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TÍTULO III Do regime de voluntariado

III — PORTARIAS

Ministério da Defesa Nacional

Gabinete do Ministro

Portaria n.º 261/2015

O Estabelecimento Prisional Militar, criado pelo Decreto-Lei n.º 61/2006, de 21 de março, na estrutura orgânica do Exército, tem a natureza de unidade militar de caráter permanente, tendo, por isso, nos termos da alínea b) do artigo 1.º do Decreto-Lei n.º 46/92, de 4 de abril, direito a usar Estandarte Nacional.

A atribuição do Estandarte Nacional ao Estabelecimento Prisional Militar foi proposta ao Ministro da Defesa Nacional pelo Conselho de Chefes de Estado-Maior.

Assim, ao abrigo do disposto no artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 46/92, de 4 de abril, manda o Governo, pelo Ministro da Defesa Nacional, o seguinte:

Artigo Único

Atribuição de Estandarte Nacional

É atribuído o Estandarte Nacional ao Estabelecimento Prisional Militar.

20 de abril de 2015. — O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Correia de Aguiar-Branco.

(DR, 2.ª Série, n.º 88, 07mai15)

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IV — DESPACHOS

Ministérios das Finanças e da Defesa Nacional

Gabinetes da Ministra de Estado e das Finanças e do Ministro da Defesa Nacional Despacho n.º 4 905-A/2015

Considerando que a política de modernização das Forças Armadas prossegue objetivos de reorganização das suas instalações militares, de modo a garantir elevados padrões de eficácia e eficiência, alcançados com o reaproveitamento do património excedentário ou inadequado, afeto à Defesa Nacional;

Considerando que a rentabilização dos imóveis, disponibilizados pelo reajustamento do dispositivo militar, visa gerar meios que possibilitem a melhoria das condições de operacionalidade requeridas pelas missões das Forças Armadas;

Considerando que o Exército não antevê qualquer utilização futura para o imóvel designado por PM 45/Porto — Instalações do Carvalhido, constituído pelo prédio urbano sito na Rua de Francos n.º 304, no Porto, inscrito na matriz predial urbana da freguesia de Ramalde sob o artigo 94 e descrito na Conservatória do Registo Predial do Porto sob o n.º 3 861 da freguesia de Ramalde, disponibilizando-o para rentabilização, com os inerentes benefícios financeiros e contributo para a gestão racional do património do Estado afeto à Defesa Nacional;

Considerando que, não obstante o imóvel se encontrar disponibilizado, integra o domínio público militar e que a desafetação desse domínio é condição necessária à sua rentabilização;

Considerando, finalmente, que conforme o disposto no n.º 1 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 32/99, de 5 de fevereiro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 131/99, de 28 de agosto, a desafetação do domínio público militar é feita por Resolução do Conselho de Ministros, mediante proposta dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da defesa nacional, propõe-se que:

Seja tomada Resolução pelo Conselho de Ministros no sentido de desafetar do domínio público militar e integrar no domínio privado do Estado, afeto ao Ministério da Defesa Nacional, o PM 45/Porto — «Instalações do Carvalhido», constituído pelo prédio urbano, sito na Rua de Francos n.º 304, no Porto, inscrito na matriz predial urbana sob o artigo 94 e descrito na Conservatória do Registo Predial do Porto sob o n.º 3 861 da freguesia de Ramalde, com vista à sua rentabilização.

7 de maio de 2015. — A Ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque. — O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Correia de Aguiar-Branco.

(DR, 2.ª Série, n.º 90, 1.º Supl, 11mai15)

Despacho n.º 4 913/2015

O n.º 2 do Despacho n.º 11 939/2014, de 18 de setembro, da Ministra de Estado e das Finanças e do Ministro da Defesa Nacional, aprovou a tabela que fixa as comparticipações a suportar pelos PALOP e Timor-Leste na formação a decorrer na capacidade sobrante dos estabelecimentos de ensino militares e Institutos, prevendo que a mesma possa ser revista, caso necessário, no início de cada ano letivo.

