A imo!ilidade prolongada a$ecta o
comprimento dos msculos durante o repouso;
Coda a articulação #ue deiBa de suportar
pesos/ durante um longo período de tempo/ perde a $aculdade de e$ectuar movimentos;
Coda a limitação da amplitude dos
movimentos desencadeia uma alteração das $unç*es da articulação e do msculo #ue activa a circulação;
)ão eBiste #ual#uer doença cr:nica nem
#ual#uer ra(ão #ue impeça a ela!oração de um programa de eBercícios $ísicos visando prevenir o envelhecimento prematuro e #ue actue directamente so!re as causas #ue predisp*e %s doenças degenerativas.
Actualmente reconhece6se #ue o eBercício
assume um papel importante na
recuperação e tratamento de indivíduos
com doenças vasculares cr:nicas/
hipertensos e dia!ticos.
A &#r%#n(o Ar%#r&a, # a A$%&'&dad# F7&$a
&egundo a 'rgani(ação Mundial de
&ade ,00- ' treino de resist<ncia parece redu(ir a pressão arterial da mesma maneira no idoso hipertenso como no adulto ovem hipertenso.
O%#ooro# # a A$%&'&dad# F7&$a
A osteoporose uma doença a nível mundial #ue
a$ecta um grande nmero de pessoas/ especialmente mulheres nas ltimas dcadas de vida
S uma doença degenerativa causada pela perda
gradual de proteínas e minerais :sseos/ implica uma !aiBa massa :ssea e uma deterioração micro6ar#uitectural associada ao tecido :sseo.
' treino de $orça uma actividade #ue
desenvolve um sistema msculo6es#ueltico mais $orte/ aumenta a densidade mineral :ssea e auda os ossos a resistir % deterioração sendo um eBcelente meio para prevenir a osteoporose.
Pro!,#ma d# Po%)ra # a A$%&'&dad# F7&$a
' acto de caminhar depende de uma
esta!ilidade postural/ #ue depende do $uncionamento ade#uado dos sistemas neuromuscular/ sensorial e msculo6es#ueltico/ e do processo integrativo do sistema nervoso central. A com!inação do e#uilí!rio/ $leBi!ilidade e $orça muscular $ornecem os austes necess=rios para uma marcha e$iciente/ en#uanto #ue a capacidade msculo6es#ueltica e articular preservadas são $undamentais para manter um controlo postural ade#uado.
Pro!,#ma Card&o'a$),ar# # a A$%&'&dad# F7&$a
As doenças cardiovasculares são muito
mais $re#uentes em pessoas idosas/ #ue por serem a maior causa de morte em homens e mulheres idosas/ o e$eito do treino de resist<ncia so!re os $actores de risco para doenças cardiovasculares de $undamental importncia.
Cara$%#r7%&$a In#r#n%# ao
a#n%# d# #r&a%r&a
'>a A#n%# #m +#r&a%r&a o>a
pro$issional #ue/ no respeito de imperativos de segurança e deontologia pro$issional/ garante o e#uilí!rio pessoal e institucional no relacionamento interpessoal do dia a dia com as pessoas idosas e restante E#uipa Multidisciplinar e complementa o cuidado da pessoa idosa nas suas vertentes $ísica/ mental e social.
A$%&'&dad# Pr&n$&a&
Reconhecer o #uadro conceptual !=sico #ue
caracteri(a o envelhecimento na sociedade actual e di$erentes conteBtos sociais.
Juidar e vigiar pessoas idosas/ seleccionando e
reali(ando actividades de animação> ocupação com os mesmos/ no seu pr:prio domicílio e em conteBto institucional.
Telar pelo !em6estar da pessoa idosa/ pelo
cumprimento das prescriç*es de sade e dos cuidados de alimentação e higiene no seu domicílio e em conteBto institucional.
A$%&'&dad# E#$&&$a
1 Pr#arar o #r'&ço r#,a%&'o ao $)&dado a r#%ar #,#$$&onando oran&9ando # r#arando o ma%#r&a& o rod)%o # o #6)&am#n%o a )%&,&9ar
2 Pr#%ar ao&o a Idoo no dom&$7,&o o) #m $on%#%o &n%&%)$&ona, r#,a%&'am#n%# a $)&dado !*&$o d# &&#n# d# $onor%o # d# ad# d# a$ordo $om o #) ra) d# d##nd.n$&a # a or&#n%aç# da #6)&a %$n&$a:
5 .1. Navar o doso ou auBili=6lo no !anho e noutras lavagens pessoais;
5 .. Mudar ou cola!orar na mudança de roupa pessoal e su!stituir $raldas;
5 .I. Telar pela manutenção da higiene e con$orto do doso/ nomeadamente cortando6 lhe as unhas/ $a(endo6lhe a !ar!a/ arranando6 lhe o ca!elo e su!stituindo6lhe a roupa de cama;
5 .4. "rovidenciar para #ue as necessidades de eliminação urin=ria e intestinal dos dosos são satis$eitas/ transportando e
disponi!ili(ando os e#uipamentos
ade#uados;
5 .3. Jontri!uir para a prevenção de lceras de pressão/ cuidando da pele e assegurando um posicionamento ade#uado do doso;
5 .2. Assegurar #ue as necessidades de dormir e repousar são satis$eitas/ cola!orando na criação das condiç*es ade#uadas/ nomeadamente na adaptação dos hor=rios e do am!iente;
5 .7. AuBiliar na toma dos medicamentos de acordo com as orientaç*es e o plano de medicação esta!elecido para cada doso;
5 .9. "romover a mo!ilidade do doso e a adopção de posturas correctas/ tendo em vista a prevenção do sedentarismo e do imo!ilismo; 5 .8. Jontri!uir para a prevenção de acidentes no domicílio/ na instituição e no eBterior/ sugerindo a adopção de medidas de segurança e a melhoria da organi(ação dos espaços.
