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L EGISLAÇÃO  Decreto Lei 139/2012 de 5 e Julho

 Decreto Lei nº 74/2004 de 26 de Março  Decreto Lei nº 91/2013 de 10 de Julho  Despacho 14758/2004 (2ª série)

 Despacho nº 17169/2011 de 12 dezembro

 Despacho nº 17169/2011 (em vigor), Diário da República, 2ª série – Nº 245, 12 de dezembro de 2011. Dispõe sobre a revogação do Currículo Nacional do Ensino Básico – Competências Essenciais. (recuperado em a 1 de março, 2013)

 Despacho nº 5306/2012 (em vigor), Diário da República, 2ª série, Nº 77, 18 de abril de 2012. Dispõe sobre a homologação das Metas Curriculares. Consultado a 1 de março, 2013, de http://www.dre.pt/pdf2sdip/2012/04/077000000/1395213953.pdf  Despacho nº 5306/2012 de 18 de abril  Despacho nº 9815-A/2012  Lei n.º 115/97, de 19 de Setembro  Lei n.º 49/2005, de 30 de Agosto  Lei n.º 85/2009, de 27 de Agosto

 Lei nº 46/1986 (revogada), Diário da República, I Série, nº 237, 14 de outubro de 1986. Dispõe sobre a publicação da Lei de Bases do sistema Educativo. Recuperada a 1 de março, 2013, de http://portal.ipvc.pt/images/ipvc/sas/pdf/legis/lei46_1986.PDF  Portaria 74-A/2013 de 18 de Fevereiro

 Portaria 797/2006 de 10 de Agosto

 Portaria 905/2005 de 26 de Setembro (Cria o Curso de Técnico de Viticultura e Enologia, p.5794)

 Portaria n.º 550-C/2004 de 21 de Maio

 Portaria nº 1287/2006 de 21 de Novembro (Cria o curso profissional de técnico de turismo ambiental e rural, p.7996)

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 Tavares et al. (1989). grupo1supervbehaviorismo.weebly.com/teorias. Recuperado em Agosto de 2013

ANEXO A – Dez Competências Essenciais do CNEB

1) Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano;

2) Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar;

3) Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar de forma adequada e para estruturar pensamento próprio;

4) Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano a para apropriação de informação;

5) Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagens adequadas a objectivos visados;

6) Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável;

7) Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas à tomada de decisões; 8) Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa;

9) Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns;

10) Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida.

ANEXO B – Categorias e Descritores do QECRL

Categorias:

A - Utilizador Elementar B – Utilizador independente C- Utilizador Proficiente A1 Iniciação A2 Elementar B1 Limiar B2 Vantagem C1 Autónomo C2 Mestria Descritores: Utilizador proficiente

C2 É capaz de compreender, sem esforço, praticamente tudo o que ouve ou lê. É capaz de resumir as informações recolhidas em diversas fontes orais e escritas, reconstruindo argumentos e factos de um modo coerente. É capaz de se exprimir espontaneamente, de modo fluente e com exactidão, sendo capaz de distinguir finas variações de significado em situações complexas.

C1 É capaz de compreender um vasto número de textos longos e exigentes, reconhecendo os seus significados implícitos. É capaz de se exprimir de forma fluente e espontânea sem precisar de procurar muito as palavras.

É capaz de usar a língua de modo flexível e eficaz para fins sociais, académicos e profissionais. Pode exprimir-se sobre temas complexos, de forma clara e bem estruturada, manifestando o domínio de mecanismos de organização, de articulação e de coesão do discurso.

Utilizador independente

B2 É capaz de compreender as ideias principais em textos complexos sobre assuntos concretos e abstractos, incluindo discussões técnicas na sua área de especialidade. É capaz de comunicar com um certo grau de espontaneidade e de à-vontade com falantes nativos, sem que haja tensão de parte a parte. É capaz de exprimir-se de modo claro e

pormenorizado sobre uma grande variedade de temas e explicar um ponto de vista sobre um tema da actualidade, expondo as vantagens e os inconvenientes de várias possibilidades.

B1 É capaz de compreender as questões principais, quando é usada uma linguagem clara e estandardizada e os assuntos lhe são familiares (temas abordados no trabalho, na escola e nos momentos de lazer, etc.). É capaz de lidar com a maioria das situações encontradas na região onde se fala a língua alvo. É capaz de produzir um discurso simples e coerente sobre assuntos que lhe são familiares ou de interesse pessoal. Pode descrever experiências e eventos, sonhos, esperanças e ambições, bem como expor brevemente razões e justificações para uma opinião ou um projecto.

Utilizador elementar

A2 É capaz de compreender frases isoladas e expressões frequentes relacionadas com áreas de prioridade imediata (p. ex.: informações pessoais e familiares simples, compras, meio circundante). É capaz de comunicar em tarefas simples e em rotinas que exigem apenas uma troca de informação simples e directa sobre assuntos que lhe são familiares e habituais.

Pode descrever de modo simples a sua formação, o meio circundante e, ainda, referir assuntos relacionados com necessidades imediatas.

A1 É capaz de compreender e usar expressões familiares e quotidianas assim como enunciados muito simples, que visam satisfazer necessidades concretas. Pode apresentar-se e apresentar outros e é capaz de fazer perguntas e dar respostas sobre aspectos pessoais como, por exemplo, o local onde vive, as pessoas que conhece e as coisas que tem. Pode comunicar de modo simples, se o interlocutor falar lenta e distintamente e se mostrar cooperante. ( in QECRL p:48 e 49)

ANEXO C – Regulamento Interno da Escola Secundária Rainha Santa Isabel de Estremoz (excerto)

Artigo 66

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