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Item 05 Comutador de Rede Ethernet com 48 Portas 10gGbE (Switch

No documento ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA (STORAGE) (páginas 41-47)

Ethernet)

9.5.1 Deve possuir pelo menos 48 (quarenta e oito) portas 10 GbE SFP+ wirespeed; 9.5.2 Deve permitir a instalação de cabos “Direct Attached Copper” conforme o

padrão SFP+ Cu;

9.5.3 Deve possuir adicionalmente no mínimo 02 (duas) portas QSFP+ 40 GbE; 9.5.4 Cada comutador deverá ser entregue com 20 (vinte) transceiver SFP+ com

conector LC, acompanhado da respectiva fibra, ou cabos do tipo “Direct Attached Copper”, compatível com a conexão e o protocolo solicitados, devendo fazer parte da matriz e compatibilidade do fabricante do switch; 9.5.5 Cada comutador deverá ser entregue com 2 (dois) cabos de fibra com os

respectivos transceiver, compatível com as portas QSFP+ 40;

9.5.5.1 Em caso de entrega de cabo do tipo “Direct Attached Copper” este deverá ser compatível com as portas SFP+ dos servidores e storage desta especificação;

9.5.5.2 Os cabos deverão ter pelo menos 5m (cinco metros) de comprimento; 9.5.6 Ocupar no máximo 1 rack unit;

9.5.7 Possuir no mínimo uma matriz de comutação com 960 Gbps;

9.5.8 Possuir capacidade de processamento de pelo menos 720 milhões de pps (pacotes por segundo) em nível 2 e nível 3 (modelo OSI);

9.5.9 Possuir capacidade para no mínimo 128.000 endereços MAC; 9.5.10 Suporte a jumbo frame de no mínimo 9216 bytes;

9.5.12 Suportar Openflow 1.3;

9.5.13 Possuir LEDs, por porta, que indiquem a integridade e atividade do link, a velocidade de conexão e também o modo de operação (half/full duplex); 9.5.14 Suporte ao modo de comutação “store and forward” ou “cut-through”

configurável via linha de comando;

9.5.15 Ser fornecido com configuração de CPU e memória (RAM e Flash) suficiente para implementação de todas as funcionalidades descritas nesta especificação. 9.5.16 Todas as licenças necessárias para as funcionalidades exigidas neste edital

deverão estar inclusas no equipamento.

9.5.17 Possuir no mínimo 1 (um) par de ventiladores hot-swappable;

9.5.18 Possuir fonte de alimentação interna redundante ao equipamento com ajuste automático de tensão 110 e 220 volts, hot-swappable;

9.5.19 Deve ser instalável em rack padrão de 19”

9.5.20 Deverão ser fornecidos todos os materiais necessários a fixação e energização do equipamento;

9.5.21 Deve possuir porta de console para gerenciamento e configuração via linha de comando. O conector deve ser RJ-45 ou padrão RS-232. (os cabos e eventuais adaptadores necessários para acesso à porta de console devem ser fornecidos);

9.5.22 Deve possuir interface de gerenciamento WEB (HTTP) que permita aos usuários configurar e gerenciar através de browser padrão ou através de software de gerência;

9.5.23 Deve ser gerenciável via Telnet e SSH;

9.5.24 Deve permitir o espelhamento de uma porta e de um grupo de portas para uma porta especifica;

9.5.25 Deve permitir o espelhamento de uma porta ou de um grupo de portas para uma porta especificada em um switch remoto no mesmo domínio L2;

9.5.26 Deve ser gerenciável via SNMP (v1, v2 e v3);

9.5.27 Deve implementar nativamente 2 grupos RMON (History, Statistics, Alarms e Events) conforme RFC 1757;

9.5.28 Deve possuir integração com syslog para envio de registros de eventos para servidor externo;

9.5.29 Deve implementar o protocolo NTP ou SNTP para sincronismo de clock; 9.5.30 Deve suportar autenticação via RADIUS ou TACACS;

9.5.31 Deve possuir suporte a protocolo de autenticação para controle do acesso administrativo ao equipamento;

9.5.32 Deve implementar controle de acesso por porta (IEEE 802.1x);

9.5.33 Deve implementar listas de controle de acesso (ACLs) baseadas em endereço IP de origem e destino, portas TCP e UDP de origem e destino e endereços MAC de origem e destino;

9.5.34 Deve possuir controle de broadcast, multicast e unicast por porta;

9.5.35 Deve promover análise do protocolo DHCP, permitindo criar tabela de associação entre endereços IP atribuídos dinamicamente, Mac Address do equipamento e a porta física do switch;

9.5.36 Deve implementar pelo menos 8 (oito) filas de saída por porta;

9.5.37 Deve implementar pelo menos uma fila de saída com prioridade estrita por porta e divisão ponderada de banda entre as demais filas de saída;

9.5.38 Deve implementar classificação, marcação e priorização de tráfego baseada nos valores de classe de serviço do frame ethernet (IEEE 802.1p QoS)

9.5.39 Deve implementar classificação, marcação e priorização de tráfego baseada nos valores do campo “Differentiated Services Code Point” (DSCP) do cabeçalho IP, conforme definições do IETF;

9.5.40 Deve implementar classificação de tráfego baseada em endereço IP de origem/destino, portas TCP e UDP de origem e destino, endereços MAC de origem e destino;

