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3.4 Consolidação dos resultados

4.3.2 Modelo final e diretrizes para sua implantação

O modelo proposto não foi modificado pelos gestores. Dessa forma, o autor considera, também, o processo adequado e pronto para ser utilizado em outras MPE.

Por fim, propõe-se as seguintes diretrizes, com base na literatura e na experiência adquirida com o estudo:

a) medições quinzenais. A conferência do realizado quinzenalmente apresenta mais vantagem para pequenas obras e faz com que o gestor tome medidas corretivas antecipadamente. Obras pequenas, típicas em MPE, apresentam prazos mais curtos, demandando que a medição seja realizada em um menor intervalo de

tempo. Isto permite que o modelo apresente resultados mais satisfatórios;

b) a EAP, o orçamento e o planejamento físico devem estar compatibilizados com o acompanhamento e elaborados por pavimentos e/ou setores. A compatibilização facilita a locação dos recursos financeiros, cenário percebido por Queiroz, Cândido e Barros Neto (2015) e garante que trabalho planejado esteja orçado e vice-versa. Ademais, em obras de reabilitação, não há fluxo dos processos de execução bem definidos, ao contrário de obras “novas”, conforme visto na revisão da literatura. Dessa forma, a separação dos serviços por setores, facilitaria a medição física destes componentes;

c) manter comunicação entre o setor financeiro e o responsável pela medição de campo. Isso torna o processo menos burocrático e transparente, para que os resultados sejam reais e confiáveis;

d) detalhar e computar todos os insumos que possam estar emprestados a outras obras. O detalhamento evita que a apuração do estoque distorça os resultados do custo real da obra.

5 CONCLUSÃO

O presente estudo teve por objetivo analisar a implantação de um processo de medição de desempenho em uma pequena empresa de construção. Por meio de uma pesquisa- ação foi possível mapear o processo de medição de desempenho em uma pequena empresa, conforme objetivo específico a, onde se verificou a inexistência de um processo estruturado.

Verificou-se que o processo atual estava limitado a medição física, inexistindo avaliação dos resultados de performance dos empreendimentos. Dessa forma, tem-se como ponto negativo que o processo inviabiliza o acompanhamento do desempenho da obra, sabendo-se do seu lucrou ou prejuízo apenas no final. Esta análise estava prevista no objetivo específico b.

Assim, foi proposto um novo modelo de medição de desempenho a partir da técnica de medição físico-financeira, objetivo específico c, a fim de obter informações para aferição do acompanhamento e do controle de obras. No intuito de fortalecer o processo, utilizou-se de alguns indicadores do gerenciamento do valor agregado.

O modelo proposto foi implantado e testado por um período de 1 mês e 15 dias, totalizando 3 medições, ciclo de 15 dias, conforme planejado no objetivo específico d. Com isso foi possível obter o valor agregado e o custo real, que possibilitaram a análise dos resultados do empreendimento e a obtenção de informações importantes para a tomada de decisão.

O processo proposto e os resultados foram apresentados ao gestor da obra, que pôde avaliar sua adequação e viabilidade, objetivo específico e. Diante disso, verificou-se a utilidade, facilidade de compreensão, aplicabilidade, bem como a completude do novo processo para a empresa, a partir de uma entrevista semiestruturada.

Conclui-se, portanto, que a implantação do sistema de medição de desempenho em uma pequena empresa no sertão de Crateús contribuiu para a melhoria de processos e proporcionou mudanças significativas para aferir o acompanhamento da performance de empreendimentos em MPE.

O processo foi capaz de aliar a simplicidade de um sistema de medição físico- financeiro e a complexidade da técnica do gerenciamento do valor agregado com a adoção de dois indicadores simples do EVM, compactuando com um sistema simples e não oneroso – requisitos fundamentais para empresas como restrição orçamentária para investir em sistemas de gestão mais sofisticados, como é o caso de MPE. Vale ressaltar, também, a limitação na quantidade de indicadores, tornando o processo simples e de fácil compreensão, este cenário

favorece a utilização dos mesmos por parte das empresas, o que corrobora com Maciel e Cândido (2016).

Por fim, como limitação tem-se a própria natureza de estudos qualitativos que não pretendem realizar generalizações, mas entender fenômenos em profundidade para a geração de teoria que possam ser aplicadas em outros contextos. Os aprendizados aqui relatados podem ajudar que outras empresas que possuem dificuldades para o controle de suas obras possam elaborar sistemas mais eficazes e de baixo custo.

