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THERMAL EMISSION AND REFLECTION RADIOMETER)

4.6.3. Mapeamento MTMF

A técnica MTMF representa um refino no mapeamento de um determinado alvo estudado, salientando-se que a correta seleção de endmembers representativos da classe amostrada é crucial para o sucesso do mapeamento. Com esta técnica, rigorosamente, somente serão classificados componentes puros para a classe amostrada, que, no caso deste estudo, são as fitofisionomias. Áreas onde existe uma mistura espectral com outros materiais não serão mapeadas.

Tendo em vista a operação do algoritmo MTMF na escala de sub-pixel, a identificação dos tipos de cobertura vegetal torna-se mais precisa. Para a análise e comparação desta técnica foram amostradas áreas para as fitofisionomias de Floresta de Igapó, Floresta de Várzea e de Campinarana.

A identificação das assinaturas genuínas para as fitofisionomias Floresta de Igapó, Floresta de Várzea e Campinarana, bem como a separação destas dos falsos positivos presentes nos endmembers utilizados na classificação SAM, teve por base a análise dos dados MF Score e Infeasibility (improbabilidades). Ou seja, foram selecionados os pixels com os valores mais baixos, simultaneamente, para estas duas variáveis. Os respectivos diagramas de dispersão, bem como os resultados obtidos para as três fitofisionomias (sobrepostos às imagens geradas pela técnica SAM e pelo NDVI) podem ser observados na Figura 4.6.

Os componentes puros classificados pela técnica MTMF para as três classes amostradas foram sobrepostos, em cor vermelha, nas imagens derivadas do mapeamento SAM e também sobre o índice de vegetação NDVI (Figura 4.7).

O mapeamento a partir da técnica MTMF foi aplicado localmente, mas gerou resultados diferentes da técnica SAM nas duas áreas selecionadas, mostrando uma concentração mais homogênea. Porém, de forma genérica, as áreas de ocorrência de cada fitofisionomia mapeada pelo MTMF são semelhantes àquelas mapeadas pelo SAM. A maior diferença no mapeamento compreende a quantidade de pontos mapeados, mais restritos no caso do resultado obtido pelo MTMF, o que sugere uma “aparente” maior precisão deste método, em função da possibilidade de descarte de falsos-positivos.

Comparando-se a totalidade dos pixels mapeados pelo MTMF com o índice NDVI, as fitofisionomias de Campinarana, Floresta de Várzea e Floresta de Igapó apresentaram, respectivamente, NDVIs médios, de 0,79, 0,73 e 0,72.

Figura 4.7. Nesta figura é possível analisar duas áreas (A e B) selecionadas diretamente

na imagem ASTER (RGB 231) e imagem obtida pela classificação SAM. Para estas áreas, por meio da aplicação da técnica MTMF, os pixels identificados corretamente foram mapeados (em vermelho) para as fitofisionomias de Campinarana (C), Floresta de Várzea (D) e Floresta de Igapó (E). Assim, através do escatergrama gerado pelo MTMF, os membros extremos individuais foram relacionados com a classificação obtida pelo método SAM e com os dados obtidos pelo índice NDVI.

Os maiores valores de NDVI observados na fitofisionomia de Campinarana são explicados pelo fato desta cobertura vegetal encontrar-se em uma área de transição, onde existe uma diversidade maior de espécies de médio e pequeno porte contribuindo fotossinteticamente para a elevação dos valores de NDVI.

Entre as fitofisionomias de Várzea e Igapó a diferença associada ao intervalo médio do índice NDVI foi 0,04. Porém, comparando-se o valor médio do NDVI da fitofisionomia de Campinarana com os da Floresta de Igapó e Várzea, verificou-se uma diferença de 0,1, podendo-se assim considerar que a contribuição da lâmina d’água associada a cobertura vegetal tem grande influência.

4.7. CONCLUSÕES

Neste estudo, buscou-se avaliar o potencial das imagens ASTER, bem como de técnicas de classificação espectral de dados, para o mapeamento e caracterização de fitofisionomias encontradas geossistemas de Floresta Tropical.

A partir da técnica Spectral Angle Mapper (SAM), foi possível a discriminação das seis fitofisionomias predominantes na Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Amanã: Floresta de Terra Firme, Floresta de Terras Baixas, Floresta Aberta com Palmeiras, Campinarana, Floresta de Igapó e Floresta de Várzea.

A comparação da classificação SAM com mapeamentos anteriores, bem como com a imagem ASTER transformada em índice de vegetação (NDVI), corroboraram os resultados obtidos. Especificamente para as fitofisionomias de Floresta de Várzea, Floresta de Igapó e Campinarana, estes resultados também foram confrontados com uma seleção mais rigorosa de pixels puros, obtidos através da técnica Mixture Tuned Matched Filtering. A coincidência quanto à localização das classes mapeadas pela técnica SAM e estes pixels, relacionados a assinaturas mais genuínas, também confirmam os resultados da classificação, ao mesmo tempo que servem para um refinamento e possível scaling up das informações obtidas. Foi ainda possível a associação e detecção dos padrões espectrais da cobertura vegetal, mostrando a sua estreita relação com o índice NDVI.

Os resultados aqui obtidos comprovam o potencial de imagens na fronteira multiespectral / hiperspectral, como é o caso das imagens ASTER, bem como de técnicas de classificação espectral, para o mapeamento sistemático, em múltiplas escalas, de tipologias florestais em ambientes tropicais.

O estabelecimento de áreas adequadas e prioritárias para o manejo e preservação, utilizando técnicas avançadas e tecnologias inovadoras de Sensoriamento Remoto, representam ganhos significativos tanto na escala de mapeamento quanto na precisão na diferenciação da cobertura vegetal associada a estes geossistemas.

4.8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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CAPÍTULO 5

DISCRIMINAÇÃO DE FITOFISIONOMIAS DE FLORESTA DE VÁRZEA A PARTIR DA