Comité de Pilotagem Direcção Geral do Ambiente
EXECUTADOS NO ÂMBITO DA ELABORAÇÃO DO PANA
Impactos de apanha de inertes em Cabo Verde
Analisar a problemática de apanha de inertes (areia, britas, outros)
Identificar as alternativas para minimizar as consequências negativas desta prática Definir as estratégias de intervenção para a aquisição de material inerte para a construção
civil
Promover as estratégias d envolvimento da população sobretudo a informação e sensibilização da sociedade civil sobre a importância das leis de protecção ambiental
Métodos alternativos de construção, limitando o uso de areia
Estudar e avaliar os diferentes modos e práticas tradicionais de construção civil
Analisar as diferentes formas de utilização da areia e outros tipos de materiais inertes na construção civil
Propôr medidas e alternativas para a redução da utilização de areia na construção civil
Gestão dos resíduos sólidos
Dotar as entidades pertinentes de meios para a elaboração de um Plano de Gestão de Resíduos Sólidos para as diferentes ilhas de Cabo Verde
Propôr medidas e alternativas para o tratamento e deposição final (incl. reciclagem) de resíduos sólidos e líquidos tendo em consideração as condições específicas para as diferentes ilhas
Legislação, regulamentação e instrumentos de fiscalização no sector ambiental Analisar a qualidade e abrangência da legislação e regulamentação ambiental Cabo-
verdiana
Identificar e analisar os problemas e dificuldades e as suas causas na aplicação da legislação e regulamentação
Formular recomendações sobre a melhoria da própria legislação e dos instrumentos/métodos da aplicação da lei
Sistema de seguimento da qualidade ambiental
Delinear um sistema de monitorização para o seguimento da qualidade do Ambiente e do impacte da materialização do PANA II
Definir os indicadores das estruturas de seguimento de acordo com a realidade das diferentes ilhas
Identificar os valores básicos destes indicadores e as lacunas de conhecimento actuais Propôr actividades que conduzirão a preencher estas lacunas de conhecimento
Plano de gestão dos recursos da pesca em Cabo Verde Elaborar um plano de gestão dos recursos da pesca que indique
- a política estratégica de aproveitamento
- os instrumentos de gestão pluri - anuais dos recursos haliêuticos Impacte do PANA aos aspectos do género e da pobreza
Identificar, a nível nacional e local, as implicações sociais e económicas da implementação do PANA II e o seu impacto sobre a pobreza
Identificar o impacto do PANA II e dos Planos Ambientais Municipais aos aspectos e relações de género a nível nacional e local
Propôr meios práticos para facilitar a integração estrutural dos aspectos e relações do género e da pobreza nos planos e actividades ambientais
PANA II, Volume I, Anexo 1.1 Página 166
PANA II, Volume I, Anexo 2.1 Página 167
MAAP-GEP-EC Março de 2004
ANEXO 2.1 FUNÇÕES AMBIENTAIS PERTINENTES EM CABO VERDE
Uma função ambiental é definido como os bens e serviços fornecidos pelos recursos naturais, inclusivo o espaço territorial e a paisagem. A lista apresenta alguns exemplos (Fonte: SNV/AIDEnvironment, 2002).
Funções de produção
Oxigénio através de vegetação
Alimentação e nutrição vegetal para homens Forragem e nutrição para gado
Produtos de pescas Produtos de gado
Produtos bioquímicos e nutrientes Agua potável
Agua para animais / gado
Água para regadio indústrias, limpeza Agua para pescas, etc.
