3.1 TIPO DE PESQUISA
3.1.3 Levantamento dos dados
Todos os dados obtidos através da aplicação do checklist, tiveram um alinhamento de maneira há facilitar o entendimento das informações coletadas durante a pesquisa.
Os dados obtidos e que foram utilizados para construção dos gráficos que compõem o capítulo 4 estão no apêndice B.
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES
O questionário foi destinado para engenheiros que atuam na área de construção de residências na região de Garopaba a fim de estabelecer parâmetros de pesquisa referente ao uso da argamassa intermediária, uso esse que na maioria das vezes é inadequado. A aplicação do questionário tem o objetivo principal de melhorar a utilização deste material.
Com os gráficos a seguir foi possível demonstrar os percentuais referente a aplicação do questionário.
A questão 1 do checklist refere-se quanto ao uso apenas de argamassa intermediária nas obras pesquisadas. Na figura 12 observa-se que de 100% dos entrevistados, 80% utiliza apenas argamassa intermediaria na referente obra e 20% utiliza também outro tipo de argamassa.
Figura 12 – Utilização de argamassa intermediária ou outro tipo
Fonte: Autores (2019).
Na questão 2, pede-se para que o entrevistado que tenha utilizado outra argamassa, na questão anterior, demonstre qual outro tipo de argamassa para revestimento foi utilizado, portando apenas 20% dos entrevistados responderam não, sendo respondido por ele argamassa fina.
Posteriormente na questão 3 foi sugerido que o entrevistado comentasse por que optou pelo uso do referente tipo de argamassa. Portanto apenas um dos entrevistados optou pelo
80% 20%
Argamassa intermediária Outra argamassa
uso de argamassa fina, citando que, ‘‘Foi utilizado argamassa fina para dar um acabamento melhor ao reboco’’.
O restante dos entrevistados tiveram respostas distintas umas das outras, citando desde ter optado por, ‘’Produtividade na aplicação, desperdício reduzido, organização no canteiro, propriedades consistentes’’, ‘Melhor Custo benefício, fácil contratação da mão de obra especializada’’, ‘‘Pela praticidade e fácil armazenamento’’, ‘‘Por não encontrar outro tipo de argamassa para revestimento na região e se comprar de outra região o custo seria inviável’’.
Na figura 13 é mostrado o percentual de resposta referente os ambientes onde foi aplicado a argamassa intermediária. Pertencente a questão número 4 do checklist.
Figura 13 – Ambientes de aplicação da argamassa intermediária
Fonte: Autores (2019).
A figura 14 refere-se a questão número 5, onde se pergunta como é o método de estocagem, de 100% dos entrevistados, 40% responderam que a argamassa é tampada com lona e também, 40% ao ar livre, apenas 20% das respostas é equivalente a opção mais apropriada, onde a argamassa seria tampada e protegida também do contato com o solo.
0% 20% 80% Ambiente externo Ambiente interno Ambos
Figura 14 - Método de estocagem
Fonte: Autores (2019).
A figura 15, correspondente a questão número 6 onde é perguntado para os entrevistados, qual o conhecimento sobre a argamassa intermediária, em relação a aplicação, método de fabricação e método de estocagem, onde alguns dos entrevistados demonstraram ter conhecimento em mais de uma das opções propostas. Em relação a aplicação 45% dos entrevistados se identificaram, com o conhecimento relacionado ao método de fabricação obteve-se 33% e com método de estocagem 22%.
Figura 15 - Conhecimento sobre argamassa intermediária
Fonte: Autores (2019).
40%
20% 40%
Tampado com lona
Tampado com lona e protegido do contato com o solo (lona embaixo) Ao ar livre 45% 33% 22% Aplicação Método de fabricação Método de estocagem
Ao perguntar na questão número 7, se o entrevistado já havia trabalhado com outro tipo de argamassa na construção civil, obtivemos que, 20% responderam que sim e 80% responderam que não. Como demonstrado na figura 16.
Figura 16 - Conhecimento referente a trabalho com outro tipo de argamassa
Fonte: Autores (2019).
