• Nenhum resultado encontrado

ESTUDOS SOBRE O ATUAL SISTEMA PARTIDÁRIO BRASILEIRO

No documento Sistemas Eleitorais e (páginas 81-92)

TÓPICO 3 — SISTEMAS PARTIDÁRIOS: O CONCEITO DE PARTIDO;

5.1 ESTUDOS SOBRE O ATUAL SISTEMA PARTIDÁRIO BRASILEIRO

representação proporcional com a possibilidade de intensa migração partidária até 2007; certa “facilidade” para a criação de novos partidos e a permissão de estabelecer coligações nas eleições parlamentares, havendo diversas combinações partidárias em âmbito regional e alta fragmentação no nível nacional (NICOLAU, 1996).

FIGURA 14 - LOGOS DE PARTIDOS BRASILEIROS

FONTE: <https://www.ocafezinho.com/2018/12/22/o-tamanho-dos-partidos-no-brasil/>

Acesso em: 21 nov. 2019.

A Figura 14 apresenta os logos de alguns dos principais partidos políticos brasileiros atuais.

Quanto aos efeitos de um sistema partidário com elevado número de partidos, há diversas interpretações, como veremos na seção seguinte.

5.1 ESTUDOS SOBRE O ATUAL SISTEMA

eleitores menos escolarizados enfrentam maiores dificuldades para manifestar a sua adesão aos partidos. Segundo a autora, “a falta de um volume mínimo de informação necessário para diferenciar os partidos que compõem o sistema partidário brasileiro resulta na ausência de lealdade ou laços partidários”

(KINZO, 2005, p. 76). Na análise de Pereira (2014, p. 238), a complexidade do ambiente eleitoral, somada à desigualdade de sofisticação política no eleitorado, contribuem para a compreensão do “efeito maior ou menor que as preferências partidárias têm sobre o comportamento político em diferentes pontos do tempo e do espaço”.

Por outro lado, temos as taxas de identificação partidária. Num plano mais amplo, a literatura de ciência política vem apontando significativa falta de confiança da população para com as instituições políticas, desconfiança esta atestada em pesquisas de opinião pública como o World Value Survey (WVS), Latinobarómetro, Latin American Public Opinion Project (Lapop) e estudos eleitorais.

No Brasil, uma das expressões mais emblemáticas de insatisfação com as instituições políticas, especialmente com as organizações partidárias, ocorreu nas Jornadas de Junho de 2013, quando a população saiu às ruas para manifestar o seu descontentamento para com o sistema político.

FIGURA 15 - JORNADAS DE JUNHO DE 2013

FONTE: <http://www.blogdoneylima.com.br/wp-content/uploads/2013/06/017.jpg>.

Acesso em: 2 set. 2019.

A Figura 15, fotografia de uma manifestação durante as Jornadas de Junho de 2013, vemos pessoas carregando um cartaz com os dizeres “o povo unido não precisa de partido”. Essa frase representa um pouco da inconformação da população para com os partidos políticos.

A literatura especializada busca compreender as razões para o afastamento dos eleitores dos partidos, atestado pelo declínio nas taxas de identificação partidária. Alguns fatores elencados são o impacto que as mídias de massa geram, bem como a centralização das campanhas nos candidatos com a redução do papel que os partidos tinham no passado, aumentando os sentimentos antipartidários e a desconfiança para com os partidos na opinião pública (BRAGA; PIMENTEL JR, 2011). Diante desse contexto, algumas hipóteses que vêm sendo levantadas visam verificar se esse afastamento dos partidos é ocasionado por uma decisão racional e bem informada, determinada pela autonomia e independência em relação aos partidos (sentimento de indiferença), ou se o motivo para o afastamento dos partidos é devido a um desencantamento com o sistema partidário ou mesmo para com o regime como um todo (alienados) (BORBA; RIBEIRO; CASALECHI, 2018).

