• Nenhum resultado encontrado

LEGISLAÇÃO

No documento BIOGEOGRAPHIA DYNAM (páginas 187-200)

Cndn pai~. tem !-Hôl lc~i~laç:io c~pccial rlc prolcci;:ii.o á naturcz:t, fo4•:,li~anilo .<=cus c:t(;.o:- particul:arc!<: ha u r.oti!Jítlcr;ir al('lll di;..~o a J4•r!i;l.1ç,io internacional (Con-venções Intcrn:tC'ionacs).

Seria cxtrc111.1mcntc difficil e mcs:.mo impoi:,$h·cl c.Inr n tc~pciro indic.1':t,cs scµ11ras e cxtcn~a(;., !C n:io cxi8-tie;;c o Officio lnte1·m1cion:1l p;tr:1 n T'rolccç;io á ~aturcz:J.

cuja func,:,.io prrcipuil é a tla "Documentação e CorrC!~

lação'" e que, parn torn:1r C'Onhccida~ de ro<los os inte-ressados .:1!! lei~ de C'atfo r~1i:r., publica c.lc:Sclc 1931. sua

188 ,\. J. Jl E 5 ,\ :\t PAI O

"Rca;uc lntcrruztionafo de L,~sislation pour la Prote•

ction de la 1Vf1t.11r1!'\ com ~éilc á rnn Montoycr n,t.t 25, Bruxcllas ( Dircctor: Prof.

J . ~[.

Dcrschci<l).

TantílS bâo as lei~, t·,1da pai:,; temia as su~1.<1 rnLrc o~

,·ario~ item.: (la 111:otccc:."io, que aiucb utio 11011n~ r~mpo p,ara a puhlic,:.11.,:ão de to1la~. por p,1rlc do rcfcriclo Offí, cio I nlcrnacional.

_.\9 publicacb!-1, pon-m. jil pcrmiltcm uma noção i;e,

;ura !'ohrc os v.1rios ohjc,:liYos a vi!-ar; m~lram tato·

Lcm que !'o'io lei~ pa~ ... ivci!', (lc con~tantcs :tpcrfci,;oarucn·

to.!-, de accordo com o que a pralí•:n vem irnlk:uulo.

Os inlcrc~<:c.s f'lll jo;..:o ,'-.io 0111i10 n111t1cr0S09 e, se de nm lado, é prccieo rcg:ulnr ll c~plora<:âo <lo.,; h<:ns uatu·

racs, de 0;1tro lacl11 <·· Lamhcm nccci,.:--ario não cmb.1raçar a uti1ii:.:u;iio racion.,I ,Jc~!!Cs hc'n3. ln mctlio drc11.i ...

E' preciso nc.· ... ~c partif'\dar um ~ahiu c~pirilo de concilinr,:úo, como i,nJicou o Sr. Lcplnc. Dircctor de Asricuhura do i\Iini.ctcrio da:, Colonins ib 8clgica. t'C·

rantc o Con:.:rc . .im Jutt·rnaC'io11:il de Paris 1931 (Hcbt, p. 39), tr;1ta111lo 11:is 4·Ncc:e:-:ii1l:1d,·:-E1·onomiras em fncr.

das Ncc("~~id;ult':-1 S«-icntifira:-1, 1·n11·c as nccccs~icbdcs eco·

nomir:i~ e a.!l a:--pir,11:õc~ Jo5 pl'olcctorcs ,la N.:tturcza, ns-pirac;õcs 1r11c clas~ificn como mnito nohrc~ e legitimas, m,1s prcci:-:11n ~cr c111 tcnno~". ·

As prohibi~ÕC.!! ;j onlr•rncc :-iio cm :,::cr:11 t:°io preju·

didncs, como a inercia~ porqut: 5C é prcci!:lo comL,,ter CH.l para cdrar a r.~ca~cz tfc prnrfuctos n~1turac3, por outro la<lo é indifpcnsavcl rcMrineir ns foi3 ao papel regulador <la pro<lucção.

Vem assim primeiro :l l,;dl:t o app,ucntc nnt:i&?-O· nismo entre u lavoura e n protcrção rí N,Hure1 .. 1; n;io h:t ncnlium ant.:igoni~mo, no cnt..in101 pois a protc:cç~o á Natureza se dc\'C re!-lring:ir ,i:) arcas de terra cern inh;, rcssc para a ..\gricult11r;1 ou :i Pcco:iri:, e rz1rnndo pede attenção para certos <lct:ilhcs n:aturacs cu1 arcas a:;ril'o·

B l o e E o e n a\ r H 1 A D Y i'i A

,r

I r: A 189

!a~. é mc::omo cm lieru:ficio ÜC!:tas que o foz, ~cm csquc ..

1..cr <lcrerto qu,• ·'a terra ú o nosso banqueiro" (~Ho Pcçanh:i}.

