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ESCOLAS INDEPENDENTES

No documento Revista Completa (páginas 118-132)

70 Registro de escolas independentes. (1) C) Ministro deve designar um de seus funcionários como Oficial de Registro (Registrar) de Escolas Independentes; e será dever do Oficial do Registro de Escolas Independentes manter registro de todas as escolas independentes, que serão acessíveis à inspeção pública em qualquer tempo (all reasonable times) e, observadas as disposições a seguir, nele registrar qualquer escola independente cujo proprietário o requeira dentro de normas lixadas:

Ficando entendido que —

a) nenhuma escola independente será registrada se, em virtude de ordem expedida de acordo com as disposições a seguir, o proprietário for considerado inidôneo para proprietário (is disqualified from being the proprietor) de escola independente ou o prédio escolar for considerado impróprio (the school premises are disqualified) para escola, ou se for usado, ou houver intuito de usá-lo, para algum fim que seja considerado inconveniente (for which they are disqualified) em virtude de tal ordem: e

b) o registro de qualquer escola será unicamente provisório até que o Ministro, depois que a escola tenha sido inspecionada em seu nome segundo o disposto na Parte IV desta Lei, notificar o 'proprietário que o registro é definitivo. (2) SE O Ministro considerar que está de posse de informações suficientes em reação a qualquer escola independente ou qualquer classe de escolas independentes, e que é desnecessário o registra dessa escola, ou das escolas: compreendidas nessa classe, o Ministro pode Isentar essa escola ou escolas de registro, e qualquer escola assim isentada será considerada escola registrada. (3) Determina penalidades para responsáveis por escolas que pratiquem qualquer ato visando levar falsamente a crer tratar-se de escolas registradas, penalidades essas constituídas por multa não excedente a vinte libras, e, no caso de reincidência, malta não excedente a cinqüenta libras ou prisão não superior a três meses ou ambas, prisão e multa] .

(4) O Ministro pode expedir regulamento prescrevendo as informações a serem fornecidas ao Oficial de Registro de Escolas Independentes pelos proprietários de tais escolas, e tal regulamento pode exigir a notificação ao Oficial de Registro

de quaisquer mudanças nas informações assim fornecidas e fixar as condições em que o Ministro pode determinar o cancelamento do nome de qualquer escola do registro no caso de o Oficial de Registro não poder (being unable to) obter informações suficientes sobre o assunto.

71. Notificações de irregularidades — (1) Se, em qualquer tempo, o Ministro considerar que alguma escola registrada ou provisoriamente registrada é passível de censura, por um ou todos (os seguintes motivos --

a) que o prédio escolar ou alguma de suas partes é impróprio para escola;

b) que as instalações para internato (accomo-dation) no prédio escolar são inadequadas ou impróprias, tendo cm vista o número, idade, e sexo dos alunos matriculados na escola;

c) que não está sendo ministrado na escola ensino eficiente e adequado, tendo em vista a idade e sexo dos alunos nela matriculados;

d) que o proprietário da escola ou qualquer professor por ela empregado não é pessoa idônea para ser, conforme o caso, proprietário de escola independente ou professor de qualquer escola;

deverá ele dirigir ao proprietário da escola uma notificação de irregulariedade (notice of complaint) especificando os motivos da reclamação junto com detalhes completos dos pontos reclamados e, a menos que qualquer desses pontos seja declarado na notificação ser na opinião do Ministro irremediável, a notificação deve especificar as medidas necessárias na opinião do Ministro a remediar os pontos reclamados, e deve fixar o prazo, não inferior a seis meses a partir da data da entrega da notificação, dentro do qual devem ser tomadas as medidas assim exigidas.

(2) Sc em qualquer notificação de irregularidade dirigi da nos termos desta seção for alegado que qualquer pessoa empregada como professor pela escola não é pessoa idônea para ser professor em qualquer escola, a pessoa deve ser indi cada na notificação e os detalhes contidos na notificação devem especificar os motivos da alogação, e uma cópia da notificação deve ser a ela dirigida.

(3) Toda notificação de irregularidade dirigida nos termos desta seção e toda cópia de tal notificação assim dirigida deve especificar o prazo, não inferior a um mês depois da entrega da notificação ou cópia, dentro do qual o assunto pode ser submetido a um Tribunal de Escolas Independentes nos termos das disposições seguintes.

