Autoriza o Poder Executivo Municipal, proce- der, ao Orçamento Fiscal e da Seguridade Social do Município, para o exercício fi nancei- ro de 2011, a abertura de Crédito Adicional Especial no valor de R$ 490.000,00 (Qua- trocentos e noventa mil reais), na forma que indica e adota outras providências.
A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DO CON- DE, Estado da Bahia, Estado da Bahia, no uso de suas atri- buições legais, e com base na Lei Orgânica do Município,
Faço saber que a Câmara de Vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - Fica a chefe do Poder Executivo autorizado a abrir Crédito Adicional Especial, ao Orçamento Fiscal e da Seguridade Social do Município, aprovado pela Lei Municipal nº 173, de 30.12.10, no valor global de R$ 490.000,00 (Quatrocentos e noventa mil reais) que será consignado à estrutura de custos da Secretaria e respectiva Unidade Orçamentária, conforme detalhamento abaixo:
ACRÉSCIMOS CLASSIFICAÇÃO
INSTITUCIONAL
CLASSIFICAÇÃO PROGRAMÁTICA CLASSIFICAÇÃO VLR. CRÉDITO ÓRGÃO/UNIDADE UNIDADE F SF PG PJ/AT DESCRIÇÃO
Projeto/Atividade PF ACRÉSCIMOS 08.08 08.32 08 244 008 6035 Gestão do Programa de benefício ao pescador profissional 3 3 9048 00 490.000,00 TOTAL GERAL 490.000,00 Art. 2º – Os recursos disponíveis decorrentes para atender a abertura do presente Crédito Adicional Especial, correrão à con- ta da anulação parcial de dotações na forma defi nida na Lei de Diretrizes Orçamentárias 2011, em conformidade com o estabe- lecido no Inciso III, § 1º do art. 43, da Lei Federal nº 4.320/64, e com base no Art. 167, da Constituição Federal, no valor de R$ 490.000,00 (quatrocentos e noventa mil reais), conforme detalha- mento a seguir.
ANULAÇÕES / REDUÇÕES CLASSIFICAÇÃO
INSTITUCIONAL
CLASSIFICAÇÃO PROGRAMÁTICA CLASSIFICAÇÃO VLR. CRÉDITO ÓRGÃO/UNIDADE UNIDADE F SF PG PJ/ATDESCRIÇÃO Projeto/Atividade PF ANULAÇÕES
08.08 08.32 04 244008 2120 GESTÃO DAS AÇÕES DO PROGRAMA DE SEGURANÇA ALIMENTAR 3 3 90 32 00 P 340.000,00 08.08 08.32 08 244008 2123 PROTEÇÃO E ASSISTÊNCIA À MULHER 3 3 90 30 00 P 40.000,00 08 244008 2123 PROTEÇÃO E ASSISTÊNCIA À MULHER 3 3 90 32 00 P 40.000,00 08 244008 2123 PROTEÇÃO E ASSISTÊNCIA À MULHER 3 3 90 39 00 P 70.000,00 TOTAL GERAL 490.000,00
Art. 3º – Ficam alterados e atualizados os Anexos do Plano Pluria- nual 2010/2013, das Diretrizes Orçamentárias para exercício de 2011 e da Lei Orçamentária/2011, aprovados pelas Leis Munici- pais nº 112/2009, 149/2010 e 173/2010, respectivamente, em decorrência do Crédito Adicional Especial autorizado nesta Lei. Art. 4º – O Crédito Adicional Especial autorizado nesta Lei, será Consignado à estrutura de custos da Secretaria e incorporado ao Quadro de Detalhamento da Despesa da respectiva Unidade Orça- mentária.
Art. 5º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 6º – Revogam-se as disposições em contrário.
São Francisco do Conde, em 17 de Junho de 2011. RILZA VALENTIM DE ALMEIDA PENA
PREFEITA Silmar Carmo da Paixão Secretária Municipal de Governo
Wellington Marcula de Oliveira
Secretário Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca Marivaldo Cruz do Amaral
Secretário Municipal da Fazenda
Lei Municipal Nº 209/2011
De 17 de Junho de 2011.
