.especialmente para o armazen aTnento, tornan do-o b as 1:ante orie r-os o.Uma diminuição da temperatura, implica num aumento da umidade relativa fi ar, podendo prejudicar a viabilidade da semente com o aumento do seu conteúdo de umidade. Em razão disso, as sementes conservadas neste método perdem rapidamente a viabilidade ao serem colocadas sob
dições ambientais.·
con-3.2. Armazenamento a Umidades Baixas
f
realizado em câmaras desumidificadas, onde o ambienteé
mantido a baixa umidade relativa.
t
"one.r-os o,mas tem a vantagem de não provocar grandes perdas na germinaçao das sementes, quando elasvol-tam às condições ambientais.
3.3. Armazenamento com Embalagens a Prova de Umidade
É Dreciso reduzir a umidade da semente a níveis adequados e colocá-Ias em embalagens
à
prova de umidade, her-me ticamente fecha-das. Sabe-se que sementes úmidas armazenadas em recipientesã
provade umidade, deterioram mais rapidamente do que em rc.ciDientes permea veis, devido a fermentação e atividade dos organismos anaeróbicos.
Carvalho & Nak ag awa (1980) dizem que um clima tiDicamente tropical, como e o caso da A~azônia, deve-se fazer uma secagem
ri~o-rosa das semen1:es e, posteriormente, usar uma esDalage2 iDDerneável.
Deichmann (1967) sugere que se cople a natureza, armazen2~
do as sementes; a) em ambiente seco e baixa temperatura, simulando as condições no cone ou fruto seco; b) em ambiente úmido e baixa temperatura, simulando as condições no chão da floresta; c) armaze-nament-à
ã
temperatura do ambiente, simulando as condições de uma es-tação cálida e seca após a maturação.o
LAS do CPATU realiza diversos experimentos de ar~azena-mento, estando em andamento estudos de conservação de sementes de Da-
-rapara; marupa; tatajuba e cu~aru CDipterix odorata). ~esultad05 o~
tidos no LA..Sdo CPATU recomendam armazenar sementes de freij ó em err.-balagens plásticas, com umidade das sementes próxima a 15%, em cârr,a-ra com temperatura de 100C e umidade relativa de 30% (Vianna, 1982).
Para sementes de andiroba, recomenda-se conservação em câmara úrr:ida (140C e 80% de D.R.)
VI - CONCLUSÕES
Nota-se a complexidade de um estudo completo sobre semen-tes florestais, que possuem características importantes e específi-cas, sendo necessárias pesquisas básicas para melhor determinar o seu uso.
As sementes de espécies florestais da P~azônia, por terem sido pouco estudadas, aDresentam maiores problemas, inclusive Dela falta de padronização dos testes de laboratório, e pela dificuldade de conservação do seu poder germinativo.
A pesquisa desenvolvida pelo CPATU busca solução Dara os problemas imediatos, mas ~reocupa-se com um refinamento dos
traba-lhos realizados, através de uma estruturação melhor do trabalho de campo, além da construção e instalação de um moderno Laboratório de Sementes Florestais.
VII - REFIRtNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BACCHI, O. 'Regras Dara Jmálise "de"Sementes . da Agricultura, 1963. 53p.
são Paulo, Secretaria
BARNER, H. The storage oftree seed. Humleback (D~mark), FAO Forest Tree Seed" Centre, 1975. 20p.
CARVALHO, J.O.P. de. FenoloEiade eSDécies florestais de Dotenc;al econômico que ocorrem na Floresta nacional do TaDa4ós. Be1ém, CPATU-E!1BRAPA, 1980. (EI1BRAPA- Boletim de Pesquisa, 21)).
CARVALHO, N.M.
&
NAKAGAHA, J.SementesJCiência, Tecno1o\!ia e Pro-dução. Campinas, Fundação CARGILL, 1980. 326D.DEI CHHANN, V. von. "Sement es e Viveiros Flores tais. Curi tiba, Es co-la de Florestas da Universidade Federal do paraná, 1967. 196p.
DELOUCHE,J.C. & POTTS, H.C. ProF-rama de Seffientes. P1aneja~ento e Implantação. 29 edição. Brasília, AGIPLAN, 1974. 124p.
