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INTERAGIR FÓRUM

No documento 2008-CaioFontanaeBrunoMartins (páginas 69-121)

5.4 EGRESSO

5.4.3 INTERAGIR FÓRUM

O diagrama de sequência "INTERAGIR FÓRUM"não foi apresentado pela seme- lhança ao diagrama de sequência "GERENCIAR-FÓRUM"do Caso de Uso "COOR- DENADOR". Nesse caso os dois atores poderão inserir, alterar e excluir tópicos e mensagens.

Figura 51: Diagrama de Sequência - Manter Dados Egresso

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PADRONIZAÇÃO

padronização da interface com o usuário, em sua maioria, é descrita em um ar- quivo CSS, linguagem de estilos para HTML e XML.

Topo Superior (Master Page):

Imagem azul com figuras dissolvidas de alunos à esquerda. Logo da instituição dissolvida à direita.

Corpo das Telas (padrões WEB):

Cor de fundo azul bem claro: #EDF7FC;

Fonte: FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 11px; COLOR: black; FONT-FAMILY: Tahoma, Verdana,

Arial, Helvetica, sans-serif; BACKGROUND-COLOR: #f9f9f9; MS Sans Serif, nor- mal, tamanho 10, cor preta;

Telas centralizadas no centro da tela do usuário; Tabelas HTML:

table.bordasimples border-collapse: collapse; table.bordasimples tr td border:0px solid white; table.bordasimples2 border-collapse: collapse; table.bordasimples2 tr td border:0px solid red; table.bordafrente border-collapse: collapse; table.bordafrente tr td border:0px solid #efefef; Classe de caixa de texto:

FONT-SIZE: 11px; COLOR: Black;

FONT-FAMILY: Verdana; TEXT-DECORATION: none.

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PROTOTIPAGEM

Um protótipo pode ser considerado uma implementação concreta, embora parcial, de um programa. Os protótipos podem ser criados para explorar múltiplas questões durante o desenvolvimento do software. Um protótipo de uma interface com o usuário tem como principal objetivo conseguir captar as necessidades efetivas e concretas do utilizado.

Através da prototipagem foi possível obter as reais necessidades das principais vertentes da solução.

A figura 54 representa a página inicial do Sistema (Home). Através do menu dis- ponível na parte superior, o usuário poderá navegar pelo sistema. Observe que, ini- cialmente, não temos todas as funcionalidades disponíveis no sistema. Para tanto, o usuário necessitará autenticar-se na aplicação 54.

A figura 55 representa o formulário de cadastro de egressos. Este formulário pos- sui um web service onde o usuário entra com o CEP e o sistema retorna o endereço completo 55.

A figura 56 representa o formulário de cadastro de empresas. Assim como o for- mulário anterior, este formulário possui um web service onde o usuário entra com o CEP e o sistema retorna o endereço completo 56.

As figuras 57, 58 e 59 estão relacionadas ao usuário administrador.

A figura 57 representa o formulário de cadastro de coordenador. Note o nome do usuário autenticado, na barra de menu da aplicação. Nesta ocasião, um administrador está autenticado 57.

A figura 58 representa o formulário de cadastro de cursos 58.

A figura 59 representa o formulário de consulta a cursos através de um compo- nente web chamado GridView, onde podemos também alterar os dados do curso ou desativá-lo 59.

Figura 54: Prototipagem - Principal

As figuras 60, 61, 62 e 63 estão relacionadas ao usuário coordenador.

A figura 60 representa a página inicial do usuário coordenador sendo exibida a árvore do item consultas. Note o nome do usuário autenticado, na barra de menu da aplicação. Nesta ocasião, um coordenador está autenticado 60.

A figura 61 representa o formulário de consulta às oportunidades lançadas, pelas empresas, direcionadas ao curso no qual é coordenado pelo usuário autenticado. No item Detalhes, o usuário poderá ver todos os detalhes da oportunidade 61.

A figura 62 representa a visão da oportunidade detalhada 62.

A figura 63 representa o formulário de consulta às oportunidades que estão em es- tado de espera. Esta situação ocorre quando a oportunidade, enviada pela empresa, aguarda a validação do coordenador. Caso seja válida, a oportunidade é exibida para todos os egressos do curso, caso contrário, a oportunidade é removida 63.

As figuras 64 e 65 estão relacionadas ao usuário Empresa.

A figura 64 representa o formulário onde são exibidas as oportunidades que já foram cadastradas pelo usuário. Além de poder visualizar as mesmas, o usuário ainda poderá excluir, caso seja necessário. Note o nome do usuário autenticado, na barra

Figura 55: Prototipagem - Cadastro de Egressos

de menu da aplicação. Nesta ocasião, uma empresa está autenticada 64.