Cria no Município de São Francisco do Con- de, o Programa Campo Para Todos e adota outras providências.
A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DO CON- DE, Estado da Bahia, Estado da Bahia, com amparo no arti- go 23 da Constituição Federal e no inciso IV, do art. 75, da Lei Orgânica do Município e usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei,
Faço saber que a Câmara de Vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - Fica criado no âmbito do Município, o Programa Campo Para Todos, com a fi nalidade de incentivar a agricultura familiar, a aquicultura, a pesca, a pecuária, compreendendo as ações vin- culadas à aquisição e a distribuição dos produtos adquiridos para as pessoas em situação de insegurança alimentar, e de gêneros alimentícios estratégicos para os projetos de alcance social, edu- cacional e de saúde do Município, nos termos e condições estabe- lecidas por esta Lei.
Parágrafo Único – O Programa de que trata o caput será destinado à aquisição dos produtos comercializados por famílias que se enquadrem nos programas sociais do Município, obrigatoriamente cadastradas na Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Agricultura, e Pesca.
Art. 2º – O Programa Campo Para Todos tem como objetivo pro- mover o desenvolvimento do setor agropecuário, por meio de be- nefícios administrativos e profi ssionalizantes, aumentando assim a produtividade e disseminando o conhecimento, de modo que os produtores manejem corretamente as bacias hidrográfi cas, execu- tem corretamente as atividades agropecuárias e utilizem racional- mente os recursos naturais do Município.
§ 1º - Tem ainda como finalidade impulsionar, de forma articulada e continuada, um conjunto de instrumentos que possibilitem estruturar e implementar, de forma sustentável, sob o ponto de vista econômico e ambiental, a agricultura familiar, aquicultura, pesca e a pecuária no Município de São Francisco do Conde;
§ 2º - A Gerência Executiva do Programa, controle, decisão fi nal dos assuntos a ele interligados, de ordem administrativa, assim como a instituição e da Coordenação do Programa Campo Para Todos, será de inteira competência do Secretário Municipal do Meio Ambiente, Agricultura e Pesca, no âmbito de suas atribuições administrativas.
III – implantar projetos produtivos de forma associativa; IV – promover a melhoria da vida dos produtores, de seus familiares e colaboradores;
V – aumentar as oportunidades de trabalho remunerado no campo;
VI – promover oportunidades de trabalho para as mulheres e os jovens produtores;
VII – proporcionar equilíbrio fi nanceiro às propriedades rurais; VIII – elevar a capacidade gerencial dos produtores participantes do Programa.
Art. 4º – Serão benefi ciários do Programa Campo para todos os produtores enquadrados nos programas sociais do Município, inclusive marisqueiros, quilombolas, famílias atingidas por barra- gens, trabalhadores rurais sem terra acampados. Os benefi ciários deverão estar organizados em grupos formais (cooperativas e as- sociações) ou informais.
Art. 5º – A estratégia metodológica para execução do Programa baseia-se em:
I - organizar a produção e os produtores;
II - promover o comércio; viabilizar a infraestrutura; III - gerir profi ssionalmente a agricultura familiar; IV- capacitar técnicos e produtores;
V - difundir a tecnologia.
Art. 6º - O Programa Campo para Todos consiste:
I - na mecanização agrícola e na assistência técnica ao pequeno produtor rural;
II - na distribuição de insumos e mudas; na assistência técnica ao produtor; aquisição de produtos da agricultura familiar para a merenda escolar (PNAE – Lei Federal nº 11.947 de 16 de junho de 2009); incentivo à fruticultura, a mandiocultura, a psicultura, a avicultura, suinocultura; incentivo à produção de leite e abastecimento;
III – na instalação de feira livre, ressaltando-se a questão da organização dos agricultores familiares, transportando a produção desde a propriedade até o mercado, permitindo assim o fortalecimento da agricultura familiar, a disponibilidade de alimentos com qualidade e por fi m o desenvolvimento sustentável.