Nestes termos, tendo-se verificado a necessidade dessa revisão, face à atualização dos montantes das comparticipações anuais, concertada entre o Ministério da Defesa Nacional e os Ramos das Forças

Armadas, bem como das isenções fiscais que lhes estão associadas, é aprovada a nova tabela revista, que se publica em anexo ao presente Despacho.

O presente despacho produz efeitos desde 1 de janeiro de 2015.

24 de abril de 2015. — A Ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque. — O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Correia de Aguiar-Branco.

Curso Comparticipação Anual Obs.

Instituto de Defesa Nacional

Curso de Auditor de Defesa Nacional ……….. 7 568,00 € 1) Instituto de Ensino Superior Militar

Promoção a Oficial General ………. 14 295,00 € Curso de Estado-Maior Conjunto ……… 10 605,00 € Curso de Estado-Maior Exército ………. 6 465,00 €

Curso de Promoção a Oficial Superior de Marinha …… 8 844,00 € 1) Curso de Promoção a Oficial Superior das Armas e Ser-

viços do Exército ………. 8 844,00 € Curso de Promoção a Oficial Superior da Força Aérea .. 8 844,00 €

Comparticipação Anual Curso

1.º ano 2.º ano 3.º ano 4.º ano 5.º ano 6.º ano 7.º ano Obs

Escola Naval

Curso de Marinha ……… 10 119,00 € 9 333,00€ 9 565,00 € 8 874,00 € 9 397,00 € Curso de Administração Naval …………... 10 119,00 € 9 333,00€ 9 565,00 € 8 874,00 € 9 397,00 €

Curso de Engenharia Naval — Eletrónica . 10 119,00 € 9 333,00€ 9 565,00 € 8 874,00 € 9 397,00 € 2) Curso de Engenharia Naval — Mecânica .. 10 119,00 € 9 333,00€ 9 565,00 € 8 874,00 € 9 397,00 €

Curso de Fuzileiros ………. 10 371,00 € 9 585,00 € 9 817,00 € 9 035,00 € 9 649,00 € Academia Militar Vestibular ……….. 11 694,00 € Curso de Infantaria ……… 16 782,00 € 9 085,00 € 9 085,00 € 9 085,00 € 9 085,00 € Curso de Cavalaria ……… 17 043,00 € 9 020,00 € 9 020,00 € 9 020,00 € 9 020,00 € Curso de Artilharia ……… 18 161,00 € 10 657,00 € 10 657,00 € 10 657,00 € 10 657,00 € 2) Curso de Administração Militar ………… 16 568,00 € 8 832,00 € 8 832,00 € 8 832,00 € 8 832,00 €

Curso de Engenharias ……… 18 056,00 € 10 748,00 € 10 748,00 € 10 748,00 € 10 748,00 € 10 748,00 € 10 748,00 €

Academia da Força Aérea

Curso de Piloto Aviador ………. 41 149,00 € 33 411,00 € 33 411,00 € 33 411,00 € 33 411,00 € 33 411,00 € Curso de Engenharia Eletrónica …………. 16 848,00 € 13 971,00 € 13 971,00 € 13 971,00 € 13 971,00 € 13 971,00 €

Curso de Engenharia Aeronáutica ……….. 15 827,00 € 13 154,00 € 13 154,00 € 13 154,00 € 13 154,00 € 13 154,00 € 2) Curso de Administração Aeronáutica ……. 14 514,00 € 12 104,00 € 12 104,00 € 12 104,00 € 12 104,00 € 12 104,00 €

1) Isenção de IVA conforme o disposto número 10 do artigo 9.º do CIVA. 2) Isenção de IVA conforme o disposto número 9 do artigo 9.º do CIVA.

(DR, 2.ª Série, n.º 91, 12mai15)

Gabinetes do Ministro da Defesa Nacional e do Secretário de Estado da Administração Pública Despacho n.º 5 505-B/2015

Considerando que o n.º 8, do artigo 38.º, da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro, que aprova o Orçamento do Estado para 2015, estabelece um regime que permite a ocorrência de promoções de militares das Forças Armadas e de pessoal militarizado, desde que reunido um conjunto rigoroso de requisitos cumulativos.

