3 DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO
3.3 FORMA E FUNÇÃO
A ideia que subjaz à forma proposta para o kit biomédico é a de que deverá sugerir um caráter “amigável” ao
produto, com contentor e conteúdo incorporados num mesmo volume compacto, distintivo sem arestas
contundentes para os utilizadores, com simplicidade de linhas e volumes, procurando promover uma leitura clara
das suas premissas, procurando valorizar o conteúdo funcional em detrimento de uma aparência disruptiva,
tendencialmente “ruidosa” tendo em conta o contexto.
A construção do casco exterior em diferentes materiais poliméricos e madeira, pretende sugerir um conceito
de simbiose do mundo artificial com o natural, convergindo caraterísticas e especificidades para uma mesma e
melhorada função.
A escolha dos materiais e cores possíveis torna expectável a sua identificação imediata, no contexto
apropriado, distinguindo-se de outros dispositivos médicos nas suas proximidades.
ESTUDOS PRELIMINARES
Nesta fase de estudos preliminares de formas procurou-se entender como poderiam os vários componentes
articular-se entre si.
A serem reunidos num mesmo volume, que dimensões teriam os diversos componentes, como poderíamos
aceder-lhes, como seriam as respetivas interfaces.
Figura 37 - Exemplo de atualização de software dos automóveis da Tesla
Fonte:
https://cleantechnica.com/2017/12/29/teslas-freakin-computers-1st-software-update-notes-freakout-reflections/
As formas finais foram sendo definidas e os estudos preliminares foram focando-se em articulações e encaixes
de diferentes componentes e materiais.
Uma vez que o conjunto de componentes do produto em questão abrange tipologias bastante distintas, o foco
tornou-se a máxima neutralidade formal, adotando formas simples e arredondadas e materiais similares.
A ideia de integrar compartimentação no corpo da coluna de som para armazenamento e carregamento dos
restantes componentes do kit foi ganhando forma ao longo das dezenas de esboços efetuadas.
A integração da forma da cruz foi uma recorrência na execução dos desenhos, procurando integrar uma
simbologia simples e comum do contexto médico, permitindo uma identificação clara dos componentes e das
funções que os mesmos deverão cumprir (ver Figura 38).
Num plano puramente estético, entendeu-se que a utilização de uma linguagem de inspiração retro,
apropriando-se claramente de determinados argumentos de Dieter Rams (como o padrão de perfuração do exterior
da coluna de som- ver Figura 39), ou mesmo a convivência de materiais poliméricos com a madeira fletida (ver
Figura 40), poderiam originar uma sensação de familiaridade com os produtos, tornando-os “da casa” ao invés de
intrusos no ambiente doméstico por força de uma doença ou incapacidade.
Figura 38 - Cruz verde como símbolo facilmente reconhecível de serviços de saúde
Fonte:
https://www.correofarmaceutico.com/profesion/farmacia-comunitaria/fefac-denuncia-el-uso-de-la-cruz-verde-por-una-perfumeria-en-gerona.html
Figura 39 - Rádio T41 da Braun com design de Dieter Rams
Figura 40 – Rádio/gira-discos SK4/10 da Braun, design: Hans Gugelot e Dieter Rams, 1956
Fonte: https://www.moma.org/collection/works/2649
Figura 41 - Desenhos esquemáticos e estudos de forma
DESENHOS DE COMPONENTES E ESQUEMAS FUNCIONAIS
Nesta secção expõem-se os resultados das modelações originadas pelos diferentes desenhos dos componentes
que constituem o kit biomédico (ver Figuras 41 e 42). O trabalho de modelação tridimensional foi fundamental
no trabalho de estruturação das diferentes dimensões e materiais que constituem este conjunto de produtos.
A modelação permitiu entender questões técnicas de construção de cada um dos elementos e a forma como
se poderiam articular no conjunto para que os eu desempenho fosse otimizado.
Definido o conjunto de peças a desenhar, constituído por óculos de realidade aumentada, pulseiras com
sensores de movimento e a coluna de som com compartimentos de armazenagem e carregamento de biossensores
e outros componentes, cada um dos objetos foi alvo de estudos de forma, experiências de dimensionamento, e
uma pesquisa sucinta dos materiais a utilizar.