IV – na implantação do mercado alternativo de fl ores, produtos da agroindústria familiar, produtos orgânicos, pescados, além da criação da unidade de benefi ciamento da mandioca e de frutas;
V - na disponibilidade do crédito agrícola (visa expandir e readequar o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar {PRONAF}, adotando-se o conceito de multifuncionalidade da agricultura, assistência técnica ao jovem produtor);
VI - na diversificação da fruticultura, da floricultura, da sanidade vegetal, na agricultura orgânica, a horticultura e
provenientes de fontes renováveis e disponíveis no território nacional.
XII – na criação de pomares domésticos;
XIII – na implantação da agricultura urbana e periurbana; XIV – na construção e reformas de casas de farinha comunitária;
XV – na construção de viveiros; XVI – nas construções rurais.
Parágrafo Único – Para a funcionalidade de que trata este artigo, de logo fi ca autorizado ao Chefe do Poder Executivo em permitir a Autorização de Uso de bens móveis da Administração, a fi m de assegurar a assistência técnica pretendida.
Art. 7º - O Programa Campo para Todos terá sua sistemática de aquisição de produtos através de Instruções Normativas, aprova- das pelo Grupo Gestor.
Art. 8º - O Grupo Gestor do Programa Campo Para Todos será com- posto pelos membros titulares e suplentes dos seguintes Órgãos: Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca do Município; Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social; Con- troladoria Geral do Município; Secretaria Municipal da Educação e Secretaria Municipal da Fazenda.
Parágrafo Único – A reunião do Grupo Gestor ocorrerá pelo menos uma vez por mês e será dirigida e convocada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca do Município, competindo-lhe defi nir:
I – a sistemática de compras dos produtos;
II – as áreas prioritárias para a implantação do Programa; III – as condições de doação dos gêneros alimentícios do Programa;
IV – outras medidas necessárias para a operacionalização do Programa;
V – a logística de aquisição e pagamento.
Art. 9º - Fica estabelecido o valor máximo de R$ 7.200,00 (sete mil e duzentos reais) a/a e R$ 600,00 (seiscentos reais) a/m, por família de produtor, para a aquisição de produtos de gêneros ali- mentícios, nos termos desta Lei.
§1º – A compra dos produtos será realizada diretamente junto aos benefi ciários previamente credenciados, com dispensa de licitação nos pisos e tetos ora fi xados, desde que os preços não sejam superiores aos praticados no mercado local e regional, na forma prevista no § 4º do artigo 12 desta Lei.
§2º – Deverão ser entregues na Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Agricultura e Pesca do Município, os seguintes documentos:
I – “DECLARAÇÃO DE APTIDÃO AO PRONAF – DAP”, para os produtores que aderirem ao Programa;
II – Carteira de Identidade;
Art. 11 – A compra da produção agropecuária de produtores en- quadrados no Programa Campo para Todos será formalizada por termo de contrato de fornecimento, fi rmado entre o Município e o benefi ciário.
Art. 12 - O termo do contrato será calculado pelo valor diário da mercadoria, respeitando o limite de compra mensal e anual.
§ 1º – O benefi ciário deverá comunicar ofi cialmente à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca, a intenção de produzir o tipo de gênero e a quantidade para que possa ser cadastrado, com antecedência de três meses.
§ 2º - O prazo para entrega do produto será de 48 h (quarenta e oito horas) contadas a partir da data do pedido ou outro prazo fi xado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca.
§ 3º - O Município será responsável pelo transporte, pedágio, carga e descarga dos produtos, assim como pelas embalagens. § 4º - O preço de referência para o produto será o preço do dia, comercializado nos mercados locais ou regionais como a CEASA, Compras NET ou outro equivalente.
§ 5º - O pagamento dos produtos será efetuado até 10 (dez) dias, contados a partir da entrega do material, devendo o benefi ciário assinar o respectivo recibo e abrir conta bancária em instituição ofi cial.
Art. 13 – A Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Agricultura e Pesca do Município fornecerá os subsídios e o suporte técnico para a operacionalização das ações do Grupo Gestor.
