrão como sendo do sexo feminino, de 20 a 30 anos de idade, 1,67m e 75,13kg. Estado civil casado e sua composição familiar com 3 pessoas. Não pratica exercícios físicos e durante uma vez na semana dedica um período ao lazer. Não sofre de nenhuma doença crônica ou degenerativa e não sente dores constantes.

O profissional de enfermagem padrão está de 0 a 5 anos na profissão, é técnico de enfermagem e está na empresa e no setor de 0 a 5 anos. Sua carga horária é de até 6 horas diárias trabalhadas e teve treinamento ao ingressar na empresa. Realiza de 1 a 3 pausas durante a jornada de trabalho, não pratica ginástica laboral de forma correta e nunca teve nenhuma ocorrência de afastamento que tenha relação com as atividades exercidas durante a jornada de trabalho.

Se sente disposto, mentalmente bem e satisfeito em relação ao trabalho, considerando adequada suas atividades durante a jornada de trabalho, e também considera adequada a distribuição de trabalho entre os colegas de profissão, embora considere que realize esforço físico significativo durante a jornada de trabalho.

O resultado de absenteísmo da pesquisa surpreendeu positivamente, pois 85% dos trabalhadores alegou nunca ter sofrido nenhum tipo de acidente durante a sua jornada de trabalho, o que significa que os profissionais tem sido cuidadosos em relação a sua saúde. Quando o nível de absenteísmo é baixo, evita que os demais profissionais da equipe sejam sobrecarregados, o que acarretaria em um problema geral que aumentaria conforme o tempo em que o profissional de enfermagem se mantém afastado.

A questão sobre o nível de esforço realizado pelo profissional durante a jornada de trabalho foi bastante preocupante, pois apesar de 85% dos entrevistados afirmarem que consideram o seu esforço físico significativo, 55% afirmaram não

sentir dores constantes e 90% afirmaram não sofrer de nenhuma doença crônica. Esses dados informam que os seus níveis de esforços físicos podem trazer graves consequências futuras para a saúde desses profissionais, já que são realizados constantemente e de maneira errada, visto que o profissional deve fazer o esforço físico de maneira que ele não seja sobrecarregado.

Constatou-se que o treinamento realizado pela empresa não foi o suficiente, pois 45% dos entrevistados não foram contemplados com o treinamento e 90% dos funcionários afirmaram não praticarem ginastica laboral de maneira correta. A empresa deveria oferecer treinamento para cada funcionário logo que fosse admitido e incentivar diariamente o profissional, através de estratégias, a fazer ginástica laboral.

Evidenciou-se também que os profissionais trabalham constantemente sob fortes emoções e stress e que na maior parte do tempo o profissional precisa atender o paciente de maneira rápida e eficaz, e questões como postura adequada, ginástica laboral, intervalos para idas ao banheiro ou lanche acabam sendo esquecidas ou adiadas, pois para o profissional a saúde e a vida do paciente é prioridade.

Visando melhorar a qualidade de vida dos profissionais de enfermagem e minimizar os riscos de acidentes e doenças ocupacionais, sugere-se que as normas OHSAS sejam aplicadas no hospital objeto de pesquisa, pois através das normas os gestores poderão identificar os problemas de sua equipe, habilitá-los para melhorias e realizar acompanhamentos para verificar se as medidas tomadas foram eficientes ou se modificações serão necessárias.

Utilizando-se da metodologia OHSAS é possível que os enfermeiros estejam sempre em busca de melhorar a sua maneira de trabalhar, a sua qualidade de vida e sua saúde. É necessário que todos os envolvidos se comprometam na busca de melhores resultados e que o sistema seja constantemente avaliado e adaptado sempre que necessário.

Através deste trabalho foi possível verificar que o profissional de enfermagem está exposto durante a sua jornada de trabalho a situações que trazem danos a sua postura, sendo que os resultados tendem aparecer cronicamente a longo prazo. O profissional de enfermagem também adquire uma carga de stress muito grande durante a sua jornada de trabalho, pois o profissional lida diariamente

com o sofrimento dos pacientes, e seu trabalho é amenizar os danos causados à saúde do mesmo.

