ABIÓTICO: É o conjunto de todos os fatores não vivos de um ecossistema, mas que influenciam no
meio biótico, como temperatura, pressão, pluviosidade, relevo, etc.
ANIMAL AQUÁTICO: peixes, moluscos, crustáceos e outros animais destinados à aquicultura, em qualquer fase
de seu desenvolvimento.
ANTIBACTERIANOS: que mata ou impede o desenvolvimento ou a reprodução de bactérias.
ASSEPCIA: prática que visa à redução de contaminação (por bactérias, vírus, fungos e outros
parasitas).
BIÓTICO: É o conjunto de todos os organismos vivos como plantas, animais e decompositores, que
vivem em um ecossistema.
CERTIFICADO SANITÁRIO:
documento emitido pelo órgão oficial, do qual consta o estado sanitário do estabele- cimento de cultura no que diz respeito ao monitoramento das doenças de notificação obrigatória e as de certificação, em conformidade com a legislação vigente.
ECTOTÉRMICOS: referente a animais cuja temperatura varia conforme a do ambiente que os rodeia. Sinonimo de Pecilotermicos.
EMBOLIA:
É denominada embolia a obstrução de um vaso pelo deslocamento de um êmbolo até o local da obstrução, que pode ser um corpo estranho, um trombo, tecido adiposo ou ar, denominada embolia gasosa.
ESPÉCIE EXÓTICA: espécie aquática de origem e ocorrência natural fora dos limites das águas sobe jurisdi-
ção federal, mesmo que tenha sido já artificialmente introduzida em tais águas.
EXOFTALMIA: A exoftalmia é a protuberância do olho anteriormente para fora da órbita. Ela pode ser
tanto bilateral quanto unilateral.
FÁRMACO:
Na terminologia farmacêutica fármaco designa uma substância química conhecida e de estrutura quimica definida dotada de propriedade farmacológica. Em termos correntes, a palavra fármaco designa todas as drogas utilizadas em farmácia e com ação farmacológi- ca ou pelo menos com interesse médico.
FOCO DE DOENÇA: aparecimento de uma doença em um estabelecimento de aquicultura.
GUIA DE TRÂNSITO ANIMAL (GTA):
é o documento obrigatório para trânsito de animais aquáticos emitido para qualquer movimentação e finalidade.
HEMORRAGIA: Hemorragia ou sangramento é a perda de sangue do sistema circulatório.
LARVA: período da vida dos animais aquáticos que sucede o embrião, podendo apresentar várias
fases de desenvolvimento.
LOTE:
grupo de animais aquáticos de um estabelecimento de aquicultura que pertença à mesma espécie, proceda da mesma desova e tenha compartilhado o mesmo suprimento de água.
MOLUSCO:
animal aquático pertencente ao filo Mollusca, do subgênero Metazoos, caracterizado por corpo mole e sem divisões, a maioria das espécies está envolto em uma concha calcárea, incluindo, entre outros, ostras, mexilhões e vieiras (pectens).
MONITORAMENTO DAS POPULAÇÕES:
acompanhamento sanitário acrescido de análises laboratoriais que incluem: testes soro- lógicos, provas com materiais biológicos ou não e análises epidemiológicas das condições de saúde dos animais aquáticos, com padronização dos resultados.
PARENTAL: Via parenteral é toda aquela que não precisa passar pelo sistema digestivo antes de chegar ao sangue. A via parenteral é a que chega ao sangue direto. Exemplos: injeções
intramuscular, endovenosa, intradérmica e subcutânea.
PRODUTOS DE ANIMAIS AQUÁTICOS:
produtos destinados à cria (ovos, embriões, cistos, gametas, larvas, alevinos e outros), ao consumo humano, ao consumo animal, ou para uso farmacêutico, biológico ou industrial.
PRODUTO BIOLÓGICO:
reagente biológico utilizado para o diagnóstico de certas doenças, soro para a prevenção e o tratamento de certas doenças, vacina para prevenção de doenças, material genético de agentes infecciosos e tecido endócrino de peixes ou utilizados em peixes.
QUARENTENA:
instalação ou conjunto de instalações mantidas em completo isolamento e em condições de biossegurança, destinadas à recepção de animais aquáticos vivos, em qualquer de suas fases de desenvolvimento, após o processo de translado ou importação.
QUIMIOTERÁPICOS: São substâncias antimicrobianas produzidos por síntese química em laboratório e não
por micro-organismos.
RESPONSÁVEL TÉCNICO:
médico veterinário responsável pelo controle sanitário dos estabelecimentos de aquicultu- ra.
SEMENTE: toda forma jovem de animal aquático, incluindo ovo, ovo embrionado, alevino, náuplio,
larva e pós-larva.
TERATOGÊNICO: Chamamos de agente teratogênico tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião.
TOXINAS: É uma substância de origem biológica que provoca danos à saúde de um ser vivo ao
entrar em contacto ou através de absorção.
TRANSMISSÃO HORIZONTAL:
Forma de transmissão de doença onde os patógenos são transmitidos por contato direto entre os animais, contato com fluidos corporais, excreções contaminadas ou ainda proveniente da água, que é a principal via de contaminação por bactérias, protozoários e alguns vírus;
TRANSMISSÃO VERTICAL:
Forma de transmissão de doença onde os patógenos infectam os espermatozoides e/ou ovócitos e os animais já nascem com a doença.
VIBRIOSE: Doença que apresenta como agente etiológico bactérias autóctones de ambiente
marinho.
e-Tec Brasil
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Referências
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e Takemoto – Editora Experiências Brasileiras – Poli, Andreatta e Beltrame – Editora Multitarefa, 2004.
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ABCC Associação Brasileira de Criadores de Camarão – 1ª edição – 2005.
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Introdução de Animais - jul/ago, 2007.
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Revista Panorama da Aquicultura – Edição: 105 - Sanidade Aquícola:
Antibióticos na Aquicultura - jan/fev, 2008.
Revista Panorama da Aquicultura – Edição: 108 - Manejo na Produção de
Revista Panorama da Aquicultura – Edição: 109 - Sanidade Aqüícola: A
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Revista Panorama da Aquicultura – Edição 110 - Manejo na produção
de peixes - Parte 3: O preparo dos tanques, estocagem dos peixes e a manutenção da qualidade da água - nov/dez, 2008.
Revista Panorama da Aquicultura – Edição 111 – Manejo na Produção
de peixes – Parte 4: Manejo Nutricional e Alimentar; Sanidade Aqüícola: Programas de repovoamento de peixes em rios: que riscos sanitários podem estar associados? – jan/fev, 2009.
Revista Panorama da Aquicultura – Edição 112 - Manejo na produção de
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Revista Panorama da Aquicultura – Edição 117 – Sanidade Aquícola:
Manejo Sanitário na Larvicultura – jan/fev, 2010.
XI ENAR – Encontro Nacional da Ranicultura. Curso: Manejo Sanitário de
criação de rãs. Flávio Luiz de Souza Júnior e Marcio Hipolito, 2001.
XI ENAR – Encontro Nacional da Ranicultura. Curso: Noções básicas sobre
a criação de rãs. João Simões Paiva Neto, Andréa Galvão César Pimenta e Cláudia Maris Ferreira, 2001.