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Medida Provisória nº 592, de 03.12.2012 DOU 1 de 03.12

No documento INFORME TÉCNICO. Dezembro 2012 (páginas 30-50)

Modifica as Leis nº 9.478/1997, que dispõe sobre a política energética nacional, as atividades relativas ao monopólio do petróleo e nº 12.351/2010, que dispõe sobre a exploração e a produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos, sob o regime de partilha de produção, em áreas do pré-sal e em áreas estratégicas, para determinar novas regras de distribuição entre os entes da Federação dos royalties e da participação especial devidos em função da exploração de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, e para aprimorar o marco regulatório sobre a exploração desses recursos no regime de partilha.

ÍNTEGRA

Art. 1.º A Lei nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010, passa a vigorar com as seguintes alterações:

"Artigo 42-B. (...) (...)

II - (...) (...)

f) vinte e dois por cento para a União, a ser destinado ao Fundo Social. (...)" (NR)

"Artigo 47. (...) (...)

§ 3.º Do total do resultado a que se refere o caput do art. 51 auferido pelo FS, cinquenta por cento deve ser aplicado obrigatoriamente em programas e projetos direcionados ao desenvolvimento da educação, na forma do regulamento." (NR) Art. 2.º A Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, passa a vigorar com as seguintes alterações:

"Artigo 48-A. A parcela do valor do royalty previsto nos contratos de concessão firmados a partir de 3 de dezembro de 2012 que representar cinco por cento da produção, correspondente ao montante mínimo referido no § 1.º do art. 47, terá a seguinte distribuição:

I - quando a lavra ocorrer em terra ou em lagos, rios, ilhas fluviais e lacustres, segundo os critérios estipulados pelo art. 48 desta Lei; e

II - quando a lavra ocorrer na plataforma continental, no mar territorial ou na zona econômica exclusiva, na forma do Anexo I a esta Lei." (NR)

"Artigo 49-A. A parcela do valor do royalty previsto nos contratos de concessão firmados a partir de 3 de dezembro de 2012 que exceder a cinco por cento da produção terá a seguinte distribuição:

I - quando a lavra ocorrer em terra ou em lagos, rios, ilhas fluviais e lacustres, segundo a forma estipulada pelo inciso I do caput do art. 49; e

II - quando a lavra ocorrer na plataforma continental, no mar territorial ou na zona econômica exclusiva, na forma do Anexo II a esta Lei." (NR)

"Artigo 50. (...) (...)

DEZEMBRO 2012

31 § 5.º Os recursos da participação especial relativos à produção ocorrida nos contratos de concessão firmados a partir de 3 de dezembro de 2012 serão distribuídos na forma do Anexo III a esta Lei." (NR)

"Artigo 50-A. Serão integralmente destinados ao Fundo Social de que trata o art. 47 da Lei nº 12.351, de 2010, os valores dos royalties e da participação especial destinados à União de que tratam os arts. 48, 49 e o § 2º do art. 50 desta Lei e o art. 5º da Lei nº 12.276, de 2010, quando oriundos da produção realizada no horizonte geológico denominado pré-sal, em campos localizados na área definida no inciso IV do caput do art. 2º da Lei nº 12.351, de 2010." (NR)

"Artigo 50-B. As receitas de que tratam os arts. 48-A, 49-A e o § 5º do art. 50 serão destinadas, exclusivamente, para a educação, em acréscimo ao mínimo constitucionalmente obrigatório, na forma do regulamento." (NR)

"Artigo 81-A. As regras de distribuição estabelecidas nos arts. 48, 49, e no § 2º do art. 50 desta Lei aplicam-se apenas aos contratos de concessão celebrados até 2 de dezembro de 2012, observado o disposto no art. 50-A." (NR)

Parágrafo único. Ficam acrescidos os Anexos I, II e III à Lei nº 9.478, de 1997, na forma dos Anexos I, II e III a esta Medida Provisória.

