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CAPÍTULO II – FARMÁCIA HOSPITALAR

3. CIRCUITO DO MEDICAMENTO

3.9. GESTÃO DE RESÍDUOS HOSPITALARES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA

(Grupo I), Resíduos Hospitalares Não Perigosos (Grupo II) e Resíduos Hospitalares Específicos (Grupo IV) [34].

No primeiro grupo integram-se resíduos provenientes de serviços gerais (como de gabinetes, salas de reunião, instalações sanitárias e vestiários), embalagens e invólucros comuns (como papel e cartão), já no grupo II os contentores são usados para embalagens vazias de medicamentos. Por outro lado, os contentores de Resíduos Hospitalares Específicos são

51 utilizados para produtos químicos e fármacos rejeitados, quando não sujeitos a legislação específica, medicamentos com PV expirado, citostáticos e todo o material utilizado na sua manipulação e administração.

O chuveiro e o lava-olhos existentes na UMCM e na UCPC, os dispositivos de controlo de temperatura e humidade e os extintores são equipamentos de segurança que se encontram nos SF.

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CONCLUSÃO

A realização do EIVP foi bastante positivo, uma vez que contribuiu para aumentar os conhecimentos nas áreas de FC e de Farmácia Hospitalar. Para além disto, foi uma mais-valia, sendo um elo de ligação entre o percurso académico e a vida ativa.

A ponte de passagem para a realidade profissional e o período permite ao estagiário adquirir as bases, que lhe permitirão iniciar o exercício da sua profissão, de modo a corresponder às expectativas de uma sociedade cada vez mais exigente e em permanente evolução. Sendo assim, o período de estágio é uma experiência que proporciona a aquisição dos conhecimentos fundamentais, necessários a um desempenho profissional de qualidade e de excelência.

O horário proposto para o estágio foi cumprido, tendo sido realizadas as 840 horas. Durante este período foi possível alcançar os objetivos propostos, através das tarefas diárias realizadas na FM e nos SF do CHSJ.

O TF é parte integrante de uma equipa multidisciplinar de saúde, sendo os seus conhecimentos técnicos e científicos solicitados diariamente. Para dar resposta às mais diversas questões, é fundamental ter a consciência da responsabilidade inerente à função desempenhada, promover a formação contínua dos seus conhecimentos e saber estabelecer relações interprofissionais e interpessoais em boa medida.

Todo o circuito do medicamento é importante devendo o TF assegurar as condições ótimas do medicamento, desde a sua aquisição até à distribuição, de forma a zelar pelo bem- estar do utente e pela qualidade dos serviços prestados. Tendo em conta que o doente é o principal objetivo desta profissão, cabe-nos a nós usar a criatividade e os conhecimentos adquiridos para desbravar novos caminhos.

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BIBLIOGRAFIA

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[25] Direção-Geral da Saúde, “Diagnóstico e Classificação da Diabetes Mellitus,” Norma

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ANEXOS

56 Anexo A- Nota de Devolução

57 Anexo B- Fatura da encomenda

58 Anexo C – Requisição Especial de Psicotrópicos, Estupefacientes e Benzodiazepinas

59 Anexo D-Receita Manual

60 Anexo E- Organograma do CHSJ

61 Anexo F- Ficha de Preparação Técnica

62 Anexo G- Griffols®

63 Anexo H- FDS®

64 Anexo I- Produtos Externos

65 Anexo J- Gavetas das malas da zona DIDDU

66 Anexo K- Guia de Satisfação de Pedido

67 Anexo L- Lista de Reposição do Pyxis®

68 Anexo M- Medicação que não consta no Pyxis®

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