Agua como um meio de transporte Recursos genéticos (flora e fauna) Produtos medicinais (flora e fauna) Recursos de energia (por exemplo lenha)
Matérias-primas (construção, roupa, artesanato etc.) Funções de espaço
Espaço para campos de produção agrícola Espaço para campos de produção hortícola Espaço para florestas
Espaço para pastagem
Espaço para desenvolvimento urbano Espaço para desenvolvimento industrial Espaço para lixeiros
Espaço para transporte (estradas, portos, aeroportos) Funções de regulação (protecção)
Regulação de águas e erosão através de vegetação Regulação de inundações através de ribeiras Captação de agua e recarga de agua subterrânea Protecção de inundações por dunas, mangais, florestas Capacidade de retenção da água nos solos
Funções de purificação de águas e solo
Armazenamento e decomposição de resíduos sólidos Mecanismos de controlo biológico
Formação de solos superficiais
Regeneração e manutenção de fertilidade de solo Reprodução e crescimento de animais e plantas
Manutenção de diversidade biológica e genética (em termos de espécies e habitates)
Função de micro-clima de florestas
Florestas como fontes de carbono em termos de efeito nas mudanças climáticas mundiais
Funções culturais ou de informação Valores estéticos e turísticos
Valores espirituais e religiosos
Valores intrínsecos de toda a biodiversidade
PANA II, Volume I, Anexo 2.1 Página 168
PANA II, Volume I, Anexo 2.2 Página 169
ANEXO 2.2 TENDÊNCIAS DAS FUNÇÕES AMBIENTAIS POR MUNICÍPIO
Função
ambiental Indicadores
S. Antão S.
Vin S. Nic Sal BV Maio
Santiago Fogo Bra
va
RG Pa PN Pr SD SCr SCa S M Ta Mos S. F
Água
Quantidade ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ ↑ ↓ ↑ ↓ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑
Qualidade ↓ ↓ ↓ → ↓ → → ↓ ↑ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ → → →
Dispon. para agricultura ↓ ↓ ↓ ↑ ↓ ↑ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ ↑ ↑
Dispon. para pecuária ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ ↓ ↓ ↑ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ ↑ ↑
Dispon. para indústria ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ ↓ ↓ ↑ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ ↑ ↑
Dispon. para turismo ↑ ↑ ↓ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ ↑ ↑
Dispon. p/uso doméstico ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑
Águas subterrâneas ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓
Águas superficiais ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓
Bio- diversidade
Tamanho das populações da
diversidade vegetal ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ ↓
Área da cobertura vegetal ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ ↓
Nº de espécies em vias de extinção,
já extintas ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↓ ↑
Perímetros florestais ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ → ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑
Solo
Áreas de ocupação silvo-pastorís ↑ ↑ ↑ ↓ ↑ → ↓ ↑ → ↑ ↓ ↑ ↑ ↑ ↓ ↓ ↑
Áreas de agrícola de Sequeiro ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ → ↓ ↑ → ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓
Áreas de agrícola de regadio ↓ ↓ ↓ ↑ ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ ↑ ↓
Recursos marinhos
Produção do pescado ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↑ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓ ↓
Nível de consumo ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑
Grau de poluição da orla marítima ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑
Esforço de pesca ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑
Resíduos Produção de resíduos sólidos ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑
