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XI) EXERCÍCIOS SOBRE CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE
1) Falsa; é possível, por meio de mandado de segurança, sustar processo legislativo de PEC que afronte cláusula pétrea.
2) Falsa; na hipótese, foi desrespeitada pelo órgão fracionário a reserva de plenário, estabelecida no art. 97 da CF; pela reserva de plenário, os tribunais somente podem declarar a inconstitucionalidade das leis por decisão de maioria absoluta de seus membros (Plenário) ou do órgão especial; os órgãos fracionários (turmas ou câmaras) não dispõem de competência originária para declarar a inconstitucionalidade das leis.
3) Falsa; segundo o STF, mesmo na ADIN por ele ajuizada, pode o Procurador-Geral da República, posteriormente, opinar pela sua improcedência.
4) Certa; nos termos da Lei 9.882/99, não será admitida argüição de descumprimento de preceito fundamental quando houver qualquer outro meio eficaz de sanar a lesividade (art. 4º, § 1º); do mesmo modo, reza a Lei 9.882/99 que a liminar em ADPF poderá consistir na determinação de que juízes e tribunais suspendam o andamento de processo ou os efeitos de decisões judiciais, ou de qualquer outra medida que apresente relação com a matéria objeto da argüição de descumprimento de preceito fundamental, salvo se decorrentes da coisa julgada (art. 5º, § 3º).
5) Falsa; segundo o STF, a ação civil pública pode ser utilizada como meio de controle de constitucionalidade no caso concreto (controle difuso ou incidental); o que não se admite é a sua utilização como sucedâneo da ADIN, com eficácia erga omnes.
6) Falsa; o Senado somente tem competência para suspender a execução de lei declarada definitivamente inconstitucional pelo STF, no âmbito do controle difuso ou incidental (CF, art.
52, X).
7) Certa; segundo a corrente majoritária, a suspensão da execução da lei pelo Senado Federal somente gera efeitos daí por diante (ex nunc).
8) Falsa; a atuação do Senado Federal somente ocorre no âmbito do controle difuso ou incidental.
9) Falsa; a atuação do Senado Federal somente ocorre no âmbito do controle difuso ou incidental.
10) Falsa; a decisão do STF numa ADIN é dotada de eficácia contra todos (erga omnes) e não há que se falar em atuação do Senado Federal no processo de ADIN (sua atuação só ocorre no controle difuso ou incidental).
11) Falsa; a decisão do STF numa ADIN é dotada de eficácia contra todos (erga omnes) e não há que se falar em atuação do Senado Federal no processo de ADIN (sua atuação só ocorre no controle difuso ou incidental).
12) Certa; a própria decisão do STF em ADIN é dotada de eficácia contra todos (erga omnes);
logo, não há que se falar em comunicação ao Senado Federal, para o fim de suspensão da execução da lei.
13) Certa; o art. 49, V, da CF confere competência ao Congresso Nacional para, por ato próprio, sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa; entretanto, entende o STF que esse ato do Congresso Nacional, que susta o ato exorbitante do Executivo, pode ter sua constitucionalidade aferida pelo Poder Judiciário.
14) Certa; o art. 49, V, da CF confere competência ao Congresso Nacional para, por ato próprio, sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem dos limites de delegação legislativa.
15) Certa; o Poder Executivo aprecia a constitucionalidade de um projeto de lei no momento da sanção/veto, uma vez que ele pode vetá-lo, se considera-lo inconstitucional; o Legislativo aprecia a constitucionalidade de um projeto de lei por meio da atuação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ); nas duas hipóteses temos controle político preventivo de constitucionalidade.
16) Certa; quando o Presidente da República veta um projeto de lei por entendê-lo inconstitucional está realizando controle político preventivo de constitucionalidade.
17) Certa; o veto parcial somente pode abranger texto integral de artigo, de parágrafo, de inciso ou de alínea (CF, art. 66, § 2º).
18) Certa; uma das funções da Comissão de Constituição e Justiça é justamente apreciar a constitucionalidade de projetos de lei.