A figura 65 representa o formulário de cadastro de oportunidades. Note que a empresa poderá associar qualquer curso, que esteja disponível, para determinada oportunidade 65.

A figura 66 representa o formulário para o egresso, autenticado neste momento, onde são exibidas as oportunidades disponibilizadas pelo coordenador do seu curso. Note o nome do usuário autenticado na barra de menu da aplicação 66.

Figura 56: Prototipagem - Cadastro de Empresa

Figura 58: Prototipagem - Cadastro de curso

Figura 60: Prototipagem - Exibição do menu do Coordenador

Figura 62: Prototipagem - Exibição de Oportunidade detalhada

Figura 64: Prototipagem - Exibição de Oportunidade para Empresa

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DOCUMENTOS DE

ARQUITETURA

8.1 VISÃO FÍSICA

A visão física (visão de contexto) mostra uma visão em alto nível do funcionamento do sistema e da seqüência geral dos processos e é contemplada na figura 67. A visão física do sistema mostra os nós (computadores clientes e servidores) e componentes físicos (executáveis, bibliotecas e aplicações de bancos de dados) da solução 67.

Servidor WEB, onde a aplicação estará fisicamente disponível para os usuários, com a. NET Framework 3.5 instalado, rodando um Windows 2003 com IIS 7.0, garantindo o máximo de desempenho nesta plataforma.

Conectado ao .NET WEB Server, terá o Servidor de Banco de Dados MySQL Server com a versão 5.0 (versão estável do banco) onde serão persistidas todas as informações do sistema.

Também terá um servidor pop/smtp para envio/recebimento de emails, o Exchange Server atendendo principalmente a demanda de envio de emails automáticos pelas funcionalidades do sistema.

Pela intranet ou pela internet, o sistema poderá ser acessado por qualquer cate- goria de usuário.

Figura 67: Visão Física

8.2 VISÃO LÓGICA

A visão lógica descreve as mais importantes classes e a sua organização dentro de pacotes de serviços e subsistemas, além da organização desses subsistemas em camadas. Diagramas de pacotes podem ser incluídos para ilustrar o relacionamento entre camadas, pacotes, subsistemas e classes que são significantes arquitetural- mente. As figuras 68 e 69 exibem a visão lógica do sistema de forma explicativa e ilustrativa respectivamente, mostrando a sua organização em pacotes lógicos. Nesta tabela são descritos os principais pacotes lógicos do sistema:

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ESTRUTURA TECNOLÓGICA

A instalação física de um projeto de software necessita de uma infra-estrutura de hardware e rede para troca de dados, além dos custos gerados pela hospitalidade da solução.

9.1 HOSPEDAGEM DO SITE (FATORES A CONSIDERAR)

Segue abaixo alguns aspectos a considerar na hospedagem de uma web site: Os custos fixos mensais, incluindo as taxas extras para instalação, gestão de do- mínios, mudança de provedor.

Mensalidades que variem de acordo com o número de acessos e o volume de conteúdo publicado (se o site é muito acessado ou muito atualizado, tarifas extras podem pesar no orçamento).

O preço do serviço nem sempre é o principal fator de avaliação, na medida em que outros requisitos podem ser mais críticos para a hospedagem do site, de acordo com os seus objetivos de negócio e a natureza do conteúdo.

A compatibilidade do servidor com diferentes tecnologias, seja Linux, ASP.NET, Java, PHP, Perl, Ajax, scripts CGI e outras. O Suporte a conexões com bancos de dados (MySQL, SQL Server).

O desempenho do sistema, a resposta dos programas e das páginas, a base de equipamentos atualizada, o espaço em disco disponível, com discos redundantes.

Número de conexões de alta velocidade disponíveis, de forma que haja garantia de que, ao cair uma delas, as outras manterão o(s) site(s) no ar. É importante tam- bém que a taxa de utilização destas conexões não esteja próxima do seu limite de demanda.

Contabilização e análise, em tempo real, dos acessos dos usuários, com informa- ções sobre número de visitas únicas, de páginas visitadas, sites de origem, palavras- chave utilizadas em ferramentas de busca, tempo médio da visita, percursos mais visitados.

Essas questões são de grande importância quando é feito um estudo de custos e benefícios com a hospedagem de uma aplicação na WEB.

10 PROJETO DE SEGURANÇA

• Manutenção do sistema: realização de backups diários, manutenção de servi- dores web redundantes (para o caso de emergências), firewalls e medidas de segurança (incluindo a segurança das instalações).