Figura 43 - Renderização de modelo de teste para os óculos
Óculos
A forma das armações dos óculos foi sujeita a diversas experiências de modelação, onde se procurou resolver
questões de dimensionamento, bem como compreender quais as curvaturas de cariz ergonómico aplicáveis a este
tipo de produto (ver Figura 43).
Dado o conceito defendido de personalização dos kits e o potencial da tecnologia de realidade aumentada
para diversas tipologias de utilização, tendo em conta a rapidez com que se observa a redução dimensional dos
componentes eletrónicos ao longo do tempo e considerando a velocidade com que um produto deste tipo possa
vir a atingir o ponto de maturação para entrada no mercado, tornou-se óbvia que a opção de escolha por diversos
modelos, adaptáveis à fisionomia e ao gosto dos utilizadores, pudesse e devesse ser uma realidade plausível, de
valor acrescentado, e segundo as tendências de mercado observáveis 17.
Pelas razões apontadas, procurou-se trabalhar com base numa forma de armação mais clássica, de aspeto
convencional e o mais próxima do tipo de óculos que são utilizados no dia-a-dia, em oposição aos óculos mais
técnicos e de aparência tecnologicamente sofisticada, como os modelo Daqri, por exemplo18.
17 https://www.bynorth.com/focals
A distinção de material entre armação e as hastes é deliberada, procurando enfatizar a sua complexidade
enquanto produto e o respetivo funcionamento das diferentes partes que o constituem (ver Figura 44).
A necessidade de incluir espaço nas hastes para baterias, laser para a projeção de imagem, entrada micro USB
para carregamento e câmaras na armação (ver Figuras 45, 46 e 47), para a função “see-what-I-see”, implicou a
estruturação dos óculos em componentes, o estudo das suas escalas e articulações, e a compreensão da forma mais
plausível e funcional de agregação de todas as caraterísticas mencionadas.
O espaço ocupado por cada componente foi estudado ao mesmo tempo que se procurou definir cores e
texturas/materiais a cada um deles em consonância com o conjunto de funções desempenhadas.
Entrada micro USB
Figura 45 - Renderização de modelo final dos óculos
Laser
Figura 47 - Renderização dos óculos com explosão de componentes
Parafuso
Câmaras para função
“see-what-I-see”
Haste Laser
Pulseira
A pulseira, por sua vez, foi modelada com base em dois componentes (ver Figuras 48 a 51), um que serve de
suporte, em material elastomérico de silicone com toque suave, e o segundo componente que comportará a
eletrónica e um pequeno ecrã num material polimérico de alto brilho.
Figura 48 - Renderização do modelo final da pulseira com os componentes
separados
A pulseira apresenta diversos orifícios para regulação e ajuste do perímetro ao pulso para maior conforto do
utilizador. Por sua vez, a caixa que inclui o ecrã tátil, a bateria e os sensores de movimento será em material
contrastante, enfatizando o seu papel enquanto interface.
Figura 50 - Renderização de pulseira com interface digital
Coluna de som “smart”
Na modelação da coluna de som “smart” foram tomados em conta pormenores relativos ao seu
funcionamento, nomeadamente a integração de leds para iluminação (ver Figura 52), perfurações na caixa exterior
para ventilação dos componentes eletrónicos, os frisos laterais em material polimérico translúcido para que a
iluminação seja visível na penumbra (ver Figura 54), o conjunto de botões retro iluminados de acionamento e
navegação nos menus (com a devida gravação dos ícones indicadores de ação – ver Figura 53), o microfone
incorporado, o led indicador de ação, as gavetas com puxadores integrados no ícone da cruz verde em baixo
relevo, as plataformas de carregamento por indução e por cabo USB integráveis nas gavetas, a par de todo o
espaço para albergar a eletrónica (motherboard, ventilador, baterias, botões, colunas ativas e passivas, etc.).
Figura 52 - Renderização da coluna de som smart
Ranhuras de ventilação
Iluminação
Friso translúcido
Figura 53 - Renderização da vista superior da coluna smart
Botões de ação
A localização dos botões na face superior da coluna deve-se à necessidade de poder aceder-se rapidamente a
comandos básicos, entre os quais se destacam as funções de ligar/desligar, a navegação e resposta em menus com
as teclas +, -, X e Ѵ (ver Figura 53).
Na mesma vista podem observar-se as ranhuras indicadoras da localização do microfone e, no mesmo plano,
no lado oposto, o led indicador de ação.