19) Certa; desde que no âmbito do controle difuso ou incidental, qualquer juiz ou tribunal do país pode declarar a inconstitucionalidade de uma lei.
20) Falsa; por força do art. 97 da CF, somente a maioria absoluta dos membros do tribunal ou do seu órgão especial pode declarar a inconstitucionalidade de uma lei; originariamente, portanto, os órgãos fracionários (câmaras ou turmas) não dispõem de competência para declarar a inconstitucionalidade das leis; porém, se já houver decisão do órgão especial, do Plenário do Tribunal ou do STF, os órgãos fracionários ganham competência para declarar a
inconstitucionalidade das leis, aplicando o precedente, sem necessidade de submeter a matéria à deliberação do Pleno ou do órgão especial; portanto, a necessidade de aplicação da reserva de plenário, estabelecida no art. 97 da CF, somente ocorre no primeiro julgamento sobre a constitucionalidade da lei; a partir daí, os próprios órgãos fracionários passam a declarar a inconstitucionalidade das leis.
21) Falsa; STJ não aprecia ADIN; somente o STF e os Tribunais de Justiça apreciam ADIN.
22) Falsa; os Tribunais de Justiça dos Estados e do DF também apreciam ADIN.
23) Falsa; o STF só aprecia ADIN em face da Constituição Federal.
24) Falsa; a ADECON não pode ter por objeto lei ou ato normativo estadual (só pode ser objeto de ADECON lei ou ato normativo federal).
25) Falsa; compete ao STF a apreciação de ADPF (CF, art. 102, § 1º).
26) Falsa; nos expressos termos da CF, o efeito vinculante das decisões proferidas em ADECON somente alcançam os demais órgãos do Poder Judiciário e o Poder Executivo (CF, art. 102, § 4º).
27) Falsa; Comissões do Senado Federal não podem propor ADIN (CF, art. 103, I ao IX).
28) Falsa; somente podem propor ADIN partido político com representação no Congresso Nacional (CF, art. 103, VIII).
29) Falsa; o Procurador-Geral da República será ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do STF (CF, art. 103, § 1º).
30) Falsa; a decisão proferida pelo STF na ADIN por omissão, de fato, não substituirá o legislador, isto é, o STF não editará a norma faltante; porém, ela é dotada de força mandamental, pois o STF dará ciência ao Poder competente para a adoção das providências cabíveis e, em se tratando de órgão administrativo, para fazê-lo em trinta dias (CF, art. 103, § 2º).
31) Falsa; em se tratando de omissão de Poder (Chefia dos Poderes da República), em respeito ao princípio da separação dos Poderes, não há previsão para fixação de prazo para a adoção das providências (CF, art. 103, § 2º); a fixação de prazo só ocorre quando a omissão é de órgão administrativo, hierarquizado, subordinado.
32) Falsa; na ADIN por omissão, o STF não substituirá o legislador, editando a norma faltante;
atuará, apenas, como determina o art. 103, § 2º, da CF.
33) Certa; na apreciação de ADIN o AGU é previamente citado para defender o ato impugnado (CF, art. 103, § 3º).
34) Falsa; o AGU não será ouvido nem na ADIN por omissão, nem na ADECON.
35) Certa; todos os legitimados para propor ADECON (CF, art. 103, § 4º) podem também propor ADIN (CF, art. 103, I ao IX); a recíproca, porém, não é verdadeira.
36) Falsa; lei estadual não pode ser objeto de ADECON (CF, art. 102, I, “a”).
37) Falsa; os Estados somente podem realizar controle abstrato (via ADIN, perante o TJ) de leis e atos normativos estaduais e municipais em face da Constituição Estadual (CF, art. 125, § 2º).
38) Falsa; o DF não tem competência para instituir ADIN, nem qualquer outra ação perante o Poder Judiciário, em sua Lei Orgânica; isso porque o DF não tem competência para legislar sobre o Poder Judiciário local; essa competência, nos termos do art. 22, XVI, da CF, pertence à União.