Por fim, tem-se como sugestão para trabalhos futuros:

a) ampliar em termos de tipo de obra e quantidade de medições realizadas com o processo proposto para refinar sua aplicabilidade;

b) proposição de um modelo de medição baseado na metodologia do lean

construction para micro e pequenas empresas construtoras, possibilitando a

análise do projeto como um sistema de produção; e

c) proposição de um sistema de indicadores em nível organizacional para micro e pequenas empresas construtoras, proporcionando a avaliação da performance da empresa em escala empresarial.

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APÊNDICE A - ROTEIRO DE ENTREVISTA

Objetivos da pesquisa Esta entrevista tem por objetivo coletar informações para o desenvolvimento de uma pesquisa cuja finalidade é analisar a implantação do modelo de medição físico-financeiro em uma micro e pequena construtora.

Esclarecimentos

Observação 1: Fica garantido o sigilo das informações relativas à empresa e ao entrevistado. Observação 2: Solicitar a gravação da entrevista para facilitar a análise dos resultados/respostas.

Observação 3: O Pesquisador se dispõe a fornecer um exemplar do trabalho, resultado final da presente pesquisa, para a empresa participante do estudo, caso haja manifesto interesse por parte desta.

Parte I: Caracterização do Respondente A primeira parte do questionário tem por objetivo colher informações sobre o respondente, sua formação para compor dados demográficos dos agentes da construção civil de Crateús.

Questionamentos Informações sobre os respondentes (estes dados não serão revelados na pesquisa)

Empresa: Cargo: Nível Hierárquico:

Área de atuação ( ) Engenharia ( ) Administração ( ) Produção ( ) Outro: ___________ Tempo de atuação no mercado: Tempo de empresa:

Formação/ Titulação Máxima: Registro no Crea: ( ) Sim ( ) Não

Parte II: Caracterização da Empresa A segunda parte da entrevista tem por objetivo colher informações em geral sobre a empresa para melhor conhecê-la. Visa ainda proporcionar um ambiente favorável ao diálogo, iniciando

um processo de interação entre entrevistador e entrevistado que antecede os questionamentos mais relevantes.

Questionamentos 1. Há quanto tempo a empresa atua? (Conte um pouco sobre a história da empresa) 2. Qual o tipo de administração da empresa?

( ) Familiar ( ) Profissional ( ) Mista

3. Qual o faturamento aproximado do último ano? ( ) Menor ou igual a R$ 2,4 milhões

( ) Maior que R$ 2,4 milhões e menor ou igual a R$ 16 milhões ( ) Maior que R$ 16 milhões e menor ou igual a R$ 90 milhões ( ) Maior que R$ 90 milhões e menor ou igual a R$ 300 milhões ( ) Maior que R$ 300 milhões

4. Qual a praça de Atuação?

( ) somente em Crateús ( ) Outras cidades, qual?_________________________________________ 5. Atualmente a sua empresa possui quantas obras? Quantos funcionários por obra (em

média)?

6. As obras têm os mesmos aspectos construtivos? (Padrão de acabamento, tipo de fundação, tipo de alvenaria)

7. A empresa terceiriza serviço ou trabalha apenas com mão de obra própria? Se sim, quais os principais?

8. Sua empresa formaliza o serviço com a contratante por meio de contrato? Se sim o contrato tem validade legal ou é apenas um “contrato de gaveta”?

9. Há o acompanhamento da obra por algum responsável técnico? 10. Sua empresa tem Certificado Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ)?

11. A empresa já participou de algum convênio institucional de treinamento para qualidade?

( ) Convênio com a universidade ( ) Empresa Consultora ( ) PGQP ( ) SEBRAE ( ) SENAI ( ) SINDUSCON ( ) Outro:____________________

12. Houve algum projeto de melhoria já desenvolvido na empresa? ( ) Alfabetização

( ) ISSO ( ) PBQPH

( ) Padronização de processos ( ) Práticas lean no canteiro de obras ( ) Programa 5S

( ) Segurança no trabalho ( ) Outro: _______________

Parte III: Caracterização do processo de medição da obra A terceira parte da entrevista tem por objetivo colher informações sobre o processo construtivo

Questionamentos

1. É acordado algum prazo de entrega do empreendimento com a contratante? Esse prazo é estabelecido em contrato? Como é monitorado / fiscalizado esse prazo?

