4.1.11 Conteúdo Programático
4.1.12.2 Meio ambiente e diversidade cultural
Preocupados com a preservação, conservação do meio ambiente e a melhoria da qualidade de vida da comunidade local, esse tema motivou um grupo de alunos e de professores a elaborarem um projeto em 2015, estabelecendo ações com o objetivo de contribuir para formação de atitudes conscientes por parte dos educandos e comunitários, frente ao meio ambiente.
A proposta do trabalho compreendia um conjunto de atividades para a atuação do educando como cidadão, garantindo a preservação e a conservação do meio ambiente a futuras gerações. O envolvimento e a interação com o tema proposto neste projeto, através da educação ambiental, fariam do educando um agente transformador de si próprio como também da comunidade escolar e de sua família.
Desta forma, os alunos “PROTETORES DO MEIO AMBIENTE” constituíriam um sujeito na construção do conhecimento e estavam ajudando a reduzir os problemas ambientais
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locais, sensibilizando e envolvendo seus pares e comunitários a melhorar a qualidade do ambiente em que se vive.
Tinham como objetivos gerais Orientar e sensibilizar as pessoas a manterem uma atitude de respeito ao ambiente em que vivem, protegendo e conservando, desenvolver a compreensão e a construção de uma nova racionalidade ambiental em alunos de ensino médio da Escola Estadual Ângelo Ramazzotti e conhecer a diversidade de culturas responsáveis pela formação do povo brasileiro assim como sensibilizá-los a manter atitude de respeito, além de atuar como agente multiplicador das ações de educação ambiental e de suas implicações em nível local (familiar e escolar), estadual, regional e global, bem como, sensibilizar através dos alunos, os professores da escola quanto à necessidade de incluir em seus programas curriculares, atividades que desenvolvam a consciência ambiental e a diversidade cultural.
A metodologia empregada foi o da escolha de um tema para elaborar um projeto, apresentação aos professores e finalmente fazer apresentações através de banners e apresentações culturais, com danças, teatro, coral e outros.
Como resultado alcançaram a conscientização de todos para garantir a preservação e a conservação do nosso meio ambiente às futuras gerações.
4.2 - LEVANTAMENTO DE DADOS
A opção metodológica utilizada foi pela pesquisa de natureza descritiva e qualitativa, os instrumentos de pesquisa utilizados para coletar os dados foram através de aplicação de questionário com 22 (vinte e duas) perguntas fechadas e com questões codificadas de múltipla escolha com uma opção de resposta (anexo 1).
4.2.1 - Coleta de Dados
Logo após o término do questionário foi realizada a compilação dos dados obtidos de maneira manual, e a aplicação de percentual, em seguida os mesmos foram reunidos e analisados para finalmente serem concluídos.
4.2.2 - Seleção dos Participantes
Os participantes selecionados para o projeto foram informados a respeito de todos os procedimentos da coleta de dados, e assinaram Termo de Consentimento Livre Esclarecido
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(anexo 2), onde concordaram com a coleta de dados, autorizando-as. Todos os procedimentos para seleção, inclusão e coleta de dados foram executados ou acompanhados pela pesquisadora.
4.2.3 - Critérios de elegibilidade
Foram considerados elegíveis todos os alunos do colégio escolhido; de ambos os sexos; brasileiros e que estejam cursando o ensino médio com idade a partir de 18 anos ou mais.
4.2.4 - Critérios de exclusão
Serão excluídos os participantes que:
• Não queiram participar de forma espontânea;
• Não preencham de forma completa o questionário;
• Marquem mais de uma resposta no questionário;
• Os menores de 18 anos.
4.3 - IMPLEMENTAÇÃO DO ESTUDO DE CASO DESCRITIVO 4.3.1 Análise de dados
Na Figura 4.8 tem-se a distribuição de frequências dos estudantes entrevistados segundo a faixa-etária. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 92,5% têm idade entre 18 e 20 anos, seguidos de 3,6% entre 27 e 29 anos e apenas 0,7% (2 alunos) com mais de 29 anos. E ainda, nenhum indivíduo a presentou idade entre 24 e 26 anos (APÊNDICE C).
Figura 4.8 - Distribuição alunos segundo a faixa etária.
92%
3%
0% 4% 1%
Idade dos Pesquisados
Entre 18 a 20 Anos Entre 21 a 23 Anos Entre 24 a 26 Anos Entre 27 a 29 Anos Mais de 30 Anos
70
Na Figura 4.9 está a distribuição de frequência dos estudantes segundo o número de pessoas que moram com eles. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, os maiores percentuais obtidos foram 24,2% que afirmaram morar com três pessoas, seguidos de 22,5%
morando com quatro pessoas e apenas 19,3% moram com cincos pessoas. Apenas 4,2%
afirmaram morar com uma pessoa e 1,3% moram com mais de dez pessoas. (APÊNDICE C).
