2.1 Uma breve lista das funcionalidades do KAudioCreator
3.1.3 O menu Ajuda
Ajuda→Manual do KAudioCreator (F1)
Invoca o sistema de ajuda do KDE, iniciando nas páginas de ajuda do KAudioCreator. (este documento)
Ajuda→O que é isto? (Shift+F1)
Muda o cursor do mouse para uma combinação de seta com um ponto de interrogação. Ao clicar nos itens do KAudioCreator uma janela de ajuda será aberta (se existir alguma para o item) explicando a função do item.
Ajuda→Relatar erro...
Abre o diálogo para relatar erros onde você pode comunicar um erro ou ‘sugerir’ uma funcionalidade.
Ajuda→Mudar o idioma do aplicativo...
Abre uma caixa de diálogo onde você pode escolher oIdioma primárioe oIdioma secun-dáriopara este aplicativo.
Ajuda→Sobre o KAudioCreator
Mostra a versão e as informações do autor.
Ajuda→Sobre o KDE
Mostra a versão do KDE e outras informações básicas.
Capítulo 4
Escolher o codificador ou o formato do arquivo
Este capítulo fala sobre a qualidade do áudio, os codificadores e as taxas de compressão e ajuda-o a escolher o codificador adequado
Se você não quiser perder qualquer informação de áudio, irá precisar de um formato de áudio sem perdas. Além do FLAC, existem outros como o ’shorten’ ou o ’monkey’, que poderão estar disponíveis para a sua distribuição. A desvantagem é que as taxas de compressão poderão ser baixas e dificilmente algum dispositivo comercial conseguirá reproduzir estes arquivos.
Entre os formatos de áudio que perdem de fato informações devido à compressão dos dados, de acordo com o seu modelo psicoacústico, o MP3 e o OGG são os mais comuns. O OGG poderá ter hoje uma ligeira vantagem sobre o MP3 em termos de qualidade do áudio em taxas menores (até aos 128 kbps) mas, acima dessa taxa, as diferenças tornam-se menos importantes, uma vez que ambos os codificadores produzem uma qualidade de áudio muito boa.
Em resumo:
FLAC
• + compressão sem perdas
• + livre
• + qualidade de som muito boa (sem perdas)
• - taxa de compressão baixa (provavelmente só cerca de 2.x)
• - suporte para leitores de ’hardware’ inexistente (que se saiba) OGG
• - perda de informação do áudio (a quantidade depende da taxa de dados final)
• + livre
• + qualidade de áudio boa a muito boa (taxas de dados altas)
• + taxa de compressão alta (dependendo da qualidade de áudio resultante)
• - suporte para leitores por ’hardware’ fraco MP3
• - perda de informação do áudio (a quantidade depende da taxa de dados final)
• o ’não tão’ livre; o ’lame’ vem de graça com a maioria das distribuições, mas existem questões de licenças
• + qualidade de áudio boa a muito boa (taxas de dados elevadas), ainda que ligeiramente menor a taxas menores, em comparação com o OGG
• + taxa de compressão alta (dependendo da qualidade de áudio resultante)
• + bom suporte para leitores por ’hardware’
Como foi mencionado anteriormente, tanto o MP3 como o OGG são ambos formatos de áudio com os quais poderá perder informações de som no fim. Você não poderá voltar ao original, assim que tiver os arquivos MP3/OGG. Poderá criar arquivos WAV a partir destes e até salvá-los de novo num CD para reproduzi-los num leitor de CDs (embora os leitores de DVDs possam tocar tanto WAV como MP3, com menos chances para o OGG), mas os arquivos WAV gerados a partir de um arquivo MP3 ou OGG não serão tão bons como os originais. Na realidade, dependendo do seu sistema HiFi e da taxa de compressão dos dados que escolheu ao criar os MP3s/OGGs, poderá até nem notar diferença. Contudo, se não quiser perder nenhuma informação de som mas quiser ainda comprimir os seus arquivos WAV, deverá usar o ’flac’, o ’shorten’ ou o ’monkey’.
Contudo, estes codificadores não irão comprimir muito mais que um fator 2.x .
Na maior parte dos casos, você irá optar provavelmente entre o OGG e o MP3. Vá então pelo OGG - se quiser ouvir músicas apenas no seu computador ou num servidor de músicas baseado em computador e/ou se já tiver um dos poucos leitores de OGG por ’hardware’.