2. A obra possui planejamento físico? Que tipo de planejamento? (Solicitar o documento).

3. A obra possui orçamento? Solicitar a documento.

4. O planejamento físico é compatibilizado com o orçamento?

5. Como são avaliados os resultados de um empreendimento durante a obra?

6. Existe uma metodologia estruturada para essa avaliação? (Medição físico-financeira) 7. Existem indicadores de desempenho? Quais?

8. Para a avaliação dos resultados durante a obra, é considerado o estoque? Se sim, como?

9. Para a avaliação dos resultados durante a obra, são considerados as contas a pagar (materiais recebidos e não pagos)? Se sim, como?

10. Para a avaliação dos resultados durante a obra, o orçamento é atualizado por algum índice de inflação, qual? (INCC, CUB, outro)

11. Como é avaliado o resultado financeiro durante a obra?

12. Como é feita a medição do serviço executado? Há critérios bem definidos? 13. Como é calculado / verificado o progresso físico da obra?

14. Como é realizada a medição dos terceirizados? Há retenção (percentual pago após a finalização de todos os serviços, inclusive possíveis revisões)?

15. Quais os problemas que você enxerga com relação ao processo de medição da obra? 16. Você enxerga oportunidade de melhorias? Quais?

APÊNDICE B – RELATÓRIO DE MEDIÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA (ACUMULADO ATÉ 15/11/2019)

Item Descrição Valor Agregado Valor Total Orçado

Físico (%) Financeiro (R$) 1.0 PLACA DA OBRA 100,00% R$ 1.921,28 R$ 1.921,28 2.0 ESTACIONAMENTO 12,10% R$ 1.571,48 R$ 12.984,55 2.1 DEMOLIÇÕES E RETIRADAS 83,71% R$ 562,30 R$ 671,76 2.2 CARGA, TRÂNSPORTE E DESCARGA DE MATERIAIS 100,00% R$ 1.009,18 R$ 1.009,18 2.3 MOVIMENTO EM TERRA 0,00% R$ - R$ 191,85 2.4 FUNDAÇÃO 0,00% R$ - R$ 417,43 2.5 ESTRUTURA 0,00% R$ - R$ 1.426,23 2.6 PAREDES E PAINÉIS 0,00% R$ - R$ 474,04 2.7 REVESTIMENTO 0,00% R$ - R$ 48,35 2.8 ESQUADRIAS METÁLICAS 0,00% R$ - R$ 3.156,58 2.9 PAVIMENTAÇÃO 0,00% R$ - R$ 2.247,70 2.10 LIMPEZA 0,00% R$ - R$ 3.341,43 3.0 PÁTIO PRINCIPAL 100,00% R$ 428,09 R$ 428,09 3.1 FECHAMENTOS DE BURACO NO PISO 100,00% R$ 428,09 R$ 428,09 4.0 BLOCO DO PÁTIO DA ÁRVORE 43,25% R$ 73.722,21 R$ 170.454,16 4.1 DEMOLIÇÕES E RETIRADAS 91,33% R$ 8.359,67 R$ 9.153,11 4.2 CARGA, TRÂNSPORTE E DESCARGA DE MATERIAIS 0,00% R$ - R$ 7.295,41 4.3 MOVIMENTO EM TERRA 86,41% R$ 1.424,84 R$ 1.648,87 4.4 FUNDAÇÕES 86,39% R$ 2.437,62 R$ 2.821,64 4.5 ESTRUTURA 100,00% R$ 5.464,37 R$ 5.464,38 4.6 PAREDES E PAINÉIS 80,92% R$ 4.134,04 R$ 5.108,68 4.7 REVESTIMENTOS 82,13% R$ 20.526,44 R$ 24.991,46 4.8 PISO 98,55% R$ 10.459,04 R$ 10.612,94 4.9 DIVISÓRIAS 0,00% R$ - R$ 8.576,48 4.10 ESQUADRIAS DE MADEIRA 0,00% R$ - R$ 2.995,62 4.11 OUTROS ELEMENTOS 0,00% R$ - R$ 1.968,15 4.12 ESQUADRIAS METÁLICAS 0,00% R$ - R$ 10.117,53 4.13 FORRO 64,67% R$ 4.065,83 R$ 6.286,88 4.14 ELEMENTOS VAZADOS 69,23% R$ 2.851,20 R$ 4.118,40 4.15 PRATELEIRAS E BANCADAS 14,99% R$ 2.064,95 R$ 13.776,69 4.16 PAVIMENTAÇÃO 0,00% R$ - R$ 8.591,40 4.17 BANCOS 100,00% R$ 4.753,30 R$ 4.753,30 4.18 COBERTURA 51,64% R$ 951,12 R$ 1.841,88 4.19 PINTURA 20,11% R$ 6.229,80 R$ 30.984,76 4.20 CASA DE GÁS 0,00% R$ - R$ 3.998,49 4.21 LIMPEZA 0,00% R$ - R$ 5.348,09 5.0 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E LÓGICAS 26,59% R$ 7.333,26 R$ 27.574,64