Considerando que a concretização das promoções depende, nos termos do n.º 8, do artigo 38.º, da aludida Lei, da especial fundamentação da sua necessidade pelos três ramos das Forças Armadas, por referência à verificação cumulativa dos requisitos previstos nesta disposição legal.

Atento que nos termos da alínea b), do n.º 8, do artigo 38.º, da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro, da concretização das promoções não pode resultar aumento da despesa com pessoal nas Forças Armadas.

Considerando que as referidas promoções devem respeitar escrupulosamente os quantitativos fixados para cada posto no Decreto-Lei n.º 31/2015, de 4 de março.

Considerando ainda que os três ramos das Forças Armadas apresentaram um conjunto de quadros anexos ao Memorando n.º 1/CCEM/2015, de 20 de fevereiro, do Conselho de Chefes de Estado-Maior, que justificam a necessidade de promoções sem aumento da despesa global com pessoal.

Considerando que os referidos quadros contêm os termos e os limites em que podem ocorrer as promoções dos militares das Forças Armadas em 2015.

Considerando ainda que os efeitos remuneratórios das promoções constantes dos quadros referenciados produzem efeitos no dia seguinte à publicação do respetivo despacho de promoção.

Nos termos do previsto no n.º 9 do artigo 38.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro, determina-se o seguinte:

1 —São autorizadas as promoções, no ano de 2015, do pessoal militar das Forças Armadas constantes dos mapas anexos ao Memorando n.º 1/CCEM/2015, de 20 de fevereiro, do Conselho de Chefes de Estado-Maior.

2 —As promoções referidas devem ocorrer no estrito cumprimento dos termos e limites constantes dos quadros supramencionados.

3 —As promoções ao posto de Comodoro/Brigadeiro-General e de Cabo-Mor, bem como o ingresso na categoria de sargentos no posto de Subsargento/Furriel, só produzem efeitos após a entrada em vigor do diploma que procede à revisão do Estatuto dos Militares das Forças Armadas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 236/99, de 25 de junho.

4 —As despesas decorrentes das promoções serão integralmente suportadas pelos montantes disponibilizados aos ramos das Forças Armadas pelo Orçamento do Estado de 2015, sendo a sustentabilidade futura da despesa assegurada pela compensação integral através da redução estrutural e permanente dos encargos com pessoal.

5 —O acompanhamento e supervisão da execução orçamental relativa às promoções, a ocorrer nos termos referidos nos números anteriores, são assegurados pela Secretária-Geral do Ministério da Defesa Nacional e pela Inspeção-Geral de Finanças.

6 —O presente despacho produz efeitos a partir do dia da sua publicação.

22 de maio de 2015. — O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Correia de Aguiar-Branco. — O Secretário de Estado da Administração Pública, José Maria Teixeira Leite Martins.

(DR, 2.ª Série, n.º 100,1.º Supl, 25mai15)

Ministério da Defesa Nacional Gabinete do Ministro Despacho n.º 4 561/2015

1 —Nos termos do disposto nos artigos 44.º a 50.º do Código do Procedimento Administrativo (CPA), aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, delego no Chefe do Estado-Maior do Exército, Gen (15408276) Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo, a competência para:

a) Autorizar a realização de exercícios de instrução e preparação das forças constantes dos planos gerais do Exército devidamente orçamentados, nos termos do disposto na alínea s) do n.º 3 do artigo 14.º da Lei Orgânica n.º 1-B/2009, de 7 de julho, alterada e republicada pela Lei Orgânica n.º 5/2014, de 29 de agosto;

b) Licenciar obras em áreas na sua direta dependência, sujeitas a servidão militar, nos termos do disposto na alínea t) do n.º 3 do artigo 14.º da Lei Orgânica n.º 1-B/2009, de 7 de julho, alterada e republicada pela Lei Orgânica n.º 5/2014, de 29 de agosto;

c) Autorizar, no âmbito do respetivo ramo, após prévia concordância do Ministro da Defesa Nacional, os processamentos relativos a deslocações em missão oficial ao estrangeiro.

