DE LOGÍSTICA REVERSA PARA REEE’S
6.6 MODELO OPERACIONAL
Estabelecer parcerias com Associações e Cooperativas para suporte operacional da logística primária e centros de triagem
Fundamentação As cooperativas de catadores realizam atualmente um importante papel na cadeia
da reciclagem atual. Sua capilaridade e capacidade de compor o sistema devem ser aproveitados da maneira a potencializar a geração de renda.
Como Estabelecimento de acordos operacionais entre as entidades do sistema.
Quando Ao longo da fase de implantação do
sistema. Responsável: Organização Gestora
Beneficiários Cooperativas e Recicladores.
Planejar ações de divulgação e conscientização que deverão ser implementadas pelo poder público, organizações gestoras e comércio
Fundamentação Como o sistema não possui metas de recebimento, esta será uma das principais
ações para aumentar o volume coletado e garantir o descarte correto, que minimi-zará riscos a sociedade e ao meio-ambiente.
Como Identificar outras campanhas similares que obtiveram sucesso na adesão popular e
definir planos de divulgação.
Quando Ao longo da fase de implantação do
sistema. Responsável: Governo e Organização Gestora
Detalhar infraestrutura de descarte/recebimento dos REEE segundo suas especificações técnicas Fundamentação O estudo não abordou detalhes da estrutura para a descarte/recebimento dos
REEE. Para a implantação do sistema essa infraestrutura precisa ser melhor deta-lhada. Estabelecer uma estrutura padrão facilitará o entendimento do processo e promoção da cultura do descarte ambientalmente correto.
Como Articulação entre fabricantes, importadores e comércio para identificação dos tipos
de produtos, análise das alternativas de descarte e definição da infraestrutura padrão.
Quando Antes do sistema entrar em operação. Responsável: Fabricantes/Importadores
Beneficiários Todo os agentes do sistema, com destaque para o Comércio, que terá um modelo
padrão de infraestrutura para descarte/recebimento a ser seguido com ganho de escala.
Detalhar infraestrutura para triagem dos REEE
Fundamentação Para a implantação do sistema a infraestrutura do centro de triagem deve ser
me-lhor detalhada considerando os tipos de REEE a serem triados e integração com os órgãos competentes para provimento de informação e controle.
Como Mapeamento dos processos a serem conduzidos e informações a serem prestadas
às autoridades competentes para detalhamento da infraestrutura dos centros de triagem.
Quando Antes do sistema entrar em operação. Responsável: Fabricantes/Importadores
Beneficiários Organizações gestoras
Definir critérios que diferenciarão resíduos de pequeno porte e dos de grande porte
Fundamentação Todo o modelo conceitual foi definido utilizando essa divisão. Para a
operacionali-zação será necessário estabelecer critérios objetivos para diferenciar os resíduos de pequeno porte dos de grande porte.
Como Estabelecimento de especificações de peso e volume para os REEE.
Quando Antes do sistema entrar em operação. Responsável: Fabricantes,
Importado-res, Comércio e Governo, via acordo setorial
Estabelecer um comitê de acompanhamento da implantação do sistema, de forma a se implementar os ajustes necessários para eficácia do modelo
Fundamentação Segundo o levantamento feito em outros setores/países, todos os modelos iniciais
sofreram alterações e foram evoluindo até um modelo mais maduro. Esse comitê será responsável por acompanhar e direcionar essas mudanças no programa brasi-leiro de logística reversa de REEE.
Como Articulação entre os atores que comporão o sistema.
Quando Antes do sistema entrar em operação. Responsável: Fabricantes,
Importado-res, Comércio e Governo, via acordo setorial
Beneficiários Todo os atores que compõem o sistema.
Detalhar as condições e o processo de formalização e cadastro das organizações gestoras Fundamentação Como todo o sistema se baseia na habilitação de atores enquanto organizações
gestoras é necessária a criação de um processo transparente e ágil para o cadastra-mento dessas organizações.
Como Detalhamento das responsabilidades de uma entidade que se habilitar como
gesto-ra e estabelecimento do processo pagesto-ra sua habilitação.
Quando Antes do sistema entrar em operação. Responsável: Ministério do Meio Ambiente
Beneficiários Todas as organizações que por obrigação (Fabricantes e Importadores) ou
oportuni-dade tenham a necessioportuni-dade de se habilitar enquanto organizações gestoras.
Detalhar o fluxo de informações e interfaces com o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR)
Fundamentação As informações que comporão o SINIR ainda não foram detalhadas e é necessário
entender quais e como as informações do sistema de logística reversa de REEE serão controladas e registradas no mesmo.
Como Acompanhamento do desenvolvimento do SINIR para entendimento e alinhamento
com o sistema de logística reversa de REEE
Quando Antes do sistema entrar em operação. Responsável: Ministério do Meio Ambiente
Definir as condições técnicas para certificação das recicladoras que poderão compor o sistema Fundamentação As recicladoras serão responsáveis pela minimização dos impactos ambientais e
pela geração de importantes dados do programa. Dessa forma é necessário definir claramente os aspectos técnicos requeridos para a operação das mesmas.
Como Definir critérios para certificação, os documentos necessários e o órgão certificador.
Quando Antes do sistema entrar em operação. Responsável: Ministério do Meio Ambiente
Beneficiários Todas os atores que comporão o sistema.
Realizar análise aprofundada de alternativas para apuração e custeio de produtos órfãos
Fundamentação Com um escopo mais amplo, o estudo não é suficiente para entender e detalhar
a complexa questão dos órfãos. Por isso, recomenda-se um aprimoramento dessa análise e discussões de possíveis modelos.
Como Acompanhar e registrar o histórico de volume de órfãos para os primeiros meses de
operação do sistema, mensurar o valor de mercado dos mesmos, definir a necessi-dade de instrumentos de compensação e articular a implementação dos mesmos.
Quando Ao longo da fase de implantação do
sistema. Responsável: Ministério do Desenvolvi-mento da Indústria e do Comércio