-1csit::lk morrem.
Files sfin freqiicnrcmriilc afetados pela behida e pçlp
i ,
sj;nrj'rtl portanto seus nervos ficam abalados facÜmcsnre
I H-mx-im it pista
em
toda velocidade, ficam nervosos e se inaiatn, Disse isso aMtmsíeur
R. e ele concordou;pois caífst utna vez durante a corrida e quase motiera.
Dissi1 Jlie
que
adiavaque eb
estava netvosa hoje.que
Ihivííi
uma
certa tristeza. Percebí lágrimasrm
sclih olhos,nus
iiIq disse tuda pois remia que mrneçiisHC ,i chorar Dissc-mcque
mataria seu cão Flcjwecw
deprimido c cfwiei |jur dentro Sentiu que etijnumi o
em» e foiembura. afastaiuío-se dü
num
c do utUilui inuíhur.Está varnoi
almoçando
ciim d médico qnç fora OOTL vidado porminha
mulher, Ele estavamc
observando,querendo
saber se ew eramcnf.dmcme perutbãdo ou
n-ãav. Ele reto certeza que “algo esti defínitivaitieme
errai
b"
comigo, Setque
âlgO ebtá errado coeu ele; éuui
homem muito
nervoso.Fuma
muito; pqjou esse liábilú na escola. Acreditoque
muitas pessoas sófumam
porque
querem
parecer importantes.Algumas
pessonaquando fumam
parecem limito dignas e ncgulhowks, Fua visitaro
prefeito de Si. Moritz,Mr.
(í, (>ieriíi anirmí-lo e fui daruma
ptúsa.Oscar começou
a conversar tnna u prefeito.Assumiram um
ar digno r cunirçaram a fu mar.Eu
estava olhando paiM its niímlanliiispdd
teles-cópio, porque disseram-me
que
ve podiu ver n;; veados.í íFncj c
não
VI nada, ç disse aMr.
O, íjuc preferia iiilo uJJiar mais porque viera paia VCÍo
anfitrião e não os veados. Riram,mas
sentíqut
não estavam interessados ecn mini, estavam interessados.em
Oscar; então ddxci os e comecei a procurar os veados mivámeiiEe. Ajustei o telescópio e avisteium
voad»;, não eslava assiúmido de eueslar olhando jura ele—
euo
vibem.
Etuum veado
vcll» e gprdb. Contei-lhesque
owado Lmhu
virado decoiiiti, Quçrjit qtie nvntiasetu
que
eu estava Já,mas
nãocirilimn
nrupu
paramim,
DJnkc fi Oscarqm-
devíamos!f I oli ii 'i i ramvii fnoiii.i pauí hôa
em
c+usa,Mr, G
c.m
Iliri rlfBItl, (na* IHl-is Hiihaiii Irnipo pnrtmim;
rtiuvniii
pciKundor nlo
icnthuEi», Senti-memagoado
—
i
,h,!i
!
*
iiiiliviMti qiii ,1 iTii loucn, mi-, quaiuln n anfitriã
perguntou OOttto psEnvit
minha
saúde, respondi-lheque
iii íímuvh
scmp«' bem
ceh
sorriu.Semi mc magoado
eclmrd
i11EeriDimenre,Nao
tendo miJiimelhor pam
fazer,minha
sopra, ftúnkimulher
cOscar
entraram na sala.Minha muíh
«
pediu-nvc para mostrai-
meus
desenhos,mas
fingi quenín
queriaMoí
tttri-JheH cs dcsenliüs que já tinhamvisio. Eia pediu-me para mostrar os outros desenhos tíimbím.
Apanhei um
pacote ííOqual estivera trabaillímdü incesSâJlterjierLíe porum
período de dóis ou très nrescs e joguei esses desenhos no chio.Minha
mulher, minhii sugra e Oscar perceberamque
eu não gostava á/tmeus
desenhos, Disse-lhes queninguém
usiavu fntciYKHadoodes
e portanto tirci-us da parede. DisMíiniu que sen-tiammuito
ecomeçaram
a olhar Expliquct u signifieadu rltÊSÈS dí&cnbos.
Os
parisiensespodem mc
entender porque mãu kcil síveis. Disseram querambem
cnrendiíimmeus
iloenhunNão
respondi. Mostraí-lhes alguns dosmru«
| ,1, .l>ut-què queria
que
éles Sentissem,mus
1101 pi .|
M.
