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Exames Complementares

No documento Dirofilariose canina (páginas 78-81)

8. Diagnóstico

8.3 Exames Complementares

Para além do diagnóstico específico, são necessários exames complementares que incluem: hemograma, urianálise, radiografias torácicas (figura 42), electrocardiograma e ecocardiograma (quadro 2) (Corrales, 2011b). Estes vão fornecer informações essenciais acerca do estado clínico do paciente, evolução e fase da doença (Simón et al., 2012).

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Quadro 2 – Exames complementares de diagnóstico (adaptado de: Corrales, 2011b; Simón et al., 2012)

Hemograma Avaliação da anemia normocrómica-normocítica, eosinofilia, alterações

do perfil de coagulação

Perfil Bioquímico Hipoalbuminémia, gammapatias, elevações de ALT e AST, azotémia

Urianálise Proteinúria, bilirrubinúria e hemoglobinúria (em casos graves)

Radiografia torácica

Dilatação das artérias pulmonares, alterações do padrão pulmonar e cardiomegália direita (casos mais graves). Pode ainda confirmar-se a presença de pleurite, efusões pleurais e/ou ascite, mas não tem utilidade na determinação da carga parasitária.

Electrocardiograma Alterações no eixo eléctrico e no ritmo cardíaco. Fibrilações auriculares (fases terminais) e afecção grave do ventrículo direito.

Ecocardiograma

Detecção de parasitas (estruturas lineares hiperecogénicas duplas e paralelas, livres nas artérias pulmonares, ventrículo e átrio direito e veia cava caudal. Com Doppler, pode avaliar-se o estádio da doença, a severidade da hipertensão pulmonar e estimar a carga parasitária.

Figura 43 – Radiografia de um canídeo macho com 3,5 anos com dirofilariose. A – Plano ventrodorsal com a típica forma cardíaca de “D invertido”, indicando aumento do lado direito do coração. As artérias pulmonares lobares caudais estão marcadamente aumentadas e tortuosa. B – Plano lateral onde é evidente o contacto entre

Figura

e tecidos miocárdicos, a perfusão inadequada

marcadores de afecção cardiovascular, tendo aplicação no processo de implementação de terapêutica adequada a casa caso.

dirofilariose e sem dirofilariose foram estudados,

diferenças estatísticas muito significativas entre animais infectados e não infectados, levando a crer que os níveis de troponina cardíaca I poderá ser um indicador importante da lesão miocárdica em cães com dirofil

biomarcadores cardiopulmonares são parâmetros biológicos que podem ser medidos e quantificados como indicadores de processos patogénicos ou como indicadores da resposta ao plano terapêutico.

dirofilariose também fo

uso de troponina I e mioglobina como biomarcadores do dano cardíaco e o uso de dímero como ferramenta de

relação à troponina T, percebeu

Figura 44 – Resumo da a

As moléculas libertadas no sangue como consequência de dano celular em capilares e tecidos miocárdicos, a perfusão inadequada

marcadores de afecção cardiovascular, tendo aplicação no processo de implementação de terapêutica adequada a casa caso.

dirofilariose e sem dirofilariose foram estudados,

diferenças estatísticas muito significativas entre animais infectados e não infectados, levando a crer que os níveis de troponina cardíaca I poderá ser um indicador importante da lesão miocárdica em cães com dirofil

biomarcadores cardiopulmonares são parâmetros biológicos que podem ser medidos e quantificados como indicadores de processos patogénicos ou como indicadores da resposta ao plano terapêutico.

dirofilariose também fo

uso de troponina I e mioglobina como biomarcadores do dano cardíaco e o uso de dímero como ferramenta de

relação à troponina T, percebeu

Animal Infectado Hemograma Painel bioquímico Radiografia torácica Instituir plano terapêutico adequado ao grau de risco do paciente Resumo da abordagem

oléculas libertadas no sangue como consequência de dano celular em capilares e tecidos miocárdicos, a perfusão inadequada

marcadores de afecção cardiovascular, tendo aplicação no processo de implementação de terapêutica adequada a casa caso.

