O que virmos sobre a vida é como essência da alma que sempre nos impulsionara a existir como uma luz ímpia e imutável quanto o sol que clareia a terra e nos dar luz sobre nossos dias clareando todas as imagens que estão em nossas pupilas que são nossos olhos chamados de mina dos olhos em que sempre nos fez ver e com consistência nos apreender sobre as belas imagens tanto naturais quanto virtual de mostrarmos nosso amor sobre a vida que em folhas de papeis descrevemos certas historias sobre a visão dessas pupilas que nos beneficiam de luz pelo nosso mundo que enxergamos tudo com o coração e apreendemos tudo por obrigação que em tudo é inevitável enxergar a morte que nos surpreende com seu vazio que não virmos quanto à vida que esta nos mostrando em realidades o que esta controlando o nosso mundo e o quanto vivenciamos que fica sobre os pretextos de amor e ódio sobre nossa visão que também esta explorando pra nos mostra como é o nosso mundo e tudo que deus criou como existência da vida sobre a morte que vivenciamos esta dor ou passagem que possa nos dizer o quanto nos vale ver todas estas realidades por um simples gesto do olhar em que podemos nos beneficiar pelas pupilas chamadas a mina dos olhos em que sempre nunca iremos esquecer seu valor e luz que nunca nos desampare sobre este mundo de imagens e ilusões que talvez possamos compreender seu valor e enxergar a realidade da vida com essa mina dos olhos chamada de pupila que não seriamos capazes que criar sobre este mundo de imagens e coisas matérias que não são superiores ao mundo espiritual em que pelas pupilas
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virmos e guardamos em nossa alma a pura razão da vida de estarmos vivos sobre as existências e desconstruções criada pela natureza que estamos vendo suas passagens e criações que
poderíamos nos dizer o quanto somos humanos e desusamos sobre a vida que estamos vendo e vivendo todos os aspectos que ficaram gravados em nossos pensamentos que materialmente pelas pupilas que se firmam nossos olhos e virmos com a alma a vida tomar todas as formas e transformações em nossas realidades que poderíamos ate tocar sobre estas coisas mais nunca seriam capazes de nos enxergar como nossas pupilas que simplesmente a vida virmos por ela e fazemos coisas por elas nos dar a luz da visam que nunca vamos esquecer o que virmos porque
poderíamos ate ter sorridos ou chorados em nossa visam de ver a vida e enxergamos o mundo como ele é porque simplesmente estamos vendo tudo o que se passou e esta passando em nossas visam que algum dia procuraremos uma explicação para as coisas que perdemos nessas vidas que ficamos com as pupilas
escorrendo lagrimas de um sentimento talvez forte que nos tocou as nossas almas chamado de solidão que não possa escurecer diariamente nossos olhos que servem como espelhos da alma que possamos dizer que estamos vivos e somos humanos pelo um gesto simples que olhamos com os olhos e sentirmos em nossas pupilas o quanto possamos ainda ser feliz quando nos
encontramos na vida e apreendemos a enxergar positivamente a vida simplesmente sobre as pupilas chamada de mina dos olhos que enxergamos verdadeiramente e possamos compreender a razão de estarmos vivos sobre a vida que são feitas de imagens que possa se parecer com o que virmos adiante de nossos
sentimentos porque a alma guardara todos os momentos que virmos e nunca iremos esquecer o que virmos com a alma porque seria mais claro que a própria vida que simplesmente estamos vendo com nossos olhos que nunca será comparado as coisas que estamos vendo com a alma porque o que guardamos na alma
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poderíamos apreender a viver e ser feliz quando virmos estas coisas com amor porque apreenderíamos a valorizarmos nossas vidas simplesmente em nossas pupilas chamada mina dos olhos.
