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u) Adquirir a senha de refeição com a antecedência mínima de um dia;

i) Pagar uma taxa adicional ao preço da senha da refeição, se adquirida no próprio dia, cujo valor é determinado anualmente por Despacho do Ministério de Educação;

ii) Não proceder à troca de senhas de refeição, salvo raras excepções devidamente justificadas.

v) Apresentar sugestões para um melhor funcionamento das aulas, da Escola e do Agrupamento;

x) Conhecer e cumprir as normas constantes do Plano de Segurança/Emergência.

Artigo 116º

Processo Individual do Aluno

1. O processo individual do aluno acompanha-o ao longo de todo o seu percurso escolar, sendo devolvido aos pais ou encarregado de educação ou, se maior de idade, ao aluno, no termo da escolaridade obrigatória.

2. São registadas no processo individual do aluno as informações relevantes do seu percurso educativo, designadamente as relativas a comportamentos meritórios e a medidas disciplinares sancionatórias aplicadas e seus efeitos.

3. As informações contidas no processo individual do aluno referentes a matéria disciplinar e de natureza pessoal e familiar são estritamente confidenciais, encontrando-se vinculados ao dever de sigilo todos os membros da comunidade educativa que a elas tenham acesso.

Artigo 117º Dever de Assiduidade 1. Frequência e assiduidade:

a) Para além do dever de frequência da escolaridade obrigatória, nos termos da Lei, os alunos são responsáveis pelo cumprimento do dever de assiduidade;

b) Os pais e encarregados de educação dos alunos menores de idade são responsáveis conjuntamente com estes pelo cumprimento dos deveres referidos no número anterior;

c) O dever de assiduidade implica para o aluno, quer a presença e a pontualidade na sala de aula e demais locais onde se desenvolva o trabalho escolar, quer uma atitude de empenho intelectual e comportamental adequada, de acordo com a sua idade, ao processo de ensino e aprendizagem.

SUBSECÇÃO II

2. É ainda considerada falta nos termos do número um do presente artigo a comparência do aluno às actividades escolares sem se fazer acompanhar do material necessário, quando esta situação inviabiliza a realização das actividades e ocorre de forma reiterada.

3. Decorrendo as aulas, em tempos consecutivos, registar-se-ão tantas faltas, quantos os tempos de ausência do aluno (2º e 3º Ciclos).

4. No 1º ciclo do ensino Básico, uma falta é a ausência do aluno a dois blocos de Actividades Curriculares.

5. Nas actividades de enriquecimento curricular, uma falta corresponde a um bloco de 45 minutos.

6. As faltas são registadas pelo professor titular ou pelo Director de Turma em suportes administrativos adequados.

7. A ordem de saída da sala de aula corresponde a uma falta injustificada.

8. A falta de pontualidade poderá ser sancionada com a marcação de uma falta.

9. Os alunos do ensino pré-escolar, ainda que não abrangidos pela escolaridade obrigatória, deverão ter uma frequência assídua. As faltas injustificadas por mais de 10 dias consecutivos implicarão a anulação da matrícula e a sua substituição por alunos que se encontrem em lista de espera, após ter sido avisado e ouvido o Encarregado de Educação.

Artigo 119º

Justificação das Faltas 1. São faltas justificadas as dadas pelos seguintes motivos:

a) Doença do aluno, devendo esta ser declarada por médico se determinar impedimento superior a cinco dias úteis;

b) Isolamento profiláctico, determinado por doença infecto-contagiosa de pessoa que coabite com o aluno, comprovada através de declaração da autoridade sanitária competente;

c) Falecimento de familiar, durante o período legal de justificação de faltas por falecimento de familiar previsto no estatuto dos funcionários públicos;

d) Nascimento de irmão, durante o dia do nascimento e o dia imediatamente posterior;

e) Realização de tratamento ambulatório, em virtude de doença ou deficiência, que não possa efectuar-se fora do período das actividades lectivas;

f) Assistência na doença a membro do agregado familiar, nos casos em que, comprovadamente, tal assistência não possa ser prestada por qualquer outra pessoa;

g) Acto decorrente da religião professada pelo aluno, desde que o mesmo não possa efectuar-se fora do período das actividades lectivas e corresponda a uma prática reconhecida como própria dessa religião;

h) Comparência a consultas pré-natais, período de parto e de amamentação, tal como definido na lei em vigor;

i) Preparação ou participação em provas desportivas ou eventos culturais, nos termos da legislação em vigor;

j) Participação em actividades associativas, nos termos da Lei;

k) Cumprimento de obrigações legais;

l) Outro facto impeditivo da presença na escola, desde que, comprovadamente, não seja imputável ao aluno e seja, justificadamente, considerado atendível pelo Director de Turma ou pelo professor titular.

m) As faltas previstas no n.º 2 do artigo 118º e n.º 4 do artigo 120º, são passíveis de justificação por parte do encarregado de educação quando o mesmo as fundamentar em factores de carência material extrema, devidamente comprovada.

Artigo 120º

Faltas de material didáctico

1. Tendo por base a legislação em vigor sobre a matéria, as faltas de material do aluno reflectir-se-ão na sua avaliação, de acordo com os critérios de avaliação definidos por cada Departamento Curricular.

2. Cabe ao professor da disciplina em que o aluno não se fizer acompanhar pelo material necessário à realização das actividades lectivas, tomar apontamento do facto, dar conhecimento ao encarregado de educação e ao Director de Turma.

3. O docente da disciplina, em conjunto com o Director de Turma, devem ainda providenciar os meios para a resolução da carência apresentada pelo aluno.

