CARACTERÍSTICAS DO ESTUDO
6.5 GENGIVITE E PERIODONTITE
Radvar et al., (2016) em seus estudos investigaram a eficácia de um enxaguatório bucal composto por ervas Malva sylvestrais, Salix alba e Althaea officinalis em pacientes com periodontite crônica e gengivite em comparação com clorexidina (CHX) e placebo. A doença periodontal, de forma geral, pode ser definida como um processo infeccioso que atinge os tecidos periodontais, onde os patógenos produzem substâncias tóxicas que agridem o tecido e acarretam em um processo inflamatório, podendo ser ele generalizado ou localizado. Dos fatores etiológicos para que ocorra a doença, o biofilme dental tem sido considerado a principal causa (ALMEIDA et al., 2014). No dia a dia odontológico, na tentativa de diminuir o biofilme dental, a formação de cálculos supra e subgengivais e a contaminação dos sítios por micro-organismos patógenos, o cirurgião dentista busca diversos procedimentos como profilaxia, raspagem e alisamento radicular, evitando dessa forma a progressão da doença, o que provocaria não só inflamação e sangramentos como aumento na profundidade de sondagem, aumento no nível clínico de inserção e perda óssea. Além disso, a profilaxia com colutório a base de clorexidina 0,12% diminui a quantidade da microbiota de patógenos oral, sendo um aliado de peso contra a gengivite e periodontite. No entanto, a clorexidina possui efeitos colaterais quando usada continuamente, entre eles o gosto amargo, a descamação da mucosa, perda do paladar, sensibilidade oral, formação aprimorada do cálculo supragengival, ardor, manchamento da língua e restaurações (KLUK et al., 2016).
A procura por alternativas que incluam plantas medicinais tem mostrado eficácia no controle do biofilme e na redução do sangramento gengival. Radvar et al., (2016) no seu composto de ervas optou por uma preparação não alcóolica, visando pacientes que sofrem de
xerostomia, e sem açúcar para pacientes diabéticos. Os resultados mostraram que para pacientes com periodontite crônica houve melhora no sangramento a sondagem, nível de inserção clínica e profundidade de sondagem semelhantes aos grupos tratados com clorexidina 0,12% e ao grupo tratado com o composto de ervas, sem efeitos colaterais para o grupo de ervas. Os pacientes com gengivite apresentaram melhora no índice de sangramento gengival e no índice de placa bacteriana também em ambos os grupos, sem diferença significativa e sem efeitos colaterais para o composto de ervas. A clorexidina produziu manchamento da mucosa oral em ambos os grupos (RADVAR et al., 2016).
Os resultados semelhantes do composto de ervas à clorexidina colocam a MS como um possível substituto ao enxaguatório bucal considerado padrão ouro no mercado, no entanto devido ao pequeno número de estudos a respeito e ao fato de nesse estudo as técnicas manuais de controle de placa e cálculos terem sido aplicadas anteriormente ao tratamento com os compostos, a melhora nos dois grupos pode ser explicada por esse fato (RADVAR et al., 2016).
Além de ser um dos fatores da doença periodontal, o biofilme é um obstáculo dentro de diversas especialidades da odontologia, pois ele se desenvolve na superfície de próteses, implantes, restaurações, fios de sutura, entre outros. Em muitos casos, como o de pacientes especiais, acamados, idosos, crianças, pacientes com dentes mal posicionados a remoção mecânica do biofilme pelo método convencional não é feita de forma eficaz (OLIVEIRA 2003). Alves et al., (2009) em seus estudos in vitro observou que Streptococcus mutans e o Streptococcus sobrinus foram sensíveis ao extrato de MS, dados de grande importância uma vez que essas espécies estão diretamente relacionadas a formação do biofilme dental. No mesmo estudo a MS foi comparada com a clorexidina quanto a capacidade de aderência da bactéria e a capacidade de inibir a síntese do glucano pela glicosiltransferase, esse teste foi feito através da concentração inibitória mínima de aderência que foi definida como a menor concentração do extrato que impediu a aderência bacteriana ao tubo de vidro, o resultado mostrou uma concentração mínima de aderência de 1:16 para MS testando Streptococcus mutans e o Streptococcus sobrinus, a clorexidina usada como controle obteve o mesmo resultado. A placa bacteriana é sintetizada a partir da sacarose, e possui glucanos, que podem chegar a 40% do peso seco da placa, influenciando nas reações que ocorrem na mesma, não só devido ao seu volume, mas também interferindo nas superfícies que as bactérias vão aderir (ALVES et al., 2009).
De posse do conhecimento básico sobre os efeitos terapêuticos da MS, é visto que seus benefícios para a odontologia são imensos, e as possibilidades são vastas, contudo, ainda
são escassos os estudos que a área oferece. A inclusão da fitoterapia nos procedimentos odontológicos do dia a dia da prática clínica, ainda é um desafio a ser superado. Eventualmente o aumento do conhecimento e o desenvolvimento de novas pesquisas, repercutirá em um benefício para a população como um todo na utilização desse recurso terapêutico. As vantagens reveladas em alguns estudos são de que a MS possui importantes propriedades terapêuticas como a antiulcerogênica, antioxidante, anticarcinogênica, atividade anti´-inflamatória e normalmente é indicada para o tratamento das doenças bucais além disso conta com baixos efeitos colaterais e atrai economicamente, dado que é de fácil acesso à população. (CONFORTI et al 2007; CHICLANA et al., 2009; BARROS et al., 2010; BENSO, 2012).
O desenvolvimento de novos estudos é de suma importância, uma vez que deixará o profissional mais seguro através das evidências científicas da eficácia para usá-los no seu cotidiano e aumentará a segurança dos produtos já consagrados no conhecimento popular, dessa forma também permitirá que se tornem alternativas acessíveis nos serviços públicos de saúde para a prevenção e tratamento de problemas de saúde bucal. Os cirurgiões dentistas precisam estar cientes do uso de remédios à base de plantas por seus pacientes, conhecer seus riscos potenciais, efeitos colaterais e possíveis interações medicamentosas, a fim de fornecer à população os melhores cuidados (DE PAULA, RESENDE, MIALHE 2012).
7 CONCLUSÃO
Com este trabalho foi possível concluir que:
A Malva sylvestris é utilizada isoladamente ou em composição com outras substâncias, na forma de uso externo, para alterações como xerostomia induzida por radioterapia, eczema de mão, periodontite, gengivite, mucosite oral causada por quimioterápicos, melasma, feridas cirúrgicas, alterações inflamatórias e queimaduras;
As formas de utilização da MS encontradas neste trabalho foram: chá, bochecho pomada, creme, gel e solução/extrato aquoso ou alcoólico;
A MS possui efeito antioxidante, antimicrobiano, antibacteriano, analgésico e anti- inflamatório, auxiliando na redução do edema e cicatrização de tecidos;
Não há relatos de efeitos adversos pelo uso externo da MS;
Apesar da maioria dos estudos experimentais apontarem a MS como uma boa alternativa para o manejo de quadros inflamatórios e álgicos, o nível de evidência científica ainda é baixo, carecendo de mais estudos clínicos controlados e randomizados. É necessário também a padronização quanto à indicação, forma farmacêutica e posologia no uso da MS.
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