Art. 3.º Ficam revogados:

I - o § 3.º do art. 49 da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997; II - o § 4.º do art. 50 da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997; e III - o § 2.º do art. 49 da Lei nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010. Art. 4.º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 3 de dezembro de 2012; 191º da Independência e 124º da República. DILMA ROUSSEFF

Presidente

GUIDO MANTEGA Ministro da Fazenda EDISON LOBÃO

Ministro de Minas e Energia ANEXO I

(Anexo I à Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997)

DISTRIBUIÇÃO DA PARCELA DO VALOR DO ROYALTY QUE REPRESENTAR 5% DA PRODUÇÃO, PREVISTO NOS CONTRATOS FIRMADOS A PARTIR DE 03/12/2012 (INCISO II DO CAPUT DO ART. 48-A)

Ano 2013 (em %) Ano 2014 (em %) Ano 2015 (em %) Ano 2016 (em %) Ano 2017 (em %) Ano 2018 (em %) Ano 2019 (em %) A partir do ano de

DEZEMBRO 2012 32 2020 (em %) Estados produtores confrontantes 20 20 20 20 20 20 20 20 Municípios produtores confrontantes 15 13 11 9 7 5 4 4 Municípios afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, na forma e critério estabelecidos pela ANP 3 3 3 3 2 2 2 2 Fundo Especial, a ser distribuído entre Estados e o Distrito Federal de acordo com as regras do rateio do FPE de que trata o art. 159 da Constituição 21 22 23 24 25,5 26,5 27 27 Fundo Especial, a ser distribuído entre os municípios de acordo com as regras do rateio do FPM de que trata o art. 159 da Constituição 21 22 23 24 25,5 26,5 27 27 União 20 20 20 20 20 20 20 20 Total 100 100 100 100 100 100 100 100 ANEXO II

DEZEMBRO 2012

33 PRODUÇÃO, PREVISTO NOS CONTRATOS FIRMADOS A PARTIR DE 03/12/2012

(INCISO II DO CAPUT DO ART. 49-A)

Ano 2013 (em %) Ano 2014 (em %) Ano 2015 (em %) Ano 2016 (em %) Ano 2017 (em %) Ano 2018 (em %) Ano 2019 (em %) A partir do ano de 2020 (em %)

Estados produtores confrontantes 20 20 20 20 20 20 20 20

Municípios produtores

confrontantes 15 13 11 9 7 5 4 4

Municípios afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos

fluidos, na forma e critério estabelecidos pela ANP

3 3 3 3 2 2 2 2

Fundo Especial, a ser distribuído entre Estados e o Distrito Federal de acordo com as regras do rateio

do FPE de que trata o art. 159 da Constituição

21 22 23 24 25,5 26,5 27 27

Fundo Especial, a ser distribuído entre os municípios de acordo com

as regras do rateio do FPM de que trata o art. 159 da Constituição

21 22 23 24 25,5 26,5 27 27

DEZEMBRO 2012

34 Total 100 100 100 100 100 100 100 100 ANEXO III

(Anexo III à Lei no 9.478, de 6 de agosto de 1997)

DISTRIBUIÇÃO DE RECURSOS DA PARTICIPAÇÃO ESPECIAL, QUANTO A CONTRATOS FIRMADOS A PARTIR DE 03/12/2012 (ART. 50, § 5o) Ano 2013 (em %) Ano 2014 (em %) Ano 2015 (em %) Ano 2016 (em %) Ano 2017 (em %) Ano 2018 (em %) Ano 2019 (em %) A partir do ano de 2020 (em %) Estados produtores confrontantes 32 29 26 24 22 20 20 20 Municípios produtores confrontantes 5 5 5 5 5 5 4 4

Fundo Especial, a ser

distribuído entre Estados e o Distrito Federal de acordo com as regras do rateio do FPE de que trata o art. 159 da Constituição

10 11 12 12,5 13,5 14,5 15 15

Fundo Especial, a ser distribuído entre os municípios de acordo com as regras do rateio do FPM de que trata o art. 159 da Constituição

10 11 12 12,5 13,5 14,5 15 15

União 43 44 45 46 46 46 46 46

DEZEMBRO 2012

35 Dá nova redação ao § 5.º do art. 3º da Lei nº 10.101, de 19 de dezembro de 2000, e dá outras providências.

ÍNTEGRA

Art. 1.º A Lei nº 10.101, de 19 de dezembro de 2000, passa a vigorar com as seguintes alterações:

"Art. 3.º ... ...