conseguiam pensar e JcIhcÍ-os,
clmraudo
liiu normente.Teuho uma
íilma e ptir ÍSW) chufo quilldn vejuque
as pessoasnão me
rnicndem, Suluimu
tuu« >.: ricom-preendido, cntflo tini tttdott 0t t|iuiiitu» dai
p&icdn do meu
Ljiinim c escondi im lia jMira fui' Floadn uUnpo do
piíiRO. Sabia
tambdm
que rúniiirrm cnlPiider 1mni tm
nuscríLo,
mos uchd
queo
médlio |-h „i L, ii,l It-viídu por
um tempo
para ser traduzido,Nno
ípiero mostrarmeus
rfmnusctii05 poif tcrJio certeza c|lcl:
o médico não me
entenderia e pensaria que- sou
um
louco.Temo por minha mulher
epor
isso escondimeus
livros e todosos- desenhos do
meu
cenário, púsS sEíitú quínão
lítecnLendeiiü,
Náo
quero despertarueuhum
semiruentodoendo
enquantominha
sogra ctiivei aquif poisnão
queroque
leveminha
mulherembora
cotri cia.Não
It-ulro neiilutm dinhciroí c tenho
medo
Jc scr colocado nuru li:úEo.Eu
vejo oque
stü pessjsií cs-t.Lo -[iteremto insinuar,sem que mu
digam. Sinlu-mr rnnjudo, riíiu - ui parío, runs: cnojndo.Tenho mrdo
ile th.. 11 rTmnu
Arnlvis são li morlr paru
mim Quem
ajudar ("ÍM'ur poi'|iii 11 ;
1 11 qui r-|r
me
entciidÉ.
Percebo
que o
papel ficurá 1mi
ipuiunto
comprarei
uma
grande qii.mttil.vlrnn
/uuqui- |*nh|liequero rtíibalhaí multo; as peíicms aIp niái e
niu me
durão ti que preciso, por isso devo rnc prrvmlE r Inr rui dur.
Deus ícm me
mostrisiln Seu ctlithulo Kle r|ri"ique
cti resolva
o
problema qtreme
rlc.i Ertuiiictiteiiíenicme
1li^
que
penderei, irias, enioiicnm
thmr
vem-rri puroque
os- problemasque Deus
cliIoth ..ihh im-.. poMiiimmt
íusolvidus.
Irei pura Zurique umunllJ cmil ()w,n. inililiit
mo-ther é
minha
aogfa,Não
gesto de pcssoíis mJÍI. IV11J10 rsCCtto o raimr -c Diaghilcv, ctc., etc., porque ítril tnuis íárii paia nsl*^s Kpararem
nesses nomes.PrnposÍMdamente co
íneii íjjti errt?
a^ra
çna escrever a palavra Üiagjiílev,porque quero
que
uEe veieque
esqueci contu *; saleira seu ílOme.Quero
COntjnuar a cscrcvtrr na Linha anterior tuasDeus
rao desejeque
eu continue escrevendo namesma
Jínha
onde
esta escritoo nome
de Djaghilev Ptrcrbimgu
erro.Tenha
escritao nome
deDeus
to
Jc Diaghi' icv írq írííúhuId. Eacreverei deusem
terrn minúscula parque nJlaquem
rienluimu wcnidhrtfiçn.Quem
M,ilrpurque
citmi cansado de ficar sentado.Vim
Ití'| inwlnhuw nlnuuím mr
notar.Todos
pensarãoqut
tttndamm
trihamindo. Sairei para a ruu peta porta tisa íntulcm lublrel tiEtn p olharei jhit*íi i;iix-.T por-que por-quero Bcnflr íir ninarásque
estou iticançundo, .Snf paru fl. ruá pela |wrta das fundas e scnic Édo.
Os
outras estavam sentados rtu sita de jantar, por isso patinei Kilenciusamcroe,As
pessoasnào
tem nada para ta^cr ç Catão imerfcrein na vida dos outros.Não
querointerferir na vida dos outros, Saí de repente de casa, porque sentia
que nla cn
amado. Encontrej o médico,, elf parec-a uborrcsridci.Ames
de aperrar slllS Iriuo, disse;rodo mundo
está doente.1
'
Minha
alma estava fria e vazia, sua de repente. Ourar vein e pediu-me para en-Itár para o chá, Oscar sentiuque
0 médico estava ma-tfoado e queria noi. reconciliar,Não
queria tazer flgpa-geis
—
eu o impediContei a
Oscar
o objetivo domeu
grande trabalho, explicando quenão
fico cansado de trabalhar. Pareceque me
entendeu, Concordou oornipu. Oscar concorda rapidamente cotno que
digo,Eu
queria lhe provarque
cscicvcr EnspLradí.1 porDeus
não cansa- . ,Tomei
chácom
o médico, Osrar,minha
sopra enaitiba" mulher. ÍNravfl l-Qrnando chá silendúsarnentç.
