1. (CESPE/ANTT – Analista-Direito/2013) A definição do termo controle admite emprego restrito aos sentidos de vigilância, verificação e inspeção.
2. (CESPE/TJ-CE – Analista-Administração/2008/Adaptada) Cada poder é dotado de mecanismos de controle sobre os demais poderes, assegurando o equilíbrio e a harmonia caracterizada pelo sistema de freios e contrapesos.
3. (CESPE/TRE-MT – Cargo 6/2010) Controle de mérito é aquele em que o órgão controlador faz o confronto entre a conduta administrativa e uma norma jurídica vigente e eficaz, que pode estar na CF ou em lei complementar ou ordinária.
4. (CESPE/TJ-RR – Técnico Judiciário/2012) O controle de legalidade pode ser exercido tanto internamente, por órgãos da própria administração, quanto externamente, por órgãos dos outros Poderes. 5. (CESPE/TJ-CE – Analista-Administração/2008/Adaptada) No controle de gestão, a economicidade refere-se à ênfase ao modo mais econômico, mais racional de utilização dos recursos, à combinação ótima dos meios, dos fatores de produção dos bens e serviços. É, pois, relevante estabelecer e verificar uma adequada ou a mais adequada relação custo- benefício.
6. (CESPE/HEMOBRAS – Administrador/2008) É um exemplo de controle prévio, a autorização do Senado Federal, necessária para que a União, estados, Distrito Federal e municípios possam contrair empréstimos externos.
7. (CESPE/TCE-TO – ACE/2009) Não caberá ao controle posterior desfazer atos ilegais ou contrários ao interesse público, já praticados. O controle posterior reexaminará atos já praticados com o intuito de corrigi-los ou apenas confirmá-los.
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8. (CESPE/TCE-ES – Procurador de Contas/2009) O acompanhamento da realização das obras e da execução dos contratos é o que caracteriza o controle a posteriori.
9. (CESPE/TCU – AUFC/2011) O controle externo da administração pública é função concorrente dos Poderes Judiciário e Legislativo. Na esfera federal, esse controle é exercido privativamente pelo Senado Federal, auxiliado pelo TCU.
10. (CESPE/MPE-AM – Procurador/2007) O controle que os chefes exercem sobre os seus subordinados, na estrutura de um órgão público, é uma modalidade de controle externo.
11. (CESPE/ANTT – Analista-Direito/2013) Ao analisar as contas da ANTT, o Tribunal de Contas da União pratica ato de controle interno. 12. (CESPE/INPI – Cargo 19/2012) O controle administrativo, que consiste no acompanhamento e fiscalização do ato administrativo por parte da própria estrutura organizacional, configura-se como controle de natureza interna, privativo do Poder Executivo
13. (CESPE/MJ – Analista/2013) O controle administrativo é instrumento jurídico de fiscalização sobre a atuação dos agentes e órgãos públicos, realizado de ofício por iniciativa própria, não se aceitando provocação da parte interessada.
14. (CESPE/MI – Administrador/2013) O controle administrativo tem como fundamento o dever-poder de autotutela que a administração pública tem sobre suas atividades, atos e agentes, sendo um de seus instrumentos o direito de petição.
15. (CESPE/TRE-MT – Cargo 6/2010) O controle exercido pelo Poder Legislativo sobre a administração pública é de caráter exclusivamente político.
16. (CESPE/FNDE – Técnico/2012) O controle que o Poder Legislativo exerce sobre a administração pública envolve tanto aspectos de natureza política quanto de natureza financeira.
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17. (CESPE/MPE-AM – Procurador/2008) A sustação, pelo Congresso Nacional, de atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar configura controle externo.
18. (CESPE/TCE-ES – ACE/2012) Uma das funções precípuas do Poder Judiciário é realizar o controle de mérito dos atos administrativos do Poder Executivo que contribuem para o melhor interesse da sociedade. 19. (CESPE/TCE-ES – Procurador de Contas/2009) O controle judicial, exercido tanto em relação à legalidade quanto à moralidade, restringe- se aos atos vinculados, não se aplicando aos atos discricionários.
20. (CESPE/TRT-10 – Analista Judiciário/2013/Adaptada) O controle exercido pelo Poder Judiciário sobre os atos da administração pública é externo, de legalidade, provocado e posterior.
21. (CESPE/TCU – AUFC/2007) O sistema de controle externo, na maioria dos países signatários, é levado a termo ou pelas cortes de contas ou pelas auditorias-gerais. As principais características do sistema de tribunal de contas são as decisões colegiadas e o poder sancionatório. No Brasil, bem como nos demais países que adotam esse sistema, os tribunais de contas, quanto à sua organização, encontram- se ligados à estrutura do Poder Legislativo.
