Referências Pessoas que Viram Jesus Ressurreto Dia ou Ocasião Lugar O Que Aconteceu João 20:11–18; Marcos 16:9 Mateus 28:1–10 Lucas 24:34; I Coríntios 15:5 Marcos16:12; Lucas 24:13–32 Marcos 16:14; Lucas 24:33, 36–49; João 20:19–23 João 20:26–29 João 21:4–23 Mateus 28:16–20; Marcos 16:15–18 Marcos 16:19–20; Lucas 24:50–53; Atos 1:9–11 I Coríntios 15:6 I Coríntios 15:7 Atos 7:55–56 Atos 9:4–6; I Coríntios 9:1; 15:8 Apocalipse 1:13–18
Designe a cada aluno que estude uma ou duas linhas da tabela. Peça aos alunos que estudem as passagens determinadas e identifiquem a quem o Salvador apareceu após a Ressurreição. Dê-lhes tempo suficiente e, depois, peça aos alunos que digam o que descobriram. Devido às limitações de tempo, incentive os alunos a serem breves. Em seguida, faça as seguintes perguntas:
• Nessa atividade, o que vocês aprenderam a respeito das muitas aparições do Salvador ressurreto e do que cada uma dessas pessoas vivenciou?
• Além das pessoas citadas nessas passagens, que outras testemunhas do Cristo ressurreto as escrituras mencionam? (É possível que os alunos citem os nefitas que viram o Salvador ou o Profeta Joseph Smith.)
• Por que é importante saber que há muitas testemunhas que viram o Salvador ressurreto? (Assegure-se de que os alunos entendam esta verdade: Como diversas
pessoas viram Jesus Cristo após a Ressurreição, podemos ter certeza que Ele vive.)
Para ajudar os alunos a entender melhor as implicações doutrinárias da Ressurreição do Salvador e o motivo por que, conforme ensinado por Joseph Smith, todos os outros princípios são “meros apêndices” da morte e da Ressurreição de Jesus Cristo, dê a cada um uma cópia da seguinte declaração do Élder D. Todd Christofferson, do Quórum dos Doze Apóstolos. Peça a um aluno que leia a declaração em voz alta.
“Se Jesus literalmente ressuscitou, disso decorre necessariamente que Ele é um Ser divino. Nenhum mero mortal tem o poder em si mesmo de voltar à vida depois de morrer. Por Ele ter ressuscitado, Jesus não pode ter sido apenas um carpinteiro, um mestre, um rabino ou um profeta. Por Ele ter ressuscitado, Jesus tinha que ser um Deus, sim, o Filho Unigênito do Pai.
Portanto, o que Ele ensinou é verdade; Deus não pode mentir (ver Enos 1:6). Portanto, Ele foi o Criador da Terra, como Ele disse (ver, por exemplo, 3 Néfi 9:15). Portanto, o céu e o inferno são reais, como Ele ensinou (ver, por exemplo, D&C 76). Portanto, há um mundo de espíritos que Ele visitou após Sua morte (ver D&C 138).
Portanto, Ele voltará, como os anjos disseram (ver Atos: 1:10–11) e ‘reinará pessoalmente na Terra’ (Regras de Fé 1:10; ver também Guia para Estudo das Escrituras “Segunda Vinda de Jesus Cristo” e “Milênio”).
Portanto, haverá uma ressurreição e um julgamento final para todos (ver, por exemplo, 2 Néfi 9:15). Tendo em vista a realidade da Ressurreição de Cristo, as dúvidas sobre a onipotência, a onisciência e a benevolência de Deus, o Pai — que deu Seu Filho Unigênito para redimir o mundo — não têm fundamento. As dúvidas sobre o significado e o propósito da vida são infundadas. Jesus Cristo é de fato o único nome ou caminho pelo qual a salvação pode vir à humanidade. A graça de Cristo é real, concedendo perdão e purificação ao pecador arrependido. A fé realmente é mais do que imaginação ou invenção psicológica. Há uma verdade sublime e universal, e há objetivo e padrões morais imutáveis, conforme Ele ensinou.
Devido à realidade da Ressurreição de Cristo, o arrependimento de qualquer violação de Sua lei ou de Seus mandamentos tanto é possível como é premente. Os milagres do Salvador foram reais, tal como é real a promessa que fez a Seus discípulos de que eles poderiam fazer o mesmo, e até obras maiores (ver João 14:12). (…) Tendo em vista a realidade da Ressurreição de Cristo, a morte não é nosso fim; e, embora ‘os vermes destruam [nosso] corpo, em [nossa] carne [veremos] a Deus’ (ver Jó 19:26)” (“A Ressurreição de Jesus Cristo”, A Liahona maio de 2014, p. 111).
• Como as palavras do Élder Christofferson demonstram o papel central que a Ressurreição do Salvador tem na doutrina do evangelho restaurado?
Para ajudar os alunos a entender melhor como a realidade da Ressurreição os afeta pessoalmente, mostre-lhes esta declaração do Élder Dallin H. Oaks, do Quórum dos Doze Apóstolos, e peça a um deles que a leia em voz alta:
“A ‘viva esperança’ que nos é concedida pela ressurreição é a nossa convicção de que a morte não é o fim de nossa existência como seres individuais, mas apenas um passo necessário na transição da mortalidade para a imortalidade. Essa esperança muda toda a nossa visão da vida mortal. (…)
A certeza da ressurreição nos dá forças e visão para suportar as dificuldades mortais que cada um de nós e nossos entes queridos precisamos enfrentar, tais como as deficiências físicas, mentais ou emocionais que trazemos conosco no nascimento ou que adquirimos durante a vida mortal. Graças à ressurreição, sabemos que essas deficiências mortais são apenas temporárias!
A certeza da ressurreição também nos proporciona um vigoroso incentivo para cumprirmos os mandamentos de Deus durante a vida mortal” (“Ressurreição”, A Liahona, julho de 2000, p. 16).
• Por que é importante que cada um de nós desenvolva o próprio testemunho da veracidade da Ressurreição? (Os alunos precisam identificar este princípio: Graças
à Ressurreição de Jesus Cristo, podemos ver as dificuldades e provações da vida de uma perspectiva eterna e enfrentá-las com esperança.)
• De que forma o entendimento da Ressurreição já deu alegria ou esperança a vocês ou a alguém a quem conheçam?
Leia esta declaração do Presidente David O. McKay (1873–1970):
“Durante dois anos e meio, [os Apóstolos] tinham sido fortalecidos e inspirados pela presença de Cristo. Mas agora Ele partira. Eles estavam entregues à própria sorte e pareciam confusos e desamparados. (…)
O que subitamente transformou esses discípulos em pregadores confiantes, destemidos e heroicos do evangelho de Jesus Cristo? Foi a revelação de que Cristo ressuscitara da tumba” (Ensinamentos dos Presidente da Igreja: David O. McKay, 2003, pp.68–69).
Peça aos alunos que pensem em alguém que conheçam e que poderia ser fortalecida caso ouvisse a mensagem da Ressurreição. Incentive-os a encontrarem, em breve, uma oportunidade para conversar sobre seus sentimentos e testemunho com essa pessoa.
Leituras Sugeridas aos Alunos
• Lucas 24:1–48; João 20; I Coríntios 15:1–29, 54–58.
• Dallin H. Oaks, “Ressurreição”, A Liahona, julho de 2000, p. 16. LIÇÃO 19: ELE RESSUSCITOU