125
mss
depois dealgum tempo
intcnHIHÍ<niti peli conversa e fiz -comque
ekfl «elentlmcm
iltgtín, 1'lí Lnsucom
a intenção dc dizei dêtífírtinidiii cüJmíque
huin* emen-deram. Brinquei,Todo*
Meie comununi,mu
percebique
o
médico ntüVit idhtntk)qdv m
queria rir dele.Então mudei
deconvem,
t jlal m?hrem
bolcheulstas na Rússia. Queria dizer algomu» Dvim
queriaque
mi-nha mulhero
fi&essc. Ela não podin dlsrjcr pnrqur nlnO
sentia. Ajudei-a a se lembrar.Não
qLICfLa falar muitoITtas Dclis queria
que
éu atraísse a atenção do Lodos. FÍ2 isso c sai pois acheique
náo eia queridoO
médico está saindo -e cu estou ficando.Não
quero vê-lo sair,pob
quero que sinta queninguém
aqui deseja sua assis-tência médica, , ,Tle veio
mc
dizer até logo c apertei sua mão.Pediu-mc
paia não escrever muito. Disse Ehe pata nüo se preo-cupar comigo,Perguntou-me
sc cu gostarin dc vernm
especialista
em
Zurique Respondique
nio tnhUi,mas
ae
minha
mulher desejasse^ eu iria.Aüienurou-me
queseria muito bnin ver cflSC profciBOr, poli
EM
eiceientc.[i3isse-ll>e
que
iria vc-lu se LbeO (çalmailutminha
mulheí.O
ni61icome
entendeu- Apertei sui mão.Minha
cabeça está conurçando u doer porque comi muito.Comi muíto
porque não quero que umãe
dcminha
mulher pense que estuu. indisposto. Ela sente que nao estou.Oscar me ama
e está preocupado cornminha
sgiJíle. Disseram-lhe que á ruim pata
mim
Irubalhat tan-to. Spi porque
R& pçs.Roaa ficam cansadas.Simo-me
doente,minha
cabeça dói. Comerei pouca essa tarde csei
que
lo^o pelamanhã me
sentirei melhor.Lstou indo para Zurique às sete da
manhã
e ireipara a
cama
cedo paraque
usse especialistame
vejaem
Iwas condições Conversarei
com
cie sobre nervos, queé
um assumo que me
inuercssa,Não
cf-creverti nada etn 127Qijero entender 4
íSSopí^Ü
CJJtei^
et as carnes,niLKto tx-m. Sctue Jiorbn j
t"'t; *> c«rtkeCfa
fi-eit
também.
Boctin ni L'rajn ikím palavras, eE™, ™' m
‘it" “- —
Tinh;i nit'(.lo Jn viiJl | Collllui inUfl lenill^ni
Imlu
inidu\.h vkl;i t: CLI liclilcl
HlP
EVJlliH' JuIiL NlU» qiKTiu asn-cordar. DiHjiliilevnmvN
MttlJüki Irm1 11mUco-tniffih, I MiLva ."ihiip ;.-, I-, , , ,,, ,(, 1. •1 imlu, 1 timeninki.
Slí!i|l-l"Í " h"lin'.-l,
mi
* jiinlhNiu
|iu4
lll Jiyji|K]!s «Liilii frhir Vhtnvn mi1/jíi|li1 I mIiil-h i i-.Mir!11Iu
nnm
lairiinjii; wnl! MCnUr e |N-iH . DI«ílIiHi'v jiiira nic [lar niini Itiranja e ele
mc
tíoume aljiumaa. Caí no «onocom
a laranja na mão; qiiundu ainnld. csiuvu ioda esmugíulii e jogada no chãoDormi
por inniioLempo ^em
emen-tkro
<|Uc eslava be paBSiindu comido. Perdi amnsdêri-l ! 1 1'inlnH ineJü ile I ) sijlrl- 1 , r - .'. nlLirle. 1 ximpreendi
que
e^tLivüCum
fehie tifdidc po:ü já a tivera na infândü—
krnbríi-TTicque
as pessoas a reconheceriam pelas marvchfls
na
corpo,Víiuba mulher
vdo
c u;u [jdjtíu. Senti-me felir miihIX
1lis nSt? queriaque
eu lhe dcmo
11mirasse miniui akLin'i;lporque Ide t|uer
que
eííimuikr
Hmlrin morreu- Vi seu far|- f ii ilísnUnciu; eslava ddiinlu luLd) eiquife. Entendi a morte
— Deus me
assus-tava—
e iiartisem
hcíjar seuwr|m.
T<k.Iu> ü btijardin.nuis cu n:jo poderia assisiir ü ccritnÔLÚa toda.
Patemes
Jiiiravúm c smiigos fingitim tristeza, ESes- reviraramv
pipiulitmciiLu e os quâdrets tentando c;lEclí1:.1L' SCus valores.
A
|
.!, huh morte, [txios rw seus pertences foiam
vendi-du
4; a mulhcv íle Sctf;ç TSoflsEn não apreciavao
hjusto refinado do marido. Scrpp Botldncomprava
qinrdrus porque lhe diziajn qtje se drveriii comprarvdim» meu
Ires. Seu apartamento çrq rcplclO
Jr
jnn •um
illtdpmAs
pessoas não estão jntercswuluh tin pniturti otlcimi, aduirxkjque
laiic* é verdadcirnmcntr lirLíntfcafumprum
quadros aniipos para
muhiui
.1 nu mi[wU mu
preendt
quç
as i>çísojh inminmn min
lIcdsiícr para si
meamn»;
'‘Nüo enlimiin >1• , 11- "SãLJ C1V 12Í