MP3 - se quiser ouvir a sua música noutros dispositivos também, como os leitores de DVD nor-mais, os leitores portáteis (caneta USB, cartão Flash, disco) ou em rádios para carros especiais.
Nos dias de hoje, a maioria destes dispositivos só suportam o formato MP3.
A nível de qualidade, ambos os formatos de áudio deverão ser ótimos, dependendo da taxa de compressão que escolher. Para o MP3 (e provavelmente o OGG), uma taxa de 128 kbps resulta numa taxa de compressão de 11, em comparação com o arquivo WAV original guardado no CD.
Isso poderá ser bom em viagens, mas não é suficiente para um sistema estéreo HiFi doméstico dos bons. 192 kbps é um bom compromisso, mesmo para o seu sistema HiFi na sua sala de estar.
Isso lhe dará uma taxa de compressão de 7,3.
Já há alguns anos, os peritos não eram capazes de distinguir um MP3 de 256 kbps do CD original, e isto foi um teste simples com um sistema HiFi que poderia não ser capaz de comprar. Mesmo nessa taxa, conseguirá reduzir o espaço de armazenamento num fator de 5,5.. Na maioria dos sistemas modernos, você poderá também usar uma taxa de dados variável. Aqui, o codificador varia a taxa de dados, de acordo com a complexidade da música e com o seu modelo psicoacús-tico. A opção do ’lame’ ’--preset extreme’ gera um arquivo com uma VBR (variable bit rate - taxa de dados variável, em oposição à CBR, constant bit rate - taxa de dados constante) de 224 a 256 kbps, dependendo da complexidade da música. Isto irá comprimir o original num fator até 6,3 e irá tocar em praticamente tudo o que existe atualmente no mercado.
A menos que tenha um equipamento extremamente caro (estamos falando em milhares de euros ou dólares) e um ouvido muito bem treinado, provavelmente não notará qualquer diferença na taxa CBR máxima de 320 kbps. Mesmo que resulte ainda numa taxa de 4,4. Já agora, a con-figuração ’--preset extreme’ irá usar, de fato, os 320 kbps para as partes de música complexa e comprimir a música menos complexa, de modo a atingir uma taxa média de 224 a 256 kbps.
Existe uma lista pequena dos parâmetros de qualidade do áudio e das taxas de compressão re-sultantes para o LAME (MP3) (veja o lame --help para mais informações):
• ’--preset medium’ = Esta opção deverá oferecer algo transparente para a maioria das pessoas e para a maioria das músicas
• ’--preset standard’ = Esta predefinição deverá ser transparente para a maioria dos ouvintes, e possui uma qualidade já bastante boa. É suficientemente bom para alguns sistemas de alta-fidelidade domésticos.
• ’--preset extreme’ = VBR de 224 a 256 kbps, com uma taxa de compressão até 6,3. Usa até 320 kbps para as partes complexas e muito menos para as partes menos complexas da música. É suficientemente bom para os sistemas HiFi domésticos de alta qualidade. Esta deverá ser a escolha preferida.
• ’--preset extreme -b 256 = CBR de 256 kbps, taxa de compressão de cerca de 5,5. Usa sempre 256 kbps para as partes complexas e simples da música. Alguns leitores antigos necessitam de CBRs. É suficientemente bom para os sistemas HiFi domésticos de alta qualidade.
• ’-h’ = CBR com estéreo conjunto de 128 kbps, uma taxa de compressão aproximada de 11. São 128 kbps para todas as partes da música. É suficientemente bom para as músicas infantis, para os leitores portáteis e, de certa forma, para os rádios automotivos. Não é bom o suficiente para os sistemas HiFi domésticos de boa qualidade.
• ’--preset insane’ = 320kbps CBR (taxa de bits constante). Esta predefinição deverá ser exage-rada para a maior parte das pessoas e das situações, mas se quiser ter a máxima qualidade de todas, sem olhar ao tamanho do arquivo, este é o caminho a seguir.
Capítulo 5
Parâmetros de informação do CD
A informação do CD que inserir ou o que o programa obter automaticamente do ’freedb’ através da Internet, está disponível como uma lista de parâmetros dentro do programa, que poderá ser processada e usada com o KAudioCreator e os programas de codificação, para poder criar os nomes das pastas e arquivos e/ou gerar as marcas nos arquivos das músicas.
Ao usar com os programas de codificação, normalmente você terá que usar uma combinação de opções do programa codificador, em conjunto com estes parâmetros. O manual ou ajuda dos codificadores dirá as opções para estes programas.