A conscientização dos profissionais sobre a postura correta durante as atividades do dia-a-dia, ginástica laboral a fim de aliviar as tensões da jornada de trabalho e a prática de exercícios físicos para que o fortalecimento dos músculos evite que o profissional sofra lesões é importante para que o trabalhador se sinta bem fisicamente para exercer as suas atividades.

As horas de lazer e dedicadas ao descanso também são importantes para que o profissional possa se distrair e relaxar, evitando a fadiga psicológica da grande carga que o trabalhador sofre durante a jornada de trabalho.

Analisar o mobiliário dos hospitais, principalmente na parte de cuidados aos pacientes, que é onde o profissional de enfermagem desenvolve o seu trabalho é importante, pois um mobiliário inadequado pode trazer riscos irreversíveis a saúde do trabalhador, quando utilizado à longo prazo.

E, mais importante do que todos os cuidados citados acima, é que o profissional saiba a maneira correta de se movimentar e de aliviar as tensões advindas de sua jornada de trabalho e que tenha sempre o apoio e a supervisão do hospital para que ele seja corrigido e ajudado sempre que necessário e que as mudanças de comportamento, postura e de layout e mobiliários do hospital seja rotineira para que todos os profissionais envolvidos estejam sempre em busca de melhorias.

REFERÊNCIAS

AVANCINI, F; FERREIRA, F. Ergonomia e postura no trabalho. 1 ed. Rio de Janeiro: Virtual Científica, 2003.

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria MTE nº3751 NR-17 – Ergonomia. 23 de novembro de 1990.

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria nº485 NR-32 – Segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde. 11 de novembro de 2005.

COUTO, H. de A. Ergonomia Aplicada ao Trabalho – o manual técnico da máquina humana. 1. ed. Belo Horizonte: Ergo, 1995.

EGGERS, C; GOEBEL, M. A. Princípios de higiene e segurança do trabalho. Toledo: UNIOESTE, 2005.

FONSECA, G. N; SÁ, S. A. A. Ergonomia, a grande aliada. 1. ed. Pirapora: O Lutador, 2005.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas S.A., 2008.

MARTINATO, M. C. N. B; et al. Absenteísmo na enfermagem: uma revisão integrativa. Revista Gaúcha de Enfermagem, Porto Alegre, mar. 2010.

MORAES, A; FRISONI, B. C. Ergodesign: produtos e processos. 1. ed. Rio de Janeiro: 2 AB, 2001.

PALMER, C. Ergonomia. 1. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1976.

ROCHA, G. C. Trabalho, saúde e ergonomia. Relação entre aspectos legais e médicos. 1. ed. Curitiba: Juruá 2004.

SILVA, T. R; et al. Acidente com material perfurocortante entre profissionais de enfermagem de um hospital universitário. Revista Gaúcha de Enfermagem, Porto Alegre, dez. 2010.

VERDUSSEN, R. Ergonomia: a racionalização humanizada do trabalho. 1. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1978.

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA PARTICIPAÇÃO NA PESQUISA INTITULADA

"Perfil das condições de trabalho de profissionais de enfermagem de uma Unidade de Terapia Intensiva em um hospital privado."

(Resolução nº 196 de 10/10/1996 e a sua complementação Resolução nº 441 de 12/05/2011 do Conselho Nacional de Saúde).

Eu____________________________________________________________________, RG nº ______________________, CPF nº_________________________, livremente, consinto em participar do projeto acima citado, coordenado pela aluna Ana Luíza Ribas Leite Klein, pesquisadora da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Câmpus Londrina, Avenida dos Pioneiros, 3131, Jardim Morumbi, Londrina, PR.

Objetivo da pesquisa: Caracterizar o perfil das condições de trabalho de profissionais de enfermagem de uma Unidade de Terapia Intensiva em um hospital privado no norte do Paraná.