ções de julgamento pelo Tribunal de Escolas Independentes e as decisões que podem ser tomadas] .

73. Efetivação das decisões. [Determina penalidades resultantes de decisões do Ministro ou do Tribunal].

74. Revogação de decisões. [Determina as condições em que podem ser revogadas as decisões tomadas nos termos das -seções anteriores] .

75. Processamento perante os Tribunais de Escolas In-

dependentes e assuntos conexos. [Atribui ao Ministro da Justiça (Lord

Chancellor) e ao Presidente do Conselho (Lord Pre-sident of the Council) poderes para determinar o processamento (proceedings) e normas para julgamentos perante os Tribunais de Escolas Independentes] .

PARTE IV GERAL

Princípio Geral a ser observado pelo Ministro e pelas autoridades locais de educação

76. Educarão dos alunos de acordo com e desejo dos

pais. No exercício e execução dos poderes e deveres que a pre

sente Lei lhes confere ou impõe, o Ministro e as autoridades locais de educação terão em vista o princípio geral de que, tanto quanto compativel com as condições de eficiente instrução e treinamento e a exclusão de despesas públicas exageradas (un- reasonable), os alunos devem ser educados de acordo com os desejos de seus pais.

Disposições Diversas

77. Inspeção de estabelecimentos de ensino. (1) [De fine como "estabelecimento de ensino" (educacional stablish- ment). para os efeitos desta seção, qualquer colégio munici pal ou outro estabelecimento incluído no plano de educação ulterior, bem como outras instituições que solicitem inspeção].

(2) Será dever do Ministro determinar inspeções em todos estabelecimentos de ensino com os intervalos que julgar convenientes, e determinar inspeção especial de qualquer estabelecimento sempre que o considerar desejável; e para o fim de efetuar essas inspeções em nome do Ministro, podem ser nomeados inspetores por Sua Majestade por indicação do Ministro, e outras pessoas podem ser autorizadas pelo Ministro a auxiliar tais inspetores ou exercer funções de inspetores suplementares :

Ficando entendido que o Ministro não será obrigado em virtude desta subseção a determinar inspeções em nenhum estabelecimento de ensino enquanto considerar que haja disposições adequadas para inspeção desse estabelecimento por outro modo que o previsto ne::ta subseção.

(3) Qualquer autoridade local de educação pode determinar a inspeção de qualquer estabelecimento de ensino por ela mantido, e essas inspeções serão feitas por funcionários para isso nomeados.

(4) [Determina penalidades pela resistência à inspeção por parte de pessoas autorizadas] .

(5) e (6) [Determinam condições especiais para a inspeção da instrução religiosa].

78. Disposições relativas a certos serviços complementares a

alunos não matriculados em escolas mantidas por autoridades locais de educação. [Dá atribuições às autoridades locais de educação para entrar

em entendimentos no sentido de serem fornecidos serviços médicos, assim como leite, refeições e outros alimentos a crianças que estejam recebendo educação primária e secundária tora das escolas por elas mantidas].

79. Disposições complementares sobre inspeção médica e

tratamento médico. [Dispõe sobre cooperação entre as auto-ridades

locais de educação e o Ministro da Saúde].

80. Matrícula de alunos nas escolas. [Dispõe sobre exigência de livro de matrícula dos alunos de escolas particulares e voluntárias e sua acessibilidade às autoridades locais de educação].

81. Poderes das autoridades locais de educação para dar

assistência por meio de bolsas e outros meios. Com o fim de permitir

aos alunos aproveitar, sem sacrifício (hardship) para si ou para seus pais, quaisquer oportunidades educacionais que lhes sejam acessíveis, o Ministro expedirá instruções dando poderes às autoridades locais de educação —

a) para ; esponsabilizar-se pelas despesas de crianças matriculadas em escolas municipais, voluntárias ou especiais, que se tornem necessárias para permitir que tomem parte em qualquer atividade escolar;

b) para pagar no lodo ou em parte as matrículas (fees) e despesas relativas às crianças que freqüentam escolas onde tais matrículas são pagas;

c) para conceder bolsas (schoolarships), pen sões (exibitions, bursaries) e outros auxilios em re lação a alunos acima da idade de freqüência escolar obrigatória, inclusive alunos de escolas normais (un- dergoing training as teachers) ;

96. Disposições relativas à extinção de antigas autoridades . 97. Modificações do Local Government Act, 1939 [Dispõe sobre direitos de funcionários.]