Na face posterior encontramos as duas gavetas para armazenagem e carregamento de biossensores, dos óculos
e das pulseiras. Os puxadores das gavetas funcionam com base nas reentrâncias do baixo relevo em forma de cruz
que encontramos a meio da face posterior em polímero rígido (ver Figuras 55 e 56).
Figura 54 - Renderização da vista lateral da coluna smart
Friso translúcido
Figura 55 - Renderização da vista posterior da coluna smart
Puxador
Dentro das gavetas encontramos diferentes plataformas de carregamento, por indução para as pulseiras e por
cabo USB para os óculos e outros biossensores que se venham a incorporar no kit (ver Figuras 57, 58 e 59). Estas
plataformas apenas funcionam com as gavetas fechadas.
Figura 56 - Renderização da abertura da gaveta superior da coluna smart
Figura 57 - Renderização da vista superior da coluna smart com a gaveta superior aberta
e os óculos de realidade aumentada no seu interior
Figura 58 - Renderização da coluna smart com a gaveta inferior aberta e, no seu interior, as duas
pulseiras no suporte de carregamento por indução
Figura 59 - Renderização dos suportes de carregamento para biossensores e
óculos (em cima) e para as pulseiras (em baixo)
A modelação da coluna foi sendo elaborada por componentes, procurando que os mesmos se fossem
complementando e articulando, permitindo gerir com maior certeza as questões relativas aos seus
dimensionamentos (ver Figuras 60 a 63).
Figura 60 - Infografia explicativa da coluna smart explodida
Figura 63 - Renderização da coluna smart em corte longitudinal
Figura 62 - Renderização da coluna smart com vista dos apoios em silicone e da entrada
para carregamento elétrico
Entrada de carregamento
CONCLUSÕES
Ao longo do trabalho foram sendo reestabelecidos os objetivos, em virtude da análise
ao estado da arte e à abrangência de diferentes domínios que colaboram na estruturação
de um produto com estas caraterísticas e para este contexto.
Sendo que o objetivo inicial deste trabalho consistia no design de um Sistema de
Interação Clínica Automatizada Multinível (SICAM) que articulasse a leitura e a análise
de dados ambientais e biomédicos para o apoio na aferição da qualidade de vida de um
paciente acamado, a necessidade de articular a experiência de diferentes níveis de
utilizadores e tecnologias existentes à data, aumentou o espectro de utilidades e
aplicações do produto.
À leitura a ser efetuada por intermédio de biossensores aplicáveis a pacientes
incapacitados que se encontrem acamados por longos períodos de tempo, entendeu-se que
a informação gerada pode ser utilizada a diferentes níveis, distribuídos por complexidade
e pertinência pelos diferentes utilizadores potenciais.
O sistema concebido compreende assim, para além do conjunto de produtos que
assistirão as tarefas de recolha de dados biomédicos do paciente e o seu potencial e
subsequente tratamento para fins de assistência médica especializada, presencial ou à
distância, um leque alargado de utilizações e utilizadores, auxiliando e assistindo os
cuidadores informais, os próprios pacientes e o leque de serviços médicos e de
manutenção dos equipamentos.
Pretendia-se que o equipamento/sistema fosse passível de ser utilizado por um
cuidador primário não especializado (familiar, cônjuge, etc.) melhorando a qualidade do
cuidado prestado e a confiança nas tarefas, reduzindo a carga psicológica, física e
financeira do cuidador, razão pela qual se prevê a integração de tecnologias como a
realidade aumentada, navegação virtual por gestos, assistente virtual, Blockchain,
inteligência artificial, Bluetooth, WiFi, e 5G.
O sistema de interface digital permitirá apoiar e instruir em tempo real o cuidador
primário nas tarefas de recolha dos dados ambientais e biomédicos de forma fidedigna,
complementando a par e passo a informação de diagnóstico e a aferição do estado de
saúde, bem-estar e qualidade de vida do paciente.
O sistema assim idealizado permitirá facilitar a experiência/interação
cuidador-paciente tendo em vista a melhoria da prestação de cuidados, reduzindo fatores de stress
e, consequentemente, favorecendo a qualidade de vida do paciente, reduzindo fios e o
número de dispositivos médicos à vista.
Dada a complexidade da rede de intervenientes necessários à concretização da
colocação de um produto com estas especificidades no mercado, a par do capital de
investimento que o mesmo implicaria, só o processo de prototipagem e primeiros testes
por si só implicaria meses de trabalho de diversas equipas especializadas e dedicadas.
