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MATAS E BOSQUES

No documento As Corporacoes Orixas (páginas 152-155)

Nas matas e bosques, o elemento vegetal esta presente, nos infundindo sensibilidade. Está ligado a Corporação Oxossi.

As entregas magísticas conciliatórias realizadas nas matas e bosques são de suma importância, pois extraímos desse elemento à força necessária a fim de manter nosso corpo físico, espírito e principalmente a proteção do nosso aura, duplo etérico e corpo astral a fim de mantermos o contato positivo com a espiritualidade e a saúde mental/espiritual. Excelente para pedidos de cura. O elemento vegetal nos traz forças mágicas para firmar e perseverar em tudo.

Para negócios, comércio, indústria, livros, jornais, revistas, contratos, fazer consultas a médicos, advogados, oradores, professores, etc. Para assinar papéis de valor, como compra e venda de títulos, bens imóveis, etc. Para estudo, assimilação da ciência e de todos os assuntos literários em geral. Para comércio; para resolver as questões em dinheiro; para desenvolver a inteligência, a facilidade de compreensão, a capacidade de retenção e, para restabelecer o equilíbrio nas pessoas nervosas. Assuntos da mente, intelectualidade, resolução de estigmas, estudos e projetos. Coisas escritas, o mundo editorial e literário. Indicado para estudos místicos. Pedidos relacionados à abundância, fartura e para que não falte alimento na mesa.

As entregas magísticas conciliatórias, preceitos, batismos, afirmações, etc., realizadas nas matas e bosques, possuem elementos magnéticos que deixam tudo mais firme e de natureza efetiva. Também nos traz o conhecimento, a simplicidade, a altivez, a praticidade, a confiança, a calma, o ânimo de vida e a capacidade de digerir com dignidade os entraves da vida. Serve como condutor de prâna vegetal vital que circula em nossas veias. O vegetal é o elemento de ligação entre o Céu e a Terra.

O ELEMENTO VEGETAL

O vegetal é um elemento da Natureza considerado ativo e masculino. Energeticamente falando, possui todos os elementos necessários à transmutação fluídica do prâna vital. O vegetal “respira” o ar físico e espiritual, seja ele bom ou mal, e o transmuta em prâna positivo, a fim de manter a vida.

No campo humano, o vegetal esta presente na sensibilidade e em toda a alimentação necessária, mantenedora da vida física.

Nos Rituais de Umbanda, o elemento vegetal é de suma importância, pois extraímos desse elemento à força necessária a fim de manter nosso corpo físico, espírito e principalmente a proteção do nosso aura, duplo etérico e corpo astral a fim de mantermos o contato positivo com a espiritualidade e a saúde mental/espiritual. O elemento vegetal é muito importante para a manutenção e equilíbrio dos seres vivos. Através de processos variados os vegetais retiram o prâna da Natureza, seja através do Sol, da Lua, dos Planetas, da Terra, da Água, etc. São, portanto, grandes reservas de éter vital. Desde o instante em que as ervas principiam a germinar no seio da terra até o momento em que são colhidas, elas extraem do solo toda a sorte de minerais, vitaminas, proteínas, sais químicos e umidade, além de imantadas pelos raios solares, eflúvios elétricos e magnéticos provindos da própria Lua, além de impregnados do ectoplasma terráqueo, super carregadas de éter físico, prâna vital e da energia vigorosa, que é o fogo “kundalíneo”. Algumas plantas são fontes prodigiosas de utilidades benfeitoras à humanidade, já na sua contextura física. Todo o potencial que se elabora no seio da planta, durante os meses de sua vivência no solo seivoso da terra, depois é liberto em alguns minutos pela manipulação magística, projetando em torno, um potencial de forças.

O elemento representa o conhecimento, a simplicidade, a altivez, a praticidade, a confiança, a calma, o ânimo de vida e a capacidade de digerir com dignidade os entraves da vida.

Natureza Básica: Sensibilizadora, purificante, curadora e calmante. Elemento de ligação: Flores – plantas (no vaso ou soltas).

Conectando-se com o elemento vegetal:

 Escolha uma árvore, seja a do jardim de sua casa ou qualquer uma de algum bosque ou parque público; dê preferência às mais antigas, que inspirem ancestralidade.

 Encoste suas mãos espalmadas no tronco da árvore e procure senti-la; tente perceber suas qualidades. Capte as vibrações deste ser vivo enraizado à terra e busque identificar-se com o Reino Vegetal. Constate sua familiaridade com ele, afinal, somos também feitos da mesma matéria orgânica. Se possível, fique descalço e pise rente às raízes ou mesmo sobre elas.

 Tão logo se sinta intimo da árvore escolhida, abrace-a e declare a ela de viva voz sua amizade. Apresente-se e lhe diga tudo o que mandar seu coração. Permita-se emocionar.

 Procure agora sentir o que a árvore tem a lhe dizer; esteja atento àquilo que ela lhe pede ou ensina.  Agradeça a árvore pela intenção mútua, pela troca de experiências e por sua integração ao elemento

terra.

 Tão logo lhe seja oportuno, plante uma árvore (mesmo sem flores) e ao fazê-lo, expresse em viva voz o desejo de que seu ato floresça em nome da paz e do bem comum.

