ICMS Convênios ICMS, Protocolos ICMS e Ajustes Sinief Ratificação
43. MÁQUINAS E APARELHOS PARA SOLDAR
43.01 Máquinas e aparelhos para soldar metais por arco ou jato de plasma, inteira ou parcialmente automá-
ticos 8515.31.10 e 8515.31.90
43.02 Outros 8515.39.00
43.03 Outras máquinas e aparelhos para soldar a laser 8515.80.10
43.04 Outros 8515.80.90
43.05 Máquina de soldar telas de aço 8515.21.00
Mancal de bronze para locomotiva 8607.19.19
I Aparelhos para filtrar ou depurar líquidos 8421.29.90
II Outros aparelhos e instrumentos de pesagem 8423.81.10 e 8423.81.90
III Agitador eletrônico de aço líquido (stirring) 8454.90.00
IV Impulsionador de tarugos com rolos acionados 8454.90.00
V Guias roletadas para laminação de redondos, perfis e multi slit 8455.90.00
VI Tesoura corte frio com embreagem ou acionamento por corrente contínua para corte de laminados 8455.90.00
VII Bobinadeira laving head para bitolas de diâmetro 5,50 a 25 mm 8455.90.00
VIII Enroladeira/bobinadeira recoiller para bitolas de diâmetro 20 a 50 mm 8455.90.00
IX Tesoura rotativa flving shear 8483.40.10
X Redutor de velocidade, caixa de pinhões (redutor com saída de 2 ou 3 eixos) e redutor combinado com caixa de pinhões destinados para gaiolas de laminação 8483.40.10
XI Acionamento eletrônico de gaiolas 8504.40.10
XII Conversor e retificador para laminação e trefiladeiras 8504.40.10
XIII Inversores digital para variação de rotação de motores elétricos em laminadores e trefiladeiras 8504.40.10
XIV Controlador eletrônico para forno à arco 8514.90.00
XV Estrutura metálica para forno à arco (superestrutura) 8514.90.00
ANEXO II
(CLÁUSULA PRIMEIRA DO CONVÊNIO ICMS Nº 52/1991) MÁQUINAS E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS
ITEM / SUBITEM / DISCRIMINAÇÃO NCM/SH
01 Silos com dispositivos de ventilação ou aquecimento (ventiladores ou aquecedores) incorporados, de qual-
quer matéria 8419.89.99
02 Silos sem dispositivos de ventilação ou aquecimento incorporados, mesmo que possuam tubulações que permitam a injeção de ar para ventilação ou aquecimento:
a) de madeira 9406.00.91
b) de ferro ou aço 7309.00.10
c) de matéria plástica artificial ou de lona plastificada 3925.10.00
03 Silos de qualquer matéria, com dispositivos mecânicos incorporados 8479.89.40 04 Dispositivos destinados à sustentação de silos (armazéns) infláveis, desde que as saídas, do mesmo esta-
belecimento industrial, ocorram simultaneamente com as coberturas de lona plastificada ou de matéria plásti- ca artificial, com as quais formem um conjunto completo:
a) ventiladores 8414.59.90
b) compressores de ar, exceto os já indicados no item 5 do Anexo I 8414.80.11 a 8414.80.19
c) coifas (exaustores) 8414.80.90
05 Secadores e evaporadores para produtos agrícolas:
a) secadores 8419.31.00
b) outros 8419.39.00
06 Pulverizadores e polvilhadeiras, de uso agrícola 8424.81.11 e 8424.81.19
07 Aparelhos e dispositivos mecânicos, destinados a regular a dispersão ou orientação de jato de água,
inclusive simples órgãos móveis postos em movimento pela pressão de água, usados na irrigação da lavoura 8424.81.21 e 8424.81.29