Figura 4.9 - Distribuição alunos segundo o número de pessoas que moram com eles.
Na Figura 4.10 está a distribuição de frequência dos estudantes segundo o sexo.
Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 50,3% são do sexo feminino, seguidos por 49,7% do sexo masculino. (APÊNDICE C).
Figura 4.10 - Distribuição alunos segundo sexo.
A Figura 4.11 demonstrou a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 4 do questionário, sobre o tipo de problemas ambientais que o estudante percebe na rua ou bairro onde mora. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, quase a metade, 48,4%
4%
15%
24%
23%
19%
14% 1%
Pessoas que Moram com os Pesquisados
Uma Duas Três Quatro Cinc o
Entre seis e dez Mais de dez
50%
50%
Sexo das pessoas Pesquisadas
Masculino Feminino
71
afirmaram ser o acúmulo de lixo, seguidos por 19,6% poluição das águas e 13,1% a falta de orientação da população sobre os riscos que os resíduos sólidos causam à saúde. Apenas 1,6%
afirmaram ser a queimada. (APÊNDICE C).
Figura 4.11 - Distribuição sobre problemas ambientais na rua ou bairro que moram.
Na Figura 4.12 está demonstrado a distribuição de frequência dos estudantes segundo a pessoa com quem ele mora. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 79,4% afirmaram morar com os pais, seguidos por 13,1% que moram com parentes. (APÊNDICE C).
Figura 4.12 - Distribuição alunos segundo as pessoas que moram com eles.
Na Figura 4.13 está a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 6, sobre os problemas que os estudantes acreditam ter relação com o meio ambiente. Observou-se que dentre os problemas que foram listados, do total de 306 entrevistados, 43,1% afirmaram
48%
72
ser queimadas florestais, seguidos de 30,1% poluição do ar e 15,4% lixo doméstico. Note-se ainda que 0,3% (um estudante) afirmou ser guerra e 1,3% miséria. (APÊNDICE C).
Figura 4.13 - Distribuição quanto a problemas do meio ambiente.
Na Figura 4.14 está demonstrada a distribuição de frequência dos estudantes segundo a renda familiar. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 35,3% afirmaram ter renda familiar de R$1.001,00 a R$2.000,00 reais, seguidos por 30,7% de R$501,00 a R$1.000,00 reais e 13,1% até R$500,00. (APÊNDICE C).
Figura 4.14 - Distribuição alunos conforme renda familiar.
Na Figura 4.15 está disposta a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 8, sobre quais os tipos de poluição o estudante considera que seja prejudicial para animais, plantas e seres humanos. Observe que, do total de 306 entrevistados, mais da metade,
30%
73
52,9% afirmaram poluição da água, do ar, sonora e visual. E ainda, 40,2% afirmaram poluição da água e do ar. Somente 6,9% afirmaram poluição por vazamentos de petróleo. (APÊNDICE C).
Figura 4.15 - Distribuição quanto ao tipo de poluição são prejudiciais à saúde.
Na Figura 4.16 está demonstrada a distribuição de frequência dos estudantes segundo a zona da cidade em que moram. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 44,1% moram na zona sul, seguidos de 25,8% que moram na zona centro-sul, 13,1% que moram na zona norte, 12,7% que moram na zona leste, 2,9% que moram na zona oeste e 1,3% que moram na zona centro-oeste. (APÊNDICE C).
Figura 4.16 - Distribuição alunos quanto a zona da cidade em que residem.
53%
40%
7%
Tipos de Poluição prejudiciais a Saúde
poluição da água, do ar, sonora e visual.
poluição das água e do ar
poluição por vazamentos de petróleo
13%
3% 44%
13%
26%
1%
Zona em que o Pesquisado mora
Zona Norte Zona Sul Zona oeste Zona Leste Zona Centro-Sul Zona Centro-oeste
74
Na Figura 4.17 temos a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 10, sobre o estudante indicar quem eles acreditam ser os maiores responsáveis pela poluição do ar. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 54,6% indicaram o ser humano, seguidos de 43,5% os gases lançados na atmosfera por queimadas, indústrias e automóveis. O mesmo percentual de 1,0% foi obtido para esgotos e os veículos que fazem ruídos e a sua buzina.
(APÊNDICE C).
Figura 4.17 - Distribuição quanto aos maiores responsáveis pela poluição do ar.