dirofilariose e sem dirofilariose foram estudados,

diferenças estatísticas muito significativas entre animais infectados e não infectados, levando a crer que os níveis de troponina cardíaca I poderá ser um indicador importante da lesão miocárdica em cães com dirofil

biomarcadores cardiopulmonares são parâmetros biológicos que podem ser medidos e quantificados como indicadores de processos patogénicos ou como indicadores da resposta ao plano terapêutico. Os níveis de troponina

dirofilariose também foram estudados recentemente, tendo

uso de troponina I e mioglobina como biomarcadores do dano cardíaco e o uso de dímero como ferramenta de apoio do

relação à troponina T, percebeu

Positivo Animal Infectado Hemograma Painel bioquímico Radiografia torácica Instituir plano terapêutico adequado ao grau de risco do paciente bordagem diagnóstica

oléculas libertadas no sangue como consequência de dano celular em capilares e tecidos miocárdicos, a perfusão inadequada

marcadores de afecção cardiovascular, tendo aplicação no processo de implementação de terapêutica adequada a casa caso.

dirofilariose e sem dirofilariose foram estudados,

diferenças estatísticas muito significativas entre animais infectados e não infectados, levando a crer que os níveis de troponina cardíaca I poderá ser um indicador importante da lesão miocárdica em cães com dirofil

biomarcadores cardiopulmonares são parâmetros biológicos que podem ser medidos e quantificados como indicadores de processos patogénicos ou como indicadores da resposta

Os níveis de troponina

ram estudados recentemente, tendo

uso de troponina I e mioglobina como biomarcadores do dano cardíaco e o uso de dímero apoio do diagnóstico

relação à troponina T, percebeu-se que os níveis da mesma são igualmente indetectáveis

Positivo Avaliar a presença de microfilárias Positivo? Considerar pré-tratamento com corticosteróides

diagnóstica. Fonte: adaptado de Atkins, 2005 e C. Genchi, 2007b. oléculas libertadas no sangue como consequência de dano celular em capilares e tecidos miocárdicos, a perfusão inadequada

marcadores de afecção cardiovascular, tendo aplicação no processo de implementação de terapêutica adequada a casa caso. Os níveis de troponina cardíaca I em cães com dirofilariose e sem dirofilariose foram estudados,

diferenças estatísticas muito significativas entre animais infectados e não infectados, levando a crer que os níveis de troponina cardíaca I poderá ser um indicador importante da lesão miocárdica em cães com dirofilariose (Gazyagci, Dogru & Yagei, 2011). biomarcadores cardiopulmonares são parâmetros biológicos que podem ser medidos e quantificados como indicadores de processos patogénicos ou como indicadores da resposta

Os níveis de troponina T e I, mioglobina e dímero ram estudados recentemente, tendo

uso de troponina I e mioglobina como biomarcadores do dano cardíaco e o uso de dímero diagnóstico de tromboembolismo pulmonar n

se que os níveis da mesma são igualmente indetectáveis Teste Antigénico Avaliar a presença de microfilárias Positivo? Considerar tratamento com corticosteróides

. Fonte: adaptado de Atkins, 2005 e C. Genchi, 2007b. oléculas libertadas no sangue como consequência de dano celular em capilares e tecidos miocárdicos, a perfusão inadequada e a lise de trombos podem servir como marcadores de afecção cardiovascular, tendo aplicação no processo de implementação de Os níveis de troponina cardíaca I em cães com dirofilariose e sem dirofilariose foram estudados, tendo-se chegado à conclusão que existem diferenças estatísticas muito significativas entre animais infectados e não infectados, levando a crer que os níveis de troponina cardíaca I poderá ser um indicador importante da

ariose (Gazyagci, Dogru & Yagei, 2011). biomarcadores cardiopulmonares são parâmetros biológicos que podem ser medidos e quantificados como indicadores de processos patogénicos ou como indicadores da resposta

