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CAPÍTULO I OBJETO, PROBLEMA E MÉTODO

1.3 INCURSÕES METODOLÓGICAS

1.3.3 Fontes

1.3.3.2 Fontes acessadas para a construção do Capítulo 3

A maior parte das fontes acessadas para pesquisar e compor a breve genealogia das políticas de saúde pública no Brasil foram secundárias e terciárias. Devido à extensão do período histórico abordado - do século XIX à virada do XXI - e do tempo hábil para concluir o estudo e a escrita dos outros capítulos da dissertação, o número de fontes primárias acessadas foi menor do que o de secundárias e terciárias, consistindo nos seguintes documentos:

Constituição Política do Império do Brazil (de 25 de Março de 1824);

Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil (de 24 de Fevereiro de 1891);

Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil (de 16 de Julho de 1934);

Constituição dos Estados Unidos do Brasil (de 10 de Novembro de 1937);

Constituição dos Estados Unidos do Brasil (de 18 de setembro de 1946);

Decreto n° 49.974, de 21 de Janeiro de 1961 - Código Nacional de Saúde;

Constituição da República Federativa do Brasil (de 24 de Janeiro de 1967);

Emenda Constitucional nº 1, de 17 de outubro de 1969;

URSS (1978). “Declaração de Alma-Ata”. Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde: Alma-Ata; CANADÁ (1986). “Carta de Ottawa”. Primeira Conferência

Internacional sobre Promoção da Saúde: Ottawa;

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (de 05 de Outubro de 1988);

Lei 8.080 (de 19 de Setembro 1990); Lei 8.142 (de 28 de Dezembro de 1990).

A busca das fontes secundárias e terciárias teve início com uma pesquisa à base de dados Scielo e ao Schoolar Google, por meio dos descritores “história das políticas de saúde”, “saúde pública e história”, “políticas sanitárias e história” e “histórico das políticas de saúde”. Feito isso, foram selecionados os artigos e o capítulo de livro22 abaixo listados, a partir da leitura de seus resumos e da observação geral de que iam ao encontro do assunto que buscávamos.

ALMEIDA, M. (2005). São Paulo na virada do século XX: um laboratório de saúde pública para o Brasil. Tempo, Rio de Janeiro, nº 19, pp. 77-89;

AVELINO, Y. D. (2008). Territórios de Exclusão Social: A Cidade e a Saúde Pública (1889-1930). Texto integrante dos

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Este capítulo do livro Tratado de saúde coletiva está disponível on-line, digitando-se seu título no campo de buscas do site google.com, ele é o primeiro documento em formato Word que aparece entre os itens que esta busca apresenta.

Anais do XIX Encontro Regional de História: Poder, Violência e Exclusão. ANPUH/SP – USP. São Paulo, 08 a 12 de setembro de 2008;

CASTRO-SANTOS, L. A. de (1998). As Origens da Reforma Sanitária e da Modernização Conservadora na Bahia durante a Primeira República. Dados, vol. 41 n. 3, Rio de Janeiro;

FARIA, L. R. de. (1995). Os primeiros anos da reforma sanitária no Brasil e a atuação da Fundação Rockefeller (1915-1920). Physis. Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.5, n.1, p.109-127;

HOCHMAN, G. (1993). Regulando os Efeitos da Interdependência: sobre as relações entre saúde pública e construção do Estado (Brasil 1910-1930). Estudos históricos, Rio de Janeiro, vol.6, n. 11, p. 40-61;

LIMA, N. S. (1998). Missões civilizatórias da República e interpretação do Brasil. História, Ciências, Saúde - Manguinhos, vol. V (suplemento), 163-193 julho;

LIMA, N. T.; HOCHMAN, G. (2000). Pouca saúde, muita saúva, os males do Brasil são... Discurso médico-sanitário e interpretação do país. Ciência & Saúde Coletiva, 5(2):313-332; NUNES, E. D. (2000). Sobre a história da saúde pública: idéias e

autores. Ciência & Saúde Coletiva, 5(2):251-264;