Participação:

A sua participação nesta pesquisa envolverá os seguintes procedimentos:

a) Será realizado entrevista com o objetivo de obter informações sobre: dados socioeconômico, sexo, idade, estado civil, escolaridade, renda, arranjo familiar, estilo de vida, percepção de sua saúde, doenças diagnosticadas relacionadas ao trabalho, uso de medicamentos e capacidade funcional. Todas as informações pessoais serão mantidas em completo sigilo.

Descrição dos desconfortos e riscos esperados

Não haverá nenhum risco para a sua integridade física, mental ou moral por participar desta pesquisa. Privacidade: Os dados individualizados serão confidenciais. Os resultados coletivos serão divulgados apenas em eventos e revistas científicos.

Despesas e compensações: não haverá despesas pessoais para o senhor (a) em qualquer fase do estudo. Todavia, também não haverá compensação financeira relacionada à sua participação.

Desistência: É garantida a liberdade da retirada do consentimento a qualquer momento e, portanto, deixar de participar do estudo sem qualquer prejuízo ou consequência.

O(a) senhor(a) tem o direito de pedir outros esclarecimentos sobre a pesquisa que considerar necessário e de se recusar a participar ou interromper a sua participação a qualquer momento, sem que isso lhe traga qualquer prejuízo.

Contato com o pesquisador: caso haja necessidade de esclarecimento de dúvidas ou reclamações ligue para a aluna/pesquisadora Ana Luíza Ribas Leite Klein pelo fone (43) 9 9993-2509.

Ficou claro, que minha participação é voluntária, sem ônus e isenta de despesas. Ficaram claros para mim quais são os propósitos do estudo, os procedimentos que serão realizados, seus desconfortos e riscos, as garantias de confidencialidade e de esclarecimentos permanentes e que todos os dados coletados. Concordo voluntariamente em participar deste estudo e poderei retirar o meu consentimento a qualquer momento, antes ou durante o mesmo, sem penalidades ou prejuízo. Acredito ter sido suficientemente informado a respeito das informações que li referente a este estudo.

Declaro estar ciente das informações deste Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e concordo em participar desta pesquisa seguindo o protocolo estabelecido.

___________________________________________________ Assinatura do participante ou seu representante legal para todos os

ROTEIRO DE ENTREVISTA COM GERENTE DA ENFERMAGEM Iniciais do nome do respondente: __________

1- Quais são as especialidades atendidas nas UTIs?

2- Qual o número de trabalhadores em cada turno? Especifique as suas atribuições.

3- Quais as atividades prescritas para as diferentes atribuições de profissionais de Enfermagem? 4- Quais são os horários de trabalho e suas pausas?

5- Qual é a incidência mensal de absenteísmo dos profissionais da enfermagem que esteja relacionada à jornada de trabalho?

6- É realizado algum tipo de treinamento/ orientação com o pessoal da enfermagem que permita que o profissional tenha conhecimento sobre: a postura adequada para cada etapa do trabalho a ser desenvolvida, a maneira correta de levantar peso sem prejudicar a sua coluna, os períodos ideais de intervalos, o tempo máximo de trabalho durante uma jornada? Caso positivo, é observado que os funcionários acatam as orientações?

7- Existe algum problema ergonômico e de condições de trabalho no setor de trabalho que possa interferir nas atividades exercidas pelo profissional de enfermagem?

8- Existe algum relato de que a jornada de trabalho tenha interferido na saúde do profissional da enfermagem? Quais?

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA PARTICIPAÇÃO NA PESQUISA INTITULADA

"Perfil das condições de trabalho de profissionais de enfermagem de uma Unidade de Terapia Intensiva em um hospital privado."

(Resolução nº 196 de 10/10/1996 e a sua complementação Resolução nº 441 de 12/05/2011 do Conselho Nacional de Saúde).

Eu____________________________________________________________________, RG nº ______________________, CPF nº_________________________, livremente, consinto em participar do projeto acima citado, coordenado pela aluna Ana Luíza Ribas Leite Klein, pesquisadora da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Câmpus Londrina, Avenida dos Pioneiros, 3131, Jardim Morumbi, Londrina, PR.

Objetivo da pesquisa: Caracterizar o perfil das condições de trabalho de profissionais de enfermagem de uma Unidade de Terapia Intensiva em um hospital privado no norte do Paraná.