98. Indenização a pessoas prejudicadas por esta Lei. [Trata de direitos adquiridos por funcionários e professores].

99. Poderes do Ministro quando as autoridades locais de

educação ou dirigentes de escolas faltam ao cumprimento de seus deveres. (1) [Permite ao Ministro obrigar qualquer autoridade local de

educação a cumprir o dever a que tenham faltado. por meio de

mandam/is (a)].

(2) [Confere poderes ao Ministro para tomar medidas com fim de suprir faltas ao dever dos dirigentes de escolas municipais ou voluntárias].

(3) [Confere ao Ministro poderes para declarar válidos, c indenizar, os atos de dirigentes de escolas voluntárias, praticados para suprir omissão das autoridades locais de educação; e permite a Coroa recobrar, da autoridade faltosa, as despesas efetuadas].

Disposições Financeiras

100. Concessões para auxílio de serviços educacionais. — (1) O Ministro expedirá regulamentos dispondo:

a) sobre a concessão por ele às autoridades locais de educação de auxílios (grants) anuais em relação às despesas por elas feitas ou a fazer DO exercício de suas funções relativas à educação que não sejam suas funções referentes à inspeção e tratamento médico dos alunos;

b) sobre a concessão a pessoas outras que as autoridades locais de educação de auxílios (grants) referentes às despesas feitas ou a fazer por elas ou em seu nome para fins de serviços educacionais ou de pesquisas educacionais, por elas ou em seu nome ou sob sua direção realizados; e

c) sobre a concessão por ele. para fins de per

mitir aos alunos aproveitar-se sem sacrifício para si ou para seus pais, de quaisquer Oportunidades edu cacionais que lhes sejam acessíveis, de todo ou de parte, de matrículas ou despesas exigíveis em relação a crianças matriculadas em escolas onde tais matrí culas sejam pagas e de importâncias por meio de bolsas, pensões ou outros auxílios em relação a alu ía) O writ of mandamus é um remédio judicial expedito, Como o mandado de segurança ou o habeas corpos.

nos acima da idade escolar obrigatória, inclusive de alunos de escolas normais. (2), (3). ( 4) e (5) [Dispõem sobre a concessão de auxílios pelo Ministro da Saúde para fins de assistência médico-escolar e (tão outras providências para o mesmo fim].

101. Disposições financeiras referentes a Gales e Mon-mouthshire.

Disposições peculiares a essas regiões decorrentes de legislação anterior]. 102. Contribuições para manutenção, pagáveis pelo Ministro, em relação a escolas subvencionadas c de regime especial. [Determina que o

Ministro concorrerá com metade das despesas normais das escolas subvencionadas ou de regime especial] .

103. Poderes ao Ministro para prestar auxílios em relação a escolas subvencionadas ou de regime especial, transferidas de sede ou instituídas em substituição a antigas escolas. [Dá poderes ao Ministro para prestar auxílios

para esse fim, quando julgar c o n v e n i e n t e ] .

101. Poderes ao Ministro para prestar auxílios em relação a escolas

subvencionadas e de regime especial criadas para atender a alunos deslocados. Dá poderes ao Ministro para auxiliar tais escolas com verbas

referentes a alunos deslo-cados] .

105. Poderes ao Ministro para fazer empréstimos a escolas

subvencionadas e de regime especial com relação a despesas iniciais. [Dá

poderes ao Ministro para fazer tais empréstimos. quando julgar necessários] . 106. Contribuições entre as autoridades locais de edu-cação. [Dispõe sobre auxílios recíprocos quando uma autoridade local de educação educa crianças que pertencem a outra autoridade local de educação].

107. Despesas dos Ministros. Qualquer despesa feita pelo

Ministro ou pelo Ministro da Saúde no exercício de suas funções previstas nesta Lei será feita com dinheiro fornecido pelo Par lamento.

PARTE V SUPLEMENTO

108. Poderes para facilitar a vigência da Parte II. [Dá poderes

transitórios especiais ao Ministro para a implantação da nova lei] .