Art. 14 – A tramitação dos processos de despesas do Programa Campo para Todos deverá ter prioridade na rotina da estrutura Ad- ministrativa Municipal.
Art. 15 –As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta dos recursos constantes do orçamento do exercício vigen- te, fi cando o Poder Executivo autorizado a promover abertura de créditos adicionais a fi m de atender a fi nalidade desta Lei. Art. 16 – Os casos omissos serão dirigidos ao Grupo Gestor para a análise e decisão.
Art. 17 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Gabinete da Prefeita, em 17 de Junho de 2011. RILZA VALENTIM DE ALMEIDA PENA
PREFEITA Silmar Carmo da Paixão Secretária Municipal de Governo
Wellington Marcula de Oliveira
Secretário Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca Marivaldo Cruz do Amaral
Secretário Municipal da Fazenda
Lei Municipal Nº 210/2011
De 28 de Junho de 2011.
Declara de Utilidade Pública Municipal a Associação de produtores de Frutos do Mar de Muribeca – AFROMAR e dá outras providências.
A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DO CON- DE, Estado da Bahia, no uso de suas atribuições e com base na Lei Orgânica do Município,
Faço saber que a Câmara de Vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - Fica declarada de Utilidade Pública Municipal a Associa- ção de Produtores de Frutos do Mar de Muribeca - AFRO- MAR, Sociedade Civil de direito privado, sem fi ns lucrativos, com sede e foro na Estrada Porto do Ferrolho, nº 2.148 – Muribeca – São Francisco do Conde – BA.
Art. 2º – A entidade, objeto desta Lei, passa a gozar dos mesmos benefícios auferidos a todas as entidades consideradas de Utilida- de Pública no âmbito municipal.
Art. 3º – As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correm à conta das dotações orçamentárias próprias.
Art. 4º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, Art. 5º – Revogam-se as disposições em contrário.
São Francisco do Conde, em 28 de Junho de 2011. RILZA VALENTIM DE ALMEIDA PENA
Prefeita Silmar Carmo da Paixão Secretária Municipal de Governo
Lei Municipal Nº 211/2011
De 28 de Junho de 2011.
Declara de Utilidade Pública Municipal a Organização Não Governamental Via Láctea e dá outras providências.
A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DO CON- DE, Estado da Bahia, no uso de suas atribuições e com base na Lei Orgânica do Município,
Faço saber que a Câmara de Vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - Fica declarada de Utilidade Pública Municipal a Organiza- ção Não Governamental (ONG) Via Láctea, Entidade Civil de direito privado, sem fi ns lucrativos, fundada em 16 de janeiro de 2004 e funcionando neste endereço Rua 29 de junho, Praça Carolina de Freitas, nº 17 – Centro – São Francisco do Conde – BA, desde julho de 2010.
Art. 2º – A entidade, objeto desta Lei, passa a gozar dos mesmos benefícios auferidos a todas as entidades consideradas de Utilida- de Pública no âmbito municipal.
Art. 3º – As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correm à conta das dotações orçamentárias próprias.
Art. 4º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, Art. 5º – Revogam-se as disposições em contrário.
São Francisco do Conde, em 28 de Junho de 2011. RILZA VALENTIM DE ALMEIDA PENA
Prefeita Silmar Carmo da Paixão Secretária Municipal de Governo
Social do Município, para o exercício fi nancei- ro de 2011, a abertura de Crédito Adicional Especial no valor de R$ 1.101.000,00 (um milhão cento e um mil reais), na forma que indica e dá outras providências.