P.ex., para adicionar o título do CD a uma marca, ao codificar os MP3 com o Lame, você terá que adicionar a opção -tt do ’lame’, seguida do parâmetro do título do KAudioCreator. O resultado fica algo do gênero ’... -tt {título} ...’ .
Este é um resumo dos parâmetros do KAudioCreator que poderá usar (= nome do botão no assistente):
• %{albumartist} - artista do álbum (Artista)
• %{albumtitle} - título do álbum (Álbum)
• %{artist} - artista da música (Artista da Faixa)
• %{albumcomment} - comentário do álbum (Comentário)
• %{comment} - comentário da música (Comentário da Faixa)
• %{extension} - a extensão do arquivo, como por exemplo ’mp3’ ou ’ogg’ (Extensão)
• %{genre} - gênero da música (Gênero)
• %{title} - título da música da faixa atual (Título da Faixa)
• %{number} - número da faixa atual (Número da Faixa)
• %{~} - atalho-padrão do Linux para a pasta pessoal do usuário (Pasta Pessoal)
Capítulo 6
freedb - o que é isso?
Você não está sozinho com a sua vontade de ouvir a sua música, independentemente do seu CD de áudio. As pessoas em todo o mundo estão convertendo os seus CDs para um formato diferente. Todos têm as mesmas experiências: a parte que consome mais tempo neste processo é a inserção dos dados do CD. Assim, algumas pessoas tiveram a brilhante ideia, que seria muito mais eficiente, se só uma pessoa fizesse isso por cada CD, e todos os outros fossem obter os dados do CD e poupassem o trabalho de escrita.
Isso é o que significa o ’freedb’, uma base de dados de livre onde os ripadores de CDs de áudio podem obter/enviar a informação de um CD, para que todos possam obter essa informação, em vez de inseri-las no computador sempre que precisar. Lembre-se que só estamos falando de texto aqui: o título, artista, nomes das músicas, etc., não o arquivo de áudio em si.
Assim, isso é legal e seguro de usar?
Sim, deverá ser legal, mas o autor desta documentação não é um advogado. Contudo, ninguém o poderá impedir de enviar as informações do CD, que estão disponíveis de forma gratuita no CD.
Mais ainda, sem o CD a informação é mais ou menos irrelevante, assim você não poderá causar qualquer dano aos artistas e às editoras de áudio. Você ainda poderá obter todas as informações se for a uma loja de CDs, quer a nível físico quer na rede.
É seguro usá-lo? Bem, para obter a informação do CD, você não terá que revelar nenhum dado pessoal. Existem réplicas do freedb em vários países e você poderá até transferir a base de dados para você trabalhar desconectado. (Atenção, uma vez que no início de 2005, já era um arquivo tar.bz2 de 370 MB!). Será pedido um endereço de e-mail para obter os dados, se bem que isto poderá não ser o real. Até é recomendável não usar seu e-mail real, para garantir que o seu endereço não apareça acidentalmente em público e passe a receber montes de lixo eletrônico. O sistema que inicia o serviço diz que não irá registrar os seus dados (então, para quê perguntar??) e, por outro lado, muitos espelhos estão nas mãos de instituições de confiança.
No KAudioCreator, você terá que ativar uma opção para ativar o SMTP (envio de um endereço) e poderá indicar um outro endereço diferente (falsificado) para usar no ’freedb’, em vez do usado na configuração do sistema. Da forma como a configuração está desenhada, parece que o ende-reço de e-mail não é usado ao receber os dados do servidor. (Mas o autor da documentação não é o programador, assim não verificou o código.)
Contudo, para poder fornecer resultados, o sistema de iniciação do ’freedb’ perguntará que, no caso de enviar dados (sobre um CD ainda não listado ou a correção de um item existente), deverá fazer isso com um endereço de e-mail válido. É um ótimo, serviço assim respeite-o, no caso de ter algo para contribuir! Não há nada que se preocupar, além do fato de o seu endereço de e-mail cair nas mãos erradas e receba (mais) spam. (Você poderá simplesmente não usar o seu ’melhor’
endereço). Leia por favor com atenção a FAQ e os How-To’s respectivos no freedb.org se pensa que tem um CD cujos dados não foram ainda enviados para a base de dados.
Existem espelhos da base de dados mestre em vários países. Quando configurar o KAudioCre-ator para usar o ’freedb’, por favor use o espelho mais próximo de você. Isto poupa largura de banda na rede e distribui a carga entre os servidores.