3 Pr#%ar ao&o na a,&m#n%aç(o do Idoo d# a$ordo $om a or&#n%aç# da #6)&a %$n&$a:
5 I.1. Jola!orar na organi(ação e na con$ecção das re$eiç*es/ respeitando a #ualidade do arma(enamento e a higiene dos alimentos e tendo em conta as restriç*es dietticas/ as necessidades e as pre$er<ncias do doso e as orientaç*es da e#uipa tcnica;
5 I.. E$ectuar a distri!uição das re$eiç*es/ acondicionando6as e transportando6as/ respeitando as regras e os procedimentos de higiene alimentar;
5 I.I. Acompanhar e auBiliar a toma das re$eiç*es sempre #ue a situação de depend<ncia do doso o eBia.
4 Pr#%ar $)&dado d# &&#n# #
arr)maç(o do m#&o #n'o,'#n%# # da ro)a do Idoo:
5 4.1. E$ectuar a limpe(a/ desin$ecção e arrumação do #uarto/ casa de !anho/ co(inha e outros espaços/ utili(ando os utensílios/ as m=#uinas e os produtos de limpe(a ade#uados;
5 4.. Juidar da roupa dos dosos/ cola!orando na sua limpe(a e tratamento e e$ectuando a sua arrumação.
5 Co,a!orar na r#'#nç(o da
mono%on&a do &o,am#n%o # da o,&d(o do Idoo no dom&$7,&o # #m $on%#%o &n%&%)$&ona, d# a$ordo $om a or&#n%aç# da #6)&a %$n&$a:
5 3.1. Estimular a manutenção do relacionamento com os outros/ encoraando6o a participar em actividades da vida di=ria e de la(er ade#uadas % situação do doso;
5 3.. "reparar e desenvolver actividades de animação e entretenimento/ ade#uadas % situação do doso/ nomeadamente/ proporcionando6lhe momentos de leitura/ ogos e convívio;
5 3.I. Acompanhar o doso nas suas deslocaç*es em situaç*es de vida di=ria/ de la(er e de sade.
Ar%&$),ar $om a #6)&a %$n&$a
%ranm&%&ndo a &normaç(o #r%&n#n%# o!r# o #r'&ço r#%ado r##r#n$&ando nom#adam#n%# &%)aç# anma,a r##&%an%# ao Idoo
Com#%.n$&a - a!#r#
' ,A- Agente em eriatria de ter noç*es
de
5 1. uncionamento e características das instituiç*es e serviços de apoio ao doso.
5 . "rocesso de envelhecimento e caracteri(ação psicossocial da velhice.
5 I. "sicopatologia do doso. 5 4. )utrição e diettica.
5
5 2. Jonhecimentos de2. Jonhecimentos de
Níngua portuguesaNíngua portuguesa
Jomunicação e relaç*es interpessoaisJomunicação e relaç*es interpessoais
igiene pessoal e con$orto do dosoigiene pessoal e con$orto do doso
Juidados !=sicos de prevenção e sade do dosoJuidados !=sicos de prevenção e sade do doso
"osiciona"osicionamento e mento e mo!ilidademo!ilidade
&egurança e prevenção de acidentes&egurança e prevenção de acidentes
igiene e segurança alimentar. igiene am!ientaligiene e segurança alimentar. igiene am!iental
"rincípios e tcnicas de animação de "rincípios e tcnicas de animação de dososdosos
)ormas de segurança/ igiene e sade da)ormas de segurança/ igiene e sade da
actividade pro$issional actividade pro$issional
Stica e deontologia da actividade pro$issional.Stica e deontologia da actividade pro$issional.
Com#%.n$&a - a!#r#
Sa!#r# - Fa9#r
Sa!#r# - Fa9#r
1. Jaracteri(ar e reconhecer os aspectos1. Jaracteri(ar e reconhecer os aspectos
psicossociais do processo de envelhecimento e da psicossociais do processo de envelhecimento e da velhice.
velhice.
. EBprimir6se de $orma a $acilitar a comunicação. EBprimir6se de $orma a $acilitar a comunicação
com os dosos e a e#uipa tcnica. com os dosos e a e#uipa tcnica.
I. +tili(ar os procedimentos de organi(ação eI. +tili(ar os procedimentos de organi(ação e
preparação dos materiais/ produtos e
preparação dos materiais/ produtos e
e#uipamentos #ue utili(a. e#uipamentos #ue utili(a.