39) Falsa; de fato, quem vai estabelecer os legitimados para a propositura da ADIN no âmbito estadual será o próprio Estado, na sua Constituição, já que a este compete organizar sua própria Justiça (CF, art. 125); porém, o legislador constituinte estadual não é absolutamente livre para essa enumeração, pois a CF veda o monopólio, isto é, não pode o Estado outorgar competência para a propositura da ADIN a um único órgão (CF, art. 125, § 2º, parte final);
podem ser dois, três, quatro etc.; só não pode ser outorgada competência a um único órgão.
40) Certa; uma lei estadual pode ser objeto de ADIN perante o STF, em face da Constituição Federal (CF, art. 102, I, “a”), bem assim perante o TJ, em face da Constituição do Estado (CF, art. 125, § 2º).
41) Falsa; a ADIN é ação de natureza dúplice ou ambivalente: se julgada procedente, estará sendo reconhecida a inconstitucionalidade da norma impugnada; se julgada improcedente, o tribunal declarará a constitucionalidade da norma.
42) Falsa; a decisão proferida pelo STF no controle incidental é dotada de eficácia imediata, em relação às partes do processo; o que fica condicionada à atuação do Senado Federal é a suspensão da execução da lei, nos termos do art. 52, X, da CF.
43) Falsa; os Estados não podem instituir Tribunal não previsto na CF; o que podem os Estados é instituir a ADIN, a ser julgada pelo TJ, órgão já previsto na CF.
44) Certa; as duas ações produzem eficácia num ou noutro sentido, reconhecendo tanto a constitucionalidade (procedência da ADECON ou improcedência da ADIN) quanto a inconstitucionalidade (procedência da ADIN ou improcedência da ADECON).
45) Falsa; não cabe ao Distrito Federal legislar sobre o Poder Judiciário do DF; essa competência, no âmbito do DF, compete à União (CF, art. 22, XVI).
46) Falsa; segundo o STF, o AGU deve, sempre, defender a constitucionalidade da norma impugnada em ADIN; não admite o STF que o AGU opine pela inconstitucionalidade da norma.
47) Falsa; na apreciação da inconstitucionalidade por omissão, o Poder Judiciário, em nenhuma ação, substituirá o legislador, editando a norma faltante; na ADIN por omissão, será dada ciência ao Poder ou órgão administrativo omisso, nos termos do art. 103, § 2º, da CF.
48) Falsa; na apreciação da inconstitucionalidade por omissão, o Poder Judiciário, em nenhuma ação, substituirá o legislador, editando a norma faltante; na ADIN por omissão, será dada ciência ao Poder ou órgão administrativo omisso, nos termos do art. 103, § 2º, da CF.
49) Falsa; os Poderes Legislativo e Executivo também realizam controle de constitucionalidade: o Chefe do Executivo dispõe de poderes para vetar projetos de lei por inconstitucionalidade; o Chefe do Executivo pode deixar de aplicar uma lei por entendê-la inconstitucional; a Comissão de Constituição e Justiça do Legislativo aprecia a constitucionalidade de projeto de lei; os tribunais de contas realizam controle de constitucionalidade etc.
50) Falsa; os Tribunais de Justiça dos Estados e do DF também apreciam ADIN.
51) Certa; a atuação do Senado Federal, nos termos do art. 52, X, da CF, só ocorre no controle difuso; no controle concentrado a própria decisão do STF já é dotada de eficácia contra todos (erga omnes).
52) Falsa; há, no Brasil, duas ações destinadas ao controle da inconstitucionalidade por omissão: mandado de injunção e ADIN por omissão.