109. Poderes ao Ministro para autorizar autoridades locais de educação a prestar auxílios temporários às escolas voluntárias [Idem] .

d) para conceder auxílios em relação a qualquer criança a qual tenha sido concedida qualquer bolsa, pensão ou outro auxílio por outra autoridade antes da vigência da Parle II desta Lei.

82. Poderes das autoridades locais de educação referentes a

pesquisas educacionais. Uma autoridade local de educação pode,

mediante aprovação do Ministro, tomar medidas para auxiliar a realização de pesquisas que a autoridade local de educação considere desejáveis para o fim de melhorar as oportunidades educacionais oferecidas cm seu território.

83. Poderes das autoridades locais de educação sobre

conferências educacionais. Observadas quaisquer instruções expedidas

pelo Ministro, uma autoridade local de educação pode organizar conferências, ou participar da organização de conferências, para a discussão de questões relativas à educação, e pode dispender as quantias que forem razoáveis para pagar ou contribuir para o pagamento de despesas feitas em relação às conferências para discussão dessas questões, inclusive das despesas de qualquer pessoa por elas autorizada a comparecer a tais conferências.

84. Poderes das autoridades locais de educação para fazer

donativos a universidades e colégios universitários. Uma autoridade

local de educação pode, mediante aprovação do Ministro, conceder auxílio financeiro a qualquer universidade ou colégio universitário (University college) com o fim de melhorar as oportunidades para educação ulterior disponíveis em seu território.

85. Poderes das autoridades locais de educação para aceitar

doações para fins educacionais. [Atribui poderes às autoridades locais

de educação de receber, manter e administrar bens cujo rendimento tenha finalidades educacionais e dispõe sobre condições de seu emprego] .

86. Extensão dos poderes para organizar planos nos termos dos

Endowed Schools Acts, e legislação posterior. [Trata de adaptação e

modificação de disposições legais sobre administração de fundações para fins educacionais].

87. Isenção de exigências legais] para transmissão de

propriedade para fins educacionais. [Modifica e adapta disposições do

Mo r t m a i n and Charitable Uses Act, 1X88.]

Disposições administrativas

88. Nomeação de diretores de educação subordinados às

autoridades locais de educação. Os deveres da autoridade local

de educação em relação à nomeação de funcionários nos termos da Lei de Governo Local (Local Government Act, 1933), in cluirão, sem prejuízo da generalidade das disposições, o dever

de nomear pessoa idônea para diretor de educação (chief education officer) subordinado à autoridade, mas a autoridade local de educação não deve fazer tal nomeação senão depois de consultar o Ministro, e para fins de tal consulta a autoridade proponente de tal nomeação enviará ao Ministro informações sobre o nome, experiência anterior, e qualificações, das pessoas entre as quais pretende fazer a seleção. Se o Ministro for de opinião que qualquer das pessoas cujo nome lhe for submetido não é pessoa idônea para ser o diretor de educação da localidade, pode baixar instruções proibindo sua nomeação .

89. Remuneração dê professores (1) 0 Ministro deter minará que, para o fim de estudar a remuneração de profes sores, haja uma ou mais comissões por ele aprovadas consti tuídas de pessoas nomeadas respectivamente por órgãos repre sentativos de autoridades locais de educação e professores, e será dever de qualquer dessas comissões submeter ao Minis tro, sempre que julgar conveniente ou sempre que a isto solicita- das, os padrões de remuneração de professores que considera rem apropriados; e sempre que aprovar tais padrões, o Minis tro pode determinar as medidas que lhe pareçam desejáveis para obter que neles se enquadre a remuneração paga pelas autoridades locais de educação aos professores.

(2) O Ministro designará a pessoa que presidirá qualquer comissão por ele aprovada para os fins desta seção.

90. Desapropriação e aquisição de terrenos por autoridades

locais de educação. [Trata de desapropriação e aqui-sição de terrenos

pelas autoridades locais de educação para fins educativos] .

91. Contabilidade e tomada de contas dos conselhos de distritos

municipais. [Manda que esses conselhos mantenham contas separadas

de despesas e receitas referentes à educação e submeta essas contas ao processo de julgamento estabelecido para os conselhos municipais, com as mesmas consequências] .