§ 5.º A participação de que trata este artigo será tributada pelo imposto sobre a renda exclusivamente na fonte, em separado dos demais rendimentos recebidos, no ano do recebimento ou crédito, com base na tabela progressiva anual constante do Anexo e não integrará a base de cálculo do imposto devido pelo beneficiário na Declaração de Ajuste Anual.

§ 6.º Para efeito da apuração do imposto sobre a renda, a participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa será integralmente tributada, com base na tabela progressiva constante do Anexo.

§ 7.º Na hipótese de pagamento de mais de uma parcela referente a um mesmo ano-calendário, o imposto deve ser recalculado, com base no total da participação nos lucros recebida no ano-calendário, mediante a utilização da tabela constante do Anexo, deduzindo-se do imposto assim apurado o valor retido anteriormente.

§ 8.º Os rendimentos pagos acumuladamente a título de participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa serão tributados exclusivamente na fonte, em separado dos demais rendimentos recebidos, sujeitando-se, também de forma acumulada, ao imposto sobre a renda com base na tabela progressiva constante do Anexo.

§ 9.º Considera-se pagamento acumulado, para fins do § 8.º, o pagamento da participação nos lucros relativa a mais de um ano-calendário.

§ 10. Na determinação da base de cálculo da participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados, poderão ser deduzidas as importâncias pagas em dinheiro a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família, quando em cumprimento de decisão judicial, de acordo homologado judicialmente ou de separação ou divórcio consensual realizado por escritura pública, desde que correspondentes a esse rendimento, não podendo ser utilizada a mesma parcela para a determinação da base de cálculo dos demais rendimentos." (NR)

Art. 2.º Esta Medida Provisória entra em vigor em 1º de janeiro de 2013.

Brasília, 26 de dezembro de 2012; 191º da Independência e 124º da República. DILMA ROUSSEFF

Presidente

GUIDO MANTEGA Ministro da Fazenda

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21. Portaria INSS nº 2.101 de 11.12.2012 – DOU 1 de 12.12.2012 – Instituto Nacional do Seguro Social

Dispõe sobre procedimentos a serem observados relativamente à inclusão e exclusão de nomes de responsáveis pelo pagamento de débitos perante o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS no Cadastro Informativo dos Débitos não Quitados de Órgãos e Entidades Federais - CADIN.

ÍNTEGRA

Art. 1.º Ficam estabelecidos os procedimentos acerca da inclusão e exclusão de nomes de responsáveis pelos pagamentos de débitos perante o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS no Cadastro Informativo dos Débitos não Quitados de Órgãos e Entidades Federais - CADIN.

Capítulo I - Dos Órgãos Responsáveis pela Inclusão e Exclusão Seção I Da Inclusão

Art. 2.º Compete aos órgãos de Orçamento, Finanças e Contabilidade (OFC) desta Autarquia, de acordo com as suas atribuições, a adoção de providências com vistas à inclusão e exclusão de nomes de responsáveis pelo pagamento de débitos perante este Instituto no CADIN, nas hipóteses e nos termos desta Portaria.

Art. 3.º Serão inscritos no CADIN os débitos para com o INSS, devidamente apurados e comprovados para efeito de ressarcimento aos cofres da Previdência Social.

Art. 4.º Somente os débitos cujos valores sejam iguais ou superiores a R$ 1.000,00 (um mil reais) serão objeto de inscrição no CADIN.

Parágrafo único. Para verificação do atingimento do limite para inscrição no CADIN devem ser utilizados os índices de correção específicos para atualização do débito correspondente, sem incidência dos juros.