FOURNIER, L.A. & CHP.RPANTIER, C. El tamàÍÍo de Ia muestra y Ia frequencia de las observaciones en el estudio de Ias caracteris-ticas fenologicas de 10s arboles tropicales. R. Interamer. Cio Agric., Turrialba, 25(1) :3-92, 1975.
HARRINGTOI'"J,J. F. In: Seed 3iology (
T.
T. KozLoviski. Editor). Academia Press. Ne,oJYor-k , 1972. V.III, D.
145-245.
KAGEYPJ.'-lA, P. Y. Relat6rio de visita ao Centro de Pesquisa A\!rODeCU~-ria do Tr6DicO Úmido (CPATU)da D1BRAPA, "Relat6rio ao PrograJna Na~ion~ld~ "Pesquisa Tlor~stal (PNPF), Belérn, 1980, mimeografado.
KAGEYA11A, P.Y. & FONSECA, S.M. Hetodologia Dara a seleção e avalia-ção de ~rvo~es sUDe~i6res d~ Pinus" ta~da. Piracicaba, IPEF, 1979. 25p. (Circular Técnica, 55).
KANASHIRO, M.
&
VIANNA, N.G. i1aturacão de Sementes de Cordia goel-diana Huber. Be Lern, CPATU-EHBRP.PA, 1982. (EI1B?-.APA.Circular Téc-ni c a , 28).KE:-1P,R.H. Seed Collection: temDorarv stora?;e ano tra?1SDort, docu-mentation, training, safetv and sUDervision. Oxford, COGmo?1wealt~
Forestry Institute, 1975. 6p.
LIBERAL, O.B.T. 8~COELHO, R.C. "lI1anualdo laboratório de análise de sementes. Niteroi, Empresa de Pesquisa Agropecu~ria do Estado do Rio de Janeiro, 1980. v.l .
.
"I1INIST~RIO DA AGRICULTURA, Departamento Nacional de Produção Ver:;etal Di visão de Sementes e :1udas: Regras nara Análise de Sementes. Bra sil, 1976.
HORA, A. L. et. alii. P.spectos da Drodução de sementes de eSDécies florestais. IPEF, Piracicaba, (2):6, l-60, jun. 1981. (Série Técnica, 6).
NIEl1BRO ROCAS, A. Factores ~elacionados con la calidad de las semillas que determinan e1 esta"!::llecimientoV desarollo de nlantaciones fo-restales. Chapingo (México), Universidad Autono~a C~apingo, 1980.
33p.
PATINO VALERA, F. & VILL/I.GO:"EZf>.GUILL.ll,.~, v Los analisis de semillas y su utilizacion
Divrilgativo TNIF,
en Ia propagacion de eSDecies forestales.Boletirn
~1
é
xic o, (4 O) : 1- 26, fiai. 1976.t
POPINIGIS, F. Fisiólog"ia da Sernent e , Brasília, AGIPLAN, 1977.289p.
Ilust.
PRODEPEF. Centro de"Pesauisas Florestais da P..mazônia - PrOlIramacao Técnica. Brasília, PNUD/FAO/IBDF/~in. da Agricultura, 1976. 590.
(Série Divulgação n9 9).
TAKAYANAGY,K. Seed storage and longevity.
(ASPAC. Extension Bulletin, 36).
Tai~.;ran, P.SPEC, 1973.
TSCHINKEL, H. La madurez y el almacenamiento de semillas de Cordia Füliodora (Ruiz & Pav.) Cham. Turrialba, 17 (1)89-90. 1967.
VIANl'IA, 1'1.G. Conservação de Sementes de Andiroba (Carana puianens is Aubl.) BeLern, EHBRAPA-CPATU,1982. 10p. (EHBPJ\PA-CPATU.Circular Técnica, 34).
VIANNA,N.G. Producão e TecnololIia de Sementes de Freiió CCordia goeldiana Huber). BeLern , CPATU-EI-"mRAPA,1982 CE1BRJ\PJ... Circular Técnica, 37).
VILLAG0l1EZ,A. YOLANDAet a1ii.
de un laboratorio de semil1as.
vestigaciones forestales, 1979.
Lineamientos Dara el funcionamientõ Mexico, Instituto Nacional de
In-CBo1etin Divu1gativo, n9 48).
Jf I
1\