Lançamento de óleos usados no solo ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑
Recolha de resíduos ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑
Acumulação de resíduos não
biodegr. nas lixeiras ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑ ↑
PANA II, Volume I, Anexo 2.2 Página 170
PANA II, Volume I, Anexo 2.3 Página 171
ANEXO 2.3 ANÁLISE DOS PROBLEMAS AMBIENTAIS
Recursos
naturais Problemas ambientais Causas Actividades causadoras
Actores responsáveis
Primários Secundários Terceários
Solo Degradação de solos Erosão Práticas inadequadas na
agricultura Agricultores DGOTH, DGASP, MIT, MAAP, MEVRH. Destruição da cobertura vegetal Pastores,
criadores Extracção de inertes População Poluição do solo
urbano Acumulação de resíduos no solo Fraca utilização dos sanitários públicos População
Água Diminuição de
disponibilidade de águas subterrâneas e superficiais
Sobre exploração dos
recursos hídricos Uso de técnicas tradicionais de irrigação; Não utilização de fontes alternativas de exploração de água p/ agricultura (dessalinização) Agricultores DGASP, INGRH MAAP Insuficiência de equipamentos modernos para a exploração da água subterrânea
Exploração inadequada de águas
subterrâneas Agricultores INGRH MAAP
Aproveitamento muito deficiente de águas superficiais INGRH, DGASP MAAP Diminuição da
qualidade de água Intrusão salina; Poluição química das águas subterrâneas e superficiais;
Contaminação das águas dos poços com produtos micro- biológicos
Extracção de areia das praias; Pesticidas e outros produtos químicos;
Excretas dos animais (sobretudo no meio rural)
População
Ar Diminuição da
qualidade do ar Poluição atmosférica Libertação de gazes poluentes para atmosfera Viaturas, fábricas
PANA II, Volume I, Anexo 2.3 Página 172
MAAP-GEP-EC Março de 2004
Recursos
naturais Problemas ambientais Causas Actividades causadoras
Actores responsáveis
Primários Secundários Terceários Biodiversidade
terrestre Diminuição de populações de espécies
Destruição de
habitats Agricultura de sequeiro; Sobrepastoreio Pastores Agricultores DGASP MAAP; MIT
Criadores DGASP MAAP, MIT Apanha descontrolada de areia,
bolsas de pedra, extracção de pedras
População DGA,
Fiscalização MAAP Sobre-exploração de
espécies Sobrepastoreio Corte desenfreado coberto vegetal Biodiversidade
marinha Diminuição do tamanho de populações de espécies
Sobre-exploração de espécies (exploração desequilibrada)
Pesca Pescadores INDP, DGP,
DG Marinhas e Portos
MAAP, MIT Degradação física de
zonas litorais Extracção de inertes População DG Marinhas e DGA, Portos
MAAP, MIT Poluição química de
zonas litorais Acumulação de resíduos Empresas, população Municipais, Câmaras DG Marinhas e
Portos
MAAP, MIT
Orla costeira Degradação da zona
costeira Destruição da biodiversidade marinha; Poluição das praias
Apanha e extracção de areia e despejo de águas residuais
Paisagem Degradação da
paisagem Destruição de praias; e de zonas litorais; Destruição de
rochedos nas zonas montanhosas
Extracção de areia, pedras e outros inertes
Desorganização do
espaço rural Práticas agrícolas em zonas inadequadas Desorganização do
espaço urbano Urbanização desregrada nos centros urbanos Desorganização do
PANA II, Volume I, Anexo 2.3 Página 173
MAAP-GEP-EC Março de 2004
Recursos
naturais Problemas ambientais Causas Actividades causadoras
Actores responsáveis
Primários Secundários Terceários Recursos
geológicos Degradação dos recursos geológicos (rochas)
Destruição de bolsas
de rochas Exploração de pedreiras em zonas inadequadas População Resíduos
(valorizados) Acumulação e dispersão de resíduos Inexistência de rede de esgoto Actividades domésticas; Actividades comerciais; Actividades industriais Falta de aterro sanitário Aumento da população Aumento da produção de resíduos Deficiente fiscalização Fraca sensibilidade das pessoas Recolha deficiente de resíduos