2 —Delego ainda no Chefe do Estado-Maior do Exército, Gen (15408276) Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo, a competência para autorizar despesas:

a) Com locação e aquisição de bens e serviços até € 1 246 994,70, de acordo com o previsto na alínea c) do n.º 1 do artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 197/99, de 8 de junho;

b) Com empreitadas de obras públicas até € 1 246 994,70, de acordo com o previsto nos artigos 343.º e seguintes do Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de janeiro, que aprova o Código dos Contratos Públicos, e na alínea c) do n.º 1 do artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 197/99, de 8 de junho;

c) Relativas à execução de planos ou programas plurianuais legalmente aprovados até € 1 246 994,70, de acordo com o previsto na alínea c) do n.º 3 do artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 197/99, de 8 de junho;

d) Com indemnizações a terceiros, resultantes de decisão judicial ou de acordo com o indemnizado, decorrentes de acidentes em serviço ocorridos no âmbito do Exército;

e) Ao abrigo do disposto na alínea g), do artigo 2.º, do Decreto-Lei n.º 122/2011, de 29 de dezembro, autorizar a atribuição de subsídios a entidades particulares que na realização das respetivas atividades procedam à divulgação e promoção da missão do Exército, dos valores da instituição e da sua doutrina, estabelecendo, por cada ano económico, o montante máximo de € 6 000 por entidade e de € 30 000 no conjunto das entidades a serem objeto de atribuição de subsídios por contrapartida de adequada dotação inscrita no orçamento do Exército.

3 —As autorizações de despesas superiores a € 299 278,74, relativas a construções e grandes reparações, ficam sujeitas à prévia concordância do Ministro da Defesa Nacional, sem prejuízo de posteriores determinações quanto à coordenação de outras despesas relativas a equipamento e material militar, no âmbito das diretivas sobre a execução do orçamento da defesa.

4 —Autorizo a subdelegação das competências referidas nos n.os 1 e 2 no Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército e nos oficiais generais que, na direta dependência do Chefe do Estado-Maior do Exército, desempenhem funções de comando, direção ou chefia.

5 —O presente despacho produz os seus efeitos a partir da data da sua assinatura, ficando por este meio ratificados todos os atos praticados pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, Gen (15408276) Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo, que se incluam no âmbito desta delegação de competências.

6 —É revogado o despacho n.º 3 718/2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 49, de 11 de março.

8 de abril de 2015. — O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Correia de Aguiar-Branco.

(DR, 2.ª Série, n.º 87, 06mai15)

Despacho n.º 4 564/2015

Considerando que, nos termos do disposto no n.º 3 do Despacho n.º 3 718/2014, de 25 de fevereiro, de Sua Ex.ª o Ministro da Defesa Nacional, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 49, de 11 de março, estão sujeitas a prévia concordância as autorizações de despesas superiores a € 299 278,74, relativas a Construções e Grandes Reparações.

Considerando que no âmbito da Reforma da «Defesa 2020», aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 26/2013, de 11 de abril, resultam diretrizes assentes no princípio orientador da concentração, visando a economia de meios, a rentabilização do apoio logístico e limitando o número de infraestruturas, aproveitando ao máximo as que se mostrarem mais adequadas, com vista ao redimensionamento do dispositivo territorial.

Considerando, ainda, o Sistema de Forças 2014 e o Dispositivo de Forças 2014 aprovados e que no âmbito da reestruturação territorial do Exército se torna fundamental continuar as intervenções que vão permitir concentrar no PM 002/Amadora — Quartel n.º 2 da Amadora diversos serviços do Exército que se encontram dispersos pela região de Lisboa;

Assim, atento o anteriormente exposto:

Autorizo o lançamento da empreitada de obras públicas, com a designação PM 002/Amadora (UnAp AMAS) — Quartel n.º 2 da Amadora — «Reabilitação da Casa da Guarda, do Centro de Comunicações e das Casernas 5.1, 5.2, 5.3 e 5.8», com o preço base de € 585 000,00.

20 de abril de 2015. — O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Correia de Aguiar-Branco.

(DR, 2.ª Série, n.º 87, 06mai15)

Despacho n.º 4 645/2015

1. Nos termos do disposto nos artigos 44.º a 50.º do Código do Procedimento Administrativo (CPA), aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, delego no Chefe do Estado-Maior do Exército, a aprovação da minuta do contrato e outorga do contrato definitivo referente ao Procedimento n.º 19/UMC-MDN/2014, de fornecimento de combustível rodoviário a granel em território continental.