1\~:-;im <]11,1ndo appclla para que, cm cada zona ngr-icola. ~~ nrn111cnham florcstns, cm cocffieicntc lími·

tado, eeja para rn:in111cnç,io das boas con<líçõcs clirnati-cas p;n;i a~ Ja\·ouras e a criai;ão. ::icja pelo \'alor eco•

nomico d.1~ florc~t.1s n:i.c; propriedade~ a;'.!ricolas.

~iio 5lÍ niio rlc\·c prohibir u C:\:ploraç:;io rocional, il.:1:- florci.las cruc niio scj:un pro1cctorn!ó! de m:manciace e de encost:,s. como dc\·c rnc:,:mo Cftimubr a E'ih·icultu·

ra, sob toflo os ... cu.~ aspecto:-: indu!-trial. pai.:a;.+'t:i, ele.

Outro ca.'óo~ é o apparcnt,. nnl:1~oui.:.mo entre :i pro-tccç.io 11.'.ls florestas, de worro:-nas cúfa<lcs, e a cxpan.

são urhan:i.

E' claro que a cid:u1c que..• !'-C ,·(, c5tcndcr1do1 sem manter vcé!díl•:,io interc:ibr ~anca,Jora e ornamenta], terá de ser uma cid;14J11 foi:i. ~cm cnca11tos, na moooto·

nia de casas e ruas.

E' cl:iri~~i1110 r11w .;1.: cdilid,11lcs de P.,ri~ .. Londres!

IlcrJiw, Ncw Yor!..:. l'tc., retalhariam !-Clll hc:,itar seu:;; ÚO!:·

f{UC!-1 e parque.-.. ccntrncs. p:-ir:i rrfluzi-los a ilinhciro (imagincm-o:c 09 milhõc:; de fr:mcos que :t Prefeitura de P:iri~ rcnnirL1. ,-e, Jotc.tssc o Dois <lc Iloulo;;ne .. ., nté .arripja faJlar nc~sc ah~nrdo) .. ~e C!l~C.!-ho.::qucs e parquc!il urhanog 11,io ti\'C,,,;.!:cm, por ~implr.:; ar.ç,io ,Jc prc-~cnÇ"a.

um n1lor moita~ vczc~ m,1ior que O!I milhões C'fl.lC ,·alem ..

como metro.e; qu,1draclo.::i de arca urhana.

As!-im~ no Hio ilc J ;incíro, por í'Xcmplo. a fiorcAtn de Ti juta fJUC i;c clc:-1 ina a ser futuramente o ''Parque Nacion::d Ua Tijuca '', corno já prcviHo e um dos m., io-rcs attracth·os da cidade. corno j:í é. mas cnt,ío clc,·nda,, como se faz nccc~~:-iri o ;'1 n<'C(•p1;,io popular de ºl\fouu ..

mcnto .Nutur~1l".

190 A. J. n 1-: S A :'\t ,, A I o

Xos devidos termo~, a Protccc;:•io á ~aturcz,1 só ~e oppõc, e cntiio form:tl e c.lcci1Iidamc11tc, ::ao vandalismo:

no mai!\, tcn<lc á "oncilin<:ão <lo~ justo!:! intcrc5sc5. razão porque núo se oppóc /1 exploração ele j:11.icla~, pedindo apenn.s qnc <lc rnc1"3 uma ~e con~crvcm rcliquias.

A proposito, o Dr. Alexandre Curt Ilr:u.lc,

1t'atan-<lo dn Protcc~iio :i Nuturczn na Allc111a11h.1, cm notn que aprc.<,cntou á ].º Conferencia Bra~ilcirn (llio, 193-IJ, citou o caso muito intcrc!-5autc •lc morrotcs calcarios dos nrrcdorc!I <lc Berlim, que cxplora<los para fin!- indus-triacs, corrian1 risco dr. c.lcrnpparcccr complct:imcntc.

O Governo Prussiano ;Hlquiriu .1l~un!l-, para conscn:ar como 41rcliquias" ;:comorphic:ts ou tcctonica~, onde h

a-\'ia ainda a consi,lcrar a vegetação calcicob, cn1Icmic:1, intcrcssnntc,

Em vez do contrariar n a:.;:ricultura, a pccuaría e o urbanismo, cootribuc p;trn nm aml,icutc melhor_ !:cja ntravcz <ln E!-thctic:1 Rurnl e Url>:tníl. !-Cja pcln~ hcJlc-zus na.turacs que protege e 'luiçâ auhlima~ cm he11cfido do turismo, Ja cat::a, cb pcscn, Jas i1ulu::trin~ e 111L~mo

no .scnticlo de: fartura ele meios natur~1C.'-<lc ~ub'iôi!tencia.