Este exercício nos remete à nossas origens ao permitir nosso encontro com um ser vivo terreno e preferencialmente de caráter ancestral. Lembra-nos de que somos meras centelhas passageiras pela vida e que, para além de nossa existência, as galáxias são perenes em sua dança cósmica orquestrada.

 CAMPOS (ABERTOS)

Magicamente falando, o campo aberto é a clara, perfeita e pura visualização que é uma poderosa ferramenta de mudança. Ele é também o movimento, o ímpeto que manda a visualização na direção da concretização. É ligado a Corporação Orixá Ogum e a Corporação Yansã. Nos campos abertos são realizadas as entregas magísticas conciliatórias que envolvem viagens, instrução, liberdade, obtenção do conhecimento, encontrar itens perdidos, descobrir mentiras. Ele também pode ser usado para ajudar no desenvolvimento de faculdades psíquicas. É o elemento que se sobressai nos locais de aprendizagem e nos quais ponderamos, pensamos e teorizamos.

Entregas magísticas conciliatórias realizadas nos campos abertos recebem fluidos que se manifestam de forma a criar uma atmosfera de paz e tranquilidade, pois conseguiremos resolver nossas demandas de modo pacífico.

Entregas magísticas conciliatórias realizadas nos campos abertos são favoráveis em momentos de assinar documentos, para viagens e para começar qualquer empreendimento novo e de longa duração.

Os campos abertos devem ser utilizados para todas as coisas em que sejam necessárias audácia e coragem. Não se prestam a entregas magísticas conciliatórias relativas a pedidos onde haja a necessidade de calma, passividade e paciência.

Excelente local para entregas magísticas conciliatórias relacionadas a lutas, batalhas, conquistas, coragem, força, e ousadia.

O ELEMENTO AR

O ar é um elemento da natureza considerado ativo e masculino. Em geral, é considerado como o primeiro dos elementos. Possui natureza dupla e é, ao mesmo tempo, atmosfera tangível e um substrato intangível, volátil, que pode ser chamado de “ar espiritual”. Está essencialmente relacionado com três conjuntos de idéias: o respiro criativo da vida, a palavra criadora; o vento como ar dinamizado, conectado em muitas mitologias com a idéia de criação; e, finalmente, o próprio espaço, como meio onde se produzem os movimentos e de onde emergem os processos de criação e desenvolvimento da vida.

No campo humano, o ar está presente nos pulmões, purificando e vitalizando o sangue que conduz o elemento vital ou Agente Mágico Universal. O sentido do olfato está relacionado com o importante simbolismo do ar, cuja representação gráfica é a espiral. Ele é ainda o hálito que respiramos e que se acha simbolizado nas fumaças usadas nos rituais da Umbanda.

O Ar é o elemento do intelecto. É a realidade do pensamento que é o primeiro passo para a criação.

Magicamente falando, o ar é a clara, perfeita e pura visualização que é uma poderosa ferramenta de mudança. Ele é também o movimento, o ímpeto que manda a visualização na direção da concretização. Ele governa as Simpatias e os Rituais que envolvem viagens, instrução, liberdade, obtenção do conhecimento, encontrar itens perdidos, descobrir mentiras e assim por diante. Ele também pode ser usado para ajudar no desenvolvimento de faculdades psíquicas.

Rituais e Simpatias envolvendo o ar geralmente incluem o ato de movimentar um objeto no ar para que esse objeto realmente se conecte fisicamente com o elemento. A prática mais utilizada para oferendar e se conectar com o elemento ar, é através da queima de incensos.

O ar é masculino, seco, expansivo e ativo. É o elemento que se sobressai nos locais de aprendizagem e nos quais ponderamos, pensamos e teorizamos. O ar governa o Leste, pois esta é a direção da maior luz, a da luz da sabedoria e conscientização. Sua cor é igual ao amarelo do Sol e do Céu na aurora. O ar governa a magia dos quatro ventos, de concentração e visualização e a maioria das magias adivinhatórias.

Natureza Básica: Movimento, flutuante, fresca, inteligente, ordenativo e direcionador. O som é uma manifestação deste elemento.

Elemento de ligação: Varetas de incenso (acesos). Conectando-se com o elemento ar:

A respiração é responsável pela manutenção da nossa vida. Viveremos bem melhor, se soubermos respirar. Observe por alguns instantes, como você costuma respirar. Procure manter-se bem tranquilo e respire normalmente. Respire normalmente e concentre-se a fim de perceber seu ritmo; se sua respiração é suave ou ruidosa, calma ou agitada, plena ou muito curta, continua ou intermitente. Independente do resultado faça esse exercício:

1ª) Inspire profundamente;

2ª) Segure o ar nos pulmões por alguns segundos; 3ª) Esvazie os pulmões plenamente.

Repita indefinidamente este ciclo de três tempos, até encontrar um ritmo que lhe seja confortável, adequado às suas capacidades respiratórias.

Mentalize a cada inspiração: “Recebo o sopro Divino”.

Ao expirar: “Envio a todos a paz Universal”.

Tal exercício pode ser realizado por alguns minutos diariamente, até que a prática permita fazê-lo por períodos cada vez maiores. Constitui-se em atividade saudável tanto para o corpo quanto para a mente.

 PEDREIRAS E MONTANHAS

No documento As Corporacoes Orixas (páginas 152-155)