Também foram obtidos gráficos representativos em relação a questão número 8 composta por sub itens, aos conhecimentos referente a argamassa intermediária, onde observa- se no primeiro item, como mostrado na figura 17, que de 100% dos entrevistados, 80% acham uma argamassa boa para aplicação, 20% indiferente e 0% ruim.
Figura 17 - Comportamento para aplicação no revestimento
Fonte: Autores (2019). 20% 80% SIM NÃO 80% 20% 0%
Boa para aplicação Indiferente Ruim
Quanto a realização de acabamento, segundo item referente a questão número 8, onde de 100% dos entrevistados responderam como uma boa opção em relação a essa característica. Demostrado na figura 18.
Figura 18 - Realização de acabamento
Fonte: Autores (2019).
Já na figura 19, de acordo com a opinião referente ao terceiro item da questão 8, quanto a preparação para pintura, de 100% das respostas obtidas, 80% tem como boa para aplicação de pintura e 20% ruim.
Figura 19 - Preparação para pintura
Fonte: Autores (2019). 100% 0% 0% Boa Indiferente Ruim 80% 0% 20% Boa Indiferente Ruim
Na figura 20, de 100% dos entrevistados, 40% concordam que se tiver a troca da argamassa intermediária por outra acabaria afetando diretamente na produção, já o restante de 60% discorda afirmando que não afetaria na produção. Respostas de acordo com a questão proposta número 9.
Figura 20 - Relação da troca da argamassa por outra afetaria na produção
Fonte: Autores (2019).
Com mesmo percentual da figura anterior, a figura 21 representa a porcentagem de acordo com a questão 10 do questionário, onde é perguntado se existe ou não recomendação por parte do fabricante, para que se siga o traço recomendado, portanto dos 100%, 40% responderam que sim, o fabricante recomenda um traço para mistura da argamassa e 60% responderam que não a essa recomendação por parte do fabricante.
Figura 21 - Recomendação pelo fabricante de traço para mistura
Fonte: Autores (2019). 40% 60% Sim Não 40% 60% Sim Não
Referente a questão número 11 do questionário, que refere-se aos entrevistados que responderam sim na questão anterior, obteve-se que de 100% dos entrevistados, nenhum respondeu sim, 50% responderam não e outros 50% responderam não sei, sendo questionado se é respeitado a dosagem indicada conforme o traço na mistura da argamassa. Representado na figura 22.
Figura 22 - Dosagem indicada conforme traço estipulado pelo fabricante
Fonte: Autores (2019).
Quanto a forma de mistura da argamassa para utilização, 100% dos entrevistados responderam que utilizam betoneira. Parâmetros estabelecidos através da questão número 12 do checklist, como mostrado na figura 23 a seguir.
Figura 23 - Modo de mistura da argamassa
Fonte: Autores (2019). 0% 50% 50% Sim Não Não sei 100% 0% 0% Betoneira Virada na mão
Na sequência das questões proposta no checklist, foi questionado também alguns tópicos sobre patologias. Referente ao conhecimento de ocorrência e manifestações patológicas em obras concluídas. Dentre as perguntas propostas, foi questionado se o profissional teria algum conhecimento de ocorrências patológicas em obras concluídas, pergunta referente questão 13 do checklist, onde obtivemos que de 100% dos entrevistados, 60% responderam que sim e 40% responderam que não. Como mostrado na figura 24.
Figura 24 - Manifestações patológicas em obras concluídas
Fonte: Autores (2019).
Em ralação aos tipos de patologias ocorrente na obra em questão, foi listada sete tipos, onde apenas três são mais comuns, como descolamento com empolamento, onde de 100% dos entrevistados, 25% assinalaram essa opção, também fissuras horizontais 25% e fissuras mapeadas 50%, respostas referentes questão número 14, demostrado na figura 25.
60% 40%
Sim Não
Figura 25 - Patologias mais ocorrentes
Fonte: Autores (2019).
Quando questionado qual a principal causa do aparecimento de patologia nos revestimentos, pergunta referente questão 15 do checklist, obtivemos respostas bem distintas, portanto dos 100% dos entrevistados, 28% respondeu a argamassa, 29% mão de obra, 14% dosagem e 29% tempo de exposição (estocagem). Como mostrado na figura 26.
