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Jígura 5 - Dose letal média de radiação gama, por tratamento, para

501 da população de pupas de M. d o mítica, irradiadas em

diferentes idades.

100

sss s s s i l l

Doses (Gy)

Figura "6 - Porcentagem média de emergência, por tratamento, de adul-tos de M. domtòtZta., provenientes de pupas de várias ida-, desida-, irradiadas com diferentes doses de radiação gama.

partir dos dados destas tabelas foram calculadas as esperan ças de vida para fêmeas irradiadas e machos normais que constam das Tabelas 9 e 11, respectivamente. Estes valores médios estão representados graficamente nas Figuras 7 (ex média pa fa fêmeas) e 9 (e* média para machos).

Os dados correspondentes à longevidade máxi-ma da população de fêmeas irradiadas e de máxi-machos normáxi-mais en contram-se relacionados nas Tabelas 10 e 12, respectivamen te; sendo os seus valores médios utilizados para construir as Figuras 8 é 10. .

Quanto ao levantamento de ovipasição realizada pelas fêmeas irradiadas cruzadas com machos normais, foram registrados os seguintes resultados:

- na Tabela 13- são observados os valores correspondentes ao número e ovos Cviáveis e inviáveis), colocados diariamente pelas

fê-• meas irradiadas. Com estes valores foram construídos os gráficos das Figuras 11 e 12, que registram, respectivamente, o núme-ro de ovos viáveis e o númenúme-ro de ovos in-viáveis colocados por semana para cada tratamento. Ainda, dentro de cada trata-mento,foram calculadas:

- a viabilidade dos ovos em porcentagem, cujos valores constam da Tabela 14 e obtidas, a partir desta, as médias diá-rias de viabilidade, por repetição (Tabe Ia 15, Figura 13).

- a viabilidade média (1) dos ovos, cujos . valores estão relacionados na Tabela 16

e utilizados na construção dos gráficos da Figura 14..

Foi registrado o número total de ovos (viá-veis e inviá(viá-veis) colocados durante o experimento (Tabe-la 17, Figura 15) e calcu(Tabe-ladas as correspondentes porcen-tagens de viabilidade (Tabela 18), cujas médias foram utiri zadàs na construção do gráfico pertencente ã Figura 16.

• Análise estatística

A análise de variância referente aos val£

res médios (Tabela 9) de esperança de vida de ZZM*,*» irru-diatUs na fase pupal; mostrou, através do tesce r,não exis-tir relação entre o nível de dose empregado e a longevidade das fêmeas* \

Através da regressão polinomial (Apêndice 3),

foi determinado o coeficiente de determinação R2, o qual

•ostrou que 63,21* da variação é explicada pela regres-são linear (St).

A equação geral de regressão obtida para as esperanças de vida de fêmeas irradiadas,quando pupas, foi a seguinte:

Y - 29,37302 - 0,18381 X

. Em relação ao tempo (dias) necessário para a extinção da população de fêmeas irradiadas quando pupa, a análise de variãncia mostrou, através do teste F, haver di-ferença significativa,ao nível de SI de probabilidade (Apên dice 4) entre os tratamentos. Os resultados da comparação das médias (Tabela 10) pelos testes de Tukey e de Dunnett (a • 0,05) não mostraram nenhuma significância entre os tratamentos.

A regressão polinomial (Apêndice 5), com um coeficiente de determinação R2 > 60,35$, mostrou uma rela-ção linear significativa, com a seguinte equarela-ção geral:

'y -'48,84127 - 0,26476 X

Ea relação a viabilidade de ovos de fêmeas irradiadas, a analise estatística foi feita, utilizando-se das médias que constam da Tabela 18. Os resultados da ana-lise de variância (Apêndice 6) mostraram haver diferença entre os tratamentos ao nível de 1% de probabilidade. Da mesma maneira, o teste de Tukey (a * 0,05) acusou diferença entre os tratamentos e através do teste de Dunnett (a «0,05), verificou-se que a testemunha CO Gy) diferiu de todas as do sés, menos da dose de 10 Gy (Tabela 1 8 ) .

O estudo de regressão polinomial (Apêndi-ce 7) mostrou, através do R2, que 99,811 da variação e ex-plicada pela regressão de 49 grau, a qual segue esta equa-ção :

Y « 89,87543 • 3,29881 X - 0,56462 X* • 0,01612 XJ - 0,00014 X*

Para machos normais cruzados com as fêmeas irradiadas, igualmente foram efetuados os testes estatísti cos F.de Tukey, de Dunnett e estudos de regressão polino-mial, em relação aos dados referentes â esperança de vida e longevidade máxím..?. 4a população. Todos eles mostraram-se nso significative; p272. zz ozizzioz cs ^ucetsc.