Art. 5.º Compete à área que identificou o responsável e quantificou o dano expedir e encaminhar a notificação ao devedor, comunicando-lhe da existência do fato passível de inclusão de seu nome, como responsável no CADIN. Nesta ocasião, lhe serão fornecidas todas as informações pertinentes ao débito.

Art. 6.º Confirmado o recebimento da notificação enviada ao devedor, para pagamento do débito, a inclusão do nome, como responsável no CADIN será feita após 75 (setenta e cinco) dias da data da ciência, de acordo com o modelo Anexo I. Art. 7.º A data da confirmação do recebimento da notificação enviada ao devedor dar-se-á por meio de:

I - Aviso de Recebimento - AR, quando encaminhada via postal; e

II - A partir do 16º (décimo-sexto) dia da data da publicação do edital de cobrança. Art. 8.º A inclusão no CADIN, sem a expedição da comunicação ou da notificação de que trata o art. 5.º e 6.º, sujeitará o responsável pela inclusão às penalidades

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37 de maio de 1943.

Art. 9.º Apurados e comprovados os débitos, o órgão de OFC procederá à inclusão do devedor no CADIN, com base nas informações contidas no Anexo I.

Parágrafo único. Cada devedor deverá ser cadastrado uma única vez por órgão credor, independentemente da quantidade de operações existentes em seu nome, passíveis de inscrição no CADIN.

Seção II - Da Exclusão

Art. 10. Mediante a comprovação da quitação total do débito que deu origem à inscrição do devedor no CADIN, ou seu parcelamento, o órgão de OFC responsável pelo registro deverá efetuar a baixa do mesmo, mediante comprovação da quitação, ou formalização do parcelamento com o pagamento da primeira parcela devida, conforme informações prestadas de acordo com modelos Anexo II e III.

Parágrafo único. A comprovação do pagamento será efetuada por meio da confirmação do ingresso da receita aos cofres do INSS.

Art. 11. Em qualquer caso, a exclusão será feita no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis, depois de verificadas as condições que a autorizem. Se por motivo fundado não for possível o cumprimento do prazo estipulado, o Presidente do INSS, ou a autoridade por ele delegada, expedirá certidão de regularidade da dívida ao interessado.

Capítulo II - Das Penalidades e Obrigatoriedade Das Informações

Seção I - Das Penalidades

Art. 12. As pessoas físicas ou jurídicas com registro no CADIN ficarão impedidas de participar dos atos a seguir discriminados:

I - realização de operação de crédito que envolva a utilização de recursos públicos; II - concessão de incentivos fiscais e financeiros; e

III - celebração de convênios, acordos, ajustes ou contratos que envolvam desembolsos, a qualquer título, de recursos públicos e respectivos aditamentos. Parágrafo único. O INSS está obrigado a efetuar consulta prévia ao CADIN para a realização de qualquer dos atos previstos neste artigo.

Art. 13. As pessoas físicas e jurídicas incluídas no CADIN terão acesso às informações a elas referentes, dirigindo-se ao órgão de OFC responsável pelo registro, ou, mediante autorização, por intermédio de qualquer outro órgão ou entidade integrante do CADIN.

Seção II Da Obrigatoriedade das Informações

Art. 14. O órgão de OFC deverá manter sob sua responsabilidade as informações detalhadas sobre as operações ou situações que tenham sido registradas no CADIN, inclusive para atender ao que dispõe o art. 12 desta Portaria.

Art. 15. O controle e a gerência dos registros dos devedores inscritos no CADIN serão realizados e mantidos pelos órgãos de OFC, mediante o arquivamento em

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38 pasta própria de impressão da imagem da tela de inclusão (print screen), com a anotação do número do processo que quantificou o débito e identificou o responsável, observando-se a data cronológica.

Parágrafo único. Todas as atualizações (inclusões, alterações e exclusões) efetuadas no CADIN devem, obrigatoriamente, ser incluídas nos respectivos processos que deram origem ao levantamento do débito.