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LEÃO DO NORTE
Eu talvez pudesse ate e posso com certa intenção desdobrar aqui por certeza toda minha nobreza que se ascende sobre um real contexto de viver e ser feliz por ser homem entre muitos homens que travaram na vida e morreram homens e ficaram todos
lembrando que nessa historia poderíamos ate nos simplificarmos nosso valor e honestidade que de mim tiraram poucas provas de verdadeiras lealdades que ao pé da letra sempre procurei a
verdade de mostrar sobre os brasileiros toda minha generosidade que fica lembrada sobre contos de historia que decifro com muita capacidade a historia da minha mocidade de um jovem guerreiro em um estado cavalheiro e sofrido pelas manobras da vida que apreendi a ser homem e humanitário como se diz que somos todos cidadãos de um povo indignado com as voracidades da vida que insola ao povo brasileiro que sempre se veste em verde e amarelo como se diz que o futebol é sempre o melhor do mundo para competição somos melhores campeões em que bem dizemos nunca perderemos uma gloria porque somos justos e satisfatórios entre este mundo de imperfeição que muitos se foram e muitos estão procurando viver da melhor maneira possível e somos verdadeiros leões de ouros ou do Norte porque sempre
presenciamos e vivemos entre as amarguras e as alegrias da vida que nos quer fazer padecer a sermos sempre os melhores do
mundo sobre um mundo bastante discutido sobre os prazeres que possa nos dizer o quanto ainda podemos ser vivos porque os sonhos padecem junto à vida enquanto somos mais otimistas de viver sobre fantasias que possam nos dizer que realmente estamos
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livres do pecado e da solidão que nos faça ricos ou pobres pela monotonia da vida e somos felizes porque mesmo assim nunca vamos perecer porque somos jovens ao mundo que padeça a morte porque são desatinados pela sua própria existência em que poderíamos ate apreender a viver e ganhar alguma coisa
realmente de valor na vida porque somos heróis e não damos os nossos braços a torcer porque somos leões do norte.
Assim como muitos estamos presentes no dia da independência do Brasil que comemora a Declaração de Independência do Brasil do Império Português no dia 7 de setembro de 1822 e no dia 15 de novembro de 1889, que instaurou a forma republicana
presidencialista de governo no Brasil, encerrando a monarquia constitucional parlamentarista do Império e, por conseguinte, destituindo o então chefe de estado, imperador e no dia 22 de abril de 1500 que se refere ao descobrimento do Brasil à chegada da frota comandada por Pedro Álvares Cabral ao território
denominado Ilha de Vera Cruz, ocorrida no dia 22 de abril de 1500. Tal descoberta faz parte dos descobrimentos e no dia 4 de janeiro de 1972 nasce um cavalheiro em uma cidade de
Pernambuco do interior chamada de Vitoria de santo Antão pra mostrar como é a vida aqui e fora do sertão chamado de Roberto Barros um rapaz forte, sábio e entusiasmado pela vida sempre conquistado de um escritor como sempre arretado.
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NOSTALGIA
Eu sei que não é fácil de admiti-los como existência sobre nós que apreendemos a viver e sermos livres e nunca morrer porque sei que lamentamos a perda de alguém que virmos e ate chegamos a chorar por sua ida que suponhamos não ser para um lugar tão bom e amigo que se pode representar como um pesadelo entre as
nossas vidas que possamos por algum motivo perde-la em quanto sonhamos em tela para sempre como um sonho ou fantasia em que simplificamos a dor com a alegria em estarmos vivos e fazendo parte de uma geração entre amigos que nunca vamos esquecer que a vida possa ser talvez mais que um paraíso que possamos nos transformar e conquistarmos a vida em plena juventude antes que a morte chegue e desfaça tudo como não podemos adivinha sua chegada mar Morada em que sentiremos por fim falta de nossas famílias, pessoas e amigos em que ficamos tristes em nossa dor chamada nostalgia que nos faz sentir que as nossas vidas se converteram em uma solidão que nos possa dizer que não vimos e nunca iremos admitir porque somos jovens ainda e sonhamos com o futuro que sempre esta vivo e nossos estima é viver pra não morre porque a vida é feliz e possamos não ser tristes porque temos uma vida enquanto possam estar mortos aqueles que se foram e estão tristes e que possam dizer que
ficaram felizes porque encontraram talvez a luz da ressureição por nunca esquecerem que a vida não para e sim podemos dizer que aqueles que vivem na nostalgia não compreenderam a razão de sua morte porque o destino possa nos confundir com a vida e a morte que algum dia poderemos dizer que ainda estamos vivos por razões de viver e não morre e que tenhas esquecido que a
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morte não possa ser o fim daqueles que nunca morreram pra si quando se aja sentimento e que esqueçam o sofrimento que um dia se salvaram da nostalgia que sei que não é fácil de admiti-la como existência sobre nós mais apreendemos depois a ser feliz.
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