08 Carregadores para serem acoplados a trator agrícola 8427.90.00
09 Plainas niveladoras de levantamento hidráulico 8430.69.90
Arado de disco 8432.10.00
10 Enxadas rotativas 8432.29.00
11 Máquinas de ordenhar 8434.10.00
12 Máquinas e aparelhos para preparação de alimentos ou rações para animais 8436.10.00
13 Chocadeiras e criadeiras 8436.21.00
14 Outras máquinas e aparelhos 8436.80.00
15 Moto-serras portáteis de corrente, com motor incorporado, não elétrico, de uso agrícola 8467.81.00 16 Vasilhame para transporte de leite, de capacidade inferior a 300 litros:
a) de ferro, ferro fundido, aço ou aço vazado 7310.10.90 e 7310.29.10
b) de latão (liga de cobre e zinco) 7419.99.90
c) de plástico 3923.90.00
17 Vasilhame para transporte de leite, de liga de alumínio 7612.90.19
18 Comedouros para animais 7326.90.90
19 Ninhos metálicos para aves 7326.90.90
20 Motocultores 8701.10.00
Microtrator 8701.10.00
21 Micro tratores de quatro rodas, para horticultura e agricultura 8701.10.00
22 Tratores agrícolas de rodas, sem esteiras 8701.90.90
Bombas 8413.81.00
23 Veículos não automóveis e reboques, de uso agrícola:
a) reboques e semi-reboques, autocarregáveis ou autodescarregáveis 8716.20.00
b) Excluída
c) veículos de tração animal 8716.80.00
24 Moinhos de vento (cata-vento) destinados a bombear água 8412.80.00
25 Aviões agrícolas a hélice, suas partes, peças e demais materiais de manutenção e reparo, quando hou- verem recebido previamente o Certificado de homologação de Tipo expedido pelo órgão competente do Ministério da Aeronáutica
8802.20.10, 8802.30.10, 8803.10.00 a 8803.90.00 26 Valetadeira rebocável, do tipo utilizado exclusivamente na agricultura 8430.69.90
ITEM / SUBITEM / DISCRIMINAÇÃO NCM/SH 27 Raspo-transportador (Scraper), rebocável, de 2 (duas) rodas, com capacidade de carga de 1,00 m3 a 3,00
m3, do tipo utilizado exclusivamente em trabalhos agrícolas 8430.69.90
28 Esteiras ou lagartas especiais para proteção de pneus de tratores 7326.90.90
29 Máquina apanhadora e carregadora de cana, autopropelida 8427.20.90
30 Outras máquinas e implementos agrícolas, inclusive as respectivas peças e partes:
a) da posição 8201 8201.10.00 a 8201.90.90
b) da posição 8432 8432.10.00 a 8432.90.00
c) da posição 8433 8433.11.00 a 8433.90.90
d) da posição 8436 8436.10.00 a 8436.99.00
Ovascan 9027.80.14
31 - Aparelho de Radionavegação para uso agrícola 8526.91.00
32 - Estufa agrícola pré-fabricada em estrutura de aço ou alumínio, com coberturas e fechamentos em filmes, telas ou placas de plástico, opcionalmente com janelas e cortinas de acionamento manual ou motorizado, exaustores, iluminação elétrica, bancadas de cultivo e sistemas de aquecimento.
9406.00.10
33 - Troncos (Bretes) de contenção bovina 4421.90.00
34 - Balanças bovinas mecânicas ou eletrônicas 8423.30.90, 8423.82.00
Cláusula segunda Este Convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. ANEXO IX
CONVÊNIO ICMS Nº 113, DE 26 DE SETEMBRO DE 2008
Altera o Convênio ICMS nº 87/2002, que concede isenção do ICMS nas operações com fármacos e medicamentos destinados a órgãos da Administração Pública Direta Federal, Estadual e Municipal.