Uma Hf:izcrala"' honi1;1, cheia <lc cuc,,ntos nat11rac~.

nlcm das sua!'! culrur:i:- e !-CUS campo!' (te criai;ão. tc111

·vnlor rnuítis~imo 1naior que outr:i cm que nílc.la haj:1 mais do que a monolonin de la,·ouras e p:istugcn~.

Demais an·orc~, alé:i.s e IJOsquc!l, intcl'calado:1 nos campos <lo cultura ou ilc criação, ~ão requisito~ «la mo-dcrml Agronomia e da Zootcclinia.

Como é intcrce;eantc ver no:; ,lornin~o~ cm Pari!-.

por cxcuiplo, u circulac;ão de gente que (lcixa a cidade para a ºcamp~:;nc", u <'a«;a, ;1 pC5-Ca~ o Boj~ Bouloguc, a FJorcstu de fontaincblcau !

fiJOCEOGnAPHI, DY:SAMJCA 191 A Lcr,isbi,:iio <livi<lc.sc r.m dua3 parte.,;::

l) Lf'i.-. naó onac>s~ pcla!õl qu:tc! cJ tia p:iiz protege seus bcn~ n;1tt1rncs, cont[':J a cxp1or;1~ão cxhau.;th·a ou dci;truiçfio.

2) Accordos lrrt1·rnacionacs ou Convcuçõcs de Coo-pcraç:::io ln 1crnacio11a.I.

Et1tudcmos essa lcgi:d.1.ç~lo cm focc de cada um de

~cus ohjcctivo:7, sr.~uncla .'l~ <li,·cr!-3!-c:itc;;oriali <lc bens nalutllCS.

1 - Sólo e Sub-sólo

As lcir. ,Jc protccção á X;"tturcza objcctivaiu c,·itnr.

no caso de H01lo e :;:;ull-. .:ólo, a ("Xplorac: ... lo d,~,·astaclor;1 Ja~

riquezas ela terra. i!-to é, o <JUC o:-gco;r:tpho!-aI1cm;ics cham.:un "nnulm·irt.,;,r/111/1··.

Desde o c.:.;_!ot.:imcnto da fcrtili(bdc do solo até o~ intcrc~c~ !il:it·ntificos <fa vida c:1vcrni1:oh, C"Ujo c.5tndu é da a)~:uJa ,Jc t11Jl.:\ ~cicncía, a Hio:ipclcolo::da: hu um11 longa !-Crir dr. ilnts r-dati\·os a sólo e ~uL·sólo.

1- Fcrtilidarfo ,lns /(.•rrns - DcJJCn<lcnJo ruais .to estado phy!iico e do humu . .:. 1uuito 1nnis do tJUC du riquc·

za cm clc111cnto::- miní!r.ac:-1- utili:-a\'ci~ pcla;:1 plantas, n fertilidade t; natur.l] n:1~ trrra':.I \·irgcn~ tlas florc::it:is, por moth·o de unw. serie de facton:.:i ou coudicíonanlC!:i.

A ..:ohcrtura florcHal (l.j ao eolo um cocffic:icutc varinvcl tlc folh.a.s c;d1ida~, que lnu11ifit'!n0t o solo.

As rnizci; das anorc~ eHahclecem JHl terra um syP.·

tema complicado e cxtcrh:o <lc c:macs e .is mortas tJâo só lu1111ifiram ta111l1c1n o ~olo. como ,·alem co111 '"ias

<lc pcnctraç;ío c.lc humidade.

:\~ mi11hor::1s J;t terra~ :-C!llJHC nhmcrosas cm tcrrns de m;1tta, como a~ estudou Darv.·in, !!Úo factor~ de are•

j,m1cuto do !'-olo, como outros animac.s tcrricolas.

l\. J. 1> J-: ~ A !\1 I' A 1 O

As micorrhi1.:1St e a~ }Jactcri:1!i nitrogcnicos !'âO sol,rc.

tudo abundante;; ncs~cs 1crrcn0n.

TuUo ahi concorre pnr,1 forn1:.ir um ~olo fcrtili!SÍ·

mo, razão porque n Agricnhurn o~ prdcrc. e n::io i:,cm ju~tíl raziio.

E,:_;otnda pcb~ cu}111r:1!- ~ce:uitbs a fcrtili(btlc de s-sas tcrrn~, é 11ossivc] pcnf-ar cm lc11to rejuvenescimento ou re\'iri;iniM<)io. mediante rcílurc!'taine1110 ,las lcrraa .:..tni;:ld:i~ e aLanclon,ubs. pela~ cultura?.

1\üo ha para o c.a::.o lc~ir;J;1ç,io que ohri:-"l•C C!-5C refio•

rcstamcnto que é no entanto nah1ralu1cnlc indicado:

cito-o aqni, por ser taruhcm con\"cnicnlc tomar Ctn co n-sidcr.:iç5o cgsa moclaliil:ulr. de ri,p1cz:1 da tcrru.