6.0 INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS 50,60% R$ 9.831,66 R$ 19.430,17 7.0 ACESSO A BIBLIOTECA 88,09% R$ 13.631,62 R$ 15.475,13 7.1 PAVIMENTAÇÃO 100,00% R$ 13.631,62 R$ 13.631,62 7.2 LIMPEZA 0,00% R$ - R$ 1.843,51 8.0 BRINQUEDOTECA 33,44% R$ 5.251,62 R$ 15.704,05 8.1 DEMOLIÇÕES E RETIRADAS 100,00% R$ 1.093,09 R$ 1.093,09 8.2 CARGA, TRÂNSPORTE E DESCARGA DA MATERIAIS 100,00% R$ 1.286,45 R$ 1.286,45 8.3 COBERTA 0,00% R$ - R$ 4.177,39 8.4 REVESTIMENTOS 0,00% R$ - R$ 1.681,68 8.5 FORRO 0,00% R$ - R$ 1.590,10 8.6 PISO 100,00% R$ 2.872,08 R$ 2.872,08 8.7 PAREDES E PAINÉIS 0,00% R$ - R$ 76,61 8.8 ESQUADRIAS METÁLICAS 0,00% R$ - R$ 450,96 8.9 ELEMENTOS VAZADOS 0,00% R$ - R$ 158,40 8.10 ESQUADRIA DA MADEIRA 0,00% R$ - R$ 287,49 8.11 SUSTENTAÇÕES DIVERSAS 0,00% R$ - R$ 235,54 8.12 PINTURA 0,00% R$ - R$ 1.472,04 8.13 LIMPEZA 0,00% R$ - R$ 322,22 9.0 CASINHA DO PARQUINHO 100,00% R$ 771,24 R$ 771,24 9.1 DEMOLIÇÕES E RETIRADAS 100,00% R$ 347,77 R$ 347,77 9.2 CARGA, TRÂNSPORTE E DESCARGA DA MATERIAIS 100,00% R$ 338,76 R$ 338,75 9.3 LIMPEZA 100,00% R$ 84,72 R$ 84,72 10.0 CALÇADA E FACHADA EXTERNA - FRONTAL 2,40% R$ 583,94 R$ 24.313,77 10.1 DEMOLIÇÕES E RETIRADAS 0,00% R$ - R$ 1.817,71 10.2 CARGA, TRÂNSPORTE E DESCARGA DA MATERIAIS 0,00% R$ - R$ 1.919,63 10.3 CALÇADA 7,85% R$ 583,94 R$ 7.441,06 10.4 REVESTIMENTOS 0,00% R$ - R$ 7.013,26 10.5 SUSTENTAÇÕES DIVERSAS 0,00% R$ - R$ 1.856,07 10.6 PINTURA 0,00% R$ - R$ 3.006,54 10.7 LIMPEZA 0,00% R$ - R$ 1.259,50

Total Acumulado Até 15/11/2019 R$ 115.046,39 Total

APENDICE C – RELATÓRIO DO CONTROLE DE ESTOQUE

Material Unidade Entrada Preço Unit. Total Estoque Valor

Tijolo UN 1500 R$ 0,43 R$ 645,00 860 R$ 369,80 Cobogó UN 200 R$ 4,50 R$ 900,00 135 R$ 607,50 Cimento UN 70 R$ 20,50 R$ 1.435,00 48 R$ 984,00 Areia Grossa M3 18 R$ 40,00 R$ 720,00 10 R$ 400,00 Arisco M3 18 R$ 30,00 R$ 540,00 9 R$ 270,00 Medição 1 R$ 2.631,30

