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COMUNICAÇÕES E POSTERS

ESTUDANTES Questionamento

Empatia/confiança Compreensão Espírito crítico/reflexivo Boa disposição DOCENTES Questionamento Competência Espírito crítico/reflexivo

142 | P á g i n a Quadro 4 – Competências profissionais dos enfermeiros tutores

CONCLUSÕES

Perante este confronto de ideias que tentámos indagar, fica-nos a convicção que o estudo que pretendemos continuar a desenvolver na tese de Doutoramento poderá contribuir para esbater algumas fragilidades, dificuldades e constrangimentos no processo de supervisão clínica, em especial no processo de supervisão em ensino clínico de Enfermagem e no desempenho do enfermeiro tutor.

Parece-nos fundamental que os enfermeiros estejam motivados para o desempenho da função de tutores e preocupados em formar gerações futuras competentes. Emerge a necessidade de (re)pensar, no processo de parceria, entre Escola e Instituições de saúde, a forma de potenciar o papel de tutor, de reforçar as relações interpessoais entre estudantes, enfermeiros e docentes, tendo a escola uma (co)responsabilização acrescida nesta área.

Citando Benner (2001, p. 18) quando afirma que “A Enfermagem é socialmente construída e colectivamente concretizada”, fazemos a analogia para o processo de supervisão, pois para que ele tenha um impacto forte e positivo a nível dos seus intervenientes, contextos aos quais pertencem e na qualidade dos cuidados de saúde, deve ser colectivamente concretizado. Deve despontar uma nova visão do enfermeiro tutor: perfil e guia orientador de “boas práticas” assente num paradigma reflexivo e critico-construtivista. Motivação, disponibilidade e formação pedagógica são cruciais/indispensáveis na intervenção do enfermeiro tutor, tendo a escola uma (co)responsabilização nestas áreas.

143 | P á g i n a Quadro 4 – Diretrizes para o guia orientador de “boas práticas”

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