2 - ,Hina."i - (1) A l..':"(plorn<:ão tb::. mi1wg é rc:;u·

]ada por leis c~1lccincs e no caf-o u protccç;'ío ~ n;1turrzJ, só tem de ,·cr com a con~crv:u;iio de rcliquias; a pro-posito de leis, ,·ide Juarcz Tavora - "'O \\-linietro da Agricultura perante n .:\HeU1bléa Na.e. Constituinte,"' 1934.

3 - ]a:ida.s cm [;C!r<il: S.io ca~o~ ~r.n,r.lluntcs ao dJs mina;, quando se trate de mincrco.::1 {2) ; no cas01 porem,

<lo jozítlas de fossei.a (l;ap:ls}. ou outros brnmh::i.q~i!, moun<ls) ~ a!l ]ci~ regulam ., cxplor~ção que, nliá,, Jc,·c ser a,;íenti[ica. prccis:lntlo ficnr c~pccific;ido que ~ó c:;pc·

cialisH1 compctr.ntc clc,·c c~tuda·b!I, porque saLc como co·

lhcr o m:llcrial ele c~iutlo. Quanto á Lcg:i~laçâo, ,·ide Dcer. Federal de n.º 799, Jc 16 De,. 1931.

,1, - G,..uros ou cour.rna.,ç: Sendo cm terreno cnka·

rco, npr~cntnm concrc~õcs c~pccinc.s (cHalnctitcs e esta· l:1gmitc.::1) •iuc ~õ icem \'alor qn:1ndo coni::cr\":1<l.::ii; no local on<lc \:,Urgiratn e com a forma que icem.

{l) Yi<lr. J. P:zritli:i C:1logcr:1!I - '"J\~ Min:,!I do ~ra,il"' •. (2) Vide E.uzcbio P:zulo dr. Oli,·cir.1 - "Gcnlro;1:1 E,tull·

1:::r:zphir-:1 (' Ernnnmira". nn ,·oi. 1. ,lo H,•rrn,.r:,mf'Tlll"I l<l21.

H f o G J·. o,; li.\ ,. li l \ J) \" ~ .\ ;\I 1 <: \ 19:{

O Í:tl'to '1c anelarem o~ \·i i1;.intcs :1 qucl•ra.r cs~ílê 1:on<Tt·r:1)C'..:. p:1ra l<":Y:lrC'ln p:11"a ra":l lcm!Jrani;aa de

cx,:ur . ..:õc.:;. 1on1011 r1c•1:c?-:::ario cohiliir Cllf-:C la:ll1ilo.

Por ~11lro l:tdo. ha a con:-idl'rar a ,·i,b cnv('ru ico-1:i, i!-IO é, 05 i;erC';; yj\·o,; <f11C :1hi ~e cnco11trn1:1 t" tccm c·m geral um :;randc inlcrc~!-C ~t·i,·nrifico.

Dizendo ~oLn: o a:-::-111np10. 111, Conl!rC$:-n de Paris ,fo 19.11, o Proí. H. Jc:111rn·I. 110 \Tu~cu fie lli:-:-lori:l :\:.1-111ral 1•alit•111011 o Íat•to i1,tc:rr,..:::uHr de fonna~ c:1Ycrni·

, 0Lit1 cujo hahital (.! e:-trii-1:111wntc li111itndo a unta ;;rot:1r 11111 5'11111.ic.louro 011 a 11111 p1:1p1cno lll:'l~_.i.iço cah:a1·C'o.

1p1:isi o:r·rnpre n•licp1i:1~ ,Ir ~rupo, cle::'f1p:1rccidoi; da -.11•

p~rÍif'i,•. ('l'IO rpw o::-1'11:1111;1 ,Ir. :.}u.,.w•i_.;; 1·it:o/'.

T1·1~do 1•111 1·11111:1 n i,!r:111d1• inwn·::~c ::l"'i,•ntifico cl()ê.

,·crJ.1d,·iro:-1 t":t\'L'l"lli<.·ol:t.~. :i ki dr n,·:u;:"io ,lo Jn,-1i11110 1lc E~peli-11lo~i:1 d:i l ·11in:r~i<l:HIC de Cluj-Hrn11ani:1. ,ll'll

a <"~~e i11,-1i1ut11 o 1·u11lroll.! ,la:-: caYcrua:- 111•:-:-t' paiz; 11:1

11:di:1. ;1..: ;.!íltl:i., 1lo111i11i;1t·:> ale Po.:.1t1111i:1. ,:,.:t;io ~ol, f i~-1·;1li:::u;;io 1lt1 ;.:o\ cr·1111. :-cndo interdita .. ao 1,t1hlico :d~u-111:.s clclh1..i.