Visite o freedb.org para obter uma lista atualizada dos espelhos, para obter na Internet as infor-mações dos CDs, sempre que ripar um CD ou obtenha a base de dados completa ou atualizações (normalmente mensais) da base de dados.
Ah, como funciona?
Bem, devido a alguma magia, é gerado um ID (mais ou menos) único a partir dos dados do CD, quando este for inserido na unidade. Isto poderá ser o número de faixas e os seus tamanhos e/ou outras coisas. Veja o freedb.org para saber mais informações. De forma engraçada, mas infelizmente, o ID criado não parece ser único para cada CD. Por isso, algumas vezes, um CD pode ser classificado numa categoria errada, fora das 11 definidas pelo freedb, uma vez que já existe um CD com a mesma chave na base de dados, para a categoria correta. Por razões de compatibilidade, eles não querem mudar a geração de chaves. Contudo, isto deverá acontecer apenas excepcionalmente. :-) Verifique as categorias no freedb.org antes de enviar. Por exemplo, a categoria Rock contém o Pop e o Rap também, uma vez que não existe uma categoria própria para o Pop ou o Rap.
Capítulo 7
Perguntas e respostas
Este documento pode ter sido atualizado depois da sua instalação. Você pode encontrar a última versão emhttp://docs.kde.org/.
1. Qual ripador (programa) é usado para extrair as músicas do CD para arquivos WAV no meu com-putador?
Bem, o código não foi visto, mas diz-se que é usado o ’cdparanoia’ para isso. Foi sempre a melhor escolha para extrair CDs de áudio. Lembre-se que você terá que instalar o pacote
’cdparanoia’ da sua distribuição, se não estiver já instalado.
Entretanto, o cdda2wav apareceu e poderão existir áreas, como os CDs mistos, onde pode já ter passado o cdparanoia. Para a extração de CDs simples, o cdda2wav usa agora a mesma biblioteca que o cdparanoia. Contudo, esta informação não é muito útil para você, uma vez que não consegue alterar o ripador do CD no KAudioCreator. No caso de ter problemas ao extrair um CD e quiser tentar o ’cdda2wav, terá que usar outro programa como o ’grip’, um extrator em GTK e que lhe permite definir o programa de extração a usar.
2. Quais os formatos dos codificadores/arquivos suportados? Posso criar arquivos MP3 ou OGG?
Você pode escolher o codificador e, como tal, o formato do arquivo em que deseja transfor-mar os arquivos WAV extraídos. Da primeira vez, irá encontrar itens predefinidos para o
’lame’ (MP3), o ’oggenc’ (OGG) e o ’flac’ (um formato de áudio comprimido sem perdas) na página de configuração do codificador. Mas poderá adicionar outros codificadores nessa página.
Lembre-se que você terá que instalar o pacote do codificador da sua distribuição que desejar usar primeiro, antes de poder usá-lo de fato. (Isto é obrigatório, mesmo para os codifica-dores predefinidos!). Dê uma olhada no capítuloQual codificadorpara mais informações sobre os codificadores.
Após a instalação de um codificador, você poderá obter mais informações sobre as suas opções, se digitar algo do gênerolame -helpoulame --helpnum console (por exemplo, o konsole). Nesse caso, o ’lame’ será substituído pelo nome do codificador que tiver insta-lado.
3. O programa não está funcionando e não são produzidos arquivos codificados.
Existe uma quantidade enorme de razões para isso. Verifique a configuração do ID do dispositivo da unidade de CD/DVD, as permissões de leitura/acesso e se está instalado o
’cdparanoia’ e o codificador de áudio da sua escolha (o ’lame’ para MP3s, o ’oggenc’ para os OGGs, flac etc.). Tente invocar ambos os programas numa linha de comando num terminal.
Isso poderá lhe dar uma dica do que se passa de errado.
Verifique se você não tentou ripar o áudio de um CD com proteções de cópia. Verifique a capa do CD. Isso não irá funcionar!
Existe um capítulo com umexemplo completo. Mesmo que queira experimentar configu-rações diferentes, poderá lhe dar uma ideia de como proceder.
Capítulo 8
Exemplo de uma primeira
inicialização com a configuração
básica até à primeira ripagem de um CD
Leu o manual completo, compreendeu tudo e continua ainda sem saber o que fazer? Bem, não há problema, basta seguir este exemplo passo-a-passo e irá obter informações suficientes para ajustar apenas as áreas que farão com que o programa faça exatamente o que deseja.