Figura 26 - Causas de aparecimento patológicos
Fonte: Autores (2019).
Foram realizadas algumas perguntas referente ao parecer de cada um dos engenheiros entrevistados. Uma das questões proposta é sobre a opinião de qual a vantagem e desvantagem do uso da argamassa intermediária, portanto foi obtido as seguintes respostas:
25%
25% 50%
Descolamento com empolamento Fissuras horizontais Fissuras mapeada 28% 29% 14% 29% Argamassa Mão de obra Dosagem
Entrevistado 1: Melhora o reboco, diminui o custo de material, boa relação com a quantidade de água para deixar a massa plástica. O Acabamento do reboco fica mais grosseiro e esfarelando. O ideal é finalizar o reboco com argamassa fina para melhor acabamento.
Entrevistado 2: Vantagens: controle de mistura homogênea; evita desperdício e estocagem de cal na obra. Desvantagens: Precisa de tempo de cura por completar as reações químicas, quando não se utiliza a cal hidratada.
Entrevistado 3: Vantagem: fácil para compra, bom preço, regulariza bem a superfície. Desvantagem: mão de obra especializada, demora na aplicação, risco de patologia devido a qualidade da argamassa e aplicação.
Entrevistado 4: Vantagem: fácil aplicação, encontra em qualquer material de construção da cidade, baixo custo. Desvantagem: segundo outros profissionais, o uso indevido desse material, e a estocagem incorreta, pode ser o responsável por manifestações patológicas nos revestimentos.
A outra questão proposta para os entrevistados é referente a patologia, onde é perguntado, para reduzir as patologias relacionadas a argamassa de revestimento, o que poderia ser feito, onde se obteve as seguintes respostas:
Entrevistado 1: Seguir a dosagem/traço recomendada pelo fabricante, observar a quantidade de água na mistura e considerar a incidência do sol na hora da aplicação e considerar a incidência do sol para prever situações de maior stress onde deveria utilizar um traço diferenciado ou aditivos ante fissura.
Entrevistado 2: Respeitar o traço fornecido pelo fabricante da argamassa; mistura de aditivos como impermeabilizante no traço.
Entrevistado 3: Certificasse que a argamassa é de qualidade, procurar estocar a mínimo possível em obra, respeitar o traço e se possível usar aditivos impermeabilizante.
Entrevistado 4: Para resolver os problemas com patologias, os fabricantes, deveriam fornecer, cursos e informações, tais como, estocagem do material, traço, e a aplicação correta.
Estes engenheiros trabalham de forma onde administram as obras, ficando responsáveis em assegurar a qualidade de tal empreendimento, desta forma é contratado por parte deles profissionais para execução de ‘‘reboco’’, percebe-se que alguns engenheiros acabam não passando conhecimento teórico ou até mesmo não fazendo um acompanhamento periódico na execução e aplicação de revestimento. Portanto alguns preferiram não responder a determinadas perguntas.
5 CONCLUSÃO
Tendo como objetivo de pesquisa a obtenção de resultados confirmatórios, em relação a grande quantidade de ocorrências patológicas em revestimento, onde é utilizado a argamassa intermediária, na cidade de Garopaba – SC, contatou-se que estas manifestações estão relacionadas aos cuidados de armazenamento, aplicação e processo produtivo. Para que fosse possível identificar os motivos e parâmetros de solução, foi proposto algumas questões em formato de checklist.
Pretende-se por parte dos autores que com este trabalho, possa ser entendido pelos usuários, o modo correto de utilização dos materiais constituintes da argamassa intermediária, formas de aplicação e estocagem, proporcionando menores custos na obra, de manutenções e desperdício de materiais, como também, proporcionar um melhor entendimento por parte dos profissionais qualificados, quanto a importância para maiores cuidados e especializações dos funcionários responsáveis pela mão de obra.
Com a análise dos resultados obtidos a partir da aplicação do checklist, constatou- se que principalmente o armazenamento inadequado da argamassa, proporciona para a mesma, um excessivo contato com umidade antes de sua homogeneização perdendo assim as suas propriedades características, também por não ser seguido traços de dosagem estipulados pelos fabricantes. Estes fatores relacionados, são responsáveis por ocasionarem a carbonatação da cal composta na argamassa, reduzindo drasticamente suas propriedades. Outro fator bem influente, é a cultura relacionada a forma de aprendizagem, das pessoas responsáveis por desenvolverem determinadas atividades, onde estes não aprimoram seus conhecimentos e métodos.