A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DO CON- DE, Estado da Bahia, Estado Bahia, com amparo na Lei Or- gânica do Município e demais dispositivos legais, aplicável à espécie, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei,
Faço saber que a Câmara de Vereadores decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - Fica a chefe do Poder Executivo autorizada a abrir Crédito Adicional Especial, ao Orçamento Fiscal e da Seguridade Social do Município, aprovado pela Lei nº 173/2010 de 30/12/2010, no valor global de R$ 1.101.000,00 (Um milhão cento e um mil reais) que será consignado à estrutura de custos da Secretaria Municipal da Saúde e respectiva Unidade orçamentária, conforme detalhamento abaixo:
ACRÉSCIMOS CLASSIFICAÇÃO
INSTITUCIONAL CLASSIFICAÇÃO PROGRAMÁTICA CLASSIFICAÇÃO ÓRGÃO/UNIDADE FUNCIONAL Elemento Fonte Valor
3.1.90.04 14 910.000,00 ÓRGÃO: 03.06.00 - SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE UNIDADE: 03.06.30 - FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE 10.302.006 - 6.024 - Gestão do Serviço de Atendimento Pré-hospitalar de Urgência - SAMU
3.1.90.13 14
191.100,00
TOTAL 1.101.100,00
Art. 2º – Os recursos disponíveis decorrentes para atender a abertura do presente Crédito Adicional Especial, correrão à conta do Superávit Financeiro apurado no Balanço Patrimonial do exer- cício fi nanceiro de 2010, de acordo com o estabelecido no art. 43, § 1º, Inciso I e § 2º da Lei 4.320/64 e no Art. 167, da Constituição Federal, no valor de R$ 1.101.000,00 (Um milhão cento e um mil reais) conforme demonstrado no Anexo Único desta Lei.
Art. 3º – Ficam alterados e atualizados os Anexos do Plano Pluria- nual 2010/2013, das Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamen- tária para exercício de 2011, aprovados pelas Leis Municipais de nº 112/2009, nº 149/2010 e nº 173/2010, respectivamente, em decorrência do Crédito Adicional Especial autorizado nesta Lei. Art. 4º - O Crédito Adicional Especial autorizado nesta Lei será Con- signado à estrutura de custos da Secretaria Municipal de Saúde e respectiva Unidade orçamentária e incorporado ao Quadro de Detalhamento da Despesa da referida Unidade.
Art. 5º - Os efeitos desta Lei retroagem a 01 de junho de 2011. Art. 6º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revoga- das as disposições em contrário.
Gabinete da Prefeita, em 28 de Junho de 2011. RILZA VALENTIM DE ALMEIDA PENA
PREFEITA
BALANÇO PATRIMONIAL 2010
PASSIVO FINANCEIRO - Total Todas as Fontes 41.722.384,74 BALANÇO PATRIMONIAL 2010
SUPERÁVIT FINANCEIRO ( I - II) – Todas as Fontes 44.134.829,37
Superávit Total Apurado / Balanço Patrimonial/2010 – Todas as Fontes
DEMONSTRATIVO APURAÇÃO SUPERÁVIT / FONTE 141
ESPECIFICAÇÃO VALOR R$ I - ATIVO FINANCEIRO Fonte 14 5.834.612,56 BALANÇO PATRIMONIAL 2010 Fonte 14
II - PASSIVO FINANCEIRO - Fonte 14 472.972,40 BALANÇO PATRIMONIAL 2010 - Fonte 14
III - SUPERÁVIT FINANCEIRO (I - II) – Fonte 14 5.361.640,16
Superávit Total Apurado / Balanço Patrimonial/2010 – Fonte 14
SUPERÁVIT FINANCEIRO 5.361.640,16 IV - Superávit Já Utilizado - Fonte 14 1.457.000,00 V - Saldo Superávit a utilizar III - IV) - Fonte 14 3.904.640,16
VI - Superávit Fonte 14 Utilizado nesta Lei 1.101.000,00
VII - Saldo Superávit a utilizar Fonte 14 ( VI - VII ) 2.803.640,16
Fonte: Balanço Patrimonial/2010
1
Fonte 14 - Transferências de Recursos do Sistema Único de Saúde – SUS
Recursos provenientes das transferências do Fundo Nacional de Saúde recebidos pelos fundos de Saúde dos Municípios, referentes ao Sistema Único de Saúde - SUS, (Piso de Atenção Básica – Fixo e Variável, Transferência de Alta e Média Complexidades, PSF, PACS e outros programas financiados por repasses regulares e automáticos).