O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 131ª reunião ordinária, realizada em Salvador/BA, no dia 26 de se- tembro de 2008, tendo em vista o disposto na Lei Complementar nº 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte
CONVÊNIO
Cláusula primeira Os seguintes itens 73 e 131 do Anexo Único do Convênio ICMS nº 87/2002, de 28 de junho de 2002, passam a vigorar com as redações que se seguem:
Item Fármacos NBM/SH-NCM Fármacos Medicamentos NBM/SH-NCM Medicamentos
73 Rivastigmina 2933.49.90 Rivastigmina Solução oral com 2,0 mg/ml - por frasco 120 ml Rivastigmina 1,5 mg - por cápsula gel dura
Rivastigmina 3 mg - por cápsula gel dura Rivastigmina 4,5 mg - por cápsula gel dura Rivastigmina 6 mg - por cápsula gel dura Rivastigmina TTS 9 mg/5cm2 - por sistema Rivastigmina TTS 18 mg/10 cm2 - por sistema
3003.90.79/ 3004.90.69
131 Etanercepte 3002.10.38 Etanercepte 25 mg - injetável (por frasco/ampola)
Etanercepte 50 mg - injetável (por frasco/ampola) 3002.10.38 “.
Cláusula segunda Este Convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional.
ANEXO X
CONVÊNIO ICMS Nº 114, DE 26 DE SETEMBRO DE 2008
Autoriza as Unidades Federadas a determinar a cessação de uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) que não possui recursos de Memória de Fita-detalhe.
O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 131ª reunião ordinária, realizada em Salvador/BA, no dia 26 de setembro de 2008, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte
CONVÊNIO
Cláusula primeira Ficam as Unidades Federadas autorizadas a determinar a cessação de uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) que não possua recursos que implementem a Memória de Fita-detalhe, conforme prazos a serem estabelecidos pela Unidade Federada.
Parágrafo único. Os prazos de que trata o caput poderão ser definidos em função da atividade econômica do estabelecimento ou de sua faixa de receita bruta ou do modelo de ECF.
ANEXO XI
CONVÊNIO ICMS Nº 115, DE 26 DE SETEMBRO DE 2008 Altera o Convênio ICMS nº 85/2001, que estabelece requisitos de
hardware, de software e gerais para desenvolvimento de equipamen-
to Emissor de Cupom Fiscal (ECF), os procedimentos aplicáveis ao contribuinte usuário de ECF e às empresas credenciadas, e dá outras providências.
O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 131ª reunião ordinária, realizada em Salvador/BA, no dia 26 de setem- bro de 2008, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributá- rio Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte
CONVÊNIO
Cláusula primeira Ficam acrescentados os seguintes dispositi- vos ao Convênio ICMS nº 85/2001, de 28 de setembro de 2001:
I) a alínea d do inciso VI, à cláusula quadragésima segunda: “d) CNPJ ou CPF do tomador do serviço;”;
II) o § 3º à cláusula octogésima segunda:
“§ 3º O equipamento do tipo laptop ou similar, somente poderá ser utilizado para armazenamento da base de dados referentes às ope- rações efetuadas pelo estabelecimento mediante autorização conce- dida a critério da Unidade Federada.”.
Cláusula segunda Fica alterado o § 1º da cláusula octogésima segunda do Convênio ICMS nº 85/2001:
“§ 1º A base de dados referente às operações efetuadas pelo es- tabelecimento não poderá ser armazenada em dispositivo que possa ser removido sem a abertura do equipamento onde esteja instalado, observado o disposto no § 3º.”.
Cláusula terceira Este Convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.
1ANEXO XII
CONVÊNIO ICMS Nº 116, DE 26 DE SETEMBRO DE 2008 Altera o Convênio ICMS nº 15/2008, que dispõe sobre normas e procedimentos relativos à análise de Programa Aplicativo Fiscal (PAF-ECF) destinado a enviar comandos de funcionamento ao equi- pamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).