53) Certa; temos, de fato, tanto o controle difuso quanto o controle concentrado; entre eles há diferenças relativas aos efeitos da decisão (no controle difuso a eficácia é somente para as partes do processo; no concentrado a decisão vale para todos, erga omnes), aos legitimados (no controle difuso qualquer interessado, no curso de um processo judicial, pode dar início ao controle; no concentrado somente os legitimados pela CF), ao processo (o controle difuso ocorre em qualquer processo judicial concreto, quando uma das partes levanta uma questão constitucional; o controle concentrado é realizado por meio de ações especiais: ADIN, ADIN por omissão, ADECON e ADPF) e aos órgãos competentes para realizá-lo (o controle difuso é realizado por qualquer juiz ou tribunal do país; o controle concentrado somente é realizado pelo STF e pelos Tribunais de Justiça).
54) Falsa; de regra, nos tribunais somente a maioria absoluta do Pleno ou do órgão especial pode declarar a inconstitucionalidade das leis (CF, art. 97); os órgãos fracionários não podem fazê-lo, salvo na hipótese de já existir decisão anterior sobre a matéria proferida pelo Pleno, pelo órgão especial ou pelo STF.
55) Certa; a decisão proferida no controle difuso poderá ter efeitos contra todos se o Senado Federal decidir pela suspensão da lei, nos termos do art. 52, X, da CF.
56) Certa; esta é exatamente a conceituação de inconstitucionalidade por omissão: a omissão do legislador diante de uma exigência constitucional de legislar.
57) Certa; de regra, nosso controle é judicial repressivo; mas também temos controle preventivo judicial (via mandado de segurança, para sustar proposta de emenda à Constituição
que afronte cláusula pétrea) e controle preventivo político (veto do Chefe do Executivo por inconstitucionalidade e trabalho da Comissão de Constituição e Justiça no Legislativo).
58) Certa; esta a conceituação de controle difuso: diante de um caso concreto, qualquer juiz ou tribunal do país, afasta a aplicação da lei por ele tida por inconstitucional, somente para as partes do processo.
59) Falsa; o STF realiza tanto controle concentrado quanto controle difuso; naquele, a decisão é dotada de eficácia erga omnes; neste, a decisão do STF somente aproveita as partes do processo.
60) Falsa; as EC são passíveis de controle de constitucionalidade (difuso ou concentrado), tanto sob o aspecto formal, quanto sob a ótica material.
61) Falsa; a decisão do STF nessas ações tem efeito mandamental, reconhecendo a inconstitucionalidade da omissão e requerendo a edição da norma faltante; o que o STF não dispõe de competência para fazer é substituir o legislador, editando ele mesmo a norma faltante.
62) Falsa; essa exigência de se abranger texto integral de artigo, parágrafo, inciso ou alínea diz respeito ao poder de veto do Chefe do Executivo, não se aplica à declaração de inconstitucionalidade; o Poder Judiciário pode declarar a inconstitucionalidade de expressões constantes no caput do art. de uma lei, ou apenas de parte de um parágrafo, de um inciso etc.
63) Certa; mandado de segurança é ação do controle difuso ou incidental e, nesse controle, a decisão judicial, ainda quando proferida pelo STF, só alcança as partes do processo; eficácia erga omnes só no controle concentrado.
64) Falsa; a atuação do Senado Federal não ocorre no processo de ADIN.
65) Falsa; ao suspender a execução da lei, nos temos do art. 52, X, da CF, o Senado Federal não pode modificar, restringir ou ampliar a decisão proferida pelo STF.
66) Certa; a ADECON é ação dotada de natureza dúplice ou ambivalente, gerando eficácia jurídica tanto na procedência quanto na improcedência: se julgada procedente a ADECON, o STF estará reconhecendo a constitucionalidade da norma; se julgada improcedente a ADECON, a norma estará sendo considerada inconstitucional.
67) Falsa; a Câmara Legislativa do DF não legisla sobre o Poder Judiciário; esta competência, no DF, compete à União (CF, art. 22, XVI).
68) Falsa; somente podem ser impugnados em ADIN perante o STF leis e atos normativos federais, estaduais ou do DF, desde que no uso da sua competência estadual (CF, art. 102, I,
“a”).
