• Nenhum resultado encontrado

FECHO DAS CÂMARAS

No documento Exmos. Srs., Cumprimentos, (páginas 49-52)

POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE

2.1.2.2 FECHO DAS CÂMARAS

Onde se refere:

“Para garantir o fecho de uma câmara, monta-se no seu topo o aro com a respectiva tampa ou tampas. Para garantir o fecho das câmaras de visita do tipo CVC, CVI, CVL e CVT o aro, com a respectiva tampa, deve ser ancorado no topo da chaminé.

O quadro seguinte, define as dimensões da tampa recomendada e a quantidade a utilizar em cada um dos tipos de câmaras:”

Propomos que passe a constar:

“O fecho dos diferentes tipos de CV`s é executado através da instalação no seu topo de um conjunto de aro com tampas (geometria rectangular) ou de um conjunto de tampa redonda (geometria circular).”

Relativamente à Tabela 8 - Dimensões das tampas das CV, consideramos que não tem qualquer interesse prático a indicação das dimensões das tampas, uma vez que há diferentes soluções no mercado (tampas simples, articuladas, etc.) que cobrem as dimensões de CV aqui normalizadas e que têm, por razões de projecto, dimensões de tampas diferentes das aqui definidas. Os conjuntos de aros e tampas são projectados pelos fabricantes em função da abertura útil da CV. Neste contexto, consideramos que a Tabela 8 deve ser retirada

Relativamente à Figura 27 – Tampa de caixa de visita do tipo CVR2, consideramos que ali deve passar a constar: “Exemplo de Tampa de caixa de visita do tipo CVR2”.

2.1.2.2.1 TAMPAS, LOCALIZAÇÃO E CARGAS ADMISSÍVEIS - Onde consta “O conjunto de tampa e aro metálico, em ferro fundido, deve respeitar a Norma Portuguesa NPEN 124, contendo a inscrição “Telecomunicações”, deve passar a constar:

“O conjunto de tampa e aro metálico, para as classe de aros e tampas (A15, B125, C250 E D400) deve respeitar os requisitos definidos na NP EN 124, contendo a inscrição “Telecomunicações”

Quanto ao Ponto 2.1.2.2.1 - Tampas, Localização e cargas admissíveis, atendendo a que no ITUR só se utilizam tampas de classes B125 ou D400, consideramos que, na Tabela 9, não faz sentido referir outras classes. Por outro lado, na referida tabela informa-se que as tampas devem satisfazer os valores de carga de ruptura, 1,5 kN, etc. Esclarece-se que este valor não tem a ver com a carga de ruptura do material, mas sim com o valor da carga de compressão a que o conjunto aro e tampas têm de satisfazer/cumprir. Por exemplo, a carga de ruptura do ferro fundido lamelar à compressão é na ordem dos 55kN a 65 kN.

Quanto ao Ponto 2.1.3.1 – Armários (4.º item destacado), em nosso entender, deverão ser eliminadas as possibilidades de instalação em "poste" e em "parede". O mesmo deverá acontecer com a referência às dimensões do corpo dos Armários.

No ponto 2.1.3.2, propomos que seja retirada a referência às dimensões dos espigões e, no que diz respeito aos tubos, deverá ser omitida a referência ao tipo de material.

2.1.3.2 PEDESTAIS

Onde consta a expressão “3 tubos de 90mm e respectivas guias”, deve passar a constar “3 tubos DN 110 (Ø interior ± 94 mm) e respectivas guias”.

Quando se refere “tipo PET”, consideramos que deve passar a constar “tipo PEAD”.

Relativamente ao 9.º parágrafo da página 36, propomos que a expressão “devem ser munidos de espigões roscados”, seja substituída por “devem ser munidos, quando possível, de espigões roscados”.

Propõe-se, também, acrescentar- no final do parágrafo “ou em geral devem ter um tipo de construção e formas de fixação do armário adaptadas ao modelo do armário utilizado, e que

permitam a sua desmontagem para eventual substituição”, sugerindo-se que o último parágrafo deste ponto seja eliminado.

No Ponto 2.1.4, 3.º parágrafo, onde se lê “de cima para baixo”, consideramos que deve passar a ler-se “de baixo para cima”. Concomitantemente, no penúltimo parágrafo deste ponto, deverá substituir-se “parte superior esquerda” por “parte inferior esquerda”.

Em nosso entender, o texto do Ponto 2.1.5 deverá começar com o seguinte parágrafo: “As Galerias Técnicas apenas poderão ser usadas em situações excepcionais, devidamente justificadas pelo projectista”.

Considera-se que as galerias técnicas, no caso das ITUR públicas, podem implicar constrangimentos à actuação dos operadores, pelo que a sua utilização deve ser restringida a casos excepcionais e devidamente justificados.

No 1.º parágrafo deste ponto, onde consta “Consoante as dimensões da urbanização…”, consideramos que deve passar a constar “Nas ITUR privadas, onde não se preveja a instalação de cabos e equipamentos por parte dos operadores de redes públicas, consoante as dimensões da urbanização…”.

Por outro lado, deve ser acrescentado um 2.º parágrafo, com o seguinte teor “No caso das ITUR públicas, e onde se preveja a instalação de cabos e equipamentos por operadores que façam a respectiva ligação a redes públicas, devido ao facto de implicarem constrangimentos de acesso, nomeadamente para efeitos de conservação, as Galerias Técnicas devem ser consideradas como soluções excepcionais e devidamente justificadas pelo projectista.”

Quanto ao Ponto 2.1.6 - Salas Técnicas - (4º item destacado, na página 39), em nosso entender, o texto deverá referir a existência de um quadro eléctrico, ligado ao quadro de serviços comuns ou, na falta deste, prever a instalação com caixa para dispositivo de contagem e fiscalizador de potência e, caso o fornecedor de energia eléctrica o entenda, uma portinhola.

Propõe-se a alteração da Tabela 10, constante da página 38, de modo a que a dimensão mínima das salas técnicas seja de 2,0mx2,0m.

Propõe-se que seja acrescentado, no início do 3.º parágrafo da mesma página, a seguinte frase: “As Salas Técnicas devem ter porta com abertura para o exterior.” Onde consta “caso isto não se verifique”, deve passar a constar “nos casos excepcionais em que tal não seja possível”. No 5.º parágrafo deste Ponto, onde consta “Altura mínima de 2,2m”, consideramos que deve passar a constar “Altura mínima de 2,7m”.

No documento Exmos. Srs., Cumprimentos, (páginas 49-52)

Documentos relacionados