Tr1m.\'i H.\H·\:::-: Arr.ia.,; aurifrra.ç, r,. 111onasitica5, lt:rnz.~ titorii/crus, ilC'po:-ito.:-de c:d. k:10lin: l!IC,, são jJzi•

díls on Jcpo~llos. pas!:!i,·cis. de cxh:1mt.io, ~ujeitas n ki cs·

pcciac~. d:1 inJ11::c:lria cxtr:tclÍ\'.:-a; :is ele prolccçúo á n atu-reza n,io tccm 0~1tra jnlcrfr:rcnC'f;.i seniio quando f.C fnça 11cccssario Jmappropl'i.,r ou con;;cn-nr alguma j~zic1n, coruo intan:,.:i\'cl: rcli11uia.

- De rc;:::ra, C:tcla 11111 Jc~!'C!-CM-oi::, exige o concurso Jc nutnri(bdC'ri munir:i11ae.c:1 quando ., Jcfcsa se foz por po~tura muJJicip;d~ m.'.lis frc,111cnl<'mcntc c~:,cs acci<lcn• tc:ot ~comorpholo::;i<.·o, !=•Ío clc.:.:qirupriailof. e entregues i.í guarda 1lc imtitnto!-~Clcntifit·o~. como o:õ tem, por cxcm•

pJo o )lu~cn de l{j:-lori.i 0:.tturaJ Jc Pari~.

Outras \'c1,c,; são partes in1c~ra11tcs Je p:trqucs ou reservas; ua llolJan<la s:Jo cm gcraJ propriedade <le utnn

191 ..\. .J. n E S ,\ ~r r .\ 1 o

l!randc S0cicda1l1~ 1,;1ra o Pr0ll'n:;::lo dos '.\!onu111c11tos Naturac~, a q1rnl ;111xi!::1ela iwlo Govt!rno tompra

sitio.~ lJ1tcrc:r:antc:-- e cx1,lora-os, 110 luri.~1110.

No IlraJ-il. (! :-iinda IICl.ºC:<~Hio 1•lahor:1r nm., lc-i c~pc·

ci:1I de u~(on1111H?11lo:õ: ~:illlL';ico:,·· para 'ltU' C'-"r.<i cJrns e:ingu]an·~ po~::.am .--t·r a!l1·ndidrn,: ;1 prnpo,ilo ck• j:1zi1}a~.

\'ide Euzchio 1lc Olin.·ir;t - ··(;colo;:ia E<-lrati;.:raphir:1 o Economica'', no \"oi. 1 cio R1•ccn:-ramcnlo 1lt: 1922: S.

Frocs _,\hrt~n - ''Titrtnio"'. pnUI. do Tn~1itnfo 1fo T1·d1110·

log:ia, 1931J, etc,

Prnt~ct;,,io iYururc::.,1 loaninwda: :\ Polo11i;i 1•n:1·

hclcccu ··Hc=cn·.ir;:. de ~alurcza ln:111i111.1da". po111lo .:i

car;o de ~cu :\li11i~1crio 110 Co111111C'l'cio a~ que dizc111 rcsp<'ito á.s, min,1~.

2 - Primores Floristicos

A proposilo da flora cl,~ c:11b p:ii1:. a Pro1ccç,io U NJlun::1:,1 t1;11t <'IH ,·i:::la u ,lnplo ol>jn·ti,·,, de 111:intcr o·

rC3pcctivo~ priiuorcs ,·eé!Clac ... e 11clo mc·no., rcli11uia.•

de íorn•ar:õc:- c1u :1~~oci:H,:iícs flori~li<'a5, typi1:a~1 <le in·

tcrC.S$e hiologi<'o ou phyto~co;.::r:iphko.

A tcrnI1·m:i:1 h11111.1na. nuuo ct1:-ín:a111 os gco;rr.1pho~.

1) uniforn1i..;al' pnr lcul:i parte :l \·c;ctai;,~o (' o:,i. a11i111:ic~

do111t:~1ico~ <JlU~ no:-: 1·c1Tam: is-=o 1laria n~rta111c11H· .io mune.lo unia 111onotonia, :d1;rn1cntc t·o111rario ao pr;iur d:t~ vi;i~cns.

n·,;hi

:1 1101.)io 1lc P.11'1JIICS N..:1,·ion.,c~. Rc:-crY:1:: ;\;i.

w:-ac!:-. Es1:11:õc~ Ilioln;;ic:1~, Florc~las Prolcrtor.1!:I. (!fC, Por 01111·0 l,11!0. ;1:0- t~pceir,• rnr:1~. '1:i rlora e 11:i fot1nit. preci::iam de prn1,:,1:c:Iio c~pcC'ioJ. par:1 <Jtic ni..:

r-c cxtin;.::a111; o cx("mplo ila on·hi1ka Di.sa g.r:u11liílcir.:

1,ro1cgi1la por uma lei c.spct·i:il da ,\frica do Sul. é l,(!tn cxp1·cssi\'o.