O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 131ª reunião ordinária, realizada em Salvador/BA, no dia 26 de setem- bro de 2008, tendo em vista o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte
CONVÊNIO
Cláusula primeira Fica incluído o § 4º à cláusula nona do Convê- nio ICMS nº 15/2008, de 4 de abril de 2008, com a seguinte redação:
“§ 4º Os procedimentos de autenticação previstos nas alíneas a e b do inciso I, também deverão ser praticados no início da análise funcional.”.
Cláusula segunda Fica alterada a redação do § 2º da cláusula décima terceira, para:
“§ 2º No caso de cadastro, credenciamento ou registro de nova versão de PAF-ECF já cadastrado, credenciado ou registrado, é dis- pensada a apresentação de Laudo de Análise Funcional de PAF-ECF, quando o último laudo apresentado tenha sido emitido em prazo in- ferior a doze meses, observado o disposto no § 4º, exceto no caso de ECF-PDV, quando será exigido novo Laudo a cada nova versão de
software básico.”.
Cláusula terceira Fica alterado o Anexo I do Convênio ICMS nº 15/2008, conforme Anexo I deste Convênio.
Cláusula quarta Este Convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.
ANEXO I
Obs: O Órgão Técnico Credenciado poderá acrescentar outras informações que julgar necessárias.
ANEXO XIII
CONVÊNIO ICMS Nº 117, DE 26 DE SETEMBRO DE 2008 Altera o Convênio ICMS nº 126/1998, que dispõe sobre conces- são de regime especial, na área do ICMS, para prestações de serviços de telecomunicações e convalida procedimentos adotados.
O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 131ª reunião ordinária, realizada em Salvador/BA, no dia 26 de setem- bro de 2008, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributá- rio Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte
CONVÊNIO
Cláusula primeira A cláusula décima do Convênio ICMS nº 126/1998, de 11 de dezembro de 1998, passa a ter a seguinte redação:
“Cláusula décima Na cessão onerosa de meios das redes de te- lecomunicações a outras empresas de telecomunicações constantes no Ato COTEPE nº 10/2008, de 23 de abril de 2008, nos casos em que a cessionária não se constitua usuária final, ou seja, quando utilizar tais meios para prestar serviços de telecomunicações a seus próprios usuários, o imposto será devido apenas sobre o preço do serviço co- brado do usuário final.
Parágrafo único. Aplica-se, também, a disposição desta cláusula às empresas de Serviço Limitado Especializado - SLE, Serviço Móvel Especializado - SME e Serviço de Comunicação Multimídia - SCM, que tenham como tomadoras de serviço as empresas relacionadas no Ato COTEPE nº 10/2008, de 23 de abril de 2008, desde que observado, no que couber, o disposto na cláusula anterior, e as demais obriga- ções estabelecidas em cada Unidade Federada”.
Cláusula segunda A cláusula décima do Convênio ICMS nº 126/1998, passará a ter, a partir de 1º de janeiro de 2009, a seguinte redação:
“Cláusula décima Na prestação de serviços de comunicação en- tre empresas de telecomunicação relacionadas no Ato COTEPE nº 10/2008, de 23 de abril de 2008, prestadoras de Serviço Telefônico Fixo Comutado - STFC, Serviço Móvel Celular - SMC ou Serviço Mó- vel Pessoal - SMP, o imposto incidente sobre a cessão dos meios de rede será devido apenas sobre o preço do serviço cobrado do usuário final.
§ 1º Aplica-se, também, o disposto nesta cláusula às empresas prestadoras de Serviço Limitado Especializado - SLE, Serviço Móvel Especializado - SME e Serviço de Comunicação Multimídia - SCM, que tenham como tomadoras de serviço as empresas referidas no ca-
put, desde que observado o disposto no § 2º e as demais obrigações
estabelecidas em cada Unidade Federada.