92. Relatórios. [Obriga as autoridades locais de educação a apresentar ao Ministro todos os relatórios que este julgue necessários].

93. Poderes do Ministro para determinar inquéritos locais. [Dá poderes ao Ministro para esse fim].

94. Certidões de nascimento e informações do Oficial de

Registro Civil. [Determina obrigações do Oficial de Registro Civil

sobre o fornecimento de certidões de nascimento].

95. Provas de idade. [Estabelece meios de se fazer prova de idade para os fins da Lei].

96. Disposições relativas à extinção de antigas autoridades , 97. Modificações do Local Govemment Act, 1939 [Dispõe sobre direitos de funcionários.]

98. Indenização a pessoas prejudicadas por esta Lei. [Trata de direitos adquiridos por funcionários e professores].

09. Poderes do Ministro quando as autoridades locais de

educação ou dirigentes de escolas faltam ao cumprimento de seus deveres. (1) [Permite ao Ministro obrigar qualquer autoridade local de

educação a cumprir o dever a que tenham faltado, por meio de

mandamus (a)].

(2) [Confere poderes ao Ministro para tomar medidas com fim de suprir faltas ao dever dos dirigentes de escolas municipais ou voluntárias].

(3) [Confere ao Ministro poderes para declarar válidos, e indenizar, os atos de dirigentes de escolas voluntárias, praticados para suprir omissão das autoridades locais de educa-ção; e permite a Coroa recobrar, da autoridade faltosa, as despesas efetuadas].

Disposições Financeiras

100. Concessões para auxilio de serviços educacionais. — (1) O Ministro expedirá regulamentos dispondo:

a) sobre a concessão por ele às autoridades locais de educação de auxílios (grants) anuais em relação às despesas por elas feitas ou a fazer no exercício de suas funções relativas à educação que não sejam suas funções referentes à inspeção e tratamento médico dos alunos;

b) sobre a concessão a pessoas outras que as autoridades locais de educação de auxílios (grants) referentes às despesas feitas ou a fazer por elas ou em seu nome para Fins de serviços educacionais ou de pesquisas educacionais, por elas ou em seu nome ou sob sua direção realizados; e

c) sobre a concessão por ele, para fins de permitir aos alunos aproveitar-se sem sacrifício para si ou para seus pais. de quaisquer oportunidades educacionais que lhes sejam acessíveis, de todo ou de parte de matrículas OU despesas exigiveis em relação a crianças matriculadas em escolas onde tais matrículas sejam pagas e de importâncias por meio de bolsas, pensões ou outros auxílios em relação a alu-

(a) O writ of mandamus é um remédio judicial expedito, como p mandado de segurança ou o habeas corpus.

nos acima da idade escolar obrigatória, inclusive de

alunos de escolas normais. (2), (3), (!) e (5) [Dispõem sobre a concessão de auxílios pelo Ministro da Saúde para fins de assistência médico- escolar e dão outras providências para o mesmo fim].

101. Disposições financeiras referentes a Gales e Mon-mouthshire.

Disposições peculiares a essas regiões decorrentes de legislação anterior]. 102. Contribuições para manutenção, pagáveis pelo Ministro, em relação a escolas subvencionadas c de regime especial. [Determina que o

Ministro concorrerá com metade das despesas normais das escolas subvencionadas ou de regime especial] .

103. Poderes ao Ministro para prestar auxílios e:n relação a escolas subvencionadas ou de regime especial, transferidas de sede ou instituídas em substituição a antigas escolas. [Dá poderes ao Ministro para prestar auxílios

para esse fim, quando julgar conveniente].

104. Poderes ao Ministro para prestar auxílios em relação a escolas subvencionadas e de regime especial criadas para atender a alunos deslocados. Dá poderes ao Ministro para auxiliar tais escolas com verbas

referentes a alunos deslo-cados.

105. Poderes ao Ministro para fazer empréstimos a escolas subvencionadas e de regime especial com relação a despesas iniciais. Dá

poderes ao Ministro para fazer tais empréstimos, quando julgar necessários]. 106. Contribuições entre as autoridades locais de educação. [Dispõe sobre auxílios recíprocos quando uma autoridade local de educação educa

No documento Revista Completa (páginas 118-132)