Ilrocr.ocnAl'lllA DYXA:UICA 195 Ha :i~sim Y:1ri:i~ leis ou rc~cn:as protcctor.::is de cs ..

pcc·ir-.!l: Di~a g:ramJiflor,1, Borarsus ;icthiopum v.1r. FC·

qq:alc-11<:õi!.1 Elacis :.;uinccu!li~, na Aí rica; PcJicuL::ds sccptrunH'urolinum. :\11c111onc n:rnalis, Erytl1iurn Ucns ca11is, Lconlopodium alpirnrn1 (EJclwcis), na Tchcco-Slova']ui:1, etc.

Pr:ttic:lJucntc, a forn,a de facto cíficicntc de pro•

tcc,:ão ú flc,rn. é a in~tituiç,io tlc Re;crv:15, N:1tur:ic!!, de t(IIC a~ :11lupt.1Y~i6 ao turi.~mo. tlc\'CIJI ser collo<',1d.1s ~oh o regime Jc Parques ~acionuc~. iélo é !!OL o rc;;jmcn ilc cxplora~;io turi!'itic:.1. dc\'cJHlo ficar soh o coulrolc de um instilr:to !icicntiíir.:o.

Ernlrora a floru n.:i.o ~e limite u florc~ta~, ::1 fri 1111c a pt·otC;!C C c111 :;cr,il o Co1liµ:o l"lorc~t;tl que, pPr cxlcmão, tand,cm <·uida de IYflO$ intcrc:i~anlc.s de ,·c;.:cl;u:;io alem da ílorer-t:d, corno acoutccc coot o Co1Ii~o Florc-étal Br:1sikiro, i:;so no~ pai:J:c:: ![IIC aintla 11;.io c)i.3pÕt.: de lei c-~pcci;al de rnonu111cnlos nalnr.,c:! .

.As rcftritl:1.c. r('cerva.o; s.iio ~ohrcmorlo i111portantce para :1 1·c111;o:cn·aç,iu de c~pcci<'d rar.i~. q11c rJc oulr;t forma Citar.ia irrcmcdi,,, clmcutc co1ulc-111nar!.1~ n 1)c;;:q1p:1rt'·

ccr, Jcs:clc que orn~1111c11laL·s ou utcis por q11alri11cr 11,oti, YO e procura1I.1s pelos col!cctorcj Jc planta~, pnrn "\'.l•

~ f i - 1

Ai-!-i111 o cnw de ..\ncmonc ~il\'(~1Hris e On:l1ig corio·

pliorn, no!- orrcdorc~ (lc Pari:f, ::-c~uuclo o Prof. P. Lc Brnn.

No Ilra:-il ., \'l"rifica<,:,io de ci;pccics rara, só ai::ora

f!C comcc::1 a fazer. h:t\'cmlo c:1so.'1t como o c.lc Calllr.ya cldor.ido, das florcst;tn tio Ilio Nc;ro, na . .:\niazor1ia e que j.i C Ulll:l raritfatfc, lllCSUlO !!Í.

0111rn rmitlailc 110 Brasil: o pau l,ra~il; outr:1s:

as pcrol>all, os ~tfomaJo~ jac:1rJ11cl;i~ e um sem 111tJ11cro de esscncias, 01Hr"or:1 ahunt.l;tnti$siu1as, onde hoje se

196 /\, J. H E S ,\MI•,-\ 1 tl

veem 1norros pcll:ulo!-, !-ama1nbaiac~, :::apc:iac..~, ou capuc-ra~ Olt 111c;;.1110 florr...,.ta:. _..ccundariru., muito ,lc:,:ra<l.:uJ:i.~

cm i:;u:, co111po,.:.it;:io florhtira.

Ora, i:-~o berra l'ontrn os nos:aos ftiros ,Te povo culto.

i:\:io h:1:-;ta tcnno~ florc~t:,s; é nccc!;.-=ario que rc prc-_..cnt,·111 a florn lir,1 .. ilcira~ c011$cn·.:ida in1clti;.;:cntcnw11tt!.

() n·flort·.,q;un1·111n da Tijrn·:t, por Archcr, :l partir Jo 1860. t;.· .. 1t·1n11uh;1

ª"

po!=,:ibiliJa<lc:.; honra a Arc:hcr e seu!'- ronti1111.'.ldorc~ ,1 pc-col:Cllp:tç.io .Jc irem 1,u:::e:n Jou, :;e 1nuit~1" das c!=scnci.:1il cp1c n:lo cxi!:-ti:un por perto;

nc.:tc 11arti<·11lar, :1.-. 111.:tll:!"' rcm:m~:-,ccntc.:i crn Guar..iti·

ha, nu ele .\ l'<"lrcr colliriu muita,.: .-:1·111c11rcs· e n111r:a,. têm n1ai:-i ,·~=e ,·:ilot· hi.:l(n-it'o, :-ih"'nt <lo i11trinscco. n Jc 6crr:rn mntrizr,:. d:i Tij11c:1 Jc hoje.