4. Aplicar as tcnicas e os procedimentos relativos4. Aplicar as tcnicas e os procedimentos relativos
aos cuidados de higiene pessoal e de con$orto dos aos cuidados de higiene pessoal e de con$orto dos dosos.
3. Ade#uar os cuidados de higiene e con$orto3. Ade#uar os cuidados de higiene e con$orto %s necessidades e características do doso.
%s necessidades e características do doso.
2. Aplicar as tcnicas e os procedimentos2. Aplicar as tcnicas e os procedimentos relativos aos cuidados !=sicos de sade do relativos aos cuidados !=sicos de sade do doso.
doso.
7. +tili(ar os procedimentos e as tcnicas de7. +tili(ar os procedimentos e as tcnicas de primeiros socorros em situação de acidente. primeiros socorros em situação de acidente.
9. Aplicar tcnicas ade#uadas % manutenção9. Aplicar tcnicas ade#uadas % manutenção da mo!ilidade do doso.
da mo!ilidade do doso.
Sa!#r# - Fa9#r
8. denti$icar situaç*es de risco de acidente e as
medidas de segurança ade#uadas.
10. Ade#uar as re$eiç*es %s características e
necessidades dos dosos/ tendo em conta o e#uilí!rio alimentar e as indicaç*es da e#uipa tcnica.
11. Aplicar os princípios e as regras de higiene
alimentar na arma(enagem e conservação dos produtos e no serviço de re$eiç*es.
1. +tili(ar as tcnicas respeitantes aos cuidados de
higiene e arrumação do meio envolvente do doso.
1I. +tili(ar as tcnicas respeitantes aos
cuidados de limpe(a e tratamento de roupa.
14. Aplicar as tcnicas de animação mais
ade#uadas %s necessidades e interesses dos dosos.
13. Detectar sinais ou situaç*es an:malas
re$erentes %s condiç*es de higiene e con$orto do doso/ !em como re$erentes a outras situaç*es.
12. Aplicar as normas de segurança/ higiene e
sade relativas ao eBercício da actividade.
Sa!#r# -S#r
1. Respeitar os princípios de tica e
deontologia inerentes % pro$issão.
. Motivar os outros para a adopção de
cuidados de higiene e con$orto ade#uados.
I. Respeitar a privacidade/ a intimidade e a
4. Revelar e#uilí!rio emocional e a$ectivo
na relação com os outros.
3. Adaptar6se a di$erentes situaç*es e
conteBtos $amiliares.
2. "romover o !om relacionamento
interpessoal.
7. Comar a iniciativa no sentido de
encontrar soluç*es ade#uadas na resolução de situaç*es imprevistas.
O!"#$%&'o da +#r&a%r&a
Manutenção da &ade em idades avançadas Manutenção da $uncionalidade
"revenção de doenças
Detecção e tratamento precoce M=Bimo grau de independ<ncia
Juidado e apoio durante doenças terminais Cratamentos seguros
=#,aç# )mana
' ,A- Agente de eriatria deve seleccionar
as intervenç*es gerais #ue satis$açam todas as pessoas idosas/ assim como as intervenç*es especí$icas para #ue estas tenham uma !oa #ualidade de vida. Codo o
ser humano tem uma dimensão
!iopsicosocial/ com todas as suas necessidades #ue trans$ormam cada um/ numa pessoa nica.
)as relaç*es humanas ou relacionamento
interpessoal no #uotidiano de tra!alho nas nstituiç*es/ são admitidos di$erentes tipos de +tentes e são necess=rias estratgicas especí$icas para o!ter e garantir uma comunicação e$ica( e e$iciente. "ara alm do respeito pelas regras da nstituição/ não eBistem $:rmulas ou receitas de$inidas para o relacionamento entre pessoas/ no entanto surgem algumas linhas orientadoras.
=##&%o )mano
S importante termos sempre em mente
#ue o outro/ eBactamente como n:s/ tem muitas #ualidades e de$eitos e #ue cada um de n:s possui sentimentos e #ue nos guiamos por escala de valores di$erentes. Crate o outro como ele gostaria de ser tratado.
* 3 %&o d# r##&%oG
Respeito por n:s pr:prios ,eBprimindo a#uilo
#ue pensamos/ sentimos e necessitamos; de$endendo sempre os nossos direitos-.
Respeito pelos outros ,devemos ter em conta
e respeitar os pensamentos/ sentimentos e necessidades dos outros-.
Respeito pelas regras #ue nos são impostas
P=I/ACIDADEJ SI+I;O
P=OFISSIOA;
Respeitar o espaço e a intimidade de cada
pessoa/ guardando segredo da in$ormação con$idencial.
I<E=ESSE E DISPOIBI;IDADE
PE;AS PESSOAS
"or mais di$erentes #ue possam ser/ todos
#ueremos #ue se interessem por n:s/ e pelos nossos pro!lemas. "ara os outros a nossa vida pode parecer uma comdia/ mas para n:s #ue a sentimos/ uma tragdia.