10.LEVANTAMENTO DE MATERIAIS
15.1. Modelos virtuais
Figura 75: Modelo Virtual do projeto. (Fonte: o autor)
92 Figura 77: Modelo virtual da tampa. (Fonte: o autor)
93 Figura 79: Modelo virtual do botão. (Fonte: o autor)
94 15.2. Modelos físicos
Os primeiros modelos foram construídos em papel e serviram para testar as dimensões do produto.
Figura 81: Primeiros modelos construídos em papel. (Fonte: o autor)
95 15.3 Primeiro teste
No primeiro teste foi utilizado o modelo de papel couro, de dimensões ¨60mmx90mmx30mm. O objetivo do primeiro teste era descobrir se a pega do produto se mostra confortável para diferentes tamanhos de mão.
Figura 83: Validação: menor mão de mulher. (Fonte: o autor)
Figura 84: Validação: maior mão de homem. (Fonte: o autor)
Com o teste, pode-se observar que o modelo tem uma boa pega e ficou confortável na mão dos usuários.
96 15.4 Segundo teste
O segundo teste foi realizado com um modelo impresso em 3D, essa etapa teve 2 objetivos: testar o material (PLA) e testar um dos requisitos do projeto, a intuitividade.
Figura 85: Modelo impresso em 3D. (Fonte: o autor)
Para o teste de intuitividade o modelo foi dado para uma estudante da UFF que é cega de nascença, não foi dito para o que servia o projeto e esperava-se que a usuária percebesse do que se tratava o produto, sem receber instruções sobre.
Figura 86: Usuária reconhecendo o modelo. (Fonte: o autor)
O teste foi um sucesso, pois a usuário reconheceu, rapidamente, que o projeto representava uma célula Braille.
97 15.5 Modelo final
Depois dos primeiros testes e testes preliminares, chegou a hora de produzir um modelo com todas as suas peças: tampa, base, botão e mecanismo.
Esse modelo também foi feito em impressora 3D.
98 Figura 88: Peças impressas. (Fonte: o autor)
99 Figura 90: Mecanismo 1. (Fonte: o autor)
100 Figura 92: Tampa. (Fonte: o autor)
101 Figura 94: Botão montado. (Fonte: o autor)
102 Figura 96: Botões dispostos na base. (Fonte: o autor)
103 Figura 98: Sistema de auxilo montado. (Fonte: o autor)
104 15.6 Validação
A primeira validação foi feita com um homem vidente, foi dado a ele o produto já montado e dado as instruções de uso, ele foi orientado a reproduzir um caractere Braille.
105 Figura 100: O usuário identifica o lado correto do produto pelo “orientador”.
(Fonte: o autor)
106 Figura 102: Usuário pressiona os botões 1, 2 e 3. (Fonte: o autor)
107 A segunda validação foi feita com uma mulher deficiente visual, foi dado a ela o produto já montado e dado as instruções de uso, ela foi orientada a reproduzir um caractere Braille.
Figura 104: A usuária segura o produto. (Fonte: o autor)
Figura 105: A usuária identifica o lado correto do produto pelo “orientador”. (Fonte: o autor)
108 Figura 106: A usuária pressiona o botão 1. (Fonte: o autor)
109 Figura 108: A usuária pressiona o botão 5. (Fonte: o autor)
110 Como foi possível observar, o produto funcionou bem e os dois usuários conseguiram realizar o exercício proposto. O produto atendeu aos seus requisitos e funcionalidades, a pega foi confortável para esses usuários e tanto o orientador e os botões serviram as suas funções.
111 16. CONCLUSÃO
Trabalhar com tecnologia assistiva é sempre um desafio, pesquisar e buscar entender a vida e as particularidades dos deficientes visuais foi uma ótima experiência, que será útil para a vida e não somente durante o período do TCC.
Para o desenvolvimento desse projeto, foi preciso utilizar todo o conhecimento adquirido durante esses anos de faculdade, depois de muita pesquisa, análises, conversas com professores e deficientes visuais foi idealizado e projetado o Sitema de Auxilo para o ensino de Braille, um produto que tem como objetivo tornar o método de aprendizado do sistema Braille mais simples e dinânimo, ajudando, assim, aqueles que precisam e/ou querer aprender esse sistema.
Apesar de alguns problemas no seu desenvovimento, principalmente relacionados ao mecanismo do botão, o projeto atendeu as suas funcionalidades de manera satisfatória e obteve avaliação positiva daqueles que o utilizaram.
Não é possível, por hora, saber se o sistema é 100% efetivo na alfabetização em Braille, para isso seria preciso mais testes com uma amostra maior de pessoas e por um período maior de tempo, porém acredito que o produto obteve sucesso no que se propôs e poderia facilmente ser usado durante uma aula de Braille por professores e alunos.
112 17. REFERÊNCIAS
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portuguesa
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Escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira. Brasília:
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