4. A marcação de falta ao aluno que não se fizer acompanhar do material necessário à realização da actividade lectiva, só é considerada se se tiver verificado por quatro vezes, o referido no número anterior, e daí em diante.

Artigo 121º Faltas Injustificadas 1. São faltas injustificadas quando:

a) Não tenha sido apresentada justificação, nos termos do n.º1 do artigo 119.º;

b) A justificação tenha sido apresentada fora de prazo;

c) A justificação não tenha sido aceite;

d) A marcação da falta resulte da aplicação da ordem de saída da sala de aula ou de medida disciplinar sancionatória.

2. Na situação prevista na alínea c) do número anterior, a não aceitação da justificação apresentada deve ser devidamente fundamentada.

3. As faltas injustificadas são comunicadas aos pais ou encarregados de educação ou, quando maior de idade, ao aluno, pelo director de turma ou pelo professor titular de turma, no prazo máximo de três dias úteis, pelo meio mais expedito.

Artigo 122º Excesso Grave de Faltas

1. No 1.º ciclo do ensino básico o aluno não pode dar mais de 10 faltas injustificadas.

2. Nos restantes ciclos, as faltas injustificadas não podem exceder o dobro do número de tempos lectivos semanais, por disciplina.

3. Quando for atingido metade do limite de faltas injustificadas, os pais e encarregados de educação ou, quando maior de idade, o aluno, são convocados, por carta, pelo Director de Turma ou pelo professor titular de turma, com o objectivo de os alertar para as consequências da violação do limite de faltas injustificadas e de se encontrar uma solução que permita garantir o cumprimento efectivo do dever de frequência, bem como o necessário aproveitamento escolar.

4. Caso se revele impraticável o referido no número anterior, por motivos não imputáveis à escola, a respectiva Comissão de Protecção de Crianças e Jovens deverá ser informada do excesso de faltas do aluno, sempre que a gravidade especial da situação o justifique.

5. Para os efeitos do disposto nos n.º 1 e 2, são também contabilizadas como faltas injustificadas as decorrentes da aplicação da medida correctiva de ordem de saída da sala de aula, nos termos do n.º 1, alínea a) do artigo 129.º e n.º 3, alínea b) do artigo 130.º.

Artigo 123º

Efeitos da ultrapassagem do limite de faltas injustificadas

1. Para os alunos que frequentam o 1.º ciclo do ensino básico, a violação do limite de faltas injustificadas previsto no n.º 1 do artigo anterior obriga ao cumprimento de um plano individual de trabalho que incidirá sobre todo o programa curricular do nível que frequenta e que permita recuperar o atraso das aprendizagens.

2. Para os alunos que frequentam o 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, a violação do limite de faltas injustificadas previsto no n.º 2 do artigo anterior obriga ao cumprimento de um plano individual de trabalho, que incidirá sobre a disciplina ou disciplinas em que ultrapassou o referido limite de faltas e que permita recuperar o atraso das aprendizagens.

3. O recurso ao plano individual de trabalho previsto nos números anteriores apenas pode ocorrer uma única vez no decurso de cada ano lectivo.

4. O cumprimento do plano individual de trabalho por parte do aluno realiza -se em período suplementar ao horário lectivo, competindo ao conselho pedagógico definir os termos da sua realização.

5. O previsto no número anterior não isenta o aluno da obrigação de cumprir o horário lectivo da turma em que se encontra inserido.

6. O plano individual de trabalho deve ser objecto de avaliação, nos termos a definir pelo conselho pedagógico da escola ou agrupamento de escolas.

Artigo 124º

Incumprimento do dever de assiduidade

1. Sempre que cesse o incumprimento do dever de assiduidade por parte do aluno, o conselho de turma de avaliação do final do ano lectivo pronunciar -se -á, em definitivo, sobre o efeito da ultrapassagem do limite de faltas injustificadas verificado.

2. Após o estabelecimento do plano individual de trabalho, a manutenção da situação do incumprimento do dever de assiduidade, por parte do aluno, determina que o director da escola, na iminência de abandono escolar, possa propor a frequência de um percurso curricular alternativo no interior da escola ou agrupamento de escolas.

3. O incumprimento reiterado do dever de assiduidade determina a retenção no ano de escolaridade que o aluno frequenta.

Artigo 125º

Plano Individual de Trabalho

1. Compete ao director de turma informar o(s) professor(es) da verificação das condições definidas no n.º 2 do artigo 123.°.

2. O plano individual de trabalho é da responsabilidade do(s) professor(s) que lecciona(m) a(s) disciplina(s), ou do professor titular de turma no 1º ciclo, devendo ser informados, além do aluno, os pais ou encarregado de educação no prazo máximo de 10 dias úteis.

3. O plano individual de trabalho deve incluir objectivos. conteúdos, actividades, recursos, calendarização e avaliação, concretizando-se num produto que pode revestir a forma escrita, oral ou prática, trabalho de pesquisa, ou projecto.

4. O prazo máximo para a realização do plano individual de trabalho é de 30 dias após a comunicação prevista no n.º 1 do presente artigo.

5. A avaliação do plano individual de trabalho tem natureza qualitativa, sendo utilizada para o efeito a tipologia de menções do ensino básico.

6. O plano, depois de aplicado e avaliado, será entregue pelo professor responsável ao director de turma para arquivo no respectivo dossier.

7. A avaliação obtida no plano individual de trabalho releva para os efeitos do número 1 do artigo anterior.

Artigo 126º

Efeitos das faltas nas actividades de enriquecimento curricular

1. As faltas devidamente justificadas às Actividades de Enriquecimento Curricular só contam para efeitos estatísticos.

SUBSECÇÃO III

No documento AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALCÁCER DO SAL (páginas 68-73)