9.5.41 Deve prover protocolo de camada 2 para detecção de status de links uni- direcionais (UDLD, DLDP ou equivalente);

9.5.42 Deve possuir suporte a RFC 802.1ab (LLDP);

9.5.43 Deve possuir suporte a Data Center Bridge conforme RFC 802.1Qbb (PFC), 802.1Qaz (ETS);

9.5.44 Deve implementar LANs Virtuais (VLANs) conforme definições do padrão IEEE 802.1Q;

9.5.45 Deve permitir a criação de no mínimo 4.000 VLANs ativas baseadas em portas; 9.5.46 Deve permitir a criação de subgrupos dentro de uma mesma VLAN com conceito de portas “isoladas” e portas “promíscuas”, de modo que “portas isoladas” não se comuniquem com outras “portas isoladas”, mas tão somente com as portas promíscuas de uma dada VLAN;

9.5.47 Deve suportar VLANs dinâmicas, ou seja, deve permitir a criação, remoção e distribuição de VLANs de forma dinâmica através de portas configuradas como tronco IEEE 802.1Q;

9.5.48 Deve Implementar “VLAN Trunking” conforme padrão IEEE 802.1Q nas portas Fast Ethernet e Gigabit Ethernet. Deve ser possível estabelecer quais VLANs serão permitidas em cada um dos troncos 802.1Q configurados;

9.5.49 O equipamento deve permitir escalabilidade utilizando protocolo de fabric baseado em TRILL ou similar;

9.5.50 O fabric deve permitir escalabilidade de, pelo menos, 10 (dez) equipamentos; 9.5.51 O fabric deve permitir as topologias de interconexão do tipo estrela, anel e

fullmesh;

9.5.53 O fabric deve implementar mecanismo para mobilidade de máquinas virtuais (VM's). Esse mecanismo deve permitir a migração de uma VM de qualquer porta de qualquer equipamento do fabric para qualquer porta de qualquer equipamento do fabric, de forma que todas as características e configurações necessárias para operação da VM na nova porta física estejam disponíveis automaticamente (VLAN utilizada, ACLs e características de QoS), sem necessidade de configuração manual dos equipamentos;

9.5.54 O mecanismo de mobilidade de máquinas virtuais deverá ser implementado nativamente no equipamento físico ou via software do mesmo fabricante, em todos os casos a capacidade mínima deverá ser de 1200 (mil e duzentas) máquinas virtuais. Todas as licenças adicionais para a implementação dessa funcionalidade devem ser fornecidas;

9.5.55 Caso o mecanismo de mobilidade de máquinas virtuais possua restrições quanto a capacidade de processamento das máquinas físicas, o mecanismo em questão deverá ser licenciado de forma a permitir a conexão simultânea de uma máquina física com 4 (quatro) processadores em cada uma das portas 10G solicitadas;

9.5.56 A solução ofertada deve permitir seu gerenciamento através de um endereço IP único atribuído ao fabric;

9.5.57 Caso a solução de fabric ofertada necessite de elementos adicionais para seu pleno funcionamento, todos esses elementos devem ser fornecidos de forma redundante para garantir a alta disponibilidade do ambiente;

9.5.58 Deve Implementar a funcionalidade de “Link Aggregation (LAGs)” conforme padrão IEEE 802.3ad;

9.5.59 Deve suportar no mínimo 128 grupos LAG por switch com até 8 portas por grupo;

9.5.61 Deve Implementar o padrão IEEE 802.1s (“Multiple Spanning Tree”), com suporte a no mínimo 15 instâncias simultâneas do protocolo Multiple Spanning Tree;

9.5.62 Deve Implementar o padrão IEEE 802.1w (“Rapid Spanning Tree”);

9.5.63 Deve Implementar mecanismo de proteção da “root bridge” do algoritmo Spanning-Tree para prover defesa contra ataques do tipo “Denial of Service” no ambiente nível 2;

9.5.64 Deve permitir a suspensão de recebimento de BPDUs (Bridge Protocol Data Units) caso a porta esteja colocada no modo “fast forwarding” (conforme previsto no padrão IEEE 802.1w). Sendo recebido um BPDU neste tipo de porta deve ser possível desabilitá-la automaticamente;

9.5.65 Deve ser capaz de implementar MLAG (Multichassis Link Aggregation) ou funcionalidade similar que permita a agregação de portas do equipamento com as de outros equipamentos distintos não empilhados, conforme previsto no padrão IEEE 802.3ad.

9.5.66 Deve implementar roteamento nível 3 entre VLANs; 9.5.67 Deve suportar roteamento de pacotes IPv4 e IPv6;

9.5.68 Deve implementar roteamento estático para no mínimo 1024 rotas IPv4 ou IPv6;

9.5.69 Deve implementar protocolo de roteamento dinâmico OSPF v1, v2 e v3 com suporte a 8.000 rotas IPv4/ 4.000 rotas IPv6;

9.5.70 Deve implementar o protocolo VRRP (Virtual Router Redundancy Protocol); 9.5.71 Deve implementar IP multicast com suporte a 700 encaminhamentos;

9.5.72 Deve implementar roteamento multicast PIM (Protocol Independent Multicast) no modo “sparse-mode” ou “dense-mode”;

9.5.74 Deve implementar em todas as interfaces do switch o protocolo IGMP Snooping (v1, v2, v3);

9.5.75 Deve implementar a funcionalidade de rotas virtuais VRF-lite ou MCE;

9.5.76 Deve implementar o protocolo DCB (Data Center Bridging), PFC (Priority Flow Control), ETS (Enhanced Transmission Selection) e DCBX (Data Center Bridging Exchange), dentre outros protocolos e funcionalidades necessárias para desempenho na utilização do protocolo iSCSI.

No documento ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA (STORAGE) (páginas 41-47)