Uma indagação que visa compreender os efeitos no sistema político devido à existência de um sistema partidário com tantas legendas, é sobre o grau de institucionalização do sistema partidário brasileiro, ou seja, qual a estabilidade desse sistema partidário?

Scott Mainwaring (2001) argumenta que é possível considerar que um sistema partidário é institucionalizado quando os partidos que compõem esse sistema interagem de maneira padronizada ao longo do tempo. As dimensões da institucionalização que o autor analisa são as seguintes: 1) o grau de estabilidade dos padrões de competição partidária; 2) o grau de enraizamento dos partidos junto às suas bases sociais; 3) o grau de vinculação entre eleitores e partidos políticos e 4) o nível de independência dos partidos frente aos seus líderes.

Ao analisar essas quatro dimensões na história político-partidária brasileira, Mainwaring sustenta a tese de que o sistema partidário brasileiro possui baixo grau de institucionalização, devido à combinação entre fatores de ordem estrutural (fatores sociais e culturais), institucional (legislação, tipo de sistema eleitoral), bem como a própria vontade das elites políticas.

Enquanto a perspectiva de Mainwaring se volta mais à relação dos partidos com a sociedade e sua relevância para o eleitorado, ou seja, uma concepção que privilegia as funções dos partidos na representação e intermediação de interesses, Tarouco (2010) e Braga (2010) propõem avaliar o grau de institucionalização dos partidos políticos a partir do papel efetivo que eles possuem na democracia brasileira atual, qual seja, o de auxiliar na estrutura de competição e na constituição dos governos.

É nesse sentido que a questão da classificação ideológica assume maior importância. Como a classificação ideológica dos partidos no Brasil é percebida pelo eleitorado e como esse fator interfere na competição eleitoral? Costumeiramente, a classificação dos partidos quanto ao seu alinhamento ideológico considera a atuação no legislativo e no governo, ou também a partir de uma escala que analisa os programas de cada partido (TAROUCO; MADEIRA, 2015; 2013).

Tarouco e Madeira (2013) ressaltam que as especificidades da história brasileira requerem um olhar atento quando se trata de analisar o sistema partidário brasileiro a partir de conceitos construídos em outros contextos históricos, como o europeu ou o norte americano. Segundo os autores, “os conteúdos das definições de esquerda e de direita, além de terem variado imensamente ao longo da história, também variam conforme a perspectiva teórica, o contexto cultural e as concepções normativas dos analistas” (TAROUCO; MADEIRA, 2013, p. 150).

Normalmente, os estudiosos dos partidos políticos focam nos principais partidos e os demais são estudados de maneira agregada como PPE (grupo dos pequenos partidos de esquerda) e PPD (grupo dos pequenos partidos de direita), uma vez que os parlamentares desses blocos costumam seguir os grandes partidos do seu bloco ideológico nas votações do Congresso (FIGUEIREDO; LIMONGI, 1999; TAROUCO; MADEIRA, 2013).

Para aprofundar seus estudos sobre partidos políticos e ideologia, recomendamos a leitura do artigo Tipologia dos políticos de direita no Brasil: uma classificação empírica, de Codato, Berlatto e Bolognesi (2018). O estudo, partindo da tese de que há um crescimento da direita no Brasil desde 2010, que acompanha um movimento similar que ocorre tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, apresenta uma tipologia analítica de cinco perfis diferentes de políticos alinhados a esse espectro ideológico: o político tradicional de direita, o político da nova direita popular, o político da direita populista, o político da direita neoliberal e o político da direita libertária.

DICAS

A questão ideológica também é interessante para pensar a coerência das coligações partidárias realizadas, bem como as políticas públicas que são implementadas. É nesse sentido que ao menos dois desdobramentos da abordagem ideológica podem ser destacados: quanto à estruturação eleitoral e quanto à formação de governos.