22. (CESPE/TCE-RN – Assessor/2009) Em países que adotam a estrutura de auditorias-gerais ou controladorias, o controle externo prioriza a verificação do cumprimento dos dispositivos legais na gestão pública. 23. (CESPE/TJ-RR – Contador/2012) O processo de exame e julgamento de tomadas e prestação de contas anuais é expressão máxima do poder controlador do Tribunal de Contas da União (TCU), que auxilia o Congresso Nacional, visto que, contrariamente aos sistemas de controladoria adotados em outros países, esse processo possibilita que o tribunal exerça juízo sobre a gestão dos responsáveis pela administração de recursos públicos federais.
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24. (CESPE/TCE-RN – Assessor/2009) Em todos os países em que o controle externo é exercido por meio de um tribunal ou órgão colegiado similar, as decisões tomadas no âmbito do controle de contas estão sempre sujeitas ao reexame pelo Poder Judiciário.
25. (CESPE/TCU – AUFC/2007) A relevância do controle externo no Brasil não se restringe aos aspectos concernentes à eficiente gestão das finanças ou à adequada gerência administrativa do setor público. Envolve também o equilíbrio entre os poderes na organização do Estado democrático de direito.
26. (CESPE/TCE-ES – Auditor/2012) O controle gerencial privilegia a análise dos custos dos atos administrativos e os resultados que se pretende alcançar.
27. (CESPE/MTE – AFT/2013) O controle da administração realizado pelo Poder Legislativo com o auxílio do TCU abrange o denominado controle de economicidade, pelo qual se verifica se o órgão público procedeu da maneira mais econômica na aplicação da despesa, atendendo à adequada relação de custo-benefício.
28. (CESPE/TRT-10 – Analista Judiciário/2013) O controle prévio dos atos administrativos do Poder Executivo é feito exclusivamente pelo Poder Executivo, cabendo aos Poderes Legislativo e Judiciário exercer o controle desses atos somente após sua entrada em vigor.
29. (CESPE/TCU – ACE/2004) Considerando controle externo como aquele realizado por órgão não-pertencente à estrutura do produtor do ato a ser controlado, é correto afirmar que, no Brasil, o TCU não é o único componente do poder público encarregado daquela modalidade de controle.
30. (CESPE/TJDFT – Analista/2008) O controle dos atos da administração pública pode ser exercido de forma interna, pelos tribunais de contas estaduais e do DF, ou de forma externa, pelo Tribunal de Contas da União e pelo Poder Judiciário.
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31. (CESPE/FNDE – Técnico/2012) O controle exercido pelos órgãos da administração direta sobre seus próprios atos, por considerá-los ilegais, inoportunos ou inconvenientes, é caracterizado como controle interno. 32. (CESPE/DPE-TO – Defensor/2013) O controle interno é exercido apenas no âmbito do Poder Executivo.
33. (CESPE/TJ-CE – Analista-Administração/2008) Entre as atribuições típicas da função de controle exercida pelo Poder Legislativo, figuram a convocação de ministro de Estado, para a prestação de informações pessoalmente, e os pedidos escritos de informação, cujo desatendimento implica crime de responsabilidade.
34. (CESPE/TCE-ES – ACE/2012) Uma das funções precípuas do Poder Judiciário é realizar o controle de mérito dos atos administrativos do Poder Executivo que contribuem para o melhor interesse da sociedade. 35. (CESPE/INPI – Analista/2013) O controle judicial sobre atos da administração pública é exclusivamente de legalidade e, como regra, realizado a posteriori. Podem haver, no entanto, situações especiais em que se admite um controle prévio exercido pelo Judiciário.
36. (CESPE/TJDFT – Analista/2008) Por integrar o Poder Judiciário, mesmo as funções tipicamente administrativas exercidas pelo TJDFT estão sujeitas apenas ao controle judicial.
37. (CESPE/TCE-TO – ACE/2009) A Constituição Federal determina que a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça de direito. Assim, o controle judicial existe para avaliar a legalidade das ações de outros órgãos do executivo ou legislativo e abrangerá tanto o mérito legal quanto o administrativo.
38. (CESPE/TCE-RN – Assessor/2009) A principal diferença entre os TCs e as controladorias adotadas por alguns países de tradição britânica é que aqueles são órgãos colegiados, enquanto estas são dirigidas por um único titular.
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39. (CESPE/TCU – ACE/2004) Os sistemas internacionais de controle externo têm em comum a circunstância de que o órgão de controle é invariavelmente colegiado e ligado ao Poder Legislativo.
40. (CESPE/TCE-ES – Auditor/2012) A diferença entre as entidades fiscalizadoras superiores de cada país restringe-se ao estatuto jurídico e à efetividade que suas decisões apresentam em cada nação.