É no entanto expectável que um produto, ou conjunto de produtos, com caraterísticas
muito similares às descritas neste trabalho surja num prazo de poucos anos, dada a
maturação das tecnologias que lhe darão suporte, e à necessidade premente de solucionar
os problemas existentes e proporcionar melhores níveis de qualidade de vida aos
utilizadores para os quais este tipo de produto se destina.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Abbasi-Kesbi, R., Nikfarjam, A., & Akhavan Hezaveh, A. (2018). Developed wearable miniature sensor to
diagnose initial perturbations of cardiorespiratory system. Healthcare Technology Letters, 5(6), 231–235.
https://doi.org/10.1049/htl.2018.5027
Alves, E. (2013). Investigação clínica em dispositivos médicos. Revista Portuguesa de Cirurgia, Série II(24), 65–
68.
Anastasova, S., Crewther, B., Bembnowicz, P., Curto, V., Ip, H. M., Rosa, B., & Yang, G. Z. (2017). Corrigendum
to “A wearable multisensing patch for continuous sweat monitoring” (Biosensors and Bioelectronics (2016)
93 (139–145) (S0956566316309198) (10.1016/j.bios.2016.09.038)). Biosensors and Bioelectronics,
94(September 2016), 730. https://doi.org/10.1016/j.bios.2017.03.018
Apostu, O., Hagiu, B., & Pasca, S. (2011). Wireless ECG monitoring and alarm system using ZigBee.2011 7Th
International Symposium on Advanced Topics in Electrical Engineering (Atee), 1–4.
Bühlmann, V. (2009). Peter Sloterdijk ’ s phantastic philosophy — taking the concept of the differential as a
relational measure,2007(May 2009), 1–17.
Calvaresi, D., Dubovitskaya, A., Calbimonte, J. P., Taveter, K., & Schumacher, M. (2018). Multi-Agent Systems
and Blockchain : Results from a Systematic Literature Review, (June).
https://doi.org/https://doi.org/10.1007/978-3-319-94580-4_9
Costa-pérez, X., & Mueck, M. (2020). Massive machine-type communications, (December 2017), 6–7.
Crews, D. E., & Zavotka, S. (2006). Aging, Disability, and Frailty: Implications for Universal Design.Journal of
PHYSIOLOGICAL ANTHROPOLOGY, 25(1), 113–118. https://doi.org/10.2114/jpa2.25.113
Deloitte. (2019). 2019 Global health care outlook Shaping the future.
Dias, P. J. (2015). Design e auto-produção: novos paradigmas para o design de artefactos na sociedade
pós-industrial: a contribuição das tecnologias digitais.
Direção-Geral da Saúde. (2018). Febre na Criança e no Adolescente – Definição, Medição e Ensino aos
Familiares/Cuidadores. Direção-Geral Da Saúde, (no 4/2018), 1–22. Retrieved from www.dgs.pt
Dobre,C., Mavromoustakis, C., Garcia, N. et al. (2017). Ambient Assisted Living and Enhanced Living
Environments. (C. Dobre, C. X. Mavromoustakis, N. M. Garcia, R. I. Goleva, & G. Mastorakis, Eds.).
Elsevier. Retrieved from
https://www.elsevier.com/books/ambient-assisted-living-and-enhanced-living-environments/dobre/978-0-12-805195-5
Dohr, A., Modre-Opsrian, R., Drobics, M., Hayn, D., & Schreier, G. (2010). The Internet of Things for Ambient
Assisted Living. In 2010 Seventh International Conference on Information Technology: New Generations
(pp. 804–809). https://doi.org/10.1109/ITNG.2010.104
Dorst, K. (1997). Describing design. A comparison of paradigms. Industrial Design. Retrieved from
http://repository.tudelft.nl/assets/uuid:2055acc5-bdc9-4e03-a24c-332ea4f454d2/ide_dorst_19970908.PDF
Findeli, A., Brouillet, D., Martin, S., Moineau, C., & Tarrago, R. (2008). Research through design and
transdisciplinarity: A tentative contribution to the methodology of design research.«FOCUSED» Current
Design Research Projects and Methods Swiss Design Network Symposium, (January 2008), 67–91.
Flusser, V. (2010). Uma filosofia do design: a forma das coisas. Lisboa: Relógio D’Água.