Na Figura 4.18 está configurada a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 11, sobre o que o estudante entende a respeito das questões ambientam ocuparem cada vez mais espaço nas pautas de discussão da sociedade. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 46,1% afirmaram ser importantíssimo, seguidos de 35,6% que afirmaram ser importante, 9,8% afirmaram ser interessante e 2,6% afirmaram ser chato. Esse mesmo percentual de 2,6% foi obtido para os que se declararam indiferentes. (APÊNDICE C).
Figura 4.18 - Distribuição alunos quanto ao que acham sobre assuntos de questão ambiental.
43%
O que o Pesquisado acha do assunto questões ambientais
chato
75
Na Figura 4.19 está apresentada a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 12, sobre a maneira de como o estudante pode contribuir para a preservação do meio ambiente. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 39,2% apontaram como não jogar lixo na rua, seguidos de 26,1% orientando as pessoas, 13,7% reciclagem, 9,5% não poluindo os rios. Note-se que apenas 0,3% (um estudante) apontou evitar queimadas. (APÊNDICE C).
Figura 4.19 - Distribuição alunos quanto a como podem contribuir para preservação do meio ambiente.
Na Figura 4.20 está configurada a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 13, sobre o hábito do estudante lavar as mãos com frequência. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 74,5% afirmaram que sim, 23,5% disseram que às vezes e 2,0%
disseram que não. (APÊNDICE C).
Figura 4.20 - Distribuição alunos quanto ao hábito de lavar as mãos.
2% 39%
2% 14%
10%
26%
0% 2% 5%
Como contribuir para preservação do Meio Ambiente
Não sei
76
Na Figura 4.21 está a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 14, se o estudante costuma orientar outras pessoas a respeito dos cuidados com o meio ambiente. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 69,9% afirmaram que sim e 30,1%
disseram que não. (APÊNDICE C).
Figura 4.21 - Distribuição dos alunos quanto ao fato de que costumam orientar as pessoas a respeito dos cuidados com o meio ambiente.
Na Figura 4.22 tem-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 15, se no lugar onde o estudante reside, existe coleta de lixo. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 92,8% afirmaram que sim e ainda 7,2% disseram não existir coleta de lixo.
(APÊNDICE C).
Figura 4.22 - Distribuição alunos quanto se no local onde residem existe coleta de lixo.
70%
30%
Costuma orientar as Pessoas
sim não
93%
7%
Coleta de Lixo no Local
sim não
77
Na Figura 4.23 tem-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 16, sobre a sua opinião em relação a frequência em sala de aula, com que os assuntos ligados ao meio ambiente são tratados. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 39,5% pouco, 35,0% muito pouco, 14,1% não são tratados. Apenas 11,4% afirmaram tratar várias vezes.
(APÊNDICE C).
Figura 4.23 - Distribuição de alunos sobre a frequência com que é abordado na escola o tema meio ambiente
Na Figura 4.24 tem-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 17, se ele gostaria de receber mais informações sobre preservação e conservação do meio ambiente em sua escola. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 91,8% afirmaram que sim e 8,2% disseram que não. (APÊNDICE C).
Figura 4.24 - Distribuição alunos quanto a necessidade de receber informações na escola quanto à preservação e conservação do meio ambiente.
14%
35%
40%
11%
Frequência de tratamento sobre Meio Ambiente na Escola
Não são tratados Muito pouco Pouco Varias vezes
92%
8%
Necessidade de Informações sobre Meio Ambiente na Escola
sim não
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Na Figura 4.25 está exposta a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 18, sobre o que ele faz quando sobra algum antibiótico após o fim do tratamento.
Observou-se que, do total de 306 entrevistados, mais da metade, 52,9% afirmaram que guardam porque podem precisar depois, seguidos de 18,0% que não souberam responder, 11,8% que afirmaram doar para algum parente ou amigo que precise. E ainda, 11,8% que jogam fora e 6,9% que afirmaram nunca terem usado antibiótico. (APÊNDICE C).
Figura 4.25 - Distribuição dos alunos quanto ao que fazer quando sobra antibiótico.
Na Figura 4.26 tem-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 19, sobre a existência de coleta seletiva na escola dele.
12%
Guardo porque posso precisar depois
Dou a algum parente ou
amigo que precise
Jogo fora
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Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 45,1% afirmaram ter coleta na escola, seguidos de 14,4% que disseram não ter coleta seletiva. Note que 40,5% afirmaram não saber sobre a existência ou não desse tipo de coleta na escola. (APÊNDICE C).
Figura 4.26 - Distribuição de alunos quanto a existência de coleta seletiva na escola.