Neste exemplo, será iniciado o programa pela primeira vez, com tudo configurado e será ripado o primeiro CD. Será usado o ’lame --preset extreme’ para criar MP3s com um VBR (Variable Bit Rate - Taxa de Dados Variável) de 224 a 256 kbps de média e marcas ID3V1.
Você deverá ter o ’cdparanoia’ e o ’lame’ instalados no seu sistema. Ambos os programas deverão estar disponíveis como um pacote pré-compilado para a sua distribuição de Linux. Contudo, você poderá ter que perguntar a um motor de busca para obter um pacote adequado do ’lame’, uma vez que este se considera, normalmente, não-livre. Em qualquer um dos casos, poderá não ter que compilar a partir do código o que, obviamente, você poderá sempre fazer.
A estrutura de organização da música no disco é:
• nome da pasta principal de todos os CDs : /usr/share/cd
• na qual, existe para cada CD uma subpasta : artista - título - ano
• na subpasta, os nomes das músicas : #faixa - título-faixa Em resumo : /usr/share/cd/artista - título - ano/#faixa - título
Certifique-se, por favor, de que a pasta /usr/share/cdexiste e que tem permissões de escrita para ela (por exemplo, tente copiar algo para ela com o Konqueror).
O exemplo está dividido em 2 seções:
• a primeira cobre a configuração básica do KAudioCreator, algo que só poderá fazer uma vez e
• a segunda que descreve o processo de ripar algo de fato de um CD, o que fará sempre para cada CD que você ripar.
8.1 E 1 Configuração Básica
Será configurado o codificador para comprimir a música (lame) e, como tal, o formato do arquivo de áudio (MP3), assim como a qualidade do áudio resultante (--preset extreme = > VBR 224 a 256 kbps). Você poderá definir onde os arquivos serão colocados e qual a estrutura usada para os guardar. Será configurado para usar o freedb, de modo a obter os dados do CD através da Internet, uma vez que somos preguiçosos.
Embora possa sempre alterar qualquer uma destas opções, provavelmente não irá alterá-las sem-pre que ripar um CD, logo que tenha encontrado uma configuração conveniente.
E 1.1 Passo 01: Configurar o ID do dispositivo do seu leitor/gravador de CD/DVD Na janela principal:
configure oDispositivo:como/dev/cdrom
O ID do dispositivo é processado pelo programa de ripagem, para que possa ler os dados/-músicas do CD.
Normalmente, o /dev/cdrom é uma ligação simbólica para o ID do dispositivo verdadeiro da sua unidade. Se isso não funcionar ou se tiver mais de uma unidade de CD/DVD, poderá indicar o ID do dispositivo exato. Se puder acessar à sua unidade com outros pro-gramas, dê uma olhada no ’/etc/fstab’ e tente os itens de dispositivos do CD-ROM e/ou unidades de DVDs aqui indicadas.
Se não ocorrer nada aqui, você terá primeiro que ver a versão do ’kernel’ para a sua má-quina
Se estiver executando o ’kernel’ 2.6:
Se tiver uma das unidades comuns ATAPI (ou IDE), com o ’kernel’ 2.6, o ID do dispositivo será algo de /dev/hda a /dev/hdd. O mestre, no canal 2, é um bom ponto de partida:
isso será o ’/dev/hdc’. Se os seus discos rígidos forem todos S-ATA, o /dev/hda poderá funcionar. As unidades SCSI nativas começam em /dev/sda, a menos que tenha discos rígidos S-ATA, que aparecem primeiro na lista; por isso, dependendo do número de discos, a unidade de CD/DVD irá começar em /dev/sdb ou /dev/sdc .
Se rodar o ’kernel’ 2.4:
As unidades de CD/DVD são acessadas através de SCSI, como tal os dispositivos começam em /dev/sda .
E 1.2 Passo 02: Página Geral de Configuração
Configurações -> Configurar o KAudioCreator... -> Geral
A página deConfiguração Geral. Não há muito a fazer aqui. Você poderá definir alguma formatação adicional, de qualquer forma. Para o exemplo em questão, basta deixar tudo
A página deConfiguração Geral. Não há muito a fazer aqui. Você poderá definir alguma formatação adicional, de qualquer forma. Para o exemplo em questão, basta deixar tudo