Ar(lntnnamcmtos: Emquanto que urna:- plantas ::1!

1:nront1·:1m Ji::sr-min,111:ls, ou1r:1s ~,í cxi.::tc111 .tc..'.l11lo1wd;i~

c111 c·crto~ ponto'-, <los c;1n1po~ 011 J.-.s n1a11r1.", como r~1ríd~dcc:. c111l1or:1 ,is ,·czc:-, a!Hwrl::m1c:1 on1Ic ,·i\':1m.

C111 ,los caao::; m.1i.9 jntcn'<..."'-;lnlc.., rp1e Ponhcço p,·~·

so:d111cntc no Drac.il, foi o de uin viveiro ,Jc orchidc.iJ l<'rrc~trc:,i. cu1 um trcd10 fJorc!'tal n.-. cid:11le ,Ic ,\uip:-1·

ro, uo E. de S:ln P,111)0 t' rptc me foi mo!ôtra<lo por um iJJu:=tH! orchí,l,'.tphilo. c-01110 uw orclai,brio 11:1t11r;1I de rara hclkz:i.

Xc:,l'-1':-. r::i~OG, j;,í rem sido n:rifi1·:11ln rm nHio~ JJai-zc.-=, o f:1clu de vivci,·o:- <lC1:<::,1 11at11rcz.1 .~crcm Ucstrui·

•lo~, !-Ó para que o hot:-iniro 1p1c O!- ck:"tJ·oc, po~!-a ::;:a·

li.u-.~c ,k ~cr o uníco ;1 po~s11ir cxcnrpl:Hc~ d:1 c~pccic n•spt.·1·tiv:1; dq,lnr:tn~I c~oi~1110 que k\"1111 o Prní. ~l.iu·

;:iu, Jo ;\111,:l.!11 ti,: Jlii-wri.i i\".Hur;d de P,1ri.;, ;t affirm:.ir:

Sim, l: JffC«·ji,;o pl'otc~cr a ~:1turcz,1, ronlra o cr.oi. ~-mo ali:-urdo :1t1': Ult.·i,.mo de n:1turali . .;t,1~. L·olk,·tor('t-1 dr pl:1J1t;1,i.:,

St','!uruJo 1'. lA~ 8rur, . .:1~ 1.,ni,;:1:-, prindp:1t·,.. do t•oupu.

hrcciwcnto da flor~,

<1 ,>

o~ i-cguinler:.: Progrc::~o:- tlas

JlIOGr.OCR., PJ! IA Ül' ;'<,\ >JICA 197

indu~trÍ;i-', lolca111C'nlo.c;, 1lcprcdal:ücs <lo ponJ, ,h:pr<:rla.

,:c)c~ do~ c·c.llccll1rc!-- llc: plantai. aduha~Úc!:~ motlific·ar:ücs Jcnta~ do diu1:.1~ drr.tw;,'.'l'Jll e c:olmata;,:.c111; t!xtcn:-,in tias cultur.is; q11cim,1Ua~: :iu~mcnto rbr; roclo,·Ja ...

E' duro que a civili~;11:;io n~io pn1lc nc111 d,•vc :-cr dctirL1, m:i~ cntn~ progredir dc.:tn1imlo ..,.crn rncdi,b e proé!rrrJir <:omt.·n·.1ndo o que tlc\·c ser con~cn,ulo. 11:1 11n1a diffcr<'nca enorme.

!\o primc

0

i1·0 <":t~o, o pro:;::rc$~o caminha :i~ l'C;.,:':1)-.••

o quem ,·icr ,Jq,oi!-(]Ue ~e arranje. ~o !-f!;_!llllrlc, ,·:1r-o.

é progrc:-fO. <·om o.; olhoc: fitoc; no fururo ,ln p:1i:z, A l'oJl1ri1:1 rlc planl;?:- 111c.Jirin,1r•-. no J;r:1:-il. :-:iho c•x1·cp1:t1l'"· r! frita clP wodu tiiu dcplnran-:1 e :-cru cu 11-trolc1 ,1111: ca11c;1 cloi" ~r;1n,lc:-111alt•.'\ ;10 mc--n10 1c·111110: a) \"4•m clc..·c:1 ruiu do u~ no~a:i. afarnarl:1_:; r-pt:cicc:

nw1lic·inac·."'· 11<' real ,·,1]or.

h) 'f•~n1 ;1rarrc1a1lo lo<Li a ortk111 de !"t1J, .. 1 it11i•;t-11':>

'JllO ilc"',wre,lit:ini. 110 ,·ottc:cito rncdit"o. ai' ,·cr,L11ll•ira~

pl.int:1:- nwdil'in.:H~-"'.