Uma tese comum é de que a partir da eleição de 1994 o sistema partidário brasileiro teria se estruturado no nível das eleições presidenciais numa competição estável entre os candidatos de duas organizações partidárias: PT e PSDB, sendo cada um desses partidos apoiados por um bloco de outros partidos em uma coligação. Braga e Pimentel Jr. (2011) afirmam que, mesmo que os partidos não estejam internalizados no eleitorado em termos de identificação partidária, ao menos no nível nacional registrava-se a divisão do eleitorado entre esses dois partidos em termos de simpatia partidária.

Contrastando a visão hegemônica sobre a estruturação da competição eleitoral e chamando atenção para a questão da formação dos governos, Carreirão (2014) afirma que embora tenha se formado uma estrutura de competição eleitoral em torno de coligações lideradas pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), a formação dos governos não seguiu essa estrutura. O autor sugere tomar como marco divisório o ano de 2003 e não 1994 como outros autores o fizeram, uma vez que entre 1990 e 2002 eram observados governos de centro-direita com coalizões de três a cinco partidos, e a esquerda formando a oposição. De 2003 em diante, as coalizões de governo passaram a ser formadas por mais de sete partidos, incluindo partidos de todos os campos ideológicos (esquerda, centro e direita).

É nesse sentido que, devido à alta fragmentação partidária no legislativo, a formação de coalizões governamentais ideologicamente incoerentes (com partidos de diversos campos ideológicos), tem representado desafios importantes à governabilidade, conforme vimos sobre presidencialismo no Brasil no Tópico 2 dessa unidade.

Como é amplamente conhecido, esse padrão manteve-se até as eleições de 2014, sendo alterado nas eleições de 2018, quando o PSL disputou o segundo turno com o PT, vencendo a corrida presidencial. Considerado um candidato outsider, Jair Bolsonaro foi eleito por um partido até então inexpressivo e com discurso de extrema direita. “Desde Collor de Melo, o eleitor brasileiro não fazia opção por um candidato a presidente com essas características. Ademais, o quadro partidário foi profundamente alterado, inaugurando uma nova fase da correlação de forças políticas no país” (PERLIN; SANTOS, 2019, p. 14). Essas mudanças são resultado de um conjunto mais amplo de mudanças que vinham alterando gradativamente as bases institucionais do presidencialismo de coalizão no Brasil.

Quanto às dinâmicas internas das organizações partidárias, as quais se refletem em suas estratégias eleitorais, o estudo de Braga, Costa e Fernandes (2018) analisa as dinâmicas de funcionamento do PT e do PSDB no Estado de São Paulo, salientando que ambas as organizações partidárias orientam suas ações com vistas a conquistar o poder na esfera estadual e nacional. Para que consigam alcançar seus propósitos, os partidos se valem de um discurso ideológico-prático que considera as diversas realidades brasileiras, tem estratégias e mecanismos de seleção de candidatos e formação de alianças eleitorais nos níveis municipal, estadual e nacional, bem como estabelecem uma lógica interna para a distribuição dos recursos e financiamento de campanhas, além da mobilização de suas bases sociais.

A organização interna e estratégias organizacionais são importantes fatores para compreender a relação dos partidos com o sistema eleitoral vigente, tema de nossa próxima unidade, na qual vamos aprofundar os conhecimentos, analisando a relação entre sistemas eleitorais e sistemas partidários.

Esperamos você na próxima unidade!

Diferentes expressões da representação não eleitoral

Márcia Inês Schaefer

Bernard Manin, em As metamorfoses do governo representativo (1995), afirma que está em curso uma transformação e complexificação da representação. A representação eleitoral passa a não mais ser a única considerada legítima, passam a entrar em cena atores coletivos, como Organizações Não Governamentais (ONGs), associações e movimentos sociais que representam causas e grupos específicos em nível local, nacional ou transnacional. Muitas vezes, deliberações realizadas no âmbito da representação não eleitoral acabam tendo um impacto significativo sobre as decisões que os representantes eleitos podem vir a tomar.