§ 2º O tratamento previsto nesta cláusula fica condicionado à comprovação do uso do serviço como meio de rede, da seguinte for- ma:
I - apresentação de demonstrativo de tráfego, contrato de ces- são de meios de rede ou outro documento, contendo a natureza e o detalhamento dos serviços, endereços e características do local de instalação do meio;
II - declaração expressa do tomador do serviço confirmando o uso como meio de rede;
III - utilização de código específico para as prestações de que tra- ta esta cláusula, no arquivo previsto no Convênio ICMS nº 115/2003, de 12 de dezembro de 2003;
IV - indicação, no corpo da nota fiscal, do número do contrato ou do relatório de tráfego ou de identificação específica do meio de rede que comprove a natureza dos serviços e sua finalidade.”.
Cláusula terceira Ficam convalidados os procedimentos adota- dos pelos contribuintes com relação à cláusula décima do Convênio ICMS nº 126/1998, com base na redação dada pela cláusula primeira deste Convênio, no período de 1º de maio de 2008 até a data da publi- cação deste Convênio.
Cláusula quarta Este Convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.
ANEXO XIV
CONVÊNIO ICMS Nº 124, DE 26 DE SETEMBRO DE 2008 Altera o Convênio ICMS nº 51/2007, que autoriza os Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Paraíba, Paraná, Rondônia, Roraima, São Paulo, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte e Tocantins a dispensar ou reduzir juros e multas mediante parcelamento de débitos fiscais relacionados com o ICM e o ICMS.
O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 131ª reunião ordinária, realizada em Salvador/BA, no dia 26 de setem- bro de 2008, tendo em vista o disposto na Lei Complementar nº 24, de 7 de janeiro de 1975, bem como o disposto nos art. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte
CONVÊNIO
Cláusula primeira O § 2º da cláusula terceira do Convênio ICMS nº 51/2007, de 18 de abril de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação:
“§ 2º A legislação do Estado fixará o prazo máximo de opção do contribuinte, que não poderá exceder a 31 de dezembro de 2008.”
Cláusula segunda Este Convênio entra em vigor na data da pu- blicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos a partir de 1º de outubro de 2008.
ANEXO XV
PROTOCOLO ICMS Nº 86, DE 26 DE SETEMBRO DE 2008 Dispõe sobre a Comissão de Gestão Fazendária - COGEF e apro- va seu Regimento.
Os Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Gran- de do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fa- zenda, Finanças ou Tributação, considerando o disposto no art. 38, incisos I, II e IV, do Regimento do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, quanto à implementação de políticas fiscais, à permuta de informações e fiscalização conjunta e de outros assun- tos de interesse dos Estados e do Distrito Federal, resolvem cele- brar o seguinte
PROTOCOLO
Cláusula primeira Acordam os Estados e o Distrito Federal em regulamentar a composição e o funcionamento da Comissão de Ges- tão Fazendária - COGEF, criada no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, com a finalidade de:
I - coordenar e harmonizar os aspectos técnicos dos programas de modernização da gestão fiscal dos Estados e do Distrito Federal;
II - promover e articular o desenvolvimento de ações de coope- ração e integração entre os fiscos, bem como o compartilhamento de soluções e produtos, o intercâmbio de experiências e a gestão do conhecimento.
Cláusula segunda A COGEF é composta por:
I - um representante de cada Estado e do Distrito Federal desig- nado pelo respectivo Secretário de Fazenda, Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal, vinculado aos programas de mo- dernização da gestão fiscal, com direito a voto;
II - representantes designados pela Secretaria Executiva do Mi- nistério da Fazenda - SE/MF, Secretaria Executiva do Conselho Na- cional de Política Fazendária - SE/CONFAZ, Escola de Administração Fazendária - ESAF, Receita Federal do Brasil - RFB, Secretaria do Tesouro Nacional - STN, Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - PGFN, Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério do Plane- jamento, Orçamento e Gestão - SEAIN/MP, todos sem direito a voto.