E' ;i-, i111 cu1 ;!Cral ,1 imJm.tri:1 c:xtraqiva; 110 1·:i~o!

.1 protccç,io Li ilora impJii:a duM onlcn .. , •le pro \'i-dcncias:

J) E:i:;1 ahd<"drncnto de unnicro~a~ Hc!"cn·:c~

floris-!ica~i cm torlo paiz.

2) Tncc)ntivo ú cultura de pl,1nt.:1t- qnc :1 indu~ -tria cxtrai:ri,·a hoj<? procura a esmo.

R,•,,t!rn1.'I Flori:\ÚCfls no Br:1.úl: S,io de 1ln~.s orrlf'"n.:::

Estnçl,cs Iliolo;;icas e Flurcst,1!4 Pro1cctof";1:- de

111:111:in-cia<.:s; as E~taçÕct; lliolo~it:,1s (l1atiaia. _.\(10 da ::=crr.1

~ Bcsf't'Va \Va~liin~ton L11isi C'lll S. J>.111)0) 1 l'-·l•Ío ... 11110:·,l ..

noda!', rt·:-pec1i,:11n,:ntc, :10 J:inliu, llu1:111iro tlt) Hio de Janeiro e ;1n In~titulo Bioloc'.ico, de S. Paulo.

As Florcst..i~ Protct:tora!õ tlc 11i:1n:1nc·iac:- ... :io t111J11c-rosas, wna Uns m3(9 nota ,·ci:1 ~cndo a ele 2\lac:-ictí, uo

198 A. J. O E 5 A !\I P ,\ 1 O

Rio de Janeiro, r..•:.iml:Hla por ;\la:-fart e ~cn?o coinpa-nhciros <la i\lis..:,io Biolo;i,·a Belga uo Brn~il. cm 1922•

1923.

A rc<=pcito. o Dr. P:rnl U"tlonx-. elo Tn~lituto Do-1anic0 l.co Errcra, tlc Brnxclla". nprc!:'-C11tou í11tcrc~ -aantc rrnl~ ao 2.º Cou~r. l11tcrn:wional ele r:1ri!'i,. 1931.

na q11JL for:1fü;.:mdo o v;1 lor d:1~ E!-t:u;õc~ Uio lo~ic.i;;

cxi~tcnlcs {" da rc.:;cna ,Jc '.\l:lcani, !=-ll!!C:l'C <lfl reservas (lo Catín::::a~. tlc ltumirim, no E. il:i Ilai1b, no lon~o da E. F. Ilahia-Joí'lzr.iro e a lh.·!"cn·a Florc~t:11 <la Catu-Utinpa, ,10 sul ele Ildr.m (lo Par,í.

On:m,lo fiC íi..;~r" o c:ufo~tro tla, mattus Tcm,mc~ -ccnlc;, protcctor:i~ de 111.1.nanciar.<1, i::ó cnt:ío será JIU6.ci.i, vcl imlic;tr a arca fiorc~tal conscn·.:Hla pl.'1:1~ Hl'p;lt·tiçõcs de Agua::;.

l'\oYas rc~crvns a cstt'11c1ccc1·: A rc;:r.1 é a ~c;:;,uintc;

Cada mnnicipio cio Br:i~il dc\"í: tr.r ~u~s rn::cn:i~ · flore,,.

tacs, Pejam prntcctor:t!'I dr. 111:1n.1nci.1c~. scj;1111 p.:1i!'a:;i.!õ·

tas 011 de conforte. rlim:1tiro: e onrlc n:ío hon,·cr JHJI.

tnsi naluracc:. é prcci~o i11,Ha1l.1r.

i\";ío é, poi~. pro"idcncia a crn:rnar ,lo Go\'crno Fc<lcr:d, ma~ inicia1i,·11 11mnidpal. por c;'l'.rcllcnci:i.. o qt1~ não impede f111C r.:i,b E::-1.1110 ou o Governo Fc.

dcr:11 m~ntcnh_a ?111,-.1~~, calicn(IO :1 c~tc prir1cip:1lmc11u·

os

~ r ..

rrpics ~;1c1onac.s •

Quu11!0 ,;, pl.illt:r.• m.,i, in!crc,...an1c,, ,·i,lc F. C. Ilochnc - '~.\ Flora cio Bra,;-ir', no ,·oi. 1 ilntrocl.) do Reccmcamcnt() <lc 1922.

3 - Primores Faunisticos

Qualquer providrncia }lrotcrtora d.a flortt rc,·crlc cm hcndicio d:1 faun,1, e r.111 :1mbos os c:1êO!' lia .a

c-on-&jclcrar nnimncs e plaJ1l.1s utcis e c:::pecics nocivas.

No documento BIOGEOGRAPHIA DYNAM (páginas 187-200)

Documentos relacionados