69) Certa; na primeira instância, o juiz singular proclama a inconstitucionalidade da lei; nos tribunais, de regra, somente a maioria absoluta dos seus membros ou do respectivo órgão
especial pode declarar uma lei inconstitucional, por força da reserva de plenário, estabelecida no art. 97 da CF.
70) Falsa; normas constitucionais originárias não podem ser declaradas inconstitucionais, nem pelo STF, nem por qualquer órgão constituído.
71) Certa; o Senado Federal não está obrigado a suspender a execução da lei declarada inconstitucional pelo STF, nos termos do art. 52, X, da CF.
72) Certa; somente o STF e os Tribunais de Justiça dos Estados e do DF apreciam ADIN no Brasil.
73) Certa; quando o Presidente da República veta um projeto de lei, total ou parcialmente, por entendê-lo inconstitucional, está realizando controle preventivo de constitucionalidade.
74) Certa; no controle difuso, ainda quando a decisão é proferida pelo STF, a decisão só aproveita as partes do processo; a lei permanece incólume, plenamente vigente, no tocante a terceiros não participantes do processo.
75) Certa; o efeito vinculante só existe no controle concentrado; todas as ações do enunciado são ações do controle difuso ou incidental, em que não há que se falar em efeito vinculante.
76) Certa; somente o STF (CF, art. 102, § 2º).
77) Falsa; no controle concentrado, somente aqueles autorizados pela CF podem dar início ao controle (art. 103, I ao IX, no caso de ADIN e ADPF; art. 103, § 4º, no caso de ADECON).
78) Certa; por força da reserva de plenário (CF, art. 97), já exaustivamente comentada em exercícios anteriores.
79) Certa; no caso da decisão definitiva de mérito proferida em ADECON, nos termos do art.
102, § 2º, da CF.
80) Falsa; o STF realiza controle concentrado (por meio de ADIN, ADIN por omissão, ADECON e ADPF) e controle difuso, quando aprecia Recursos Extraordinários (RE), interpostos nas diversas ações, diante de casos concretos (mandado de segurança, habeas corpus etc.)
81) Falsa; a ADECON só admite como objeto leis e atos normativos federais (CF, art. 102, I,
“a”).
82) Falsa; não há que se falar em atuação do Senado Federal no processo de ADIN; a atuação do Senado somente ocorre no controle difuso ou incidental.
83) Falsa; a ADECON não admite como objeto lei estadual.
84) Falsa; todos os legitimados em ADECON (CF, art. 103, § 4º) podem ajuizar ADIN (CF, art.
103, I ao IX), mas a recíproca não é verdadeira.
85) Certa; segundo o STF, o AGU não atua em ADECON, porque nessa ação a norma não está sendo atacada, acoimada de inconstitucional; logo, não haveria razões para que o AGU defendesse a sua constitucionalidade.
86) Certa; somente o STF aprecia ADIN de lei federal; os tribunais de justiça somente apreciam em ADIN leis e atos normativos estaduais e municipais em face da Constituição Estadual (CF, art. 125, § 2º).
87) Falsa; o controle concentrado realizado pelos tribunais de justiça é em face da Constituição Estadual (CF, art. 125, § 2º); somente o STF realiza controle concentrado em confronto com a Constituição Federal.
88) Falsa; somente o STF controla lei federal em ADIN; qualquer juiz ou tribunal pode declarar a inconstitucionalidade de lei federal, desde que no controle difuso (em mandado de segurança, por exemplo).
89) Certa; a decisão proferida pelo STF em ADECON é dotada de efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e ao Poder Executivo (CF, art. 102, § 2º).
90) Falsa; a ADECON só admite como objeto leis e atos normativos federais (CF, art. 102, I,
“a”).
91) Certa; a ADECON é ação de natureza dúplice: se julgada procedente, a norma estará sendo declarada constitucional; se julgada improcedente, estará sendo reconhecida a inconstitucionalidade da norma; a decisão em ADECON, num ou noutro sentido (procedência ou improcedência), é dotada de eficácia contra todos (erga omnes) e efeito vinculante para os demais órgãos do Poder Judiciário e para o Poder Executivo (CF, art. 102, § 2º).
