COMENTÁRIOS: O princípio da indisponibilidade garante que o Ministério Público não poderá desistir da ação penal.
6. (CESPE / Analista - TJ-AP / 2009) Segundo o princípio do juiz natural, ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente.
GABARITO: CERTA
COMENTÁRIOS: O enunciado define de forma correta o princípio do Juiz natural.
7. (CESPE / Analista Legislativo / 2008) Segundo o princípio do devido processo legal, ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal.
GABARITO: CERTA
www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Pedro Ivo 35 8. (CESPE / Juiz Substituto – TJ-MS / 2008) o princípio da presunção de inocência recomenda que em caso de dúvida o réu seja absolvido. GABARITO: CERTA
COMENTÁRIOS: Está em perfeita consonância com a ideia do in dubio pro reo. 9. (CESPE / Juiz Substituto – TJ-MS / 2008) o princípio da presunção de inocência recomenda que processos criminais em andamento não sejam considerados como maus antecedentes para efeito de fixação de pena.
GABARITO: CERTA
COMENTÁRIOS: Como ninguém pode ser considerado culpado antes da sentença judicial condenatória transitado em julgado, durante a fase processual parte-se do princípio que o réu é inocente, não configurando maus antecedentes.
10. (CESPE / Juiz Substituto – TJ-MS / 2008) O princípio da vedação de provas ilícitas não é absoluto, sendo admissível que uma prova ilícita seja utilizada quando é a única disponível para a acusação e o crime imputado seja considerado hediondo.
GABARITO: ERRADA
COMENTÁRIOS: O princípio da vedação de provas ilícitas só é excepcionado em favor do RÉU, quando for a única prova existente para que este comprove sua inocência.
11. (CESPE / Polícia Civil – PC-TO / 2008) Prevê a Constituição Federal o princípio de que ninguém será considerado culpado senão após o trânsito em julgado da sentença penal condenatória. No processo penal, a aplicação desse princípio é absoluta, pois busca-se a verdade real.
www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Pedro Ivo 36 COMENTÁRIOS: Esta questão associa dois princípios: o princípio da presunção de inocência e o da verdade real.
É correto afirmar que a presunção da inocência é um princípio absoluto no sentido de que a verdade real sempre deve ser objetivada. Caso pese dúvidas sobre a real VERDADE, absolvido será o réu.
12. (CESPE / Procurador / 2009) A garantia do juiz natural e a vedação constitucional dos tribunais de exceção afastam do ordenamento jurídico brasileiro o instituto do foro especial ou privilegiado.
GABARITO: ERRADA
COMENTÁRIOS: Consagrado pela CF/88, em seu art. 5º, LIII, o princípio do Juiz natural estabelece que ninguém será sentenciado senão pela autoridade competente, representando a garantia de um órgão julgador técnico e isento, com competência estabelecida na própria Constituição e nas leis de organização judiciária de cada Estado.
Decorre desse princípio a proibição de criação de juízos ou tribunais de exceção, insculpida no art. 5º, XXXVII, que impõe a declaração de nulidade de qualquer ato judicial emanado de um juízo ou tribunal que houver sido instituído após a prática de determinados fatos criminosos, especificamente para processar e julgar determinadas pessoas.
Apesar do exposto, a própria Constituição Federal prevê a ocorrência do chamado foro especial ou privilegiado, situação em que, em virtude do cargo, determinada pessoa é julgada de forma diferente das demais. Exemplo: O Presidente da República, dependendo da infração, é julgado pelo STF ou Senado Federal, não sendo cabível o juízo singular.
O foro privilegiado, por ser uma garantia e não uma penalização, além de ter previsão legal, não constitui afronta ao princípio do Juiz Natural.
www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Pedro Ivo 37 LISTA DAS QUESTÕES APRESENTADAS
1. (CESPE / Juiz - TJ-PB / 2013) A lei processual penal posterior que, de qualquer modo, favoreça o agente deverá ser aplicada aos fatos anteriores, ainda que decididos por sentença condenatória transitada em julgado.
2. (CESPE / Juiz - TJ-PB / 2013) De acordo com o entendimento majoritário, a lei processual penal posterior e mais gravosa ao réu não deve ser aplicada a fatos cometidos na vigência de norma anterior, em decorrência do princípio tempus regit actum.
3. (CESPE / Analista - STM / 2011) Os efeitos causados pelo princípio constitucional da presunção de inocência no ordenamento jurídico nacional incluem a inversão, no processo penal, do ônus da prova para o acusador.
4. (CESPE / Agente - PM-DF / 2010) A regra geral estabelecida no ordenamento jurídico brasileiro, no que diz respeito a provas, é a inadmissibilidade das provas ilícitas no processo penal, assim entendidas as obtidas com violação das normas constitucionais ou legais. As provas ilícitas devem, portanto, ser desentranhadas dos autos do processo.
5. (CESPE / Analista - TRE-MT / 2010) O MP poderá desistir da ação penal, desde que verifique estarem ausentes os pressupostos relativos à justa causa.
6. (CESPE / Analista - TJ-AP / 2009) Segundo o princípio do juiz natural, ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente.
7. (CESPE / Analista Legislativo / 2008) Segundo o princípio do devido processo legal, ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal.
www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Pedro Ivo 38 8. (CESPE / Juiz Substituto – TJ-MS / 2008) o princípio da presunção de inocência recomenda que em caso de dúvida o réu seja absolvido. 9. (CESPE / Juiz Substituto – TJ-MS / 2008) o princípio da presunção de inocência recomenda que processos criminais em andamento não sejam considerados como maus antecedentes para efeito de fixação de pena.
10. (CESPE / Juiz Substituto – TJ-MS / 2008) O princípio da vedação de provas ilícitas não é absoluto, sendo admissível que uma prova ilícita seja utilizada quando é a única disponível para a acusação e o crime imputado seja considerado hediondo.
11. (CESPE / Polícia Civil – PC-TO / 2008) Prevê a Constituição Federal o princípio de que ninguém será considerado culpado senão após o trânsito em julgado da sentença penal condenatória. No processo penal, a aplicação desse princípio é absoluta, pois busca-se a verdade real.
12. (CESPE / Procurador / 2009) A garantia do juiz natural e a vedação constitucional dos tribunais de exceção afastam do ordenamento jurídico brasileiro o instituto do foro especial ou privilegiado.
GABARITO
1-E 2-E 3-C
4-C 5-E 6-C
7-C 8-C 9-C