Tabela 7 - Número de fêmeas de M. domi&tíia. mortas por dia, irradiadas, na fase de pupa com dife-rentes doses de radiação gama e cruzadas com machos normais.

Dias

Tabela 7 - Continuação.

Número de Fêmeas Mortas

20 Gy 30 Gy 40 Gy 50 Gy Dias

1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 31 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 32 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 - 4 0 1 33 0 0 1 0 1 0 0 0 0 0 0 1 - 0 - 0 0 0 34 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1 0 0 - 0 - 1 1 1 35 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 36 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 2 37 1 0 0 1.0 0 0 0 0 0 1 0 1 3 8 0 2 0 0 0 0 0 1 0 0 0 1

3 9 2 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 0 0 1 1 0 0 0 0 0 0 0 1 41 1 0 1 0 0 0 0 0 0

42 1 1 0 0 1 0 0 0 0 43 0 0 1 0 0 1 1 0 44 0 100 11 0 1 45 0 1 0 0 1 1 46 0 0 1 0 1 -47 1 - - - 0 1 - - 0

48 1 - - - 0 0 - - 0 49 - 0 0 - -.0 50 - 0 0 - - 0 51 - 0 0 0 52 - 1 0 - - 0 53 - - o - - 0 54 . . o - - - 0 55 - - o - - 0 56 - - 0 - - 0 57 - _ i . - o 58 - - 1

59 . _ - _

Tabela 8 - Número de machos de M. domt&tica. mortos por . dia, cruzados com fêmeas irradiadas na fase

de pupa com diferentes doses de radiação ga_

Número de Machos Mortos

Tabela 8 - Continuação.

Número de Machos Mortos

0 1 0 G y 2 0 G y 3 0 G y 4 0 G y 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3

37 100 000 000 0 0 000 0 0 -38 100 0 00 000 0 1 - 000 0 39 -00 000 000 0 0 - 000 0 40 - 1 - 100 0 0 0 0 1 - 0 0 0 0 041 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0 42 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 -43 0 1 0 1 1 0 0 0 - 000 0 044 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0 0 2 45 0 0 0 0 1 2 0 1 0 0 0 0 0

-48 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 47 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 48 1 0 1 1 0 0 0 . 2 0 0 0 -49 0 0 0 0 ' 0 0 0 0 0 50 0 0 0 0 0 0 0 0 0 51 0 0 0 0 0 0 0 0 0 52 0 0 0 0 0 0 0 0 0 53 0 0 0 0 0 0 0 0 0 54 0 0 0 0 0 0 0 0 0 55 1 0 0 0 0 0 0 0 0 53 0 0 0 0 0 0 0 0 57 0 1 0 0 0 0 0 0 -58 - 0 - 0 - 0 0 0 0 0 0 59 0 0 0 0 0 0 0 0 60 0 0 0 1 1 1 0 1 61 Q 0 0 0 0 -S2 - 0 - 1 - 0 0 - - 0

-03 - 0 - 0 0 1

-64 o 0 0

65 0 0 0 66 1 0 0 67 0 0

60 0 1 -69 - - 0

70 0 71 - x - 0

72 - - o 73 _ - !

Tabela 9 - Esperança de vida (e*) em dias para fêmeas de M. domi&tíca. submetidas a diferentes doses de ra . diação gama na fase de pupa e cruzadas com

ma-chos normais.

Esperança de Vida

1

Tabela 10 - Numero de dias necessários para a extinção da população de fêmeas de M. domtòtica, irradia-das na fase de pupa e cruzairradia-das com machos nor-mais.

Número de Dias

Dose Repetição x

<6y)

<cy)

Figura 7 - Esperança de vida (e*) média para fê-meas de tf. doiie&ttca7subaetidas a dife-rentes doses de radiação gana na fase de pupa e cruzadas con machos normais.

t«*jr;

Figura 8 - Média do número de dias necessários pa-ra a extinção da população de fêmeas de M. domuticjt, subaetidas a diferentes doses de radiação gama na fase de pupa e cruzadas com machos normais.

Tabela 11 - Esperança de vida Ce*) em dias para machos nor-mais de M. domtòtica, cruzados com fêmeas irra diados na fase pupal.