PANA II, Volume I, Anexo 2.3 Página 174
PANA II, Volume I, Anexo 2.4 Página 175
ANEXO 2.4 PROBLEMAS AMBIENTAIS PRIORITÁRIOS E AS SUAS CAUSAS POR MUNICÍPIO
Problemas Causas S. Antão Vic S Nic S S a l B V Maio Santiago Fogo B r a va
RG Pa PN Pr SD Cr S Ca S SM Ta Ms SF
Dificuldade de abastecimento de água para consumo humano
Fraca cobertura da rede de água 2 2 2 4 2 3 3 3 2 3 3 3 3 3 2 3 1
Perda de água na conduta 1 1 2 4 2 4 4 4 3 3 2 2 2 3 3 3 2
Insuficiência de auto-tanques para
transporte de água no meio rural 1 1 1 4 1 4 4 4 3 2 2 2 2 3 1 1 1
Quantidade de água explorada
insuficiente 2 2 1 4 1 3 3 3 3 2 2 2 2 2 3 3 2
Fraca racionalidade na utilização da água 1 1 1 3 2 3 3 3 3 3 3 3 2 3 2 2 2
Fraca mobilização das águas
subterrâneas e superficiais 1 1 1 3 1 3 3 3 3 1 1 1 1 2 1 1 1
Má gestão a nível da ELECTRA 0 0 0 3 0 3 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0
Degradação da
cobertura vegetal Sobrepastoreio 2 2 1 3 1 4 3 3 2 2 1 1 1 ni 1 1 1
Práticas inadequadas de agricultura e
técnicas agrícolas 1 1 1 3 1 4 4 4 3 1 1 1 1 1 1 1 1
Falta de informação, formação e
sensibilização 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
Corte de árvores sem autorização 4 4 4 4 3 4 4 4 4 4 3 3 3 4 3 3 3
Exploração descontrolada dos inertes
Aumento das construções 3 3 2 1 3 1 2 3 1 3 3 2 3 2 3 2 3
Falta de alternativas de emprego/pobreza 2 2 1 2 3 4 4 4 2 3 2 3 3 3 3 3 3 Falta de alternativas em termos de
materiais de construção 1 1 3 3 2 3 3 3 1 2 2 2 3 3 3 2 1
Falta de um plano de ordenamento território
Falta de capacidade técnica do Poder Local
em elaborar POT 3 3 3 3 1 2 2 4 1 2 1 2 2 2 3 1 1
Meios financeiros insuficiente para
elaborar POT 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
Degradação da qualidade
estético paisagística
Falta de PDM 4 4 4 4 2 1 1 3 1 1 1 1 3 3 1 1 1
Falta de rigor na aplicação do PDU 2 2 2 4 3 3 3 3 1 3 3 3 3 3 4 3 3
Lixeira a céu aberto 3 3 3 4 4 4 4 4 1 3 3 3 3 3 3 2 3
Existência de oficinas (mecânica e de
carpintaria de forma desorganizada 2 2 2 3 3 3 3 3 1 3 3 3 3 3 3 3 3
Falta de aplicação do código da postura
Municipal 3 3 3 4 3 3 3 3 1 3 3 3 3 3 3 3 3
PANA II, Volume I, Anexo 2.4 Página 176
MAAP-GEP-EC Março de 2004
Problemas Causas S. Antão Vic S Nic S S a l B V Maio Santiago Fogo B r a va
RG Pa PN Pr SD Cr S Ca S SM Ta Ms SF
Deficiente
saneamento do meio Deficiente recolha e tratamento de resíduos sólidos 2 2 2 3 3 3 3 3 1 3 3 3 3 3 4 2 2
Práticas, atitudes inadequadas dos
munícipes 3 3 3 3 3 3 3 3 1 3 3 3 3 3 4 4
Maioria das habitações sem casa de banho 1 1 1 4 2 4 4 3 3 1 1 1 1 2 2 1 4
Rede geral de esgoto incompleto 1 1 1 4 1 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
Inexistência de aterro sanitário 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
Escassez de água de
rega Predominância Fraca mobilização e utilização de água de rega por alagamento 1 1 1 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 4 2 2 2
superficial e subterrânea 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
Perda de
biodiversidade Captura Fiscalização de espécies deficiente em vias de extinção 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
Informação, formação e sensibilização
deficientes 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1
1 = alta prioridade, 2 = prioridade secundária; 0 = menos importante; ni = não indicada
RG = Ribeira Grande, Pa = Paúl, PN = Porto Novo; SV = São Vicente, SN = São Nicolau; Pr = Praia, SD = São Domingos, SCr = Santa Cruz, SCa = Santa Catarina, SM = São Miguel, Ta = Tarrafal, Ms = Mosteiros, SF = São Filipe.
PANA II, Volume I, Anexo 4.1 Página 177