Participação:

A sua participação nesta pesquisa envolverá os seguintes procedimentos:

b) Será realizado entrevista com o objetivo de obter informações sobre: dados socioeconômico, sexo, idade, estado civil, escolaridade, renda, arranjo familiar, estilo de vida, percepção de sua saúde, doenças diagnosticadas relacionadas ao trabalho, uso de medicamentos e capacidade funcional. Todas as informações pessoais serão mantidas em completo sigilo.

Descrição dos desconfortos e riscos esperados

Não haverá nenhum risco para a sua integridade física, mental ou moral por participar desta pesquisa. Privacidade: Os dados individualizados serão confidenciais. Os resultados coletivos serão divulgados apenas em eventos e revistas científicos.

Despesas e compensações: não haverá despesas pessoais para o senhor (a) em qualquer fase do estudo. Todavia, também não haverá compensação financeira relacionada à sua participação.

Desistência: É garantida a liberdade da retirada do consentimento a qualquer momento e, portanto, deixar de participar do estudo sem qualquer prejuízo ou consequência.

O(a) senhor(a) tem o direito de pedir outros esclarecimentos sobre a pesquisa que considerar necessário e de se recusar a participar ou interromper a sua participação a qualquer momento, sem que isso lhe traga qualquer prejuízo.

Contato com o pesquisador: caso haja necessidade de esclarecimento de dúvidas ou reclamações ligue para a aluna/pesquisadora Ana Luíza Ribas Leite Klein pelo fone (43) 9 9993-2509.

Ficou claro, que minha participação é voluntária, sem ônus e isenta de despesas. Ficaram claros para mim quais são os propósitos do estudo, os procedimentos que serão realizados, seus desconfortos e riscos, as garantias de confidencialidade e de esclarecimentos permanentes e que todos os dados coletados. Concordo voluntariamente em participar deste estudo e poderei retirar o meu consentimento a qualquer momento, antes ou durante o mesmo, sem penalidades ou prejuízo. Acredito ter sido suficientemente informado a respeito das informações que li referente a este estudo.

Declaro estar ciente das informações deste Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e concordo em participar desta pesquisa seguindo o protocolo estabelecido.

___________________________________________________ Assinatura do participante ou seu representante legal para todos os

ROTEIRO DE ENTREVISTA COM PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM Questionário n° ________

Iniciais do nome do respondente: __________ Peso: ________kg

Altura: _______m Idade:

( ) 20 a 30 anos ( ) 50 a 60 anos ( ) 30 a 40 anos ( ) 60 anos ou mais ( ) 40 a 50 anos Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino Estado civil: ( ) Solteiro(a) ( ) Casado(a) ( ) Divorciado(a) ( ) Viúvo(a)

( ) União estável ( a união estável é caracterizada pela relação de convivência entre duas pessoas que é duradoura e tem o intuito de formar uma família)

Escolaridade:

( ) Primeiro grau incompleto ( ) Primeiro grau completo ( ) Segundo grau incompleto ( ) Segundo grau completo ( ) Superior incompleto ( ) Superior completo Renda familiar: ( ) R$ 937,00 ( ) De R$ 937,00 a R$ 1874,00 ( ) De R$ 1874,00 a R$ 2811,00 ( ) De R$ 2811,00 a R$ 3748,00 ( ) Acima de R$ 3748,00

Composição familiar (quantas pessoas residem na casa, incluindo você?): ( ) 0 ( ) 3

( ) 2 ( ) Mais de 4

Pratica alguma atividade física regularmente? Se sim, quantas vezes na semana? Especifique a atividade.

__________________________________________________________________________________ __

Fora do ambiente de trabalho, tem algum período dedicado ao lazer? Qual a frequência? ( ) Sim. Uma vez na semana

( ) Sim. Duas vezes na semana ( ) Sim. Três vezes na semana

( ) Sim. Quatro vezes ou mais por semana ( ) Não

Sofre de alguma doença crônica ou degenerativa? Quais? ( ) Diabetes ( ) Hipertensão

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