Dose

Esperança de Vida

1

Tabela 12 - Número de dias necessários para a extinção da população de machos normais de M. dom&Atíca,cru zados com fêmeas irradiadas na fase pupal.

Dose

Número de Dias Repetipão

10 30 30

Dose (Gy)

50

Figura y - Esperança de vida (e*) media para ma-. chos de tfma-. domesticama-., cruzados com

fê-meas irradiadas na fase de pupa com di ferentes doses de radiação gama. ~*

Figura: 10 -Media do número de dias necessários pa ra a extinção da população de macho?

de M. dfmz&tica, cruzados com fêmeas irradiadas na fase de pupa com diferen tes doses de radiação gama. ""

de pupa e cruzadas com machos normais.

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2000

1500

1000-500

Gj-00 Cy-10

$7-20

Semanas

Figura 11 - Número de ovos viáveis, colocados semanalmente por fêmeas de M. domzot-ita., irradiadas na fase pupal com radiação gama e cruzadas com ma-chos normais.

•Figura 12 - Número de ovos inviáveis, colocados semanalmente

• - s por fêmeas de M. domzóCLca., irradiadas na fase pupal com radiação gama e cruzadas com machos normais.

rentes doses de radiação gama e cruzadas cora machos normais.

29 97.95 85.50 V8.03 89.45 - 97.41 30 74.92

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da tratamento, de ovos de fêmeas de M. domzvti ca, irradiadas na fase de pupa e cruzadas C O B

normais.

Viabilidade (St) Doe*

(Gy)

3ep«tieSo

3 O

10 20 30 40 50

51.62 88.44 39,15 3.65

81.49 63.45 27,89

S5.I5 86,32 40,88 0.00

76,09 79.40 26. Cl 1.82

Figura 13 - Media diária de viabilidade (l), dentro de cada tra tamento,de ovos de fêmeas de M. domt&tíca, irradia das na fase de pupa com radiação gama e cruzadas com machos normais.

Tabela 16 - Viabilidade média (t) por tratamento, de ovos de fe

•eas de M. done&tica, irradiadas na fase de pupa e cruzadas con nachos noraais.

Dia*

Diá*

• «•••**é 5 S 2 2 S 5 S S J5

Figura 14 - Viabilidade média ít), por tratamento,de ovos de fêmea3 de M. domiòtÁca, irradia-das com radiação gama na fase de pupa e cruzadas com machos normais.

* 9 9 7 • t It 11 It 19 19 IT Z9 M 99

Figura 14 - Continuação.

Tabela 17 - Nüaero total de ovos de fêaeas de M.

domtAtica, irradiadas na fase de pu-na com diferentes doses de radia-ção gana e cruzadas com machos

nor-•ais. (V «Viável; I * Inviável).

Nànero de Ovos

1

-Tabela 18 - Viabilidade nrédia (t) do numero total de ovos de fêmeas de M. domiò&Lcci, irradiadas na fase de pupa com diferentes doses de radiação ga-ma e cruzadas com ga-machos norga-mais.

Viabilidade (X)

_(D

Dose . Repetição x (Gy>

1 2 . 3

0 88,86 85,49 96,03 90,12 a 10 87,46 72,62 79,61 79,89 a NS 20 31,03 31,15 56,43 39,53 b * * 30 8,81 - . 0,00 3,40 c * *

40 -. - - - c * *

5 0 - - - - c * *

^ 'Os tratamentos cujas médias possuem a mesma letra não diferem entre si (Tukey - 51).

NSTratamentos que não diferem da testemunha.

. (Dunnett - 51).

••Tratamentos que diferem da testemunha (Dunnett - 51).

Dose (67)

Figura 15 - Média total de ovos viáveis e inviáveis, de fê-meas de M. domestica, irradiadas com radiação ga ma na fase de pupa e cruzadas com machos nor-mais.

Figura 16 - Viabilidade média(*,) do número total de ovos de fêmeas de M. domuticA, submetidas a diferentes doses de radiação gama na fase de pupa e cruza-das com machos normais.

• Determinação da dose esterilizante para machos

O registro diário de mortalidade de machos de M. domzitlca., irradiados na fase pupal com diferentes d£

ses de radiação gama,está na Tabela 19. Os dados de morta-lidade, referentes às fêmeas normais que foram cruzadas com estes machos irradiados, foram relacionados na Tabela 20.

Com estes dados foram calculadas as esperanças de vida pa-ra machos irpa-radiados e papa-ra fêmeas normais,que constam das Tabelas 21 e 23, respectivamente. Suas médias estão repre-sentadas graficamente nas Figuras 17 e 19.