§ 1º Podem ser convidados para participar das discussões na COGEF, representantes de outras entidades, relacionadas ao desen- volvimento dos programas de modernização da gestão fiscal, tais como: Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, Banco Na- cional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais - ENCAT, Grupo de Gestores de Finanças Públicas - GEFIN, Grupo de Desenvolvimento do Servidor Fazendário - GDFAZ, Grupo de Educa- ção Fiscal - GEF, Fórum Fiscal dos Estados Brasileiros.
§ 2º Os membros da COGEF com direito a voto elegerão entre seus pares um Presidente que terá mandato anual, sem recondução.
Cláusula terceira A SE/CONFAZ proverá apoio e suporte admi- nistrativo ao funcionamento da COGEF.
Cláusula quarta Compete à COGEF:
I - coordenar e harmonizar os aspectos técnicos dos programas de modernização da gestão fiscal, nas áreas de administração tributá- ria, finanças e contabilidade, contencioso fiscal, entre outras;
II - coordenar a cooperação e o compartilhamento de soluções e produtos nas áreas de tecnologia de informação e comunicação, de capacitação, de gestão, de transparência e controle social, entre outras;
III - promover a avaliação de soluções implementadas pelos Es- tados e pelo Distrito Federal para inclusão em banco de melhores práticas;
IV - harmonizar os documentos e procedimentos relacionados a aquisições, contratações, transferência de recursos e outros pro- cessos que sejam do interesse coletivo de um grupo ou de todas as Unidades Federadas;
V - promover a integração entre os fiscos pelo intercâmbio de experiências e gestão do conhecimento, inclusive por meio de redes e grupos temáticos, em âmbito nacional e internacional;
VI - apoiar o monitoramento e a avaliação dos resultados alcan- çados pelos programas de modernização da gestão fiscal dos Estados e do Distrito Federal;
VI I - apoiar a celebração de Convênios de cooperação entre ins- tituições participantes dos programas de modernização da gestão fis- cal dos Estados e do Distrito Federal e dessas com outras instituições correlatas, inclusive de âmbito internacional.
Parágrafo único. A COGEF encaminhará à apreciação do CONFAZ as questões que requeiram deliberações aplicáveis ao con- junto dos Estados e ao Distrito Federal.
Cláusula quinta No âmbito da COGEF ficam criados os Grupos Técnicos (GTs) do PROFISCO (Programa de Apoio à Gestão e Inte- gração dos Fiscos no Brasil - Linha de Crédito CCLIP/PROFISCO) - GT/PROFISCO e do PMAE (Programa de Modernização da Admi- nistração das Receitas e da Gestão Fiscal, Financeira e Patrimonial das Administrações Estaduais - PMAE) - GT/PMAE, compostos pelos respectivos Coordenadores Estaduais e do Distrito Federal, que deli- berarão acerca de seu funcionamento.
§ 1º A COGEF poderá criar outros grupos técnicos, sempre que necessário.
§ 2º Os grupos técnicos poderão constituir subgrupos temáti- cos.
§ 3º Os grupos técnicos e seus respectivos subgrupos temáticos manterão a COGEF informada de suas deliberações que digam res- peito ao conjunto dos Estados e ao Distrito Federal.
Cláusula sexta As reuniões ordinárias da COGEF serão reali- zadas trimestralmente, em data, hora e local a serem indicados na convocação ou, extraordinariamente, quando solicitado pelo Presi- dente da COGEF, ou por pelo menos um terço dos representantes com direito a voto.
§ 1º As reuniões da COGEF serão conduzidas pelo seu Presi- dente ou por quem este designar e por um Relator, escolhido pelo plenário a cada reunião para elaboração do relatório.
§ 2º As convocações para as reuniões da COGEF serão efetua- das pela SE/CONFAZ com antecedência mínima de 8 (oito) dias.
§ 3º Ao final de cada reunião a COGEF elaborará um relatório que deverá ser assinado ao menos pelo Presidente e pelo Relator, res-