2. O presente despacho produz os seus efeitos a partir da data da sua assinatura ficando por este meio ratificados todos os atos praticados pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, que se incluam no âmbito desta delegação de competências, mantendo-se os efeitos entretanto produzidos no Despacho n.º 955/2015, que fica assim revogado.

8 de abril de 2015. — O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Correia de Aguiar-Branco.

(DR, 2.ª Série, n.º 88, 07mai15)

Despacho n.º 5 369/2015

Nos termos do disposto na alínea g) do artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 122/2011, de 29 de dezembro, compete ao Ministério da Defesa Nacional apoiar projetos e atividades de interesse para a área da defesa nacional, através da atribuição de subsídios;

Considerando as regras e condições para a atribuição desses subsídios, estabelecidas pelo Despacho n.º 1 751/2011, publicado no Diário da República, 2.ª Série, n.º 16, de 24 de janeiro de 2011;

Atendendo a que o Ministério da Defesa Nacional reconhece a elevada importância da atribuição dos subsídios na promoção e divulgação de doutrina e iniciativas nos domínios da segurança e defesa nacional;

Atentas as candidaturas apresentadas ao abrigo das várias alíneas do n.º 1 e ao abrigo do n.º 2 do Despacho n.º 1 751/2011, considera-se essencial acautelar a continuidade de publicações com uma vasta tradição e relevância na esfera militar e apoiar entidades ligadas à instituição militar e ou que exerçam atividades afins na área da segurança e defesa nacional;

Restringindo-se a atribuição de subsídios às referidas publicações e entidades, não se procederá à designação de duas personalidades de reconhecido mérito científico nos domínios da segurança e da defesa para a Comissão de Avaliação das Candidaturas, conforme prescreve o n.º 8 do Despacho n.º 1 751/2011. Essa designação apenas se justificaria caso a Comissão em apreço tivesse que avaliar projetos de estudo e investigação nesses domínios;

Assim, determino que:

a) Em 2015 se mantenha a atribuição de subsídios exclusivamente a publicações relacionadas diretamente com as matérias de segurança e defesa nacional e a entidades ligadas à instituição militar e ou que exerçam atividades afins na área da segurança e defesa nacional (n.º 1, alínea c) e n.º 2 do Despacho n.º 1 751/2011, respetivamente);

b) O representante do meu Gabinete seja o MGen (03395682) Rui Manuel Carlos Clero, chefe do meu gabinete (n.º 8 do Despacho n.º 1 751/2011);

c) O montante de subsídios a conceder a publicações e entidades não deverá exceder os € 40 000,00.

6 de maio de 2015. — O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Correia de Aguiar-Branco.

Despacho n.º 5 370/2015

Considerando que, nos termos do disposto no n.º 3 do Despacho n.º 3 718/2014, de 25 de fevereiro, de Sua Ex.ª o Ministro da Defesa Nacional, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 49, de 11 de março de 2014, estão sujeitas a prévia concordância as autorizações de despesas superiores a € 299 278,74, relativas a Construções e Grandes Reparações.

Considerando que no âmbito da Reforma da «Defesa 2020», aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 26/2013, de 11 de abril, resultaram diretrizes assentes no princípio orientador da concentração, visando a economia de meios, a rentabilização do apoio logístico e limitando o número de infraestruturas, permitindo o aproveitamento ao máximo das que se mostraram mais adequadas e permitindo um apropriado redimensionamento do dispositivo territorial.

Considerando que no âmbito da reabilitação e conservação do património imobiliário do Estado, se torna fundamental a prossecução de intervenções que visem garantir a sua preservação de acordo com os princípios da boa gestão dos bens imóveis dos domínios públicos do Estado.

Considerando que no âmbito da reestruturação do Exército, e após a extinção das Oficinas Gerais de Fardamento e Equipamento (OGFE), se torna fundamental continuar as intervenções no PM 046/LISBOA, designado por OFICINAS GERAIS DE FARDAMENTO E EQUIPAMENTO, onde se encontra já instalada a Direção de Finanças, e visando concentrar ainda neste Prédio Militar a Direção de Saúde, o Jornal do Exército e a Loja de Venda de Fardamento.