Nas Tabelas 22 e 24 estão relacionados os va loves numéricos correspondentes a longevidade máxima da popula-ção de machos irradiados e de fêmeas normais, respectivamen te. As suas médias foram utilizadas para construir os grá-ficos das Figuras 18 (machos irradiados) e 20 (fêmeas normais).

Para se obter os valores correspondentes à viabilidade de ovos das fêmeas normais, cruzadas com os ma-chos irradiados, foi registrado na Tabela 25 o número de ovos (viáveis e inviáveis) colocados diariamente. A partir desta tabela, foram roTntru'rto* n«t gráficos correspondentes ãs Figuras 21 e 22,os quais registram,respectivamente, o nu mero de ovos viáveis e inviáveis colocados por semana em ca da tratamento.

Para cada dose de radiação, foi calculada a viabilidade de ovos em porcentagem (Tabela 26),a partir de£

ta, a média diária de viabilidade (l), por repetição (Tabe-la 27 e Figura 23) e a correspondente viabilidade média, eu jos valores em porcentagem estão na Tabela 28. Com estes va lores foram construídos os gráficos pertencentes ã Figura 24.

0 número total de ovos (viáveis e inviáveis) colocados,por repetição, durante todo o experimento,está r£

lacionado na Tabela 29, cujas médias estão representadas no gráfico da Figura 25. As correspondentes porcentagens de viabilidade constara da Tabela 30, cujas médias foram uti^i zadas para construir o gráfico da Figura 26.

Através dos resultados obtidos, em relação à viabilidade de ovos de fêmeas normais de M. domiò.tíca. cruza das com machos irradiados, foi verificada que a irradiação destes machos com doses crescentes até 50 Gy não foi su-ficiente para a obtenção de machos completamente estéreis (viabilidade de ovos nula). Foi necessário, portanto, repe tir o experimento, procedendo-se â irradiação de pupas (i4 horas antes da emergencíaj com doses de radiação mais al-tas.

Seguindo o mesmo procedimento,as pupas foram

tratadas C O B as seguintes doses de radiação gana: 0

(teste-•unha), 40, 50, 60, 70 e 80 Gy, a uma taxa de dose de 1500 Gy/hora. A Metodologia eapregada e as condições aabientais foram idênticas as utilizadas nós ensaios anteriores, sendo feitos os registros diários de mortalidade e do número de ovos, cujos resultados constam das tabeias e figuras rela-cionadas a seguir.

Os dados de mortalidade diária de machos ir-radiados e de fêmeas normais cruzadas com estes machos con£

tara das Tabelas 31 e 32, respectivamente. A partir destes dados foram calculadas as esperanças de vida para os machos (Tabela 33) e para as fêmeas (Tabela 35). Os respectivos valores numéricos médios estão representados graficamente nas Figuras 27 e 29. Ainda em relação ã longevidade, foram registrados os valores correspondentes ao tempo (dias) máxjL mo de sobrevivência da população de machos (Tabelas 34,

Fi-gura 28) e de fêmeas (Tabela 36, FiFi-gura 30).

Os valores numéricos correspondentes aos ovos viáveis e inviáveis de fêmeas normais constam da Tabela 37.

Para cada tratamento, estes números foram agrupados por se-iiHAk e construídos os gráficos aas Figuras 31 (numero de o-vos viáveis .por semana) e 32 (número de c/os inviáveis por

semana). ^

Dentro de cada tratamento, foram calculadas:

a porcentagem de viabilidade de ovos (Tabela 38) e a par-tir desta, a media diária de viabilidade por repetição (Ta-bela 39, Figura 33 e a viabilidade média em porcentagem (Ti*

bela 40, Figura 34).

Os números correspondentes ao total de ovos (viáveis e inviáveis), colocados durante o ensaio,constam da .Tabela 41, cujas médias estão representadas graficamente na Figura 35. As correspondentes porcentagens de viabilida de estão na Tabela 42 e foram utilizadas para construir o gráfico da Figura 36.

• Analise estatística

Os dados experimentais, referentes a espe rança de vida e ao numero máximo de dias para a extinção da população de machos irradiados (0-50 Gy) quando pupa e de fêmeas normais cruzadas com estes machos, foram subme-tidos ã análise de variância, cujos resultados não mostra ram diferença «íjwíficp.tiya entre os tratamentos.