De modo geral, os fatores de pesquisa apresentados no decorrer do trabalho evidenciaram os motivos de surgimento das manifestações patológicas recorrentes, tal como, fissuras mapeadas, fissuras horizontais e descolamento por empolamento.
Para a solução dos problemas encontrados conforme as pesquisas realizadas, algumas medidas precisam ser adotadas. É de extrema importância a reeducação quanto aos métodos de estocagem da argamassa, fazendo-se necessário a criação de um local próprio para a armazenagem do produto, protegido de qualquer ação que possa influenciar negativamente no desempenho da argamassa. Foi possível identificar ainda uma falta de conhecimento dos profissionais que utilizam a argamassa quanto as propriedades, traço de dosagem e métodos de manuseio. Com a implementação de treinamentos e conteúdo explicativo para os funcionários, dessa forma será promovida uma capacitação dos empregados e consequentemente a redução de erros na etapa de construção que causam as patologias nas edificações. Referente aos valores
levantados através de uma pesquisa no mercado local, onde foi feito o levantamento de valores através de orçamentos, podendo concluiu-se que a argamassa intermediária possui um bom custo benefício, pois pode ser encontrada com facilidade e possui um preço acessível.
Contudo percebemos a grande importância, de serem seguidas as especificações técnicas e cuidados com manuseio, estocagem, aplicação dentre outros aspectos, parâmetros simples que devem ser seguidos para obtenção de melhores resultados.
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APÊNDICE A – Checklist
(continua)
UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA
O presente questionário destina-se a coleta de dados dos alunos Maicon Teixeira e Mateus de Pádua Silva, para a elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil da Universidade do Sul de Santa Catarina – Unisul.
• As respostas serão confidenciais.
• Não será utilizado para qualquer tipo de avaliação. INDENTIFICAÇÃO NOME:
FUNÇÃO: OBRA:
1) Na obra em questão foi utilizado apenas a argamassa intermediária para revestimento?
( ) Sim
( ) Não
2) Se não, qual outro tipo de argamassa?
______________________________________________________________________
3) Por que foi optado esse tipo de argamassa para revestimento?
______________________________________________________________________
4) Em quais ambientes é aplicado a argamassa intermediária nesta obra?
( ) Ambiente interno
( ) Ambiente externo
( ) Ambos
5) Como é o método de estocagem?
(continua)
( ) Tampado com lona e protegido do contato com o solo (lona embaixo)
( ) Ao ar livre
6) Qual o seu conhecimento sobre argamassa intermediaria?
( ) Aplicação
( ) Método de aplicação
( ) Método de estocagem
7) Você já trabalhou com outro tipo de argamassa na construção civil?
( ) Sim
( ) Não
8) Qual sua opinião referente a argamassa intermediária? • Quanto ao comportamento para aplicação no revestimento ( ) Boa para aplicação
( ) Indiferente
( ) Ruim
• Quanto a realização do acabamento ( ) Boa
( ) Indiferente
( ) Ruim
• Quanto a preparação para pintura ( ) Boa
( ) Indiferente
( ) Ruim
9) Para você trocar a argamassa intermediária por outra afetaria na produção?
(continua)
( ) Não
10) O fabricante recomenda um traço para a mistura da argamassa?
( ) Sim
( ) Não
11) Se sim na anterior é respeitado a dosagem indicada conforme o traço na mistura da argamassa?
( ) Sim
( ) Não
( ) Não sei responder
12) Como é feita a mistura da argamassa?
( ) Betoneira
( ) Virada na mão
( ) Com auxílio de misturador
PATOLOGIA
13) Você tem conhecimento de ocorrência de manifestações patológicas em obras concluídas?
( ) Sim
( ) Não
14) Das patologias listadas quais tiveram ocorrência na obra em questão?