92) Falsa; recurso extraordinário é o meio de, no controle difuso, levar uma controvérsia constitucional ao conhecimento do STF; é o meio pelo qual um caso concreto chega ao STF; e, conforme vimos, no controle difuso a decisão do STF só aproveita as partes do processo – e não é dotada de efeito vinculante (um juiz de primeira instância poderá continuar a decidir em sentido contrário ao que foi decidido pelo STF).
93) Falsa; na via da ADECON só é possível discutir a constitucionalidade de leis ou atos normativos federais (CF, art. 102, I, “a”).
94) Falsa; uma lei municipal pode ser declarada inconstitucional pelo STF por meio de recurso extraordinário (controle difuso); lei municipal não pode ser objeto de ADIN perante o STF (CF, art. 102, I, “a”).
95) Falsa; somente os legitimados pela CF podem dar início ao controle abstrato perante o STF.
96) Certa; lei municipal alguma pode ser objeto de ADIN perante o STF.
97) Falsa; a ADECON é ação de natureza dúplice ou ambivalente, produzindo eficácia jurídica quando é julgada procedente ou improcedente; a decisão, num ou noutro sentido, é dotada de eficácia contra todos (erga omnes) e efeito vinculante, nos termos do art. 102, § 2º, da CF.
98) Falsa; um tribunal de justiça, como qualquer outro tribunal ou juiz do país, pode declarar a inconstitucionalidade de uma lei federal, desde que no âmbito do controle difuso ou incidental.
99) Falsa; os tribunais de justiça somente apreciam ADIN em confronto com a Constituição Estadual (CF, art. 125, § 2º).
100) Falsa; em regra, a decisão proferida em ADIN produz efeitos ex tunc; apenas em situações excepcionais, e por dois terços dos membros do STF, é possível a declaração de inconstitucionalidade com eficácia ex nunc (Lei 9.868/99, art. 27).
101) Falsa; o princípio da razoabilidade é fundamento para a declaração de inconstitucionalidade pelo Poder Judiciário.
102) Certa; a ADIN é ação dúplice ou ambivalente: se julgada procedente, a inconstitucionalidade da norma estará sendo reconhecida pelo STF; se julgada improcedente, a constitucionalidade da norma estará sendo declarada pelo STF.
103) Falsa; os conceitos do enunciado estão trocados.
104) Certa; a decisão proferida em ADECON é dotada de efeito vinculante em relação ao Poder Executivo, federal, estadual ou municipal.
105) Falsa; somente os legitimados do art. 103, I ao IX, podem ajuizar ADIN perante o STF.
106) Falsa; em regra, a lei inconstitucional no Brasil é nula, desprovida de validade desde a sua edição (eficácia ex tunc da declaração de inconstitucionalidade).
107) Falsa; a declaração de inconstitucionalidade num recurso extraordinário somente produz efeitos para as partes do processo (eficácia inter partes); a decisão proferida em ADIN tem efeitos contra todos (erga omnes).
108) Falsa; o STF tem competência para declarar a inconstitucionalidade de leis federais e estaduais (no controle difuso ou no controle concentrado), bem assim de leis municipais (somente no controle difuso).
109) Certa; no momento do veto, o Chefe do Executivo pode realizar controle de constitucionalidade preventivo, vetando o projeto por inconstitucionalidade.
110) Falsa; somente o STF e os Tribunais de Justiça apreciam a argüição de inconstitucionalidade na via de ação direta.
111) Certa; o art. 27 da Lei 9.868/99 permite que o STF, por razões de segurança jurídica ou relevante interesse social, declare em ADIN ou ADECON, desde que por deliberação de dois
111) Certa; o art. 27 da Lei 9.868/99 permite que o STF, por razões de segurança jurídica ou relevante interesse social, declare em ADIN ou ADECON, desde que por deliberação de dois