T e I, mioglobina e dímero ram estudados recentemente, tendo

uso de troponina I e mioglobina como biomarcadores do dano cardíaco e o uso de dímero de tromboembolismo pulmonar n

se que os níveis da mesma são igualmente indetectáveis Teste Antigénico

Carga parasitária baixa - Ag indetectáveis

. Fonte: adaptado de Atkins, 2005 e C. Genchi, 2007b. oléculas libertadas no sangue como consequência de dano celular em capilares

lise de trombos podem servir como marcadores de afecção cardiovascular, tendo aplicação no processo de implementação de Os níveis de troponina cardíaca I em cães com se chegado à conclusão que existem diferenças estatísticas muito significativas entre animais infectados e não infectados, levando a crer que os níveis de troponina cardíaca I poderá ser um indicador importante da

ariose (Gazyagci, Dogru & Yagei, 2011). biomarcadores cardiopulmonares são parâmetros biológicos que podem ser medidos e quantificados como indicadores de processos patogénicos ou como indicadores da resposta

T e I, mioglobina e dímero

ram estudados recentemente, tendo-se obtido dados que indicam o uso de troponina I e mioglobina como biomarcadores do dano cardíaco e o uso de dímero

de tromboembolismo pulmonar n

se que os níveis da mesma são igualmente indetectáveis

Negativo

Carga parasitária baixa Ag indetectáveis

. Fonte: adaptado de Atkins, 2005 e C. Genchi, 2007b. oléculas libertadas no sangue como consequência de dano celular em capilares

lise de trombos podem servir como marcadores de afecção cardiovascular, tendo aplicação no processo de implementação de Os níveis de troponina cardíaca I em cães com se chegado à conclusão que existem diferenças estatísticas muito significativas entre animais infectados e não infectados, levando a crer que os níveis de troponina cardíaca I poderá ser um indicador importante da

ariose (Gazyagci, Dogru & Yagei, 2011). biomarcadores cardiopulmonares são parâmetros biológicos que podem ser medidos e quantificados como indicadores de processos patogénicos ou como indicadores da resposta T e I, mioglobina e dímero-D em cães com se obtido dados que indicam o uso de troponina I e mioglobina como biomarcadores do dano cardíaco e o uso de dímero

de tromboembolismo pulmonar nos cães. Já em se que os níveis da mesma são igualmente indetectáveis

Negativo

Animal não infectado

Se houver suspeita: Radiografia torácica Avaliar microfilarémia

Retestagem

62 . Fonte: adaptado de Atkins, 2005 e C. Genchi, 2007b. oléculas libertadas no sangue como consequência de dano celular em capilares

lise de trombos podem servir como marcadores de afecção cardiovascular, tendo aplicação no processo de implementação de Os níveis de troponina cardíaca I em cães com se chegado à conclusão que existem diferenças estatísticas muito significativas entre animais infectados e não infectados, levando a crer que os níveis de troponina cardíaca I poderá ser um indicador importante da ariose (Gazyagci, Dogru & Yagei, 2011). Os biomarcadores cardiopulmonares são parâmetros biológicos que podem ser medidos e quantificados como indicadores de processos patogénicos ou como indicadores da resposta D em cães com se obtido dados que indicam o uso de troponina I e mioglobina como biomarcadores do dano cardíaco e o uso de dímero-D os cães. Já em se que os níveis da mesma são igualmente indetectáveis

Animal não infectado

Se houver suspeita: Radiografia torácica Avaliar microfilarémia

Retestagem

62 oléculas libertadas no sangue como consequência de dano celular em capilares lise de trombos podem servir como marcadores de afecção cardiovascular, tendo aplicação no processo de implementação de Os níveis de troponina cardíaca I em cães com se chegado à conclusão que existem diferenças estatísticas muito significativas entre animais infectados e não infectados, levando a crer que os níveis de troponina cardíaca I poderá ser um indicador importante da Os biomarcadores cardiopulmonares são parâmetros biológicos que podem ser medidos e quantificados como indicadores de processos patogénicos ou como indicadores da resposta D em cães com se obtido dados que indicam o D os cães. Já em se que os níveis da mesma são igualmente indetectáveis

quer em cães saudáveis quer em infectados, não se reconhecendo a sua utilidade no diagnóstico (Carretón, Corbera, Juste, Mor

morte tenha precedido o

pôde ser excluída, apesar do diagnóstico negativ hipótese de localizações ectópicas (Simón et al., 2012)

No documento Dirofilariose canina (páginas 78-81)

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