Quanto a viabilidade dos ovos das fêmeas nor mais cruzadas com machos irradiados (0 -50 G y ) , a análise de variância mostrou«através 4o teste F (Apêndice 8)(

signi-ficância para os tratamentos ao nível de 11 de probabilida-de; o teste de Tukey (a * 0,05) também mostrou haver dife-rença significativa entre os tratamentos e através do teste de Dunnett (a - 0,05), os resultados do tratamento testemu nha diferiram de todas as doses aplicadas.

O estudo de regressão polinomial (Apêndice 9) mostrou haver regressão significativa de 4* grau, cujo coeficiente de determinação R2, foi igual a 1001.

A resposta (Y) em relação às doses (X) se-guiu a seguinte equação:

Y » 83,460002 - 1,1519284 X - 0,3558930 X2 - 0,0157987 X3 -- 0,0001992 X* • 0,0000004 Xs

Na análise estatística (analise de variância) referente aos dados de esperança de vida de machos irradia-dos (40 a 80 Gy) na fase pupal c de fêmeas normais cruzadas com estes machos, não se detectou diferença significativa para os tratamentos. Já, com relação ao teste de Dunnett (a - 0,05), houve diferença significativa entre 03 resul-tados, rsferent&i Í C ziãíàmCulc l«»icmuiiiia c *u* ú» • dose de 80 Gy (Tabela 33).

Estudos de regressão polinomial(Apêndice 10) mostraram que hã uma relação linear significativa para os

valores de esperança de vida de machos (R* • 66,52%), cuja equação geral ê a seguinte:

Y • 26,40222 - 0,09567 X

Eu relação aos valores numéricos correspon-dentes â longevidade máxima da população de machos irradia_

dos (40 - 80 Gy) e de fêmeas normais cruzadas com estes ma-chos, a análise estatística foi feita, baseando-se nos mes-mos testes aplicados para os experimentos anteriores. Os r£

sultados obtidos não mostraram significancia entre os trata_

mentos para qualquer um dos testes utilizados.

Em se tratando dos dados de oviposição.a anã lise de variãncia (Apêndice 11) mostrou significancia para os tratamentos ao nível d'; 1% de probabilidade. 0 teste de Tukey (a • 0,05) acusou diferença entre os tratamentos e a-través do teste de DunnJtt (a » 0,05) os resultados refe-rentes ao tratamento testemunha diferiram dos resultados de todas as demais doses (Tabela 4 2 ) .

Através da regressão polinomial (Apêndice 12) , c cocíiwicutc ue de terminação K2 explica que yy,/ZVda va riação e explicada pela regressão de 3' grau, a qual segue a equação geral: ^

Y • 80,00151 - 3,98502 X • 0,06713 X2 - 0,00037 X1

Tabela 19 - Número de machos de M*. domtAtica mortos por dia, irradiados na fase de pupa com dife rentes doses de radiação gama e cruzados com fêmeas normais.

Número de Machos Mortos

Tabela 19 - Continuação.

Número d e Machos Mortos

O 10 Gy 20 Gy 30 Gy 40 Gy 50 Gy D i a s

1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 31 0 0 0 0 1 0 0 0 1 - 0 1 0 0 0 0 0 0 32 0 0 0 0 - 0 0 0 0 - 0 0 0 0 0 0 0 0 33 0 0 0 0 - 0 0 0 0 - 0 0 0 0 0 0 0 0 34 2 1 0 0 - 0 1 1 0 - 1 1 1 0 0 1 0 0 35 0 0 0 0 - 0 0 0 0 - 0 - 0 0 0 1 1 0 36 1 1 1 1 - 0 0 1 1 - 0 - 0 0 0 1 0 1 37 1 0 0 0 - 0 1 0 0 - 0 - 0 0 0 - 0 0 38 1 0 0 0 - 0 - 0 0 - 0 - 0 0 0 - 0 0 39 - 0 0 0 - 0 - 0 0 - 0 - 0 0 0 - 0 0 40 - 0 1 0 - 0 - 0 0 - 1 - 1 1 0 - 0 0 41 - 1 - 0 - 1 - 0 1 0 - 0 - 0 0 42 0 - 0 - 0 - 1 - 0 - 0 1 0 0 0 1 l

1 0 0 46 0 0 0 47 1 0 0 48 0 0 49 0 0 50 » 0 0 51 0 0 52 0 0 0 r O

-- -- 0 -- O -- --.

_ l O 56 O 57 O

-58 — — — .. — _ — Q . _ . - . _ . _ _ — . . . 59 ! .

-60

dia. cruzadas C O B machos irradiados na fase