Capítulo III - Disposições Gerais

Art. 16. O roteiro para acesso ao CADIN/SISBACEN e o procedimento para fornecimento da chave de acesso ao cadastro, bem como, os dados e informações que devem ser inseridas no sistema será disciplinado no Manual da Linha de Orçamento, Finanças e Contabilidade.

Art. 17. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se às disposições em contrário.

LINDOLFO NETO DE OLIVEIRA SALES Presidente do INSS

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do Trabalho e Emprego

Prorroga o prazo a que se refere o artigo 17 da Portaria nº 723, de 23 de abril de 2012.

ÍNTEGRA

Art. 1.º Prorrogar o prazo a que se refere o artigo 17 da Portaria nº 723, de 23 de abril de 2012, para a data de 31 de março de 2013.

Art. 2.º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. CARLOS DAUDT BRIZOLA

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23. Portaria MTE nº 2.124, de 20.12.2012 – DOU 1 de 21.12.2012 – Ministério do Trabalho e Emprego

ÍNTEGRA

Art. 1º Aprovar as instruções para envio da declaração do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - CAGED, instituída pela Lei nº 4.923, de 23 de dezembro de 1965, com Certificação Digital.

Art. 2º É obrigatória a utilização de certificado digital válido, padrão ICP Brasil, para a transmissão da declaração da CAGED por todos os estabelecimentos que possuam a partir de 20 trabalhadores no 1º dia do mês de movimentação, exceto para os estabelecimentos que possuam menos de 20 trabalhadores.

Parágrafo único - As declarações poderão ser transmitidas com o certificado digital de pessoa jurídica, emitido em nome do estabelecimento, ou com certificado digital do responsável pela entrega da declaração, sendo este o CPF ou o CNPJ.

Art 3º O CAGED de que trata o art. 1º desta Portaria, deverá ser encaminhado ao MTE, até o dia 07 do mês subsequente àquele em que ocorreu movimentação de empregados.

Art. 4º O empregador que não entregar o CAGED no prazo previsto no caput do art. 3º, omitir informações ou prestar declaração falsa ou inexata, ficará sujeito à multa prevista na Lei 4923/65.

Art. 5º. As movimentações do CAGED entregues fora do prazo deverão ser declaradas obrigatoriamente com a utilização de certificado digital válido padrão ICP Brasil.

Art. 6º. Esta Portaria entra em vigor a partir de 11 de janeiro de 2013. CARLOS DAUDT BRIZOLA

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Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional/Receita Federal do Brasil

Altera os anexos IX, X e XVIII da Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 3, de 2 de maio de 2007, que dispõe sobre a prova de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional e dá outras providências.

ÍNTEGRA

Art. 1.º Os Anexos IX, X e XVIII da Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 3, de 2 de maio de 2007, ficam substituídos pelos Anexos desta Portaria.

Art. 2.º Esta Portaria Conjunta entra em vigor na data de sua publicação.

ADRIANA QUEIROZ DE CARVALHO Procuradora-Geral da Fazenda Nacional CARLOS ALBERTO FREITAS BARRETO Secretário da Receita Federal do Brasil

ANEXO IX

CERTIDÃO CONJUNTA POSITIVA DE DÉBITOS RELATIVOS AOS TRIBUTOS FEDERAIS E À DÍVIDA ATIVA DA UNIÃO

Nome: CPF:

Ressalvado o direito de a Fazenda Nacional cobrar e inscrever quaisquer dívidas de responsabilidade do sujeito passivo acima identificado que vierem a ser apuradas, é certificado que constam, nesta data, a(s) seguinte(s) pendência(s) em seu nome: Perante a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB):

- Impedimento de emissão de certidão negativa ou positiva com efeitos de negativa por decisão judicial

- Irregularidade cadastral - Ausência de Declarações

- Irregularidade de recolhimento Paes - Débitos/Processos em aberto

Perante a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN):

- Impedimento de emissão de certidão negativa ou positiva com efeitos de negativa por decisão judicial

- Inscrições ativas

Esta certidão refere-se exclusivamente à situação do sujeito passivo no âmbito da RFB e da PGFN, não abrangendo as contribuições previdenciárias e as contribuições devidas, por lei, a terceiros, inclusive as inscritas em Dívida Ativa da União, objeto de certidão específica.

