4 RESULTADOS E DISCUSSÕES:
4.2 ANÁLISE POR CONFIGURAÇÃO DE MALHA
4.2.1 ESTUDO DA CONFIGURAÇÃO 1 – TRÊS INJETORES E UM PRODUTOR
4.2.1.1 ANÁLISE DE DIFERENTES VAZÕES INJETADAS POR POÇO
A configuração 1 é composta por três injetores verticais paralelos no topo do reservatório e um poço produtor horizontal disposto um pouco acima da zona de água, no fundo do reservatório. A Figura 4-2 mostra o Fator de recuperação de óleo em função do tempo para as sete vazões de injeção.
Figura 4-2: Curvas do Fator de Recuperação para diferentes vazões da configuração 1
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Logo observa-se que o maior fator de recuperação da primeira é obtido para o modelo com a injeção de 250 mil m³. Há uma grande diferença em relação aos outros modelos, até mesmo do fator de recuperação de 1 milhão na injeção de CO2.
Na Tabela 4-1 se confirma a melhor injeção a ser utilizada, uma vez que na produção acumulada de óleo também se tem uma grande diferença na vazão de 250 mil m³. Mostrando ser a melhor injeção para ser utilizada nessa configuração.
Tabela 4-1: Produção acumulada em função da Vazão na configuração 1 VAZÃO DE
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Figura 4-3 pode-se entender que a vazão de 250 mil m³ de CO2 teve um melhor Fator de Recuperação do que as outras vazões maiores, uma vez que vê-se que as outras vazões não conseguiram ser injetadas por se ter um problema de injetividade, logo a vazão de 250 mil se sobrepõe diante das outras.
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Figura 4-3: Curva da vazão de gás injetado na configuração 1
Ainda analisando esse caso foram vistos dois mapas de saturação de óleo que apresentam o maior e o menor fator de recuperação mostrando que o varrido para o modelo da maior vazão foi superior ao varrido para o de menor vazão no tempo de 20 anos. Para ter uma melhor análise pode-se analisar a Figura 4-4 e a Figura 4-5.
Figura 4-4: Saturação de óleo da configuração 1 em 20 anos com 10 mil de vazão
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Figura 4-5: Saturação de óleo da configuração 1 em 20 anos com 250 mil de vazão
4.2.1.2 ANÁLISE DAS DIFERENTES PROFUNDIDADES DO POÇO PRODUTOR
Na
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Figura 4-6, foi possível analisar como a diferença de profundidade da completação do poço produtor também altera no fator de recuperação, já que a vazão utilizada foi igual para os três casos, a vazão injetada, de 250 mil m³/dia, que foi a que apresentou o melhor fator de recuperação. As profundidades utilizadas foram 483,2 m no topo, 486,2 m no meio e 488,9 m no fundo.
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Figura 4-6: Curvas do Fator de Recuperação em função da profundidade da configuração 1
Pode-se analisar com a
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Figura 4-6 que inicialmente o fator de recuperação tem um grande crescimento, e que a profundidade do topo apresenta melhor resultados que os outros dois, porém a partir de 2003, aproximadamente, as outras profundidades mostram maior resultados, concluindo então, que no fundo se obtém maior fator de recuperação.
Na Tabela 4-2, ainda pode-se ver a produção acumulada pra diferentes profundidades, mostrando que a melhor profundidade a ser utilizada seria a mais funda por proporcionar uma melhor produção acumulada.
Tabela 4-2: Produção acumulada para cada profundidade da configuração 1 PROFUNDIDADE
Portanto, para a configuração 1, a profundidade que apresenta o melhor fator de recuperação com a vazão de 250 m³/dia, é o mais profundo, com 488,9 m de profundidade.
4.2.2 ESTUDO DA CONFIGURAÇÃO 2 – TRÊS INJETORES E DOIS PRODUTORES
A configuração 2 apresenta três poços injetores verticais paralelos e dois poços horizontais também paralelos a uma distância de 150 metros, aproximadamente. Sabe-se que os poços injetores estão dispostos acima dos poços horizontais e que ambos se encontram acima da zona de água.
4.2.2.1 ANÁLISE DE DIFERENTES VAZÕES INJETADAS POR POÇO
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Na Figura 4-7 mostra todas as vazões de injeção utilizadas na configuração 2, dessa forma pode-se fazer a análise através do melhor fator de recuperação para cada modelo das vazões, observa-se que a vazão que apresentou o melhor fator de recuperação foi a vazão de 500 mil de CO2.
Figura 4-7: Curvas do Fator de Recuperação em função da vazão da Configuração 2
E ainda com a Tabela 4-3 que consta a produção acumulada, pode-se fazer a conclusão que na configuração 2 a melhor vazão para ser utilizada é de fator a de 500 mil.
Tabela 4-3: Produção acumulada de acordo com a Vazão na configuração 2
VAZÃO
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Na Figura 4-8 pode-se analisar a vazão de gás injetada nos poços injetores e percebe-se que a injeção de 1 milhão não se manteve contante como a vazão de injeção de 500 mil, sendo caracterizado como um problema de injetividade que explica o fato do fator de recuperação de 500 mil ser maior do que o de 1 milhão.
Figura 4-8: Curva de Vazão de Gás nos injetores na configuração 2
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Foi realizado a análise de mapas para a saturação de óleo, no ano de 2020 para verificar qual foi o melhor varrido. Visto que a Figura 4-9 apresenta a vazão de injeção de CO2 de 10 mil e a Figura 4-10 na vazão de 500 mil.
Figura 4-9: Saturação de Óleo na configuração 2 em 20 anos com a vazão de 10 mil
Figura 4-10: Saturação de Óleo na configuração 2 em 20 anos com a vazão de 500 mil
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4.2.2.2 ANÁLISE DE DIFERENTES PROFUNDIDADES DO POÇO PRODUTOR A Figura 4-11 mostra a análise do Fator de Recuperação em diferentes profundidades com a maior vazão injetada que foi de 500 mil m³/dia, podendo concluir nos primeiros anos a melhor profundidade a ser utilizada seria a do meio, mas depois o poço mais profundo apresenta uma boa diferença diante das outras profundidades.
Figura 4-11: Curvas do Fator de Recuperação em função da profundidade da configuração 2
Segundo Tabela 4-4, a produção acumulada confirma a melhoria do poço mais profundo diante dos outros, apresentando um aumento de 18% em relação a produção acumulada mais próxima que é da profundidade intermediária.
Tabela 4-4: Produção acumulada de acordo com a Profundidade na configuração 2 PROFUNDIDADE profundidade foi a de 488,9m, pois apresenta melhor fator de recuperação.
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4.2.3 ESTUDO DA CONFIGURAÇÃO 3 – SEIS INJETORES E DOIS