As associações da sociedade civil ocupam no Brasil um espaço de grande importância, sendo reconhecidas como atores políticos legítimos no sistema político brasileiro (GANANÇA, 2006). Elas realizam um conjunto de ações e estratégias, seja no âmbito social, político ou jurídico, que são denominadas de repertórios (ABERS;

SERAFIM; TATAGIBA, 2014; LÜCHMANN; SCHAEFER; NICOLETTI, 2017).

No campo governamental, as associações passaram a tomar parte na elaboração de políticas públicas, especialmente após a promulgação da Constituição Brasileira de 1988, a qual trouxe algumas inovações institucionais que possibilitam maior participação e representação da sociedade civil junto aos governos. As associações passaram a participar de processos de elaboração, implementação e fiscalização de políticas públicas por meio da atuação em conselhos gestores de políticas públicas, orçamentos participativos, conferências, audiências públicas e fóruns (AVRITZER, 1997; GANANÇA, 2006; GOHN, 2000;

GURZA LAVALLE; CASTELLO; BICHIR, 2007).

ASSOCIATIVISMO

FONTE: <https://bit.ly/2P7UOtP>. Acesso em: 12 set. 2019.

LEITURA COMPLEMENTAR

A imagem acima é um registro de uma reunião de uma associação civil.

Nela estão sentadas diversas pessoas em círculo, onde debatem ideias.

Além disso, especialmente a partir da década de 1990, configurou-se um contexto em que o Estado possui dificuldades para enfrentar de forma mais ampla os problemas relacionados à globalização, pluralização e complexificação da sociedade, o que abriu espaço para que as organizações da sociedade civil (ou do terceiro setor, como são também conhecidas) atuassem de modo mais intensivo na prestação de serviços em áreas como assistência social, educação e saúde (MATOS, 2005; MONTAÑO, 2007; TEIXEIRA, 2003).

Ainda, as associações podem acionar os meios legais através de ações civis públicas, visando resolver problemas relativos a interesses difusos e coletivos (GANANÇA, 2006; LOSEKAN, 2013; DE MORAES, 2015).

Outra forma de representação não eleitoral é a representação realizada por pessoas de grande influência mundial que levantam determinadas bandeiras e acabam por se tornar representantes dessas causas. Um exemplo emblemático nesse sentido é o do vocalista da banda irlandesa U2, Bono Vox, por ser um dos principais representantes da campanha ONE em prol das causas sociais na África, campanha esta que tem como um de seus objetivos principais influenciar políticos de diversos países com vistas a alcançar mudanças no cenário de extrema pobreza (ALLAGE; HERRMANN; OLIVEIRA, 2006). Embora não siga essa representação os pressupostos teórico-normativos da representação política, não significa que sua atuação não possa ser considerada meritória e digna de respeito (MIGUEL, 2017, p. 59).

FONTE: A autora

RESUMO DO TÓPICO 3

Neste tópico, você aprendeu que:

Ficou alguma dúvida? Construímos uma trilha de aprendizagem pensando em facilitar sua compreensão. Acesse o QR Code, que levará ao AVA, e veja as novidades que preparamos para seu estudo.

CHAMADA

• Partidos políticos são organizações voluntariamente criadas e baseadas em livre recrutamento, que tenham condições de elaborar programa de políticas públicas e que obtenham votos nas eleições para os cargos públicos.

• Os partidos políticos são fundamentais para o funcionamento das democracias representativas, uma vez que exercem as funções de organizar a competição política governar e conduzir as atividades legislativas.

• São quatro as principais tipologias de partidos políticos: os partidos de quadros, os partidos de massa ou classe, os partidos catch all e o partido cartel, sendo essencial observar que com esse desenvolvimento, as funções dos partidos foram sendo modificadas em resposta aos contextos sociais, políticos e econômicos.

• No Brasil, desde a Independência em 1822, são registrados diversos sistemas partidários, cada um refletindo os arranjos institucionais de cada período.