A aceitação desta certidão está condicionada à verificação de sua autenticidade na Internet, nos endereços <http://www.receita.fazenda.gov.br> ou <http://www.pgfn.fazenda.gov.br>.

Certidão emitida com base na Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 3, de 02/05/2007. Emitida às xx:xx:xx do dia xx/xx/xxxx <hora e data de Brasília>.

Código de controle da certidão: xxxx.xxxx.xxxx.xxxx Certidão emitida gratuitamente.

DEZEMBRO 2012

42 (Redação dada pela Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 10, de 20 de dezembro de 2012.)

ANEXO X

CERTIDÃO CONJUNTA POSITIVA DE DÉBITOS RELATIVOS AOS TRIBUTOS FEDERAIS E À DÍVIDA ATIVA DA UNIÃO

Nome: CNPJ:

Ressalvado o direito de a Fazenda Nacional cobrar e inscrever quaisquer dívidas de responsabilidade do sujeito passivo acima identificado que vierem a ser apuradas, é certificado que constam, nesta data, a(s) seguinte(s) pendência(s) em seu nome: Perante a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB):

- Impedimento de emissão de certidão negativa ou positiva com efeitos de negativa por decisão judicial

- Irregularidade cadastral - Ausência de Declarações

- Irregularidade de recolhimento Refis/Paes/Pasep - Débitos/Processos em aberto

Perante a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN):

- Impedimento de emissão de certidão negativa ou positiva com efeitos de negativa por decisão judicial

- Inscrições ativas

Esta certidão, emitida em nome da matriz e válida para todas as suas filiais, refere- se exclusivamente à situação do sujeito passivo no âmbito da RFB e da PGFN, não abrangendo as contribuições previdenciárias e as contribuições devidas, por lei, a terceiros, inclusive as inscritas em Dívida Ativa da União, objeto de certidão específica.

A aceitação desta certidão está condicionada à verificação de sua autenticidade na Internet, nos endereços <http://www.receita.fazenda.gov.br> ou <http://www.pgfn.fazenda.gov.br>.

Certidão emitida com base na Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 3, de 02/05/2007. Emitida às xx:xx:xx do dia xx/xx/xxxx <hora e data de Brasília>.

Código de controle da certidão: xxxx.xxxx.xxxx.xxxx Certidão emitida gratuitamente.

Atenção: qualquer rasura ou emenda invalidará este documento.

(Redação dada pela Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 10, de 20 de dezembro de 2012.)

ANEXO XVIII

CERTIDÃO POSITIVA DE DÉBITOS RELATIVOS ÀS CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS E ÀS DE TERCEIROS

Nº 000000000-00000000 Nome:

CNPJ:

Ressalvado o direito de a Fazenda Nacional cobrar e inscrever quaisquer dívidas de responsabilidade do sujeito passivo acima identificado que vierem a ser apuradas, é certificado que constam, nesta data, a(s) seguinte(s) pendência(s) em seu nome: - impedimento de emissão de certidão negativa ou positiva com efeitos de negativa por decisão judicial

- não entrega da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia e Informações à Previdência Social (GFIP) referente a(às) competência(s) <relacionar as competências>.

DEZEMBRO 2012

43 competências>.

- débito (s) nº 000000000 ,999999999, 000000000, 999999999

Esta certidão, emitida em nome da matriz e válida para todas as suas filiais, refere- se exclusivamente às contribuições previdenciárias e às contribuições devidas, por lei, a terceiros, inclusive às inscritas em Dívida Ativa da União, não abrangendo os demais tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e os demais débitos inscritos em Dívida Ativa da União, administrados pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), objeto de Certidão Conjunta

No documento INFORME TÉCNICO. Dezembro 2012 (páginas 30-50)