Na Figura 4.27 apresenta-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 20, sobre como você normalmente adquire esses antibióticos. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 27,5% afirmaram que compram na farmácia sem receita, seguidos de 23,5% que disseram comprar na farmácia com receita, 18,6% afirmaram que conseguem no posto com receita médica, 12,4% disseram que nunca usaram antibióticos. Note-se que 11,8%
afirmaram que recebem o que sobra dos parentes e amigos e ainda 6,2% não souberam responder. (APÊNDICE C).
Figura 4.27 - Distribuição alunos quanto ao fato de como adquirem o antibiótico.
Na Figura 4.28 tem-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 21, se ele sabe dizer para que servem os antibióticos. Observou-se que, do total de 306
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entrevistados, 29,7% afirmaram saber e que usam quando têm inflamação. Note-se que 24,2%
disseram não saber e apenas 21,6% sabem que são medicamentos usados para infecção.
(APÊNDICE C).
Figura 4.28 - Distribuição dos alunos quanto ao seu conhecimento sob para que servem os antibióticos.
Na Figura 4.29 tem-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 22, sobre o tempo que ele usou antibiótico pela última vez. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, mais da metade, 52,9% afirmaram ter usado por menos de três dias, seguidos por 14,4% que usaram por mais de cinco dias, 11,8% que usaram por quatro ou cinco dias, 10,8%
disseram não saber responder ou não lembrar e 10,1% afirmaram nunca terem usado.
(APÊNDICE C).
Figura 4.29 - Distribuição dos alunos quanto ao tempo de uso do antibiótico.
81 4.4 - ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
Os resultados obtidos por meio do questionário empregado foram bastante satisfatórios e para melhor compreensão dos dados obtidos encontram-se apresentados de acordo com o que segue:
O perfil sociodemográfico da pesquisa, conforme Figuras 4.8, 4.9, 4.10, 4.12, 4.14 e 4.16, registrou que os maiores percentuais são alunos entre as faixas etárias de 18 a 20 anos,(92,5%) que moram com três pessoas, (24,2%) sexo feminino(50,3%), que moram com os pais (79,4%), com renda familiar entre R$ 1.001,00 a R$ 2.000,00 (35,3%), moram na Zona Sul (44,1%) e ainda 92,8% dos entrevistados afirmam que onde moram existe coleta de lixo.
Importante definir antes da análise dos resultados o que significa Conhecer e Conscientizar, visto que o tema do trabalho é: MEIO AMBIENTE X RESISTÊNCIA
BACTERIANA: NÍVEL DE CONHECIMENTO E CONSCIENTIZAÇÃO DE
ESTUDANTES DE UMA ESCOLA ESTADUAL DO AMAZONAS. Adequado então, definir estas duas palavras:
✓ Conhecimento: É o ato ou efeito de conhecer, ato de perceber ou compreender por meio da razão e/ou da experiência.
✓ Conscientização: Consiste na ação de tomar conhecimento de algo, sendo que a partir de então, hábitos e atitudes poderão ser alterados para que possam se ajustar à nova realidade conhecida.
Para observar o nível de conhecimento e conscientização destes estudantes empregou-se os empregou-seguntes questionamentos:
Na Figura 4.11 em que foi perguntado que tipo de problemas ambientais percebiam na sua rua ou no bairro. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, quase a metade, 48,4%
afirmaram ser o acúmulo de lixo, seguidos por 19,6% poluição das águas e 13,1% a falta de orientação da população sobre os riscos que os resíduos sólidos causam à saúde. Apenas 1,6%
afirmaram ser a queimada. Este resultado demonstra o conhecimento global sobre o assunto(DIAS, 2004).
Na Figura 4.13, abordou-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 6, sobre os problemas que os estudantes acreditam ter relação com o meio ambiente. Observou-se que dentre os problemas que foram listados, do total de 306 entrevistados, 43,1% afirmaram ser as queimadas florestais, seguidos de 30,1% a poluição do
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ar e 15,4% o lixo doméstico. Note-se ainda que 0,3% (um estudante) afirmou ser a guerra e 1,3% miséria. Na Figura 4.15 onde se tem a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 8, sobre quais os tipos de poluição o estudante considera que seja prejudicial para animais, plantas e seres humanos. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, mais da metade, 52,9% afirmaram poluição da água, do ar, sonora e visual. E ainda, 40,2% afirmaram ser a poluição da água e do ar. E somente 6,9% afirmaram ser a poluição por vazamentos de petróleo.