• A definição por preferências partidárias apresenta menos dificuldades para o eleitorado com maior grau de escolaridade, uma vez que possuem maior facilidade para compreender a complexidade do sistema eleitoral brasileiro.

• Em relação ao atual sistema partidário brasileiro são notadas as seguintes características: multipartidarismo com alto número de partidos, alta fragmentação partidária no legislativo, o que tem efeitos na governabilidade, à medida que se formam coligações governamentais ideologicamente incoerentes.

1 Diversos autores analisaram as condições que possibilitaram o surgimento dos partidos políticos e dos sistemas partidários. Sobre as origens dos partidos políticos, analise as alternativas a seguir e assinale F para Falso e V para Verdadeiro:

( ) Os partidos políticos surgiram no final do século XIX devido à ampliação do sufrágio.

( ) As clivagens entre periferia e centro; Estado e Igreja; rural e urbano e classes patronais e trabalhadoras deram as condições para a formação do sistema partidário europeu.

( ) Os partidos de quadros foram formados no interior do parlamento por líderes notáveis e aristocratas.

( ) Os partidos de massa se formaram no interior do parlamento, tal como os partidos de quadros.

( ) De origem extraparlamentar, os partidos de massa surgiram a partir de grupos preexistentes, como sindicatos, grupos de camponeses, de industriais e sociedades de pensamento.

2 No estudo do desenvolvimento dos partidos, conhecemos quatro tipos de partidos políticos: partidos de quadros, partidos de massa, partidos catch all e partido cartel. Quanto às características destes quatro tipos de partidos, assinale a alternativa CORRETA:

a) ( ) Partidos de quadros abrangiam as classes trabalhadoras; partidos de massa competiam apenas com as elites econômicas; partidos catch all investem altas quantias nas campanhas e partidos cartel competem em contextos marcados por conflitos ideológicos fortes.

b) ( ) Partidos de quadros estavam inseridos em um contexto pouco competitivo; partidos de massa possuíam ativismo militante forte;

partidos catch all visam ao voto do eleitor mediano; partidos cartel tem forte relação com o Estado e dependem dos recursos do dele para se manter no mercado eleitoral.

c) ( ) Partidos de quadros faziam campanhas apenas no círculo de influência das elites; partidos de massa são marcados fortemente por orientações ideológicas; partidos catch all surgem num contexto de sufrágio universal; partidos cartel não possuem organização profissional.

d) ( ) Partidos de quadros estavam inseridos em um contexto altamente competitivo; partidos de massa são representantes dos interesses da sociedade civil junto ao Estado; partidos catch all necessitam muitos recursos para as campanhas eleitorais; partidos cartel estão em um contexto de conflito difuso.

AUTOATIVIDADE

e) ( ) Partidos de quadros eram formados por membros da aristocracia;

partidos de massa passaram a envolver as classes trabalhadoras no processo político; partidos catch all visam apenas eleitores de um espectro ideológico; partidos cartel não dependem dos recursos do Estado.

3 O princípio da formação do sistema partidário brasileiro data do século XIX, assumindo diferentes configurações de acordo com o contexto histórico.

Sobre o sistema partidário brasileiro, assinale a alternativa INCORRETA:

a) ( ) Durante a Ditadura Militar havia somente dois partidos permitidos: o MDB e a ARENA, formando assim um sistema bipartidário.

b) ( ) O atual sistema partidário é marcado por elevado número de partidos e consequente alto grau de fragmentação partidária no legislativo.

c) ( ) Os eleitores menos escolarizados formam suas preferências partidárias com facilidade, pois o sistema partidário atual não é complexo.

d) ( ) A classificação ideológica dos partidos pode ser feita a partir da análise de seus programas e de sua atuação no legislativo e no governo.

e) ( ) As eleições presidenciais se alinharam entre PT e PSDB entre 1994 e 2014.

No documento Sistemas Eleitorais e (páginas 81-92)