Assim, atento o anteriormente exposto:

Autorizo o lançamento da empreitada de obras públicas com a designação «PM 046/LISBOA — OFICINAS GERAIS DE FARDAMENTO E EQUIPAMENTO (DFin) — REABILITAÇÃO DE COBERTURAS E FACHADAS», com o preço base de € 330 000,00.

6 de maio de 2015. — O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Correia de Aguiar-Branco.

(DR, 2.ª Série, n.º 99, 22mai15)

Despacho n.º 5 373/2015

A sociedade INTROSYS – INTEGRATION FOR ROBOTIC SYSTEMS – Integração de Sistemas Robóticos, S. A., com sede em Parkim – Parque Industrial da Moita, Rua dos Girassóis, n.º 1 e 1-A, Lote 6, Armazém A3, 2860-274, Moita, requereu, ao abrigo do n.º 1 do artigo 5.º da Lei 49/2009, de 5 de agosto, o acesso ao exercício da atividade de comércio de bens e tecnologias militares/produtos relacionados com a defesa e a autorização para registar o novo objeto social.

O projeto de objeto social proposto pela empresa está em conformidade com o previsto na Lei n.º 49/2009, de 5 de agosto, na medida em que inclui o comércio de bens e tecnologias militares na sua atividade.

A sociedade já se encontra autorizada para o exercício da atividade de indústria de produtos relacionados com a defesa e cumpre os requisitos cumulativos para o pedido de licença para autorização do exercício da atividade de comércio pretendida, previstos no n.º 1 do artigo 6.º da Lei n.º 49/2009, de 5 de agosto.

Assim, tendo em consideração o conteúdo da Informação n.º 401 da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional, de 23 de abril de 2015, e despachos nela exarados, que afirmam encontrarem-se reunidas todas as condições para a concessão da autorização pretendida, autorizo, nos termos do n.º 1 do artigo 5.º da Lei n.º 49/2009, de 5 de agosto, a referida empresa, a incluir no seu objeto social, que a seguir se transcreve, a atividade de comércio de bens e tecnologias militares/produtos relacionados com a defesa:

“Serviços de engenharia, conceção, construção e realização na área dos sistemas de controlo, robótica e planeamento de projetos elétricos para a indústria, nomeadamente projetos nas áreas da inovação para a robótica móvel e manufatura industrial, criação, construção, produção e distribuição de instrumentos de inteligência artificial e robótica destinados à produção industrial, de investigação científica e desenvolvimento, assim como a atividade de indústria e de comércio de bens e tecnologias militares.”

6 de maio de 2015. — O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Correia de Aguiar-Branco.

Estado-Maior-General das Forças Armadas Instituto de Estudos Superiores Militares

Despacho n.º 5 516/2015

Subdelegação de Competências no Chefe dos Serviços de Apoio do Instituto de Estudos Superiores Militares

1 —Ao abrigo da autorização que me é conferida pelo n.º 7 do Despacho n.º 6 192/2014, de 13 de maio de 2014, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 91, de 13 de maio de 2014, subdelego no Chefe dos Serviços de Apoio do Instituto de Estudos Superiores Militares, Cor Cav (03240582) José

Túlio Marques da Silva, no âmbito da missão e dos objetivos definidos para o Instituto de Estudos

Superiores Militares (IESM), a competência para:

a. Concessão de facilidades para estudos e para a prática de atividades desportivas a pessoal civil, sargentos e praças;

b. Autorizar a inscrição e participação de pessoal civil em ações de formação, desde que integrados em atividades do IESM e inseridos em planos aprovados, bem como devidamente orçamentados;

c. Autorizar a condução de viaturas afetas ao IESM, nos termos do Decreto-Lei n.º 170/2008, de 26 de agosto, alterado pelas Leis n.os 3-B/2010, de 28 de abril e 55-A/2010, de 31 de dezembro;

d. Autorizar em matérias de transporte, nos termos do Regulamento aprovado pelo Decreto-Lei n.º 430/86, de 30 de dezembro;