Ainda na Figura 4.17 tem-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 10, sobre o estudante indicar quem eles acreditam ser os maiores responsáveis pela poluição do ar. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 54,6% indicaram o ser humano, seguidos de 43,5%, os gases lançados na atmosfera por queimadas, indústrias e automóveis. O mesmo percentual de 1,0% foi obtido para esgotos e os veículos que fazem ruídos, além da buzina. Segundo a Organização Mundial de Saúde, dentre as dez ameaças à saúde em 2009 está a poluição do ar em que nove a cada pessoas no mundo respiram ar poluído diariamente. O resultado: 7 milhões de mortes por doenças relacionadas à poluição no mundo.
E 90% desses óbitos vêm de países de baixa ou média renda. Portanto os alunos mais uma vez demonstraram conhecimento sobre o assunto.
Na Figura 4.18 está a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 11, sobre o que o estudante entende a respeito das questões ambientais ocuparem cada vez mais espaço nas pautas de discussão da sociedade. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 46,1% afirmaram ser importantíssimo, seguidos de 35,6% que afirmaram ser importante, 9,8% afirmaram ser interessante e 2,6% afirmaram ser chato. Esse mesmo percentual de 2,6% foi obtido para os que se declararam indiferentes. Analisando a resposta em questão nota-se o interesse sobre o tema visto que a maioria entende como importantíssimo e importante demonstrando que tem consciência da problemática.
Na Figura 4.19 registrou-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 12, sobre a maneira como o estudante pode contribuir para a preservação do meio ambiente. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 39,2% apontaram como não jogar lixo na rua, seguidos de 26,1% orientando as pessoas, 13,7% reciclagem, 9,5% não poluindo os rios. Note-se que apenas 0,3% (um estudante) apontou evitar queimadas. Resultado que vai ao encontro da literatura onde se observa que um dos maiores problemas do meio ambiente é o acúmulo de lixo.
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Na Figura 4.20 está registrada a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 13, sobre o hábito do estudante de lavar as mãos com frequência. Observe que, do total de 306 entrevistados, 74,5% afirmaram que sim, 23,5% disseram que às vezes e 2,0%
disseram que não. A prevenção e controle de infecção é essencial, e a higiene das mãos funciona como uma intervenção-chave para evitar a resistência bacteriana e isto é amplamente aceita como a base da prevenção. Demonstram a maioria que é importante esta atitude.
Na Figura 4.21 registrou-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 14, se o estudante costuma orientar outras pessoas a respeito dos cuidados com o meio ambiente. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 69,9% afirmaram que sim e 30,1% disseram que não. Tais respostas demonstram o fato de que a maioria dos estudantes têm consciência e conhecimento em colaborar com a melhoria do meio ambiente orientando a outras pessoas com os cuidados importantes sobre o assunto.
Na Figura 4.23 apresentou-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 16, sobre a sua opinião em relação a frequência, em sala de aula, com que os assuntos ligados ao meio ambiente são tratados. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 39,5% pouco, 35,0% muito pouco, 14,1% não são tratados. Apenas 11,4%
afirmaram tratar várias vezes. Observou-se nesta questão, segundo a resposta da maioria dos estudantes, uma deficiência da escola em abordar este assunto. Segundo (DEMARZO;
AQUILANTE, 2008) a escola tem como missão primordial desenvolver processos de ensino-aprendizagem e desempenha papel fundamental na formação e atuação das pessoas em todas as arenas da vida social e em não atuar de maneira adequada isso certamente é bastante prejudicial.
Na Figura 4.24 tem-se a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 17, se ele gostaria de receber mais informações sobre preservação e conservação do meio ambiente, em sua escola. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 91,8% afirmaram que sim e 8,2% disseram que não. No quesito em questão percebeu-se o grande interesse destes alunos em conhecer mais sobre o assunto, sendo isso extremamente salutar, visto que quanto mais conhecimento eles adquirirem mais despertarão para o assunto.
Na Figura 4.26 o fulcro foi a distribuição de frequência dos estudantes segundo a Pergunta 19, sobre a existência de coleta seletiva na escola dele. Observou-se que, do total de 306 entrevistados, 45,1% afirmaram ter coleta na escola, seguidos de 14,4% que disseram não ter coleta seletiva. Note-se que 40,5% afirmaram não saber sobre a existência ou não desse tipo de coleta na escola. A questão acima, denota que a Escola tem coleta seletiva, mas não
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passou aos estudantes, de maneira eficaz, a informação e explicação de para que serve e a importância desta coleta, visto que menos da medade dos entrevistados sabiam o que era coleta
passou aos estudantes, de maneira eficaz, a informação e explicação de para que serve e a importância desta coleta, visto que menos da medade dos entrevistados sabiam o que era coleta