NUNES, E. D. (2006). Saúde coletiva: uma história recente de um passado remoto. In: CAMPOS, G. W. de S.; MINAYO, M. C. de S.; AKERMAN, M.; DRUMOND JÚNIOR, M.; CARVALHO, Y. M. de (Orgs). Tratado de saúde coletiva. Rio de Janeiro, Hucitec; Fiocruz;

PAIVA, C. H. (2003) A saúde pública em tempos de burocratização: o caso do médico Noel Nutels. História, Ciências, Saúde. Manguinhos, vol. 10(3): 827-51, set.-dez;

SANTOS, L. A. de C. (1985). O pensamento sanitarista na Primeira República: Uma ideologia de construção da nacionalidade. Dados. Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, v.28, n.2, p.193-210.

TEIXEIRA, L. A. (2006). Comentário: Rodolfo Mascarenhas e a história da saúde pública em São Paulo. Rev. Saúde Pública; (40)1: 3-19.

Estes estudos foram lidos parcialmente ou na íntegra e deles foram destacadas referências de livros e outros artigos que apareceram citados direta, indiretamente ou que fizeram parte das referências bibliográficas e pareciam abordar a história das políticas de saúde pública no Brasil. Dentre as fontes assim encontradas, há que se destacar a pesquisa de Machado R; Loureiro A; Luz R & Muricy K (1978)23, a partir da qual definimos o ponto de partida temporal e compusemos a maior parte da genealogia das políticas de saúde pública brasileiras referente ao século XIX. Ainda na composição deste período, foram importantes os seguintes estudos:

CHALHOUB, S. (1996). Cidade febril: cortiços e epidemias na Corte Imperial. São Paulo: Companhia das Letras;

HOCHMAN, G. (1998). A era do saneamento. Hucitec- ANPOCS, São Paulo;

LUZ, M. T. (1982). Medicina e ordem política brasileira: políticas e instituições de saúde (1850-1930). Rio de Janeiro: Edições Graal;

RIBEIRO, M. A. R. (1993). História sem fim. Inventário da saúde pública. São Paulo: 1880-1930. Editora da Universidade Estadual Paulista, São Paulo;

SINGER, P.; CAMPOS, O. & OLIVEIRA, E. M. de (1988). Prevenir e curar: o controle social através dos serviços de saúde. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1988, pp. 96-97;

23 Machado R; Loureiro A; Luz R & Muricy K (1978). Danação da norma: a constituição da medicina social e da psiquiatria no Brasil. Rio de Janeiro: Graal.

TELAROLLI JUNIOR, R. (1996). Poder e saúde: as epidemias e a formação dos serviços de saúde em São Paulo. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista;

Os quatro últimos também serviram ao estudo e à escrita sobre as primeiras décadas do século XX e, desta década em diante, as fontes utilizadas foram24:

AROUCA, S. (2003) O dilema preventivista: contribuição para a compreensão e crítica da medicina preventiva. São Paulo: Editora UNESP; Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ;

BRASIL (2003). Direito sanitário e saúde pública – volume II. Ministério da Saúde: Brasília;

CARVALHO, B. G.; MARTIN, G. B.; & CORDONI JR, L. (2001) “A Organização do Sistema de Saúde no Brasil”. In: ANDRADE, S. M.; SOARES, D. A.; & CORDONI JUNIOR, L. [Orgs.] Bases da saúde coletiva. Londrina: Ed. EU,. pp. 27- 59;

RODRIGUES, B. de A. (1979). Fundamentos de administração sanitária. São Paulo: USAID, 2ª Ed;

ROS, M. A. Da. (2006). “Políticas Públicas de Saúde no Brasil”. In: ROS, M. A.; PALMA, A.; ESTEVÃO, A.; BAGRICHEVSKY, M. [Orgs.]. A Saúde em Debate na Educação Física. Blumenau: Nova Letra, vol. 2;

SCLIAR, M. (2007). História do conceito de saúde. PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 17(1): 29-41.

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