Material Unidade Entrada Preço Unit. Total Estoque Valor

Tijolo UN 860 R$ 0,43 R$ 369,80 0 R$ - Cobogó UN 135 R$ 4,50 R$ 607,50 75 R$ 337,50 Cimento UN 48 R$ 20,50 R$ 984,00 15 R$ 307,50 Areia Grossa M3 10 R$ 40,00 R$ 400,00 0 R$ - Arisco M3 9 R$ 30,00 R$ 270,00 4 R$ 120,00 ARGAMASSA ACII 15KG UN 25 R$ 7,99 R$ 199,75 18 R$ 143,82 CERAMICA AURORA BRANCA 46 X 46 CX 3,13 UN 62,6 R$ 17,90 R$ 1.120,54 0 R$ - REJUNTA EXTRALFEX PLATINA KG 15 R$ 3,90 R$ 58,50 13 R$ 50,70 Tanque UN 1 R$ 1.400,00 R$ 1.400,00 0 R$ - Areia grossa M3 54 R$ 40,00 R$ 2.160,00 10 R$ 400,00 Cimento UN 50 R$ 20,00 R$ 1.000,00 50 R$ 1.000,00 CERAMICA 46X46 M2 71,99 R$ 17,90 R$ 1.288,62 71,99 R$ 1.288,62 FORRO PVC 5MT UN 170 R$ 14,49 R$ 2.463,30 170 R$ 2.463,30 PERFIL RGL GALVANIZADO P/ FORRO 3MT UN 120 R$ 7,90 R$ 948,00 120 R$ 948,00 RODA FORRO TIPO F UN 20 R$ 14,90 R$ 298,00 20 R$ 298,00 Tijolo UN 1500 R$ 0,43 R$ 645,00 1500 R$ 645,00 Medição 2 R$ 8.002,44

Material Unidade Entrada Preço Unit. Total Estoque Valor

Cobogó UN 75 R$ 4,50 R$ 337,50 45 R$ 202,50 Cimento UN 15 R$ 20,50 R$ 984,00 0 R$ - Arisco M3 4 R$ 30,00 R$ 270,00 2 R$ 60,00 ARGAMASSA ACII 15KG UN 18 R$ 7,99 R$ 199,75 6 R$ 47,94 REJUNTA KG 13 R$ 3,90 R$ 58,50 5 R$ 19,50

EXTRALFEX PLATINA Areia grossa M3 10 R$ 40,00 R$ 2.160,00 0 R$ - Cimento UN 50 R$ 20,00 R$ 1.000,00 12 R$ 240,00 CERAMICA 46X46 M2 71,99 R$ 17,90 R$ 1.288,62 26 R$ 465,40 FORRO PVC 5MT UN 170 R$ 14,49 R$ 2.463,30 40 R$ 579,60 PERFIL RGL GALVANIZADO P/ FORRO 3MT UN 120 R$ 7,90 R$ 948,00 30 R$ 237,00 RODA FORRO TIPO F UN 20 R$ 14,90 R$ 298,00 5 R$ 74,50 Tijolo UN 1500 R$ 0,43 R$ 645,00 700 R$ 301,00 SELADOR ACRÍLICO UN 15 R$ 139,99 R$ 2.099,85 6 R$ 839,94 TINTA ACRÍLICA UN 10 R$ 149,90 R$ 1.499,00 10 R$ 1.499,00 MASSA CORRIDA BRANCA UN 10 R$ 64,99 R$ 649,90 0 R$ - Medição 3 R$ 4.566,38

APÊNDICE D – ROTEIRO DE ENTREVISTA (AVALIAÇÃO DO MODELO PROPOSTO)

Esclarecimentos

Observação 1: Fica garantido o sigilo das informações relativas à empresa e ao entrevistado. Observação 2: Solicitar a gravação da entrevista para facilitar a análise dos resultados/respostas.

Observação 3: O Pesquisador se dispõe a fornecer um exemplar do trabalho, resultado final da presente pesquisa, para a empresa participante do estudo, caso haja manifesto interesse por parte desta.

Avaliação do modelo Este questionário tem como objetivo a validação do modelo proposto e a otimização do novo modelo de medição de desempenho proposto

Questionamentos 1. O processo é viável para a empresa?

2. O novo processo proporciona maior capacidade de avaliar o desempenho da obra? 3. A metodologia do modelo reduz o esforço empregado na realização da medição de

desempenho?

4. A planilha de medição física está adequada?

5. A metodologia para a medição física está adequada? Qual o melhor critério de medição? Percentual completo ou estimativa?

6. O processo facilita manter uma rotina de medição de desempenho? As medições devem ser em ciclos quinzenais ou mensais?

7. A determinação do custo real está adequada? Quais as oportunidades de melhoria? 8. Os resultados dos indicadores são claros e de fácil compreensão?

9. A metodologia proposta facilita a aplicação da medição de desempenho?

10. O modelo abrange todas as informações necessárias? Quais as oportunidades de melhoria?

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