( ) Bolor
( ) Vesícula
( ) Descolamento com empolamento
( ) Descolamento em placa
(conclusão)
( ) Fissuras horizontais
( ) Fissuras mapeadas
15) Qual a principal causa do aparecimento de patologias nos revestimentos?
( ) Argamassa
( ) Mão de obra
( ) Dosagem
APÊNDICE B – Dados obtidos com a aplicação do checklist
Na tabela seguinte estão apresentadas as questões com suas repostas de acordo a cada profissional entrevistado.
(continua)
ENTREVISTADOS 1 2 3 4 5
1) NA OBRA EM QUESTÃO FOI UTILIZADO APENAS A ARGAMASSA INTERMEDIARIA PARA REVESTIMENTO?
SIM X X X X
NÃO X
2) SE NÃO, QUAL OUTRO TIPO DE ARGAMASSA?
ENTREVISTADO 1 Foi aplicado mais de um tipo de argamassa nos rebocos, argamassa média e fina.
3) POR QUE FOI OPTADO ESSE TIPO DE ARGAMASSA PARA REVESTIMENTO?
ENTREVISTADO 1 Foi utilizado argamassa fina para dar um acabamento melhor ao reboco.
ENTREVISTADO 2 Produtividade na aplicação, desperdício reduzido, organização no canteiro, propriedades consistentes.
ENTREVISTADO 3 Melhor Custo beneficio, fácil contratação da mão de obra especializada.
ENTREVISTADO 4 Pela praticidade e fácil armazenamento.
ENTREVISTADO 5
Por não encontrar outro tipo de argamassa para revestimento na região e se comprar de outra regia o
custo seria invíavel.
4) EM QUAIS AMBIENTES É APLICADO A ARGAMASSA INTERMEDIARIA NESTA OBRA?
AMBIENTE INTERNO
AMBIENTE EXTERNO X
AMBOS X X X X
5) COMO É O MÉTODO DE ESTOCAGEM ?
TAMPADO COM LONA X X
TAMPADO COM LONA E PROTEGIDO DO CONTATO
COM SOLO X
AO AR LIVRE X X
6) QUAL O SEU CONHECIMENTO SOBRE ARGAMASSA INTERMEDIARIA ?
APLICAÇÃO X X X X
MÉTODO DE FABRICAÇÃO X X X
MÉTODO DE ESTOCAGEM X X
NÃO TEM CONHECIMENTO
(continua)
ENTREVISTADOS 1 2 3 4 5
7) VOCÊ JÁ TRABALHOU COM OUTRO TIPO DE ARGAMASSA NA CONSTRUÇÃO CIVIL ?
SIM X
NÃO X X X X
8) QUAL A SUA OPINIÃO REFERENTE Á ARGAMASSA INTERMEDIARIA ? Quanto ao comportamento para aplicação ao revestimento
BOA PARA APLICAR X X X X
INDIFERENTE X
RUIM
Quanto a realização do acabemento
BOA X X X X X
INDIFERENTE
RUIM
Quanto a preparação para pintura
BOA X X X X
INDIFERENTE
RUIM X
9) PARA VOCÊ, TROCAR A ARGAMASSA INTERMEDIARIA POR OUTRA, AFETARIA NA PRODUÇÃO ?
SIM X X
NÃO X X X
10) O FABRICANTE RECOMENDA UM TRAÇO PARA A MISTURA DA ARGAMASSA ?
SIM X X
NÃO X X X
11) SE SIM NA ANTERIOR, É RESPEITADO A DOSAGEM INDICADA CONFORME O TRAÇO NA MISTURA DA ARGAMASSA?
SIM
NÃO X
NÃO SEI RESPONDER X
12) COMO É FEITA A MISTURA DA ARGAMASSA ?
BETONEIRA X X X X X
VIRADA NA MÃO
COM AUXÍLIO DE MISTURADOR
PATOLOGIA
13) VOCÊ TEM CONHECIMENTO DE OCORRÊNCIA DE MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS EM OBRAS CONCLUIDAS ?
SIM X X X
(conclusão)
ENTREVISTADOS 1 2 3 4 5
14) DAS PATOLOGIAS LISTADAS QUAIS TIVERAM OCORRÊNCIA NA