Gogate, U., 1, Marathe, M., 2, Mourya, J., 3, … 4. (2017). Android Based Health Monitoring System for Cardiac
Patients. International Research Journal of Engineering and Technology (IRJET), 04(04 | Apr-2017).
Retrieved from
https://pt.scribd.com/document/354153080/Android-Based-Health-Monitoring-System-for-Cardiac-Patients
Kirsh, D. (2013). Embodied cognition and the magical future of interaction design. ACM Transactions on
Computer-Human Interaction, 20(1), 1–30. https://doi.org/10.1145/2442106.2442109
Làdavas, E. (2001). Functional and dynamic properties of visual peripersonal space, 6(1), 1–6.
https://doi.org/10.1016/S1364-6613(00)01814-3
Machado, L. dos S. (2007). Dispositivos Hápticos para Interfaces de Realidade Virtual e Aumentada. Symposium
of Virtual Reality, (April), 152–167.
Mattern, F., & Floerkemeier, C. (2010). From the Internet of Computers to the Internet of Things, 242–243.
McLuhan, M. (1995). McLuhan Understanding Media The extensions of man London and New York, 389.
https://doi.org/10.1007/978-3-642-45284-0_8
Nedopil, C., Schauber, C., & Glende, S. (2013). Guideline the Art and Joy of User Integration in AAL Projects.
White paper for the integration of users in AAL projects, from idea creation to product testing and business
model development, 51.
Nielsen, J. (1995). Ten Usability Heuristics by Jakob Nielsen, 10.
Pany, S. (2011). Helping you, (3407930).
Parkova, I., Vališevskis, A., Briedis, U., & Vilumsone, A. (2012). Design of Textile Moisture Sensor for Enuresis
Alarm System.Material Science - Textile and Clothing Technology, 44–49.
Reinhard, S. C., Given, B., Petlick, N. H., & Bemis, A. (2008). Supporting Family Caregivers in Providing Care.
Patient Safety and Quality: An Evidence-Based Handbook for Nurses, 341–404. https://doi.org/NBK2665
[bookaccession]
Schön, A. D. (1983). The Reflective Practioner. Journal of Chemical Information and Modeling, 53, 160.
https://doi.org/10.1017/CBO9781107415324.004
Shin, S. H., Kamal, R., Haw, R., Moon, S. Il, Hong, C. S., & Choi, M. J. (2012). Intelligent M2M network using
healthcare sensors. 14th Asia-Pacific Network Operations and Management Symposium: “Management in
the Big Data and IoT Era”, APNOMS 2012 - Final Program, 1–4.
https://doi.org/10.1109/APNOMS.2012.6356067
Simon, H. A. (1997). The sciences of the artificial, (third edition). Computers & Mathematics with Applications
(3rd ed., Vol. 33). MIT Press. https://doi.org/10.1016/S0898-1221(97)82941-0
Spencer, I. M. (2015). Febre: padrões de febre e o seu impacto na patologia, 1–77.
Standage, T. (2013). Writing on the wall social media the first 2000 years. New York: Bloomsbury USA, New
York.
VRFocus. (2018). DAQRI Smart Glasses. Retrieved from
https://www.vrfocus.com/2017/01/touch-surgery-launches-ar-platform-in-partnership-with-daqri/
ANEXOS
ANEXO 1 – Desenhos técnicos da coluna smart.
ANEXO 2 – Desenhos técnicos dos óculos de realidade aumentada.
ANEXO 3 – Desenhos técnicos da pulseira.
ANEXO 1 - DESENHOS TÉCNICOS DA COLUNA SMART
Descrição: Nos desenhos acima encontram-se representadas diversas vistas da coluna smart do kit
biomédico, com indicação das dimensões em milímetros.
ANEXO 2 – DESENHOS TÉCNICOS DOS ÓCULOS DE REALIDADE AUMENTADA
Descrição: Nos desenhos acima encontram-se representadas diversas vistas dos óculos de realidade
aumentada do kit biomédico, com indicação das dimensões em milímetros.
ANEXO 3 – DESENHOS TÉCNICOS DA PULSEIRA
Descrição: Nos desenhos acima encontram-se representadas diversas vistas da pulseira do kit biomédico,
com indicação das dimensões em milímetros.
No documento
DESIGN DE UM KIT BIOMÉDICO DE APOIO A DOENTES ACAMADOS
(páginas 70-98)