As pesquisas futuras consistem em confirmar os resultados deste estudo, pois para que esses resultados possam realmente ser comprovados e refletirem a real situação das IFES Brasileiras, torna-se necessário examinar a realidade vivenciada por cada IFES separadamente, utilizando metodologias mais direcionadas, para que assim seja levadas em consideração as causas das ineficiências apresentadas e relativas à perda de produtividade das universidades.
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Importante ressaltar também que este trabalho preocupou-se com a análise voltada ao todo de cada IFES, e por meio do DEA dentro destas instituições, em novas pesquisas e propostas de futuros trabalhos para a avaliação da eficiência de unidades internas, ou seja, dos centros e departamentos com a finalidade de verificar possíveis ineficiências dentro de cada instituição na aplicação de seus recursos produtivos, sendo possível diagnosticar as falhas por setor e corrigi-las. Caso não seja possível por meio dos indicadores exigidos pelo TCU, que seja por meio de indicadores elaborados com bases na decisão 408/2002, condizente com a realidade de cada IFES e das unidades que a compõe.
Para futuros trabalhos é interessante observar também outras vertentes de eficiência relacionadas ao desempenho das IFES Brasileiras, conforme recomendado por Siluk e Casado (2011) diante da abordagem de Katharakis (2010) que aponta dois tipos de avaliação do desempenho: o externo e o interno. Enquanto o primeiro compara o desempenho de diferentes universidades, onde o foco é direcionado à relação custo-eficácia, produtividade de pesquisa ou o desempenho agregado, o segundo tipo compara o desempenho do ensino e a quantidade de pesquisa dos departamentos dentro de uma universidade.
Importante analisar a eficiência das IFES, por meio de outras variáveis além das utilizadas neste trabalho, os indicadores propostos pelo Tribunal de Contas da União, cujo objetivo é propiciar à administração pública uma métrica adicional para análise de eficiência das IFES. Outros indicadores poderão ser utilizados nesta análise, tais como os que são mais condizentes com realidade de cada instituição, tais como o IGC, o CPC e o ENADE poderão ser utilizados como produto. O IGC foca a qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação (níveis de mestrado e doutorado), o CPC é uma média de diferentes medidas de qualidade de um curso, e o ENADE que avalia o desempenho discente, tendo como pretensão de demonstrar o nível de conhecimento que é agregado aos graduandos no decorrer dos cursos.
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