• Acesso ao sistema: A segurança do sistema será feita através do controle da entrada de dados no sistema, ou seja, pela utilização do código de acesso e senha. Todos os usuários serão cadastrados no banco de dados e terão um código de acesso (login) e uma senha de no mínimo seis caracteres.

• Entrada de dados: os seguintes controles serão usados nos campos que rece- berão dados como a utilização de tabelas para facilitar os preenchimentos; ta- manhos dos campos limitados ao tamanho do banco de dados; Se algum campo obrigatório não for preenchido, o sistema apresenta uma mensagem avisando que o campo deve ser preenchido; os campos das telas de entrada de dados estão agrupados de acordo com a sua natureza.

• Backup: o backup do banco de dados será feito através de um script automático, onde será realizado o backup dos dados do banco e dos arquivos da aplica- ção, caso seja feita alguma alteração de programa equivocada, o arquivo correto poderá ser restaurado. O horário que será realizado a rotina de backup será definida pela empresa que utilizará o sistema.

11 CONCLUSÃO

O Sistema de Egressos tem a proposta de prover a integração entre o mercado de trabalho, instituição de ensino e egressos, possibilitando a interação online para fins profissionais e/ou acadêmicos.

A organização na distribuição de oportunidades aos egressos permite que as mes- mas sejam disponibilizadas de acordo com sua área pertinente, previamente selecio- nada pelo empregador.

Dessa forma, o Sistema de Egressos será um diferencial da instituição com os mercados de trabalho, agregando aos seus egressos informações pertinentes as suas respectivas áreas profissionais.

O desenvolvimento deste projeto teve como grande benefício o aprendizado para o complemento da grade acadêmica e profissional, pois foi possível aplicar uma gama considerável de conhecimentos adquiridos durante o curso de Ciência da Computa- ção, praticando as atividades de analista de sistemas e programador.

De maneira geral, este sistema pode ser utilizado em qualquer Instituição de en- sino que deseja manter vínculos com seus alunos egressos e propiciar a reciclagem constante da grade curricular dos cursos oferecidos, focando atender as verdadeiras e atuais necessidades do mercado de trabalho.

Tem-se como propostas de trabalhos futuros, a integração do Banco de Dados da Instituição (Centro Universitário de Vila Velha - UVV) com o da aplicação, dessa forma será possível importar os Coordenadores e Egressos para a aplicação sem a necessidade de o ator Administrador inserir um coordenador ou o próprio egresso se cadastrar, e o desenvolvimento do Schedulador (System Scheduler) - sistema geren- ciador de tarefas previamente agendadas pelo administrador do sistema, funcionará como uma espécie de Robô na execução de operações - para enviar mensagens aos egressos quanto à chegada de datas de processos seletivos das vagas disponibiliza- das pelas empresas devidamente cadastradas na aplicação.

12 REFERÊNCIAS

BIBLIOGRÁFICAS

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Disponível em <http://www.linhadecodigo.com.br/ArtigoImpressao.aspx?id=763>. Acesso em 28 dez. 2008, 22:30:00.

[FALBO - 2002] - FALBO, Ricardo. Análise de Sistemas - Notas de Aula. Vitória: UFES, 2002.

[FALBO - 2003] - FALBO, Ricardo. Projeto de Sistemas - Notas de Aula. Vitória: UFES, 2003.

[HTTP://IMASTERS.UOL.COM.BR] - NOGUEIRA, Admilson. UML - Projetos de

Sistemas Orientados a Objetos. Disponível em <http://imasters.uol.com.br/artigo/3877/atores>. Acesso em 28 dez. 2008, 22:00:30.

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[LARMAN - 2000] - LARMAN, Craig. Utilizando UML e Padrões: Uma Introdução a Análise e ao Projeto Orientados a Objetos; trad. Luiz A. Meirelles Salgado. Porto Alegre: Bookman, 2000.

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[MEDEIROS - 2004] - MEDEIROS, Ernani Sales de. Desenvolvendo Software com UML 2.0 : definitivo, São Paulo: Makron Books, 2004.

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WITHALL, Stephen. Software Requirement Patterns. Microsoft, 2007.

[FURLAN - 1998] - Furlan, José Davi. Modelagem de Objetos através da UML: Análise e Desenho Orientados a Objetos, São Paulo: Makron Books, 1998.

[WWW.WIKIPEDIA.ORG] - Enciclopédia Livre.

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[HTTP://PT.WIKIPEDIA.ORG] - Enciclopédia Livre.

Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Diagrama de sequC3AAncia>. Acesso em 20 out. 2008, 19:45:00.

ANEXO A

Este anexo contém as tabelas com os dicionários de dados dos diagramas de classes:

